Miguel (admin)

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  • em resposta a: Banquete de Platão #74135

    Oi, preciso dee uma pequena parte de um texto que tenha sido escrito na época da grécia antiga, me indicaram “O banquete” de Platao, e esse texto precisa ter personagens. Pelo amor de Deus não sei mas onde procurar. Obrigado

    em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78665

    Deus existe? Veja algumas opiniões ilustres…

    “A imaginação é mais importante do que o conhecimento.” Albert Einstein

    “A falsa ciência gera ateus; a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade.” Voltaire

    “Deus está nos detalhes.” Mies Van Der Rohe

    “Deus é o invisível evidente.” Victor Hugo

    “Não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana. ” Pierre Teilhard de Chardin

    “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada.” Einstein

    ” A sabedoria consiste em ordenar bem a tua alma. ” Platão

    “O lugar para onde Deus o chama é onde sua alegria mais profunda se encontra com a mais intensa fome do mundo.” Frederich Buechner

    “Se deres as costas à luz nada mais verás do que a tua própria sombra.” Zálkind Piatigórsky

    “O amor é a única coisa que me conserva o juízo.” Sue Townsend

    “Confesso que depois de ter estudado a terra e os homens durante setenta anos, não vejo outro remédio para a miséria do mundo a não ser o caminho indicado por Cristo.” Bernard Shaw

    “A coisa mais aterrorizante é se aceitar completamente.” Carl Jung

    Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplicável) da vida. Carlos Drummond de Andrade

    “Escuta-me, ó homem! Tens tudo dentro de ti próprio. No mais íntimo do teu ser residem as faculdades que Deus te deu para que te sirvas delas.” Oscar Wilde

    “É mais fácil explodir um átomo do que um preconceito” Albert Einstein

    “Três elementos são capazes de fazer feliz a uma pessoa: DEUS, um amigo e um livro.” Lacordaire

    “Deus traçou o caminho de cada um: o vôo do falcão não é igual ao do cisne, mas isso pouco importa, desde que cada um sirva a verdade e a justiça.” Alex Tolstoi

    “Deus não faz milagres para convencer o ateu. Suas obras cotidianas bastam.” Framcis Bacon

    em resposta a: Macaco Nu #76620

    Sou estudante do curso normal superior, preciso de um resumo do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire e nao estou achando se alguem poder me ajudar agradeço desde já

    em resposta a: O que quer dizer Deus para a filosofia ? #72017

    Antes de questionarmos a existência ou não de deus precisamos questionar a existência ou não do amor. E para chegarmos a uma resposta adequada a essa pergunta deveremos usar os dois hemisférios celebrais, caso contrario “rodaremos em círculos”.}}

    em resposta a: Por que tanta gente acha que existe um Deus ? #76286

    Para construir algo é necessário uma mente para planejar, organizar e construi-la. Para mim o universo é uma obra como qualquer obra realizada aqui na Terra, por nós. Não é possível, basta ver as fotos do Huble e de astronomia, que esse magnifico e organizado sistemas solares, galáticos etc, funcionam para alguma finalidade…. não é possivel que não tenha autor ou criador!!!! A minha mente lógica não admite a falta ou a inexistência de uma mente por trás disso tudo!!! Existe obra sem autor?????

    em resposta a: Montesquieu : o Espírito das Leis #76916

    Que desespero! também preciso fazer um trabalho sobre esta obra! please! help me

    em resposta a: Sentido da vida #74720

    Pra mim o sentido da vida tem dois aspectos que são ao mesmo tempo a mesma coisa e não são a mesma coisa, tudo vai depender do ponto de vista em um dado momento de nossa vida. Os dois aspectos são: básico-é aquele que damos a ela (vida) e o que a vida dá a si mesma. Quando atingimos um dado momento de percepção clara da vida observaremos que não existe sentindo e nem vida, pois o que antes chamavamos de vida agora é algo muito mais vasto que só se manisfesta em sua total plenitude quando é percebida em seu sentido ou direção (movimento). Então só poderemos responder verdadeiramente qual é o sentindo da vida se estivermos dentro de seu sentido ou de sua “trajetória” ou ainda, de sua trilha. Dai perceberemos que o sentindo não é e nunca foi só individual, não é e nunca foi só familiar, não é e nunca foi só patriota, não é e nunca foi só planetário…..

    em resposta a: Hobbes #76627

    Gostaria que vocês pudessem me ajudar a respito livro Leviatâ ( 2ªparte o Estado)precisamente a parte que Hobbes fala das leis, dos crimes desculpas e atenuantes e das penas e recompensas,fazendo um breve resumo e explicando cada parte detalhadamente.
    Obrigada.
    Ana Tereza

    em resposta a: Hobbes #76626

    Gostaria que vocês pudessem me ajudar a respito livro Leviatâ ( 2ªparte o Estado)precisamente a parte que Hobbes fala das leis, dos crimes desculpas e atenuantes e das penas e recompensas,fazendo um breve resumo e explicando cada parte detalhadamente.
    Obrigada.
    Ana Tereza

    Talvez o que eu tenha afirmado em:

    ” Façamos da filosofia não uma profissão, mas um Hobby, mesmo que a utilizemos como profissão” TN*

    possa ter despertado alguma insatisfação, quem sabe imaginaram um possível menosprezo pela Filosofia, nao a teria tratado com a devida seriedade, sei lá. De forma alguma quis fazer entender isto. Por acaso, não encontraria problema algum caso alguém afirmasse que seu Hobby era lecionar História.

    Utilizando a Filosofia como profissão ou não, o individuo deveria encara-la com prazer. Que maravilha não é descobrirmos algo que estava tão claro, ou ás vezes encoberto, atrás das nuvens. Este “trabalho” pode e deve ser encarado com seriedade/responsabilidade e TAMBÉM pode ser encarado como um Hobby. Vejamos que não disse “reles busca de entretenimento ou prazer”, mesmo sabendo que é direito de qualquer indivíduo considerar a filosofia TAMBÉM desta forma.

    em resposta a: A Aguia e a Galinha – Leonardo Boff #73942

    Eu preciso urgente de um fichmento sobre o livro A águia e a galinha.Por favor,quem tiver,me passe.Obrigada.
    Meu e-mail é [email protected]

    Eu também acho que a pergunta principal em si não tem sentido ou foi mal formulada.

    O que motiva o filósofo a ser filósofo é a busca de respostas, de sentido – somente assim, pode propiciar algum prazer. Contudo, filosofar é mais uma tentativa de dissipar angústias ou de resolver uma problemática desprazerosa do que uma reles busca de entretenimento ou prazer. Não poderia ser enquadrado como um hobby.

    E dizer “busca do saber pelo saber” é uma expressão vaga: o saber em si não é uma necessidade, mas pode se tornar necessário.

    Ah! Detalhe, não queria esquecer, sobre o tópico dessa lista:

    Querer ser filósofo somente pelo prazer é outro engano, do mesmo modo como querer sê-lo pelo dinheiro! Soou muito hedonista buscar o saber somente pelo prazer, dá a impressão que a busca será abandonada tão logo surja a primeira exigência que a filosofia fará, e ela costuma fazer.

    O autor do tópico teria sido mais feliz se tivesse escrito “ser filósofo somente pelo saber”, ou, quanto muito, “pelo amor ao saber”.

    Muitas vezes são feitos atos de sacrifícios pelo que amamos. Talvez isso seja prazeiroso para masoquistas, mas nem todos :-) Motivação mais propriamente filosófica seria a busca do saber pelo saber.

    E outra posição que creio ser importante nessa reflexão, um outro exemplo da dialética de que falava antes: “Só é possível tornar-se filósofo, não sê-lo. Assim que se acredita sê-lo, cessa-se de se tornar filósofo” (F. Von Schlegel, Fragmentos)

    []'s

    Esse assunto é interessante mas, segundo creio, envolve uma certa dose de dialética que, imagino, possa ter escapado para alguns.

    Sobre a não “profissionalização” da filosofia, difícil não recordar da posição dos sofistas: É certo que os filósofos da natureza buscavam a verdade por si mesma, e o fato de terem ou não alunos era puramente acidental; crítica comum então é que, ao contrário, os sofistas fizeram do saber uma profissão, já não buscavam mais a verdade por si mesma mas, antes, a consideravam mercadoria de troca que vendiam aos seus discípulos, e que tê-los era, para os sofistas, essencial. Nesse sentido, podemos dizer que foram os primeiros “filósofos profissionais”. Costumavam dar conferências públicas como meio e fazer sua própria publicidade, provando seu saber e sua habilidade, e ensinavam, através de pequenos cursos, àqueles que pudessem pagar.

    Uma tal posição diante da filosofia era totalmente estranha à cultura grega e ao ideal do filósofo enquanto filo=amigo da sophia=sabedoria. Já recordando Aristóteles: filosofar requer ócio. Nas primeiras linhas da sua “Metafísica”, encontramos: “Todos os homens tendem por natureza ao saber. Sinal disto é seu gosto pelas sensações, pois estas, além do proveito que possam ter, agradam por si mesmas, e as da visão mais que as outras. Pois, não só em nossos afazeres, mas também quando não fazemos nada, preferimos o ver, por assim dizer, a todos os demais sentidos. E isso porque pela visão as coisas nos são mais notórias e manifestam-se muitas diferenças”.

    Chamo a atenção para o fato de que Aristóteles insiste em que todos os homens tendem por natureza ao saber, que há uma disposição natural, fundamental, uma vocação natural e profunda do homem ao saber. Imediatamente a seguir, entretanto, acrescenta que se trata das sensações (ele usa a palavra aísthesis), e preferencialmente as da vista. Mas o mais interessante: que não somente por sua utilidade, por seu proveito, mas também quando não vamos fazer nada! Nesse ponto ele faz uso da palavra skholé, que para nós pode ser traduzida por ócio. Assim, seguindo essa linha de pensamento, o homem tem ócio e negócio; negotium é a palavra latina contraposta ao ócio. Aliás, a palavra “escola” é derivada de skholé, ou seja, a escola é lugar do ócio, etimologicamente falando.

    Das sensações, Aristóteles privilegia a visão, poderíamos, forçando um pouco, falar de um tipo de “pensamento visual”. Aristóteles é um grande observador, sendo a vista a mais importante das vias perceptivas, porque revela, desvela, manifesta muitas coisas, diríamos que nos põe em aletheia, na verdade, permite conhecer a realidade com detalhe. O amor ao saber procura revelar o que está oculto. Esse é o outro significado de aletheia, comum para os gregos e hoje muitas vezes esquecido, a verdade é o que está desvelado, buscar a verdade é procurar revelar o que está oculto.

    Dessa concepção de escola resta pouca coisa, hoje, infelizmente, o que encontramos é o puro comércio. Comércio do saber? Da arte de falar? Seria ainda esperar demais! Não restou muita coisa também dos sofistas. O que acontece muitas vezes é o simples comércio de um documento chamado diploma :-(

    Mas, deixando as queixas de lado, retornando ao nosso “filósofo” atual, tentava falar antes de uma dialética. Sim, porque, se por um lado existe esse lugar ideal, essa utopia do saber pelo saber, no tópico alguém já lembrava das coisas mais mundanas, o leitinho das crianças… Como fazer filosofia se somos pressionados pelos problemas corriqueiros (mas não menos urgentes) da vida? Não há como! Pelo menos não há modo se pensamos no que Aristóteles dizia sobre o ócio.

    Mas esse lugar grego não existe mais, não existe, pelo menos para a maioria, uma massa de escravos que a sustente, ou há???

    Temos então que aprender a “filosofar” “diferente”. Marx, por exemplo, era miserável e filosofou, bem ou mal. (Tudo bem, não esqueci que ele encontrou um que o sustentasse.) Mas o que pode fazer um miserável de hoje que não encontrou seu mecena? Não pode muito. Ou, aliás, pode muito! Pode fazer da sua vida uma filosofia.

    “Ó filosofia, guia da vida!”, dizia Cícero.

    Ou, lembrando Sêneca: “A filosofia ensina a agir, não a falar.”

    Ou, lembrando Timmermans: “Ser filósofo não significa escrever, significa viver.”

    Não é atoa que praticamente os grandes filósofos todos construiram sistemas de pensamento que desembocaram em uma ética. E mesmo aqueles que criticaram a moral, não o fizeram absolutamente, mas como caminho para a proposição de uma outra que acreditavam melhor.

    Não estou a propor que todo homem honesto seja por isso um filósofo, embora até pudesse fazê-lo sem dizer com isso um tão grande absurdo. [ Engraçado, recordei-me agora daquela passagem em que Hegel dizia para um aluno seu alguma coisa assim: “Não creia você que irá para o céu apenas porque não esfaqueou sua avó ou estrangulou seu pai”, hehehe ], mas, novamente recordando o berço da filosofia como conhecemos, os gregos diferenciavam a porção do lógos contida nos mitos do lógos demostrativo e argumentativo que deu origem a outro tipo de saber.

    De qualquer forma, em suma, como antes, ainda hoje, é um contrasenso alguém que levando uma vida leviana quer ser considerado filósofo, contrasenso ainda maior que alguém que julga sê-lo por portar um pedaço de papel sem o substrato correspondente. Como dizia o adágio: “o hábito não faz o monge”.

    Como fica o professor de filosofia depois de tudo? Fica muito bem, se faz o que faz com paixão, com amor pelo saber, e se age de acordo, e se ainda, apesar de tudo, resiste heroicamente ao caos do nosso sistema de ensino e consegue chegar em casa sem a sensação de ter vendido a alma um pouco em troca de alguns trocados ou da “afeição” suspeita de alguns pobres diabos. Afeição ele terá daqueles outros heróis interessados de verdade que esperam participar de uma boa aula nessas instituições esquisitas que as vezes encontramos pelos caminhos da vida (ou da morte?). Se não afeição, pelo menos reconhecimento de um bom trabalho. Mas essas coisas costumam andar juntas.

    []'s

    em resposta a: O Mito da Caverna #74027

    Hahaha! Essa gente é hilária!

    Imagine se eu estudasse assim!

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