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Miguel (admin)Mestre
pois é…um livro de comprovações sendo atacado por outras comprovações.
Correção: um livro repleto de especulações sendo descartado pela vulgar arqueologia…
Miguel (admin)MestreMiguel,
Nos gráficos que acessei através do primeiro link – já que o segundo não consegui acessar- percebí que nos meses de Nov, Dez, e Jan, assim como, Jun o movimento é menor que os demais meses do ano. Esta frequência se repetiu nos outri=os anos? Será que é devido ao período de férias nas escolas e universidades ?
É que gosto de analisar gráficos, dados, documentos, coisa de Historiador….
Miguel (admin)MestreO vazio não se preenche. Só o que se pode fazer é deslocá-lo de lugar…
Por isso que eu acho que os platônicos e os aristotélicos culminaram num tipo de racionalismo que pretendia tapar mais buracos do que podia realmente.
Miguel (admin)MestreEu entendo que não se pode dispor de um meio de comprovação empírica para se saber, com certeza.
Mesmo do ponto de vista teórico, a teoria da relatividade de Einstein não faz mais do que afirmar que, em velocidades próximas a da luz, o tempo se alonga.
Existe também a teoria do wormhole, no qual se poderia encontrar uma senda para o passado. Porém, se o caminho de minhoca for uma passagem que passa por algo parecido com o universo paralelo de Dirac, então se trata apenas de um grande triturador de matéria, inviável para viagens temporais…
08/06/2005 às 11:07 em resposta a: ….:::: Qual a influencia da midia na vida das pessoas?! ::::…. #79569Miguel (admin)MestreMarcelo Rocrigues.
Esta disciplina pertence a que Curso ?
Miguel (admin)MestreA viagem no tempo é possível sim.
Vamos supor que cientistas introduzam uma partícula em uma espécie de acelerador e esta partícula saiu, na outra ponta, instantes antes de ter sido introduzida. Trata-se, portanto, de uma demonstração de uma suposta “viagem” para o futuro.
A experiência suscita imediatamente a questão de uma contradição: se o experimentador pudesse constatar que a partícula saiu do outro lado, antes de introduzi-la no mecanismo, poderia então deixar de introduzi-la, para ver o que ocorreria. Mas, se deixasse de introduzi-la no mecanismo, então ela não poderia sair do outro lado.
A Teoria da Relatividade, no entanto, fornece uma solução para o paradoxo.
O observador-experimentador, estando posicionado na entrada do mecanismo, não verá imediatamente a partícula, quando ela sair do outro lado, pois a luz demorará certo tempo para atingir seus olhos.
Dessa forma, para evitar o paradoxo, basta não ser possível a partícula adiantar-se no tempo mais do que o tempo que a luz leva para atingir o observador.
Supondo que a distância entre o observador e a saída do mecanismo seja S, a luz demorará S/C (C = velocidade da luz) para atingir o observador.
Assim, depois que a partícula sair do mecanismo, o observador demorará S/C para saber que isso ocorreu.
Então, se o mecanismo não puder fazer com que a partícula saia do mecanismo mais tempo do que S/C antes do que entrou, não haverá paradoxo.Supondo-se que a limitação acima descrita decorra de uma lei física, tal lei poderia ser descrita da seguinte forma: ao percorrer uma distância S no espaço, um corpo A não pode atrasar-se no tempo mais do que S/C-D, onde D é um intervalo mínimo positivo de tempo. Chamemos essa lei de L.
Se essa lei fosse verdadeira, então a viagem no tempo ao passado deveria, sempre, ter um deslocamento espacial.
Suponha-se, por exemplo, que A queira viajar a um ano no passado. Então, necessariamente A deveria percorrer no espaço uma distância superior a um ano-luz, até chegar ao ponto de chegada (P). Dessa forma, quando A chegasse ao passado, a luz começaria a viajar ao ponto de origem (O), para atingi-lo mais de um ano depois (no mínimo, no instante t+D seguinte ao sair do ponto de origem).
Ademais, depois de sair de O, se A retornasse no tempo de maneira uniforme ao se dirigir a P, então a luz de A originária do momento em que chegasse em P nunca poderia atingir O, antes de chegar a P, de forma que A nunca poderia ver-se a si mesmo no passado.
Suponhamos que A tivesse percorrido metade da distância e que estivesse viajando no tempo à velocidade máxima permitida pela lei L.O
A
P
t
àt-S/C/2-D/2
àt-S/C-D (viagem de A de O a P)
ß
t-S/C/2 ß
t-S/C (viagem da luz de P a O)O diagrama acima demonstra que, ao chegar à metade do caminho, A estaria a S/C/2-D/2 atrasado no tempo, em relação a quando saiu de O (t).
A luz, que teria saído de P em t-S/C, demoraria S/C/2 para chegar ao ponto médio da viagem e, portanto, chegaria lá D/2 depois de A ter passado por aquele ponto no espaço.Portanto, se a lei L for verdadeira, a viagem no tempo ao passado não pode causar paradoxos.
O paradoxo mais famoso, no que tange às viagens ao passado, é o Paradoxo do Avô.
Suponha-se que um viajante do tempo retorne ao passado e assassine seu avô, antes de ter nascido seu pai ou sua mãe. Nesse caso, ele próprio não existiria e não poderia retornar ao passado para assassinar o próprio avô. Se o avô não foi assassinado, por que o viajante não existiria, então o viajante existiria e assassinaria o próprio avô.
Uma das teorias de universos paralelos poderia explicar o paradoxo: o assassinato do avô daria origem a um universo paralelo, em que o viajante não existiria. Então, o viajante de um universo viajaria, assassinaria o avô e daria origem a um outro universo, diferente daquele em que teve origem.Aplicando a lei L, no entanto, pode-se chegar a uma nova conclusão. Para voltar no tempo à época do avô, digamos, há 80 anos, o viajante teria de viajar no espaço pelo menos por 80 anos-luz do ponto de origem, de forma que nunca estaria apto a chegar ao ponto de origem (onde residiria o avô, por exemplo), a tempo para assassiná-lo.
Miguel (admin)MestreQuanto ao círculo vicioso, uma boa forma de abordar estes assuntos complexos, é através da lógica dialética, que é a lógica do movimento. Tenho estudado muito sobre ela ultimamente, e tem sido de grande utilidade nas reflexões filosóficas. Seria muito interessante uma abordagem dialética sobre a beleza no sentido como estamos falando aqui. Justamente porque existe um movimento como você, Nahuina, tem colocado, uma coisa sendo a causa de outra.
Miguel (admin)Mestrepois qualquer tipo de escrita publicado em papel queira ou nao tem alguma pretensao.pode ser comercial, pode ser desejo de ser notado ou por realizacao..se nao, guardariam consigo tudo q pensam os escritores..
Miguel (admin)MestreQuando entramos muito a fundo nessa questao sobre vida extraterrena, a gente comeca a sumir nos conceitos..desvendam de forma pobre e sarcastica o q pesquisadores veem tentando ha anos desvendarem com seriedade, e esclarecem novamente uma resposta NAO convincente (ao menos para akele q sabe q nao e convincente)fazendo-nos retornar aos modos de pensamento tradicional..ou seja, nos confinando em nossa propria inquietaçao da inaceitaçao de tantas interrogaçoes nao esclarecidas…..religiao é a principal arma de todo esse ridiculo sigilo!
Miguel (admin)MestreComo disse a causa é complexa, isto quer disser, que é a combinação de vários fatores. Deste modo concordo com você, que a antropolgia deve ser levada em consideração. Só chamo a atenção para o fato de que muitas vezes padrões são criados intencionalmente e deliberadamente para beneficiar um determinado grupo (exemplo: criadores de moda para vender determinado produto) muitas vezes com fins econômico-financeiros.
Miguel (admin)MestreEu disse “muitas vezes é avaliada …”, nem sempre. Mas para mim a causa é complexa, no meu caso enfatizo muito a questão ideológica, muitas vezes os padrões de beleza são produzidos.
Miguel (admin)Mestrepois e..um livro de comprovacoes sendo atacado por outras comprovacoes.
e nao e aceitavel resumir anos e anos de pura pesquisa autodidata a uma questao simplesmente etica.seria melhor dizer PESSOAL.Miguel (admin)MestreGostaria de dar minha opinião. Existem ciências específicas que podem estudar a beleza à luz do enfoque principal regida pelo seu método cientifico particular. Porém, o filósofo sem ser especialista tem como tarefa examinar de um modo amplo o tema, tal como se apresenta. Assim, ao falar de padrões de beleza na sociedade, adentramos (é o que penso) em várias áreas tais como: a) psicologia, que envolve o comportamento de quem percebe e concebe a beleza; b) antropológica, no que diz respeito aos padrões de beleza de diferentes culturas; c) sociológica, no que respeita aos padrões de beleza como instrumentos ideológicos de um determinado grupo dominante servindo de meios de manipulação; d) metafísica, quando analisa a idéia do belo em si mesmo, como abstração das belezas; e) Estética, no que diz respeito aos critérios do belo, a possibilidade de se conceituar ou seus efeitos emocionais; f) Axiológica, no que diz respeito à hierarquia de valores, sendo a beleza um dentre todos eles; h) histórico, até que ponto os padrões estabelecidos historicamente tem expressão no presente. Tudo isto mostra que este assunto é rico em pontos que podem ser debatidos e tratados.
Entendi que a pessoa iniciou o debate enfocando mais o lado axiológico, no que concerne à beleza como um valor, pelo qual se julga alguém como belo ou como não-belo (feio). Na minha opinião julgar valorosamente um rosto como belo, e outro como não belo, é imprescindível para a emoção estética e constituição psicológica do homem. O maior problema é que muitas vezes a beleza física tem sido colocada numa posição alta dentro da hierarquia de valores, fazendo que muitas vezes a pessoa seja avaliada num todo a partir primariamente pela aparência física.
Miguel (admin)MestreCaros amigos:
gostaria se possivel um resumo da obra de Hobbes(Leviatã) a terceira parte do Estado Cristão
GiulianoMiguel (admin)MestreQual seria, então, a utilidade da Filosofia?
O filósofo nunca foi um contemplador do mundo, foi sempre um produtor de idéias. E só as idéias podem mudar o mundo de forma significativa.
O maior inimigo do filósofo são os círculos viciosos das idéias. Se ele não conseguir transcendê-los, será para todo o sempre um pensador medíocre…

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