Miguel (admin)

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  • em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78276

    DIGO SOMENTE: PRECISAMOS DE UMA NOVA PRICESA ISABEL!!!!!!!!!!!E ALEM!!!!!!!DE UMA NONA CONSCIENCIA!

    em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77803

    SE O POVO ABRIR OS OLHOS!!!!!!!!!!!…….isso está para acabar.

    em resposta a: Paralelos de Nietzsche com Michel Foucault #71520

    Michel Foucault faz uma breve análise dos conceitos genealógicos desenvolvidos por Friedrich Nietzsche no século XIX, e mostra que o Ocidente inventa a história, por ele chamada de ascética, para encontrar no passado o momento fundante de sua unidade, de sua identidade. Uma Europa necessitada de um povo coeso, envolvida no caldo das lutas nacionalistas, vai buscar, e não encontrando inventa, o elemento ordenador que trará tranqüilidade existencial aos seus povos. E é neste momento que emerge o ideal ascético do historiador que, como escreve Foucault, deveria “imitar a morte para entrar no reino dos mortos”; ideal ascético que vem acompanhado pelo discurso científico que dá à história a “objetividade” e o título de ciência que reconstrói a “verdade”. O historiador não fala e não sente, apenas percebe o ocorrido e o narra, “inocente”, presenteando a humanidade com suas raízes.
    Esta forma de historiar, tradicional, insere-se na mentalidade própria do momento em que emerge, que é marcado pela modernidade. O pensamento moderno é linear e teleológico: indica um princípio, um desenvolvimento, um fim último, um ponto de chegada, o ápice da realização humana. Tal pensamento, o da modernidade, permite a constituição de um saber histórico que trará um sentimento de segurança aos sujeitos humanos: conhecemos as nossas raízes, o solo em que pisamos, para onde vamos e o que queremos fazer; inventamos a tradição e nos agarramos a ela com todas as nossas forças. E este, então, o discurso da “história moderna”, e ao qual se opõe a genealogia, que identifica no acontecimento, na emergência do novo, a regra da dispersão, a heterogeneidade, permitida pelos conflitos existentes naquela realidade. A genealogia não é a história, mas faz uso dela para identificar o “acontecimento” e a dispersão de forças que se encontram presentes no momento da “emergência do acontecimento”. Mas assim como a genealogia faz uso da história, pode-se dizer que a história se apropria dos elementos genealógicos, inserindo-se em uma estrutura de pensamento diferente da moderna, em uma estrutura de pensamento que chamaremos de pós-moderna.

    Falar em pensamento pós-moderno, ou em pós-modernidade, é enveredar por uma temática cujos conceitos ainda não estão bem definidos, o que gera muitos conflitos e deturpações do termo. Como não é objetivo deste discutir a pós-modernidade propriamente dita, coloca-se apenas que o pensamento pós-moderno é aqui compreendido como aquele que se opõe à proposta da modernidade acima apresentada. Portanto, falar em “história pós-moderna” é falar de um saber histórico organizado, mas não fechado, que rompe com a proposta linear de história; um saber que passa a trabalhar com conceitos como os de descontinuidade, ruptura, subjetividade. É fazer uso do saber histórico não no sentido de compor grandes unidades nas quais os indivíduos possam se reconhecer, mas no sentido de encontrar a heterogeneidade, a luta entre as forças que surgem de todos os lados e que constituem novos acontecimentos. É questionar a tradição, a origem e o devir. E é neste sentido que Michel Foucault fala em “história efetiva”, apropriando-se ainda dos conceitos nietzscheanos, que é justamente aquela que trabalha a descontinuidade e a visão nãototalizante, compreendendo que “as forças que se encontram em jogo na história não obedecem nem a uma destinação, nem a uma mecânica, mas ao acaso da luta”.É esta uma nova forma de olhar o objeto a ser estudado e historiografado, um olhar que procura a profundidade e não mais a continuidade nas “leis do devir”.

    em resposta a: Paralelos de Nietzsche com Michel Foucault #71519

    NÃO é MEU:´´No pós-guerra, o escritor francês George Bataille escreveu sobre a mistificação realizada por Elizabeth, desmascarando-a de um tal modo que a França praticamente adotou o filósofo morto em Weimar em 1900. Mas Nietzsche foi quase esquecido em seu país natal e esnobado pelos ingleses. Como não podia de ser, sua última grande cria filosófica foi um francês: Michel Foucault. Hoje, ele é um domínio dos departamentos de Letras, Filosofia e Arte. Carro-chefe de seminários, conferências, teses – mesmo tendo sido um crítico do ensino universitário, que comparava ao jornalismo.“

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72769

    Se fizesse uma e´tica, como Schopenhauer cairia em erros, algo que ele veementemente se furtou de fazer….Apenas fez Ontologia……etiologia + teleologia!

    em resposta a: Nietzsche e a moral. #72768

    A Moral é ´´dever ser“, Nietzsche fez decerto uma Ontologia moral(e conseque^nte teleologia),e não uma Metafísica!!!!!!!!

    em resposta a: "Julgamento" de Nietzsche #77941

    não é justo atacar Nietzsche, o que ele falou sobre as mulheres foi algo contemporânio…não foi privile´gio dele!!!!!!!!A mulher sofreu foi na História, devido sobretudo a educação cristão, a moral mesma…e não por causa de Nietzsche…criticá-lo por isso não!!!!!!!!!

    em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77802

    Os cristãos continuam ridículos com seus argumentos dogmáticos sem a mínima lógica. Por quê o deus cristão criou buracos negros devorando galáxias ? Por quê criou o homem só no último milhão de anos, se fez o Universo a 20 bilhões de anos (até mesmo os escorpiões viveram 1 bilhão de anos) ? Onde estava tal deus antes de criar o Universo ? Revelação é delírio de beatos fanáticos em estado de transe esquisofrênico. O resto é lenda, mistificação, charlatanismo e logro, em nome dos quais os cristãos matam, roubam, usurpam, escravizam, julgam e enganam os outros povos e civilizações. Mas isso está para acabar.

    em resposta a: Deus, uma alienaçao humana ! #77728

    Paulo Sergio Alves, voce se fosse realmente um cristão de Cristo mesmo(antes de ter suas palavras deturpada pelo apóstolo paulo), deveria respeitar o colega Thiago Freire…Afinal, diria Ele´´não julgais…“Mas depois da morte de Cristo, a Igreja o corrompeu!!!!!!!!!!!!!!

    A questão é:se quiser(no caso…vc), acredite em deus!!!
    Se não o quiser(meu caso e de Thiago Freire), não o faça!!!!!!
    Ora, há razão melhor?

    em resposta a: Obra zaratustra #79517

    Obrigada pela mensagem Miguel!

    Bem, se Zaratustra seria visto/imaginado dessa forma, nao seria uma metafora para a religião? A religiao crê nesse “Deus” que hora ordena o homem, hora o perturba. Faz do homem seu animal domesticado, seu submisso… Nietzsche acreditou no poder de Zaratustra, um além-homem (o que todos perceberiam tambem ser fruto da imaginação), mas por sua vez fazer-se-ia abrir os olhos desses pequenos homens do povinho…
    Fale a respeito se puderes…
    Abraços…

    em resposta a: Obra zaratustra #79516

    Olá Lu

    Duas coisas nessa frase. Primeiro devemos considerar essa citação do Zaratustra…

    “A criança é a inocência, e o esquecimento, um novo começar, um brinquedo, uma roda que gira sobre si, um movimento, uma santa afirmação.
    Sim; para o jogo da criação, meus irmãos, é necessária uma santa afirmação: o espírito quer agora a sua vontade…”

    A criança experimenta o mundo visceralmente, sem o peso da culpa, dos valores assimilados socialmente. Brinca, ri e tem raiva, são sentimentos puros.

    Nietzsche trata disso no capítulo as três transmutações do espírito. O capítulo pode ser averiguado nesse link http://ocanto.webcindario.com/metamrfe.htm

    A origem do Zaratustra, conforme Nietzsche descreve em uma carta, sugere o Zaratustra como um Alter Ego literário seu.

    Nietzsche estava num jardim, no inverno de Rapallo, esperando e meditando, quando diz que “um se fez dois, e Zaratustra passou por mim”.

    Zaratustra é o profeta do além do homem, que, depois de meditar por dez anos no alto da montanha, desce a aldeia para anunciar a boa nova da morte de deus. Lembramos da frase de Nietzsche “ouve-se sempre nos escritos de um ermitão algo também do eco do ermo”. Ou seja, os pensamentos mais profundos do filósofo não podem ser comunicados pela escrita.

    Zaratustra é um anunciador, o que coaduna com a própria missão da filosofia nietzscheana. Segundo o autor, ele “nasceu póstumo” e por isso faz o “prelúdio a uma filosofia do porvir”.

    Acho que podemos pensar o Zaratustra como uma espécie de profeta do além do homem, que é a razão da terra, a superação do “além mundo”, a criação dos seus próprios valores, o poeta de si mesmo.

    abs

    tenho que responder
    a uma pergunta.
    QUAIS FORAM AS CONTRIBUIÇOES DE MAQUIAVEL A POLITICA:

    em resposta a: "Julgamento" de Nietzsche #77940

    Olá Batata! Bem, certamente é um trabalho delicado, pois assim como Platão, Nietzsche escreve por metáforas, deve-se ter cuidado com a interpretação das mesmas… Mas acredito que para um iniciante(assim como eu) concordo com a dica do Miguel, de você partir do livro para Alem do Bem e do Mal e pegar as ideias que ele se refere a mulher, da uma EXCELENTE critica a Nietzsche… E certamente deve ter algumas outras obras dele à respeito da mulher..
    Continuamos a conversar….

    em resposta a: Família #71759

    A FAMÍLIA É UM ACIDENTE, NÃO HÁ INCESTO ´´PECADO“, HÁ REPRESSÃO DO DESEJO!

    em resposta a: Sentido da vida #74719

    PARA VIVER BEM, NÃO CABE ESTA PERGUNTA, ISSO É cristão DEMAIS PARA MIM!

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