Miguel (admin)

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  • em resposta a: Liberdade #74355

    “Oq exatamente no texto te fez pensar que a filosofia ñ é um pensamento crítico?”
    Foi aquilo mesmo= criticar (no sentido de ficar reclamando e esbravejando) não adianta nada. Isso é uma forma de alienação social, pois o crítico também é responsável pelo meio que ele tanto critica.

    “O problema acontece quando sentimos revolta mas ñ achamos a forma de mudar aquilo que nos incomoda e esquecemos que aquilo que nos incomoda só existe pq nos permitimos a sua existência..”
    PERFEITO!!!

    “Por acaso vc está insinuando que o artista cria pq é alienado?…..”
    Nao exatamente. O artista cria justamente porque ele sente pressão do meio e a sua criação pode ser uma expressão dessa pressão (mas isso não é uma regra)
    Ex: A cantora Janis Joplin foi muito criticada na escola (pressão do meio). Ela era chamada de homem (por ser considerada feia). O blues/rock que ela cantava expressava sua tristeza, ou expressava uma alegria em contradição as criticas, do tipo: “não tô nem aí para as críticas”. E a forma como ela viveu depois de famosa, expressa sua feminilidade, sua vontade de ser amada, exatamente como as mulheres bonitas e patricinhas de sua escola eram. Esse é meu ponto de vista, mas só Freud explica:-)

    “Para a maioria dos existencialistas, dois eram os modos privilegiados de o homem aceitar e enfrentar sua finitude: através das artes e através da ação político-revolucionária.”
    EXCELENTE!

    E o Mileto, cadê?

    em resposta a: A banalização do Rock no Brasil #79875

    Acho q temos q parar de nos curvar diante da musica estrangeira e explodir com nossa criatividade..ou vai dizer q brasileiro nao é criativo?(dai tenhamos q abrir mais um topico para discutir isso)…é claro q influencias fluem sem perceber..mas utilizar isso apenas como um complemento na musica, e manifestar a musica q esta no quintal da sua casa, no seu bairro , na sua infancia, ao seu redor, enfim..
    nao se restringir ao q ja ta feito e empobrece-lo..

    em resposta a: A questão da ESSÊNCIA: "Eu sou o que sou" #78430

    é..axu q o pilgrim nao captou o q eu queria dizer..é preciso mostrar expressão do meu rosto para demonstrar meu sarcasmo?

    o carpinteiro o pedreiro, o padeiro, o açougueiro…

    …não são o objetivo principal desse site!
    sem eles nao haveria uma outra maneira de pensar..nao haveria a filosofia..ja pensou se o mundo fosse um amontoado de filósofos!!
    nada seria maior ou menor..nada seria mau ou bom..

    um ridículo acontecimento antinaturalista..q acaba quebrando toda essa ESSENCIA.

    E antes vc havia digo que não existia essencia alguma.
    pois agi com sarcasmo..ate sublinhei a palavra essencia para ajudar na interpretaçao..(mas vi q nao adiantou).

    Quanto a “essência linda florzinha desabrochando”, parece propaganda de bombom lacta ou poderia figurar em livros de auto-ajuda. Enfim, coisa para boi dormir, ou para encantar caderninhos de jovens e lindas adolescentes enamoradas.
    Pois é isso q venho tentando dizer..q é puro fruto de nosso romantismo inevitável..essa maneira de falar observando os detalhes minuciosos..

    Estranho ler isso de quem antes defendia Daniken em outra lista. Quer coisa mais “antinatural” do que parque de diversões para ET's?
    Nao é simples assim dizer sobre isso..não é simples quanto a sua maneira de banalisar este assunto..

    em resposta a: Liberdade #74353

    Olá, Mileto e Nahuina.

    Nahuina,
    lembra que ontem eu disse que “a filosofia é um pensamento crítico”. E lembra que eu também disse que “amanhã eu posso mudar de opinião”
    Pois é, eu não planejei, mas eu li uma parte no Convite a Filosofia que me fez rever isso. Eu já tinha lido esse texto, mas já não lembrava mais.
    Primeiro eu li: unidade 5, capitulo 7, pagina 167 “O inconsciente”, onde fala sobre “as três feridas narcisísticas” (muito legal!) e curto, só dois parágrafos. Leia.
    Depois eu li: página 171 “A alienação social” e li página 173 “As três formas de alienação”
    Resumindo, se rebelar individualmente contra o sistema é uma forma de alienação social, pois o indivíduo que se rebela já perdeu a noção de que o objeto de sua rebeldia (o meio social) foi criado por ele, enquanto sociedade, logo ele se rebela contra ele mesmo e não faz nada para mudar isso.
    Por essa razão eu afirmei há uns dias atrás, que a filosofia de Marx é uma filosofia da prática (Marx prega que: não é a consciência que determina o ser social- como os idealistas afirmam- mas pelo contrário, o ser social, suas ações determinam a sua consciência). O fato de se revoltar não leva a nada, continuaremos alienados, mas quando decidirmos agir, nosso pensamento evoluirá instantaneamente em função da ação que tomarmos. Lembra quando você disse, baseado em Sartre “o ser humano pode conformar-se ou resignar-se, e isso é sempre uma decisão nossa” (três grandes concepções de liberdade). Pois é, Marx com a sua filosofia e seu conceito de alienação social só vem a somar. Leia o capitulo, você vai gostar. E isso ajudará a responder a seguinte pergunta: o artista é livre para criar? Ou ele cria porque é livre? Ou uma alternativa não anula a outra? De qualquer forma, o artista sente menos pressão?

    “Reclamar e esbravejar pode não mudar as coisas, mas a ação muda pelo menos nossa forma de ver o mundo”.
    Renan

    em resposta a: A Consciência da Imagem #76128

    Estou precisando de uma ajunda tenho que fazer um resumo de duas obras abaixo até 21/06 seria possivel – curso de Pedagogia.

    LUCK, Heloisa. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teorico-metodologicos. 3. ed. Petropolis: Vozes, 1997.

    JANTSCH, Ari Paulo; BIANCHETTI, Lucídio (Org.). Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1995

    em resposta a: Liberdade versus moral #79795

    “Sartre recusa todo determinismo e mesmo qualquer forma de condicionamento”.
    Gerd Bornheim ( professor de Filosofia da UFRJ)
    (Do livro Curso de Filosofia, Ed. Jorge Zahar, 3ª edição, RJ, 1989, p. 198)
    (postado por Nahuina).

    Logo:

    “A noção sartriana de liberdade é filosófica no sentido da Phýsis ou seria “licença poética” dentro de um contexto político-ideológico”.
    (postado por Mileto)

    Resposta: Segundo o texto, a noção de liberdade é physis (liberdade metafísica, do movimento).
    Pois:
    “Mas como deus não existe, a liberdade é absoluta. E recusa também o determinismo materialista”
    Gerd Bornheim ( professor de Filosofia da UFRJ)
    (Do livro Curso de Filosofia, Ed. Jorge Zahar, 3ª edição, RJ, 1989, p. 198)
    (postado por Nahuina).

    Simplificando=

    Perguntas:

    1-Será que somos determinados por Deus (Deus é aquele ser que dá a primeira tacada na mesa de bilhar e nós somos as bolinhas, sem controle, sem opção, sem liberdade, com trajetória e destino definidos)? Ou Deus escreve nosso destino “certo por linhas tortas”? Existe providência divina, fatalidade?
    R: Não, para Sartre, Deus não existe, logo somos livres disso. “A vida é absurda” -Sartre.

    2- Na Grecia antiga: Os gregos antigos acreditavam no Destino. Até mesmo os deuses do Olimpo temiam o destino, logo o destino não era dado pelos deuses, mas existia por si só. Sartre acredita nesse destino?
    R: Provavelmente não, pois ele diz que nós somos responsáveis, que nós temos liberdade (entendo liberdade como eu escrever minha própria história).

    3-O Big Bang, ou as leis da mecânica determinam nossos movimentos (determinismo materialista)?
    R: Como voces podem ver no texto, Sartre recusa esse determinismo também. Se voce move seu braço, isso não é causa de um fator externo, mas interno a voce. Voce é livre (no sentido physis) “metafisicamente” ou “ontologicamente” falando.

    4-Então ele fala em temos de liberdade tanto no sentido physis (da metafísica, da matéria, do movimento, da ontologia) quanto da liberdade politico-ideologica?
    R: Esse é a questão!!!. Essa é a grande questão!!!

    Segundo o texto, estamos livres do determinismo metafísico (ou ontologico), seja o determinismo dado por Deus ou pela mecânica (matéria, res extensa).

    Para Sartre, estamos livres no sentido ideológico?
    Marx afirmaria que Não.
    Para Sartre, estamos livres da influencia do nosso inconsciente?
    Freud, diria que não.
    Para Sartre, estamos livres da cultura?
    Levi-Strauss diria que não.
    Para Sartre, estamos livres da consciência coletiva?
    Carl Gustav Yung, diria que não.
    Para Sartre, estamos livres da moral, da religião, das palavras, do lugar onde nascemos?
    Nietzsche, Hegel, Kant diriam que não.

    Voltando a questão:
    Então ele fala em temos de liberdade tanto no sentido physis (da metafísica, da matéria, do movimento, da ontologia) quanto da liberdade politico-ideologica?

    R: Esse é a questão!!!. Essa é a grande questão!!!
    Pergunto a voces, no momento eu não posso responder seguramente. Só posso afirmar seguramente que ele fala que nós temos liberdade (no sentido de physis), mas não posso afirmar (com certeza) se ele tambem se refere ao sentido politico/ideologico/psicologico.

    SE BEM QUE, OBSERVANDO O TEXTO DE NOVO:
    “Sartre recusa todo determinismo e mesmo qualquer forma de condicionamento”.
    Gerd Bornheim ( professor de Filosofia da UFRJ)
    (Do livro Curso de Filosofia, Ed. Jorge Zahar, 3ª edição, RJ, 1989, p. 198)
    (postado por Nahuina).

    Eu acho que sim, pois Sartre “nega toda forma de CONDICIONAMENTO também, e entendo condicionamento como Skinner entendia. Logo, Sartre poderia estar se referindo tanto a liberdade physis (antítese do determinismo) quanto à liberdade politico-ideologica (antítese do condicionamento)
    ENTÃO, PARA SARTRE, SOMOS LIVRES NO SENTIDO PHYSIS (METAFISICAMENTE) E LIVRES NO SENTIDO POLITICO-IDEOLOTICO TAMBEM.
    Obs:A liberdade politico-ideologica era o foco da discução sobre os artistas, lembra?).

    em resposta a: A questão da ESSÊNCIA: "Eu sou o que sou" #78428

    Está engraçada essa discussão, hehe…

    Bem resmungos à parte, temos que definir o conceito de essência. Para depois tentarmos pretensamente tratar da frase “sou o eu sou”, que a meu ver é uma incógnita redundante, e com um pressuposto existencial muito forte.
    A essência na filosofia antiga e medieval era o natureza propriamente dita. Com Aristóteles, concebeu-se a essência sob uma forma de realismo e com Platão sob uma forma de idealismo, mas ambos explicavam com suas teoria a existência “em si da natureza”, tudo bem, para Platão o mundo físico é enganoso, mas através da libertação do mesmo podemos vir a conhecer a essência das coisas. Ou seja a essência supostamente estava sob o domínio desse pensamento.
    Essencialmente metafísico veio a ponto de vista cartesiano de essência: o cogito. O eu penso de Descartes dava certezas por causa do criador, não poderia haver um deus enganoso para ele, e portanto não estaria escondida a essência, e sim ao alcance daquele que faz uso correto do método.
    Depois da crítica de Hume às certezas metafísicas e também empíricas (causalidade), Kant definiu a distinção de dois mundos, o dos fenômeno, que seria a realidade intuida pela sensibilidade, e o númeno, onde existe “a coisa em si”, a essência que podemos pensar, mas não conhecer. Descartou-se assim a possibilidade de ter acesso à fundamentação de o que seja a essência.
    Pensadores mais artísticos e que atingiram o âmago, o estado bruto da condição humana, foram Schopenhauer e Nietzsche. Por que digo “estado bruto”?
    Para Schopenhauer a “coisa em si” de Kant, a essência, era a vontade, e como era ela responsável pelo sofrimento humano, deveria ser anulada. Para Nietzsche era o contrário, a vontade era o que fazia o humano primeiramente humano, mas depois poderia fazê-lo superar tal condição. Nietzsche demonstra além disso que existe o espírito dionisíaco em que a essência do ser humano se faz sentir através do coro, da arte e da celebração à vida.
    Vêm então Heidegger querendo fazer uma volta, assim como Nietzsche, ao pensamento primordial grego, que não estava corrompido pela metafísica e era puramente ontológico. Pergunta então Heidegger: Qual é a essência do ser?
    Faz a distinção de ôntico (ente) e ontológico (ser).

    Bem fiz tal explanação para que nos situemos no legado dos seres humanos precedentes à nós, e podemos defender nossas argumentações demonstrando o que seria em nossa concepção a essência. Há pano para manga, e creio que sairá um bom diálogo.
    Abraços à todos, não escrevi minha concepção de essência pq tenho que ir almoçar. mas escreverei novamente.
    CUIDADO COM O CAMINHÃO AZUL

    em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78684

    É interessante notar que nesta parte do fórum “Você acha que existe um deus?”, as pessoas se empolgam mais em debater do que em “a verdade”, por que? a metafísica é o intangível cientificamente falando…

    Mas aqui parece que todos se perderam do assunto principal, e ninguém provou que deus existe, por que mesmo provas são passíveis de questionamento.

    em resposta a: A questão da ESSÊNCIA: "Eu sou o que sou" #78427

    “A filosofia não está no trono”

    o carpinteiro o pedreiro, o padeiro, o açougueiro…

    …não são o objetivo principal desse site!

    um ridículo acontecimento antinaturalista..q acaba quebrando toda essa ESSENCIA.

    E antes vc havia digo que não existia essencia alguma.

    Quanto a “essência linda florzinha desabrochando”, parece propaganda de bombom lacta ou poderia figurar em livros de auto-ajuda. Enfim, coisa para boi dormir, ou para encantar caderninhos de jovens e lindas adolescentes enamoradas.

    A poesia tem lugar como poesia.

    A filosofia não está no trono.

    Talvez tenhamos escolhido então compor a realeza e não a “plebe”.

    um ridículo acontecimento antinaturalista..q acaba quebrando toda essa ESSENCIA

    Estranho ler isso de quem antes defendia Daniken em outra lista. Quer coisa mais “antinatural” do que parque de diversões para ET's?

    Abraço.

    em resposta a: Liberdade #74352

    Mileto e Nahuina,
    Olá amigos.

    Vocês pagam alguma coisa para se cadastrar/registrar?
    Como faz?

    Nahuina:
    “a única coisa que eu fiz foi ler alguns livros (e muitos menos do que eu gostaria)”

    Eu também não li tanto quanto eu gostaria. Estou tentando me esforçar mais.

    “O filósofo é o artista da razão”.
    Renan

    em resposta a: Liberdade #74351

    Nahuina:
    “Quero começar a estudar, vou fazer vestibular este ano… ”

    Acho que este fórum já é uma grande motivação para estudarmos. Eu por exemplo estou voltando a ler e voltando a ter aquela curiosidade infantil necessária (descrita no Mundo de Sofia). Fico feliz em saber que não sou o único que vê a filosofia com prazer (ao invés de pessoas que estudam filosofia por obrigação ou apenas profissão) Parabéns, Nahuina.

    Respondendo sua pergunta:

    “não se importam muito com a moral pré-estabelecida, com os valores da sociedade…Vivem “livres” da opressão do meio, do sistema”…Mileto concordou e disse que a criatividade pode derivar da liberdade do artista ,”é preciso se sentir livre para tal.”…Eu gostaria da sua opinião….”

    Acho que já respondi, mas fico feliz em reelaborar minha resposta e feliz de constatar que voce se importa com ela (com a minha opinião)

    Concordo com voce e Mileto. Eu entendo bem esse ponto de vista. só vou tentar dissertar mais sobre isso.

    R: “Todo” ser humano quer ser aceito em um grupo social, trata-se de uma necessidade de se sentir seguro (inicialmente). Depois que essa necessidade de segurança é satisfeita se transforma em necessidade de reconhecimento, que uma vez adquirido, evolui para uma necessidade de prestígio dentro de seu grupo social.
    O artista não é diferente.
    “não se importam muito com a moral pré-estabelecida, com os valores da sociedade..”

    Eu acho que eles se importam (pois tem necessidade de ser aceito/reconhecido/pretigiado).
    O que acontece, é que muitos artistas, para conseguir ser aceito/reconhecido/prestigiado, “criam” uma nova moral ou um novo valor, pelo fato de não se enquadrarem nos valores “pre-estabelecidos”. E o fato de “não se enquadrarem” não significa necessáriamente que sejam rebeldes (buscam a liberdade), pode significar que eles não tem potência para se enquadrar naqueles valores “pre-estabelecidos”
    Ex: Suponha que um nerd não tenha potência (poder) para ser um atleta paquerado na escola. Ele se frustra e cria uma moral para ele, na qual ele é um heroi. Bill Gates, Renato Russo, Janis Joplin talvez sejam exemplos disso.

    “não se importam muito com a moral pré-estabelecida”
    Acho que inicialmente se importam. Mas como não conseguem se estabelecer nela, eles dão outro jeito. Uma vez que se estabelecem, aí talvez não se importem tanto. Mas acho que eles la no fundo nunca abandonam os valores tradicionais.

    Se vivem livres da opressão do meio? Questão de ética. Talvez sim, depois de se estabelecerem, serem reconhecidos, não se importam tanto com as críticas.
    Livres da opressão do sistema? Questão política. Não, o sistema é mais forte. O que pode gerar uma força de mesma direção e intensidade, porém sentido oposto (a rebeldia, o discurso da anti-cultura, os hippies, os punks etc)

    “criatividade pode derivar da liberdade do artista”
    Filosofia e arte têm muito em comum.
    Para filosofar, se o sujeito não tiver conhecimento, estudo etc, basta ele ter sua curiosidade e suas perguntas.
    Para ser um artista, se o sujeito não tiver técnica, basta ser ele mesmo, ser “original”, autêntico.
    A criatividade deriva disso: autenticidade. Essa é minha opinião, posso estar errado.

    E vc Mileto, o que faz da vida?

    em resposta a: Liberdade versus moral #79794

    Valeu, Nahuina.

    Esse texto que voce postou coloca as claras todas aquelas dúvidas. Então podemos afirmar, seguramente que:

    Seja o determinismo de Deus ou
    seja o determinismo materialista (metafísico)
    Sartre rompe (ou nega)o determinismo (ambas as formas).

    Também gostei muito do texto que vc postou no forum Marx/por que marx errou.

    Valeu

    em resposta a: A questão da ESSÊNCIA: "Eu sou o que sou" #78426

    >Mas os filósofos não se contentam com esse senso comum…< Os filósofos não constituem a espinha dorsal da humanidade..
    Não só os filosofos como tambem o carpinteiro o pedreiro, o padeiro, o açougueiro, o cientista constituem..
    A fIlosofia não está no trono..
    Digo ACONTECER no sentido inevitável..como a flor crescendo, desabrochando e morrendo..ou vc quer agir contra o natural e nao deixar a linda florzinha morrer?..como Jesus ressucitando!!..um ridículo acontecimento antinaturalista..q acaba quebrando toda essa ESSENCIA..

    em resposta a: Liberdade #74350

    Ou você afaste os verdadeiros intelectuais de uma forma bem simples, perguntando: por que isso? por que aquilo? por que aquele outro? e esse aqui, por quê? e por que não? e por que sim? e por quê talvez? e por que por quê?

    em resposta a: "Resenha d obras" #79709

    eu gostaria de pedir uma colaboração, de voces, que entendem de assuntos referentes a filosofia da mente.se puderem me indicar textos qeu tratem destes assuntos, e onde posso encontrá-los desde agradeço a todos. sendo assim faço votos de que possamos comungar e ampliar nossos conhecimentos conjuntamente. obrigado `aqueles que puderem me ajudar.

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