Miguel (admin)

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  • em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78680

    pois é…um livro de comprovações sendo atacado por outras comprovações.

    Correção: um livro repleto de especulações sendo descartado pela vulgar arqueologia…

    em resposta a: Informações #78060

    Miguel,

    Nos gráficos que acessei através do primeiro link – já que o segundo não consegui acessar- percebí que nos meses de Nov, Dez, e Jan, assim como, Jun o movimento é menor que os demais meses do ano. Esta frequência se repetiu nos outri=os anos? Será que é devido ao período de férias nas escolas e universidades ?

    É que gosto de analisar gráficos, dados, documentos, coisa de Historiador….

    em resposta a: Sentido da vida #74754

    O vazio não se preenche. Só o que se pode fazer é deslocá-lo de lugar…

    Por isso que eu acho que os platônicos e os aristotélicos culminaram num tipo de racionalismo que pretendia tapar mais buracos do que podia realmente.

    em resposta a: Viagem no Tempo #78531

    Eu entendo que não se pode dispor de um meio de comprovação empírica para se saber, com certeza.

    Mesmo do ponto de vista teórico, a teoria da relatividade de Einstein não faz mais do que afirmar que, em velocidades próximas a da luz, o tempo se alonga.

    Existe também a teoria do wormhole, no qual se poderia encontrar uma senda para o passado. Porém, se o caminho de minhoca for uma passagem que passa por algo parecido com o universo paralelo de Dirac, então se trata apenas de um grande triturador de matéria, inviável para viagens temporais…

    Marcelo Rocrigues.

    Esta disciplina pertence a que Curso ?

    em resposta a: Viagem no Tempo #78530

    A viagem no tempo é possível sim.

    Vamos supor que cientistas introduzam uma partícula em uma espécie de acelerador e esta partícula saiu, na outra ponta, instantes antes de ter sido introduzida. Trata-se, portanto, de uma demonstração de uma suposta “viagem” para o futuro.
    A experiência suscita imediatamente a questão de uma contradição: se o experimentador pudesse constatar que a partícula saiu do outro lado, antes de introduzi-la no mecanismo, poderia então deixar de introduzi-la, para ver o que ocorreria. Mas, se deixasse de introduzi-la no mecanismo, então ela não poderia sair do outro lado.
    A Teoria da Relatividade, no entanto, fornece uma solução para o paradoxo.
    O observador-experimentador, estando posicionado na entrada do mecanismo, não verá imediatamente a partícula, quando ela sair do outro lado, pois a luz demorará certo tempo para atingir seus olhos.
    Dessa forma, para evitar o paradoxo, basta não ser possível a partícula adiantar-se no tempo mais do que o tempo que a luz leva para atingir o observador.
    Supondo que a distância entre o observador e a saída do mecanismo seja S, a luz demorará S/C (C = velocidade da luz) para atingir o observador.
    Assim, depois que a partícula sair do mecanismo, o observador demorará S/C para saber que isso ocorreu.
    Então, se o mecanismo não puder fazer com que a partícula saia do mecanismo mais tempo do que S/C antes do que entrou, não haverá paradoxo.

    Supondo-se que a limitação acima descrita decorra de uma lei física, tal lei poderia ser descrita da seguinte forma: ao percorrer uma distância S no espaço, um corpo A não pode atrasar-se no tempo mais do que S/C-D, onde D é um intervalo mínimo positivo de tempo. Chamemos essa lei de L.
    Se essa lei fosse verdadeira, então a viagem no tempo ao passado deveria, sempre, ter um deslocamento espacial.
    Suponha-se, por exemplo, que A queira viajar a um ano no passado. Então, necessariamente A deveria percorrer no espaço uma distância superior a um ano-luz, até chegar ao ponto de chegada (P). Dessa forma, quando A chegasse ao passado, a luz começaria a viajar ao ponto de origem (O), para atingi-lo mais de um ano depois (no mínimo, no instante t+D seguinte ao sair do ponto de origem).
    Ademais, depois de sair de O, se A retornasse no tempo de maneira uniforme ao se dirigir a P, então a luz de A originária do momento em que chegasse em P nunca poderia atingir O, antes de chegar a P, de forma que A nunca poderia ver-se a si mesmo no passado.
    Suponhamos que A tivesse percorrido metade da distância e que estivesse viajando no tempo à velocidade máxima permitida pela lei L.

    O


    A


    P
    t


    àt-S/C/2-D/2


    àt-S/C-D (viagem de A de O a P)
    ß


    t-S/C/2 ß


    t-S/C (viagem da luz de P a O)

    O diagrama acima demonstra que, ao chegar à metade do caminho, A estaria a S/C/2-D/2 atrasado no tempo, em relação a quando saiu de O (t).
    A luz, que teria saído de P em t-S/C, demoraria S/C/2 para chegar ao ponto médio da viagem e, portanto, chegaria lá D/2 depois de A ter passado por aquele ponto no espaço.

    Portanto, se a lei L for verdadeira, a viagem no tempo ao passado não pode causar paradoxos.

    O paradoxo mais famoso, no que tange às viagens ao passado, é o Paradoxo do Avô.
    Suponha-se que um viajante do tempo retorne ao passado e assassine seu avô, antes de ter nascido seu pai ou sua mãe. Nesse caso, ele próprio não existiria e não poderia retornar ao passado para assassinar o próprio avô. Se o avô não foi assassinado, por que o viajante não existiria, então o viajante existiria e assassinaria o próprio avô.
    Uma das teorias de universos paralelos poderia explicar o paradoxo: o assassinato do avô daria origem a um universo paralelo, em que o viajante não existiria. Então, o viajante de um universo viajaria, assassinaria o avô e daria origem a um outro universo, diferente daquele em que teve origem.

    Aplicando a lei L, no entanto, pode-se chegar a uma nova conclusão. Para voltar no tempo à época do avô, digamos, há 80 anos, o viajante teria de viajar no espaço pelo menos por 80 anos-luz do ponto de origem, de forma que nunca estaria apto a chegar ao ponto de origem (onde residiria o avô, por exemplo), a tempo para assassiná-lo.

    em resposta a: Beleza Feminina #79659

    Quanto ao círculo vicioso, uma boa forma de abordar estes assuntos complexos, é através da lógica dialética, que é a lógica do movimento. Tenho estudado muito sobre ela ultimamente, e tem sido de grande utilidade nas reflexões filosóficas. Seria muito interessante uma abordagem dialética sobre a beleza no sentido como estamos falando aqui. Justamente porque existe um movimento como você, Nahuina, tem colocado, uma coisa sendo a causa de outra.

    em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78679

    pois qualquer tipo de escrita publicado em papel queira ou nao tem alguma pretensao.pode ser comercial, pode ser desejo de ser notado ou por realizacao..se nao, guardariam consigo tudo q pensam os escritores..

    em resposta a: Vida extraterrestre #74898

    Quando entramos muito a fundo nessa questao sobre vida extraterrena, a gente comeca a sumir nos conceitos..desvendam de forma pobre e sarcastica o q pesquisadores veem tentando ha anos desvendarem com seriedade, e esclarecem novamente uma resposta NAO convincente (ao menos para akele q sabe q nao e convincente)fazendo-nos retornar aos modos de pensamento tradicional..ou seja, nos confinando em nossa propria inquietaçao da inaceitaçao de tantas interrogaçoes nao esclarecidas…..religiao é a principal arma de todo esse ridiculo sigilo!

    em resposta a: Beleza Feminina #79658

    Como disse a causa é complexa, isto quer disser, que é a combinação de vários fatores. Deste modo concordo com você, que a antropolgia deve ser levada em consideração. Só chamo a atenção para o fato de que muitas vezes padrões são criados intencionalmente e deliberadamente para beneficiar um determinado grupo (exemplo: criadores de moda para vender determinado produto) muitas vezes com fins econômico-financeiros.

    em resposta a: Beleza Feminina #79656

    Eu disse “muitas vezes é avaliada …”, nem sempre. Mas para mim a causa é complexa, no meu caso enfatizo muito a questão ideológica, muitas vezes os padrões de beleza são produzidos.

    em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78677

    pois e..um livro de comprovacoes sendo atacado por outras comprovacoes.
    e nao e aceitavel resumir anos e anos de pura pesquisa autodidata a uma questao simplesmente etica.seria melhor dizer PESSOAL.

    em resposta a: Beleza Feminina #79654

    Gostaria de dar minha opinião. Existem ciências específicas que podem estudar a beleza à luz do enfoque principal regida pelo seu método cientifico particular. Porém, o filósofo sem ser especialista tem como tarefa examinar de um modo amplo o tema, tal como se apresenta. Assim, ao falar de padrões de beleza na sociedade, adentramos (é o que penso) em várias áreas tais como: a) psicologia, que envolve o comportamento de quem percebe e concebe a beleza; b) antropológica, no que diz respeito aos padrões de beleza de diferentes culturas; c) sociológica, no que respeita aos padrões de beleza como instrumentos ideológicos de um determinado grupo dominante servindo de meios de manipulação; d) metafísica, quando analisa a idéia do belo em si mesmo, como abstração das belezas; e) Estética, no que diz respeito aos critérios do belo, a possibilidade de se conceituar ou seus efeitos emocionais; f) Axiológica, no que diz respeito à hierarquia de valores, sendo a beleza um dentre todos eles; h) histórico, até que ponto os padrões estabelecidos historicamente tem expressão no presente. Tudo isto mostra que este assunto é rico em pontos que podem ser debatidos e tratados.

    Entendi que a pessoa iniciou o debate enfocando mais o lado axiológico, no que concerne à beleza como um valor, pelo qual se julga alguém como belo ou como não-belo (feio). Na minha opinião julgar valorosamente um rosto como belo, e outro como não belo, é imprescindível para a emoção estética e constituição psicológica do homem. O maior problema é que muitas vezes a beleza física tem sido colocada numa posição alta dentro da hierarquia de valores, fazendo que muitas vezes a pessoa seja avaliada num todo a partir primariamente pela aparência física.

    em resposta a: O Leviatã – Hobbes #79631

    Caros amigos:
    gostaria se possivel um resumo da obra de Hobbes(Leviatã) a terceira parte do Estado Cristão
    Giuliano

    em resposta a: A Filosofia é útil para a sociedade #71781

    Qual seria, então, a utilidade da Filosofia?

    O filósofo nunca foi um contemplador do mundo, foi sempre um produtor de idéias. E só as idéias podem mudar o mundo de forma significativa.

    O maior inimigo do filósofo são os círculos viciosos das idéias. Se ele não conseguir transcendê-los, será para todo o sempre um pensador medíocre…

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