Miguel (admin)

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  • em resposta a: Sentido da vida #74785

    Eu acredito que é possível atingir a perfeição.

    em resposta a: O homem é um ser de carências? #79524

    Não creio q o ser humano seja cheio de carências… Nada que ideologias ñ possa suprir… Quando ele acredita que é carente ele se torna carente, quando ele acredtia o contrátio ele ñ é carente!

    em resposta a: A frase perfeita, não? #74426

    Já diziam os eclesiastes, hehehe…

    em resposta a: Sentido da vida #74783

    Eu tô começando a achar se indagar pelo o sentido da vida seja algo sem sentido! =)

    em resposta a: O homem é um ser de carências? #79523

    Mas é de 24 de novembro de 2004?!

    Será que estava o tempo todo aqui e eu não tinha percebido?

    Será que só chegou a minha consciência depois, quando o tema já estava me interessando?

    em resposta a: Por que Marx errou? #73788

    Boa noite colegas filósofos. O papo está bom. Primeiramente deixem-me esclarecer que minhas crítica são direcionadas apenas as pessoas que criticam Marx sem realmente ter estudado a fundo o assunto. Percebo que algumas pessoa não leram Marx a fundo quando essas pessoas afirmam coisas como: “Marx era utópico” (na verdade ele criticava as utopias), “Marx é determinista” (ele criticava isso também)etc.
    Marx é passível de críticas sim, tanto que para ser dialético nós não devemos concordar com Marx, mas criar uma nova síntese. No entanto, o que observo é que as conversas em torno de Marx não levam em conta a época em que ele viveu. Marx não era ingênuo (faça-me o favor! achar que um cara que escreveu O Capital é ingênua é apelar). Contudo ele não pôde prever a evolução tecnologica que haveria (ele até tentou e chegou muito perto) mas não poderia adivinhar que haveria a internet hoje, por exemplo.
    Sobre a cidadania: para mim isso é uma idéia de liberdade que compramos dos filmes hollywoodianos. Se voce desmascara a raison d'etre (razão de ser ou existir)do Estado, logo voce não pode conceber que haja cidadania. Isso é uma lenda. Concordo que há direitos, liberdades, mas essa liberdade permite que sejamos explorados. Exemplo: Eu tenho as seguintes opções: ou trabalho e ganho 250 reais ou morro de fome ou assalto algúem ou vendo drogas. As duas últimas são crimes. Morrer de fome eu não quero, só me resta trabalhar oito horas e ganhar 250 reais. Jahr Garcia afirma em seu livro ” o que é propaganda ideológica” que nos paises subdesenvolvidos as pessoas não tem chance de se esforçar e estudar(devido as doenças na infância ou necessidade de trabalhar desde cedo)
    O bolsa-escola, na minha opinião, só serve para os pais ganharem dinheiro com o filho na escola. Os jovens não vão para escola com intensão de aprender, pois eles não tem o estímulo correto. E os professores não reprovam ninguem (essa é a estratégia para que sempre haja muita oferta de mão-de-obra e pouco emprego no mercado de trabalho, o que gera salários baixos, competitividade e uma seleção rigorosa na qual só se destacam os mais bem preparados). Onde está a cidadania nisso? Os direitos são iguais? Sim todos temos a liberdade de escolha, mas o que fazer com ela se nossas possibilidades (financeiras) não colaboram?
    Outro exemplo: dizem que qualquer brasileiro no uso fruto do seus direitos pode se candidatar a cargo público. Porém o marketing político e a grana é que determinam os resultados da eleição (não quero dizer que esse processo seja determinista, como Marx, acredito na dialética, uso a palavra “determina” no sentido moral e não no sentido metafísico. Quem quiser pode substituir a palavra “determina” por “condiciona”)
    Os direitos são iguais, mas as possibilidades práticas não.
    Boa noite a todos e obrigado por esta ótima oportunidade de uma conversa filosófica. Até a próxima! Fiquem com John: “Imagine theres's no countries…imagine no possesion…a brotherhood of man” by: John Lennon
    (canção intitulada “imagine”).

    Renan-publicitário

    em resposta a: Sentido da vida #74782

    Esse negócio de “evolução” tá me parecendo mais o racionalismo aristotélico. Sabe? Os seres móveis, imperfeitos, evoluem em direção ao Ser que é esférico, perfeito e finito.

    A adaptação evolutiva mesmo não leva muito em conta a moral, já vou avisando…

    em resposta a: Sentido da vida #74780

    Evoluir? Evoluir pra q?!

    Taí, recaímos em mais um subjetivismo. E se os seres “menos evoluídos” forem mais felizes?

    em resposta a: Sentido da vida #74779

    Evoluir? Evoluir pra q?! hehehe…
    mas tudo bem, sempre se terá mais perguntas do que respostas….

    em resposta a: Decadência de Sartre #77104

    “O problema de Sartre é a negação dos fatores inconscientes que determinam a consciência”
    Você foi muito subjetivo, quais são os fatores inconscientes?

    Isso pode parecer correto psicologicamente falando, Porém “O Ser e o Nada” é um livro de Ontologia Fenomenológica, e o Sartre explica que a existência de uma consciência inconsciente é inviável, sendo assim ,” fatores inconscientes” não podem determinar a consciência…

    em resposta a: Sentido da vida #74776

    E. Mileto de Souza, pq não a felicidade estaria na ignorância? Platão já tratava disso…

    Lizard Utopic, qual seria o fim da vida? A de simples evolução?

    em resposta a: Sentido da vida #74775

    Significa que ela própria é um sentido, caso contrário ela não existiria.

    Essa afirmação é um não-senso. A vida não é um sentido, mas um processo que vai do nascimento à morte.

    Acho que posso falar pelos outros quando digo que o sentido da vida que especulamos aqui não é o particular a uma só pessoa, o qual não passaria de um subjetivismo, mas o sentido geral. Esse, penso, mesmo, não existir…

    em resposta a: O nome da Rosa e Aristóteles #74182

    qto ao nome…alem de haver a questao da ordem da rosa…pode-se pensar em shakespeare…romeu e julieta….o q eh um nome? a rosa seria menos perfumada se nao se chamasse rosa?

    em resposta a: O nome da Rosa e Aristóteles #74181

    o livro/filme trabalha com o q bakhtin chama de dialogismo( diaLOGO ENTRE TEXTOS) e Julia Kristeva chama de intertextualidade. Ele parodia varios discursos e canticos, salomao.
    Tbm a dupla central: os monges adso e guilherme sao parodias dos detetives sherlock holmes e seu medico assistente,dr. Watson( repare q ate odO cao dos baskervilles, na serie do Sherlok…portanto, outra referencia assimilada.]
    A narrativa traça um grande painel da idade media, a opulencia de algumas ordens religiosas, o despojamento de outras; a questao da inquisiçao e o santo oficio( sua precariedade), o povo pobre e explorado, os hereges, o poder centralizador da Igreja(cultura, livros, educaçao)…nas suas maos.Mostra o cisma q houve: dois papas, um em roma e outro na francesa avignon. A grande sacada de Eco, q eh semiologo e um medievalista, eh ter colocado ideias profundas, sob a forma de historia policial…o q de outra maneira, seria mto chato…
    veja tbm a questao do riso…teorias de henri bergson( o riso, zahar editora)..e m. bakhtin…
    ah! qdo estao na biblioteca, o monge q desenrola o fio…referencia ao labirinto, ariadne, teseu e minotauro..
    bjos e boa sorte

    em resposta a: Sentido da vida #74774

    Nahuina:
    “…que a vida tenha valor por si só significa alguma coisa com relação ao seu sentido?…”
    Significa que ela própria é um sentido, caso contrário ela não existiria.
    Bem , você diz não negar o sentido da vida mas sim desconhecer, ora, eu posso estar equivocado em atribuir o sentido que atribuo à vida, e portanto também desconhecer, e por isso é melhor você construir o seu sentido e não aceitá-lo dogmaticamente de alguma doutrina sem passar por um exame crítico. Expus o sentido da vida que acho coerente, se pareceu confuso é sinal que devo especificar melhor este (sou humilde suficiente para não achar que foi você que entendeu errado) e ademais escrevi muito rápido.
    Quando afirmo que a vida tem um fim em si mesma quero dizer que seu sentido não está além dela, um sentido não transcendente mas sim imanente, ou seja seu sentido encontra-se no agora, na vida propriamente dita e não em uma espécie de além metafísico ou extramundano. Faço tal afirmação por que não podemos saber nem aproximadamente se tais esperanças que dizem respeito à uma existência não humana, não física, são corretas ou coerentes. Somos seres finitos digo eu, pois o ser particular é findável ao passo que o coletivo é permanente, até quando não sabemos, mas o homem é um ser histórico e sua caracterização só se dá mediante a história, e por isso defendo uma evolução e que todos contribuam para ela no agora, tendo a noção que nossa vida termina mas a das pessoas que receberão nosso legado não. O desfrute tem uma conotação importante no meu modo de pensar por que se somente buscarmos por evolução não desfrutaremos dos prazeres da vida plenamente, mas sem aderir ao hedonismo. “Evolução sem desfrute é desvalorização do mundo, desfrute sem evolução é prazer cego” Por isso precisa-se das duas coisas para a vida ter sentido.

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