Miguel (admin)

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  • em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78686

    “Basicamente na história do homem não se trata de provar que DEUS existe, mas sim o seu contrário” (Adam's)
    Tens razão, deus sempre foi pressuposto, uma “certeza” mítica, ou um postulado metafísico.
    Aqueles que procuram realmente a verdade não contentam-se com postulados dogmáticos, para eles, tudo é passível de questinamento.
    E por isso é que se tenta provar mais o contrário, e talvez nem seja o contrário, mas sim a simples dúvida quanto à existência divina. Somos humanos, e por isso, limitados, e por isso questionadores por natureza, sendo que deus não está longe de todo nosso interrogatório ontológico.
    Estudar o assunto como você diz, é nada mais do que estudar as crenças e as dúvidas filosóficas que surgiram em função dessas crenças. Concordo que deve ser estudado.

    abraços

    em resposta a: Liberdade versus moral #79826

    Penso que não estamos aqui para chegar à conclusões. Muito menos a consenso.

    Se o que dissermos não chegar a algum consenso, então não passará de mero subjetivismo.

    Eu acho que mais importante do que chegar à conclusões é desenvolver o raciocínio coerente, a argumentação, o uso da linguagem escrita, etc.

    Raciocínio coerente pra quem, se o consensual for prescindível?

    Argumentação pra quê, se não podemos ter certeza de que o que dizemos é conclusivo ou não?

    (Mensagem editada por Mike em Junho 19, 2005)

    em resposta a: Liberdade versus moral #79825

    “é preciso ter espírito crítico e, na medida do possível, imparcial”. Concordo

    “Ou estamos aqui para evoluir nossos conhecimentos ou estamos aqui para defender paradigmas”

    Penso que não estamos aqui para chegar a conclusões. Muito menos a consenso. Cada um se quiser chegue as suas proprias conclusões. Eu acho mais importante do que chegar a conclusões é desenvolver o raciocinio coerente, a argumentação, o uso da linguagem escrita etc. O forum é para isso. Aprender filosofia mesmo é leitura e pratica. E chegar as conclusões é filosofar. Aqui no forum nós debatemos, não filosofamos. A partir da dialetica dos nossos debates chegamos não a um consenso, mas a constatação de que:
    CADA CABEÇA, UMA SETENÇA
    NÃO HÁ VERDADE ABSOLUTA
    Se eu estiver errado, quero acreditar nisso por enquanto, só para tentar garantir um debate saudável. Lembrem-se que isso é para ser, antes de tudo, um lazer, onde compartilhamos nossa paixao pela filosofia. Quem quiser provar suas teses, escreva um livro ao inves de debater ideias num forum on line.
    Agora, meus amigos, vamos continuar nossos debates

    em resposta a: Liberdade versus moral #79824

    Caro Renan:

    Na realidade, não gosto de Skinner. Acho sua psicologia des-subjetivante, para não dizer desumanizante. Pois quando se fala de qualidades humanas, só há recordação para as características agradáveis.

    Eu sou apenas um reles funcionário público, aproximando-me da casa dos 40. Minha vida acadêmica acabou, ou tem futuro duvidoso, porém minha paixão pela filosofia permanece.

    Também acho muito agradável estar aqui debatendo com vocês. Mas penso que haja a necessidade de estabelecermos uma objetividade dialética em nossas discussões.

    Ou estamos aqui para evoluir nossos conhecimentos ou estamos aqui para defender paradigmas, eu prefiro aquela primeira opção. Para isso é preciso ter espírito crítico e, na medida do possível, imparcial.

    Acredito que o estudo da desconstrução seja a saída para o impasse…

    .

    em resposta a: Liberdade versus moral #79823

    Olá Mileto,olá Nahuina!
    Amanha eu apresento a minha monografia. To nervoso pra caramba (o tema é em torno de propaganda ideologica).
    Pretendo, assim que passar a tensão de amanha, começar a estudar filosofia (em casa mesmo), e Derrida está na minha lista. (pelo que ouvi, o pensamento dele parece concordar com o meu)
    Na faculdade eu não estudei Derrida. Nas matérias teoricas eu tive: Foucalt, Sartre, Marx, Levi-Straus, Comte, Max Weber, Socrates, Kant, Nietzsche, Adorno (mas todos de forma bem superficial).
    No meu curso se estuda mais marketing e conhecimentos específicos de publicidade e propaganda. Eu só conheço esses filósofos porque eu gosto muito de filosofia e li um pouquinho em casa (interesse proprio). Pretendo fazer o mestrado de filosofia ou politica social futuramente, tenho que ler muito ainda.
    O Nahuina, não me disse o que ele faz, mas disse que leu alguns textos clássicos e que pretende fazer vestibular (eu acho que de filosofia).
    Se fosse para chutar, eu diria que voce, Mileto, faz ou pretende fazer psicologia (voce parece gostar de Skiner)
    Eu gostei desse site e gostei de “conhecer” voces. Aqui (em Vitória-ES) é dificil encontrar pessoas que gostem de discutir filosofia.
    Eu vejo um filme, leio um livro e depois não tem ninguem para discutir. É facil achar alguem para discutir Matrix, mas a discussão nem sempre enfoca a filosofia do filme.
    Por falar em filme, assista: A QUEDA, AS ULTIMAS HORAS DE HITLER, vi duas vezes. É bom por que mostra o outro lado da guerra (e não o lado hollywoodiano/aliados/judeus) Gostaria que fizessemos foruns para discutir esses filmes, para discutir o Mundo de Sofia (o que voces entenderam do final?), para discutir Freud, behaviorismo, arte e estética etc.

    Sobre o forum:
    Estamos aqui para que (cada um) defenda seu ponto de vista sobre Sartre, utilizando para isso, argumentos lógicos, coerentes, de forma respeitosa ao ponto de vista do outro. O objetivo não é provar quem está certo ou errado, nem mostrar quem é mais inteligente (pois todos já deram provas de que são).
    O objetivo é:
    1- Melhorar nossas argumentações (explicando várias vezes a mesma coisa mas com palavras diferentes)e aprendermos com isso, a lidar com a palavra.
    2-Aprender coisas novas a partir de informações que o outro nos fornece (aprendi coisas novas sobre Sartre com o Nahuina, e já me interesei a procurar sobre Derrida, por causa do Mileto)
    3- Constatar que não existem verdades, mas apenas pontos de vista. Não há filosofia mais certa ou mais errada (na minha opinião é tudo relativo)Mas mesmo que para voces haja uma unica verdade, o forum não é para discutir verdades, mas treinarmos nossa “retorica” (retorica on line) e aprendermos mais sobre filosofos e sobre a historia da filosofia.
    4-Por ultimo e nao menos importante. Esse forum tambem serve para fazer amigos, por que não? Não se sabe o dia de amanha. Amanha eu poderei precisar de voces ou voces de mim, quem sabe? A internet incurtou as distancias, hoje podemos ter varias informações on line. Se um dia eu tiver que fazer uma palestra ou estudar determinado assunto, quem sabe poderei recorrer a ajuda de voces (via internet) alem de me preparar pelos metodos tradicionais tambem (ler muito, por exemplo)

    O FILOSOFO DEVE SABER LIDAR COM A PALAVRA.
    O FILOSOFO DEVE SABER QUE CADA PESSOA (CABEÇA) É UM UNIVERSO.
    O FILOSOFO DEVE SABER USAR DE DIPLOMACIA
    Essa é minha opinião

    em resposta a: Liberdade versus moral #79822

    Olá Mileto, Parece ser interessante esse tal de Derrida. Acho que vai ser bom para expandir conhecimentos novos na minha área (comunicação). Vou dar uma lida, acho que vai ser bom pra mim.

    Você chegou a cursar faculdade de Comunicação?

    Derrida tem muito a ver com Comunicação. Mas, desconfio ser um assunto inédito nas faculdades brasileiras.

    em resposta a: Liberdade versus moral #79821

    Olá Mileto, Parece ser interessante esse tal de Derrida. Acho que vai ser bom para expandir conhecimentos novos na minha área (comunicação). Vou dar uma lida, acho que vai ser bom pra mim.

    Nahuina, olha o texto que coloquei no forum do marx. é meio capitalista, mas de contra partida mostra como e porque o capitalismo tem os dias contados.
    Foi um economista que escreveu, e ele está muito bem cercado de embasamentos. Voce e Mileto vão achar interessante. Não deixem o forum do marx morrer.
    Boa noite a todos e até a proxima

    em resposta a: Liberdade versus moral #79820

    Olá Mileto, Parece ser interessante esse tal de Derrida. Acho que vai ser bom para expandir conhecimentos novos na minha área (comunicação). Vou dar uma lida, acho que vai ser bom pra mim.

    Nahuina, olha o texto que coloquei no forum do marx. é meio capitalista, mas de contra partida mostra como e porque o capitalismo tem os dias contados.
    Foi um economista que escreveu, e ele está muito bem cercado de embasamentos. Voce e Mileto vão achar interessante. Não deixem o forum do marx morrer.
    Boa noite a todos e até a proxima

    em resposta a: Liberdade versus moral #79819

    Não vamos esquentar a cabeça! Já olharam a ultima mensagem que postei no forum marx/por que marx errou? Espero o comentário de voces. Sobre metafísica da presença, vou dar uma estudada, mas só depois de segunda feira. Agora só posso estudar para minha apresentação de monografia (segunda feira as 20 horas). Conto com a compreensão de voces. No momento não posso estudar/discutir sobre coisas que são novas para mim (depois eu juro que procuro me aprofundar nisso). Por enquanto (até segunda) vou falar só sobre o que eu já sei.

    em resposta a: A vida tem algum objetivo? #78621

    Então você é Cético nesse aspecto…Nunca iremos conhecer o objetivo da vida?

    Nunca é tempo demais, não é? Quem sou eu para falar ao infinito? Ou para ter certezas absolutas?

    O problema é que a questão requer alguém muito qualificado para respondê-la, já que a resposta esperada é da qualidade do SER, ou seja, não se trata de um objetivo qualquer, daquele tipo que você bem estabele um dia e, depois, muda, na próxima semana; esse objetivo de que você fala é O Objetivo…

    …alguém tão qualificado assim só poderia ser mesmo um deus.

    .

    em resposta a: Liberdade versus moral #79818

    O problema é que não é tão fácil explicar o conceito de metafísica da presença. Se assim o fosse, encontraríamos centenas de sites na internet com definições sintéticas.

    Mas eu entendo que o princípio disso tudo reside em algum ponto entre o estruturalismo e a teoria freudiana, quando se começou a questionar se o sujeito da consciência, o Eu que diz “Sou eu quem decide”, é mesmo o sujeito ou apenas mais um signo (representação da consciência)…

    …se o que ele decidiu era mesmo o que ele queria ou se era, inconscientemente, para agradar algum outro, ou identificar-se com ele.

    São questões que põem em xeque a fenomenologia da consciência pura de Sartre. Principalmente quando vemos esses supostos rebeldes do passado repetindo tudo aquilo contra o qual antes haviam se rebelado…

    .

    em resposta a: Liberdade versus moral #79816

    Então, vamos ver. Você atribui essa responsabilidade inteiramente a mim. Você e o Renan não tendo capacidade para se informar, pesquisar, ir atrás do conhecimento por meios próprios. Vou ter que aprender sózinho um assunto que mal domino para poder explicar a vocês…

    Então, tá. Estou convidando vocês para ir até o tópico “Questões sobre Filosofia em geral Pos-Modernidade” debater sobre esses conceitos de metafísica da presença, desconstrução, disseminação, diferância, etc.

    Leiam primeiro os textos que postei lá e vamos debater em cima do que vocês conseguiram entender. É só clicar aqui (eu acho):

    http://www.consciencia.org/forum/messages/1/764.html?1119121925

    .

    em resposta a: Pos-Modernidade #78138

    Para Nahuina e Renan:

    “Alguns filósofos pós-modernos, pós-estruturalistas, tais como, Jaques Derrida, Giles Deleuze, Lyotard e Jean Baudrillard começaram a se preocupar com os fenômenos sociais e humanos e desconstruíram o discurso filosófico sobre os valores ocidentais dos princípios e das concepções de Deus, Razão, Sujeito, Verdade, Ordem, Ciência, Ser. Para esses autores desconstruir o discurso não significa destruí-lo, nem mostrar como foi construído, mas refletir sobre o não-dito por trás do que foi dito, buscar o silenciado (reprimido) sob o que foi falado.

    Auroux (1998) também reflete sobre diferentes abordagens que a literatura dedica à Filosofia da Linguagem e expõe algumas questões que referenciam o seu processo histórico e à atribuição de um lugar central às Ciências da Linguagem. Em linhas gerais, ele argumenta que, ao tentar compreender a Filosofia da Linguagem, estamos refletindo a Filosofia e acrescenta “a filosofia não é nem um pronto pensar nem uma apresentação de doutrinas estandardizadas; ela consiste antes de tudo em mexer com a cabeça das pessoas!” (AUROUX, 1998: 24).

    Quando consultamos uma palavra no dicionário, encontramos uma definição ou um sinônimo daquela palavra. Em nenhum dos casos, o dicionário simplesmente apresenta a “coisa” mesma ou o ‘conceito”. A definição simplesmente nos remete para outras palavras, ou seja, para outros signos. A presença daquilo que procuramos é indefinitivamente adiada: ela só existe como traço de uma presença que nunca se concretiza, além disso, na impossibilidade da presença, um determinado signo só é o que é porque ele não é um outro, nem outro. O dicionário, na maioria das vezes, atua como mediador de conceitos e nos direciona a compreender tais conceitos com base em outros que já conhecemos.

    Como um ato lingüístico, o conhecimento e a informação estão sujeitos a certas propriedades que caracterizam a linguagem em geral. Segundo o lingüista Saussure, a linguagem é um sistema de diferenças. Os signos que constituem uma língua não têm nenhum valor absoluto em si, não fazem sentidos se considerados isoladamente. Ao considerarmos apenas o aspecto material de um signo, seu aspecto gráfico ou fonético, não encontramos nele nada intrínseco que remeta àquela coisa que reconhecemos como sendo uma palavra. O mesmo ocorre se considerarmos o significado que constitui um determinado signo, isto é, se considerarmos seu aspecto conceitual. Essa indeterminação da linguagem decorre de uma característica fundamental do signo. O signo é um sinal, um traço que está no lugar de uma outra coisa, a qual pode ser um objeto concreto, ou um conceito abstrato.

    Na linguagem filosófica de Derrida, poderíamos dizer que o signo não é uma presença, ou seja, a coisa ou o conceito não está presente no signo, é um rastro. Mas a natureza da linguagem é tal que não podemos deixar de ter a ilusão de ver o signo como uma presença, isto é, de ver no signo a presença da “coisa” ou do “conceito”. É a isso que Derrida (2000) chama de “metafísica da presença”. Essa ilusão é necessária para que o signo funcione como tal: afinal o signo está no lugar de alguma outra coisa e, embora na plena presença do signo, o conceito de algo é definitivamente adiado. Para ele, o signo carrega não apenas o traço daquilo que o substitui, mas também o traço daquilo que ele não é, ou seja, precisamente da diferença. Em suma, o signo é caracterizado pelo adiamento (da presença) e pela diferença (relativamente a outros signos). Essas duas características estão sintetizadas no conceito de différance (DERRIDA, 2000).”

    http://www.espacoacademico.com.br/031/31cmatos.htm

    em resposta a: A banalização do Rock no Brasil #79879

    hehehe =)

    Eu vi que vc gosta de Radiohead, é uma das minhas bandas preferidas…

    em resposta a: Fórum de Livre-Pensamento #79898

    Se o assunto estiver bom, eu também apareço por lá.

    Isso não quer dizer que vá deixar de participar dos outros fóruns, como este, onde já sou participante…

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