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Miguel (admin)Mestre
nem satanismo o bicho estuda…se embanana nas palavras pq está se oferecendo uma chance de enxergar suas contradições, cego q não enxerga o q ele mesmo quer lhe mostrar…quando a mente está em desvio e não consegue enviar boas mensagens ao corpo, esta mesmo trata de imprimir no corpo um pedido de ajuda, parece ser assim mais visível o desequilíbrio, não vejo muito diferente com as palavras
Miguel (admin)MestreOlá Pilgrim. sou o Luis mudei de nome, heheh.
Fizeste uma boa crítica, e creio que tu tenha apontado possíveis erros nas minhas concepções, gostaria apenas de especificar algumas coisas:
A palavra “cético” a qual usei não refere-se ao seu sentido mais puro helênico (e um tanto utópico)e sim aos descrentes por indignação cegados por sua “terrível fúria contra os fiéis”, bom, mas o duvidar persiste, ou temos nós certezas absolutas? creio que não, talvez porque nós seres humanos tenhamos diferentes universos e quando tentamos especificá-lo, os ouvintes ou apresentam-se contra, e assim, decrentes, ou concordam e atribuem algo mais adaptável à suas concepções. Que contradição hein, isso pode ser uma verdade, qual? a de que não existe verdade absoluta e universal.
Não entendi seu exemplo sobre “há assuntos que são fáceis de se refutar mas difíceis de serem apontados sob outra forma”, bem o que eu quis dizer é que nenhuma teoria é sempre aceita, na minha subjetividade posso refutar tudo ou quase tudo, o problema é que nem todos compartilham da mesma visão…
Compartilho com o teu apontamento sobre o suposto “conhecimento” e a “racionalidade”, fazendo ainda a objeção de que estas palavras estão cada vez mais difundidas na ciência e se ndo usadas de uma forma equivocada, pois não são mais palavras filosóficas e sim pragmáticas.
“O sagrado faz falta”, pois é, e porque? porque o sagrado é sempre metafísico, e nunca está somente em nós mesmos e por isso “somos todos bichos irracionais”
Be on peaceMiguel (admin)MestreÉ Brigitte, parece ou que se existe deus ele é indiferente a nós ou ele realmente não existe e é uma invenção humana para transferir os problemas e ter um ponto de apoio, o homem dá tanta ênfase ao aspecto divino que se esquece da sua própria força, que é também a força da natureza (que não lembra do super-homem nietzschiano?). Nós realmente não sabemos o patamar que podemos alcançar com a nossa força, composta por razão, sentimento(positivos e negativos) e sentidos, não é de hoje que muitos pensadores vêem a fé como algo que empobrece a humanidade e lhe tira as forças, forças estas que são ocupadas pelos dogmas errôneos e postulados perante a vida humana. Se me permite uma crítica Brigitte, esse negócio de Lúcifer me soa também muito ignorante o que ele representa? o mal? se for o mal então já não é mais mal pois o mal(dor) é positivo pois é através dele que sentimos a vida, parecendo ele ser o oposto de algo positivo que na verdade é o neutro, com respeito você realmente leva a sério esse negócio de satã?
Miguel (admin)MestreComo é bom filosofar numa cama quentinha, com a barriguinha cheia, né ? Será que é graças a Deus ? Cadê o deus dos milhões de africanos morrendo de AIDS e tuberculose, de inanição, mutilados, ainda bebês ? Alguns espiritualistas vão falar de Karma, claro, uma bela sacada para explicar a tragédia humana deles; ou então, vão falar do Livre Arbítrio deles para mudar sua situação, justificando a impotência do deus onipotente, porque estamos acostumados com a gama de oportunidades que temos em nossas vidas em nosso rico país. Tentemos pregar a existência do deus cristão, justo, misericordioso e amoroso (piada né ?) para os nossos irmãos africanos. Será fácil para nós ? Parecerá lógico para eles ? É lógico para nós que eles paguem por nossos pecados, mas, vivamos no lugar deles, de verdade, sem hipóteses e hipocrisias. Usar Indução Matemática, Estatística ou Física não prova a existência de um ou mais deuses. Ainda que se prove a existência do Espírito, não implicará na existência compulsória de deuses. Se quisermos chamar a força criadora e organizadora do Universo de Deus, podemos fazê-lo, assim como chamo meus cães de Lúcifer e Satã, e o cocô deles de Jeová e Alah.
Miguel (admin)MestreEstou cansado desse site, estou frequentando meios mais profícuos (http://www.ateus.net), pois não estou mais com paciência de debater a existência de algo que as pessoas sensatas já estão enxergando que não existe (parece paradoxal a frase), ou seja Deus (Jeová, Alah, Shiva, Osiris, Zambi, Tupã, seja qual for). Se há pessoas que necessitam de um deus para ter uma razão de viver, que fiquem elas com seus seres divinos irreais, ilógicos e irracionais. Fiquem também com seus profetas, pastores, padres, mestres, messias, e toda sorte de escravizadores, aproveitadores e deturpadores da verdade, além de seus livrinhos ditos sagrados com lendas ridículas, mentirosas e absurdas, para regrar as vidas (vidas ?) dos cordeirinhos de sempre. Para mim basta a razão, que me tornou ateu e antes de tudo anti-cristão. Não foi a Ciência que inventou a guerra, e se ela é hoje usada para tal, é devido aos religiosos ignorantes e intolerantes de todos credos, raças e nações. Se os religiosos fanáticos fazem bombas atômicas ou jogam aviões em prédios, não é culpa da Ciência, mas da falta de escrúpulo de fiéis que assassinam inocentes em nome de seus deuses. A Terra é redonda, mas, e Deus como é ?
Miguel (admin)MestreAlguém sabe a correlação entre homemm terreno e homem divino durante a Escolástica? Naum consigo material que trate sobre o assunto.
Miguel (admin)MestreOlá, estou iniciando no estudo da Filosofia através do “Mito da Caverna”. Entre vários questionamentos feitos pelo professor, um continua
gerando mts dúvidas: “Alegoria da Caverna” concorre para retomar que tipo de sociedade? O que vcs acham? Ainda naum consegui visualizar uma resposta clara. Podem me ajudar?Miguel (admin)MestreTenho que apresentar um trabalho sobre o livro Iv
do livro A REPÚBLICA – PLATÃO. Gostaria que me enviassem comentários.OBRIGADA
EDNAMiguel (admin)MestreOlá Luis,
parece que Brigitte se apresentou um tanto cético, que é algo que todos nós no fundo somos
Isso, mais uma vez, é pura questão de ponto de vista, não? Niguém é “cético” absolutamente, seria contra-senso, mas pode se-lo em relação a alguma coisa. Hoje, tem se tornado costume o duvidar, todos querem duvidar, fazem questão de duvidar, e em geral não perdem a oportunidade de se posicionar como “céticos”. Todos são “duvidantes” de algo, e de preferência que seja algo grande, e melhor se for de tudo: todos duvidam de tudo. Por isso é de “bom tom”, pega bem, aparenta visão crítica, logo, pode ser sinal de esclarecimento.
Desconfio – também eu duvidarei, politicamente, para não fugir da regra – quando todos duvidam. Quando a duvida é a crença geral, e se torna lugar comum, começo a duvidar que ela seja real, que todos duvidem mesmo de fato. Duvidar por comodismo, entendo que essa seja a regra. Vejo muitos “duvidantes” e muito poucos que carregam o que chamarei de “dúvida radical”. Sem inquietação, sem desestabilização, sem perda de sono. Nada que abale o sistema, nada que abale o mundo. Ah!, sim, muitos resmungos. É comum encontrarmos “duvidantes” céticos contra a sociedade, a ética, a política, etc. É comum encontrá-los em pé firmes e fortes com duas pedras na mão, tão cheios de convicção e de fé na própria “dúvida”. Bem mais raro encontrarmos um no qual a dúvida se estendeu a si mesmo.
há assuntos que são fáceis de se refutar mas difíceis de serem apresentados sob uma outra forma
Curioso… já acho que o contrário é mais fácil. Apresentar velhos produtos com novas embalagens não é justamente o que faz a moda? Uma das coisas que caracterizam a sociedade atual – evitarei agora o termo pós-modernidade ou hiper-modernidade somente para fugir da regra – não é justamente a disponibilidade de tantas roupagens e embalagens para tudo quanto sejam as vontades do freguês?
como é que o homem discute tanto sobre deus e provoca tantas guerras em cima desse assunto?
Penso que da mesma forma como põe fé na razão e na ciência enquanto constrói armas para dizimar em massa, ou constroem campos de concentração para matar com a máxima eficácia, colocando o “conhecimento” a trabalhar contra si mesmo com toda a “racionalidade” possível. A crença mais difundida hoje deve ser essa: que a ciência vai resolver todos os problemas; ou que a razão pode tornar as coisas melhores. Todavia, o homem continua sendo o mesmo homem, embora acreditem que ele possa agir como uma máquina racional. Não falamos de algo tão antigo como Descartes, mas em nova embalagem?
o problema é que o homem teve que inventar a palavra deus para encontrar um plano melhor do que o nosso, transferiu o problema para o divino para o além a humanidade se encontra em crise?
Inventar palavras é nosso passatempo predileto
Sejam “árvore”, “leão”, “unicórnio”, “elétron”, “Deus”, “raios catódicos”, “onda gama” ou “Deus”. Para uns levou a pensar o fato de que cada uma delas simbolize alguma coisa, se simbolizam, e como, mas vou deixar a analítica de folga ainda.
Trocar de palavra não parece que melhorou muito as coisas. Dizer que a “ciência” nos salvará, que confiamos na “razão”, não resultou como imaginavam os céticos crentes da “dúvida”. Guerras ainda existem, mesmo entre homens racionais. Aliás, quando mais “racionais”, mais brutalidade, selvageria, animalidade. Basta acompanhar nos jornais. Curiosamente, homens racionais, utilizam a “razão”, a ciência, a tecnologia, para matar mais eficientemente. Talvez serão essas as palavras do último cético: “Que pena!”“O sagrado faz falta”, já começam alguns céticos a desconfiar. “Mas só para as massas”, dizem os que ainda querem duvidar mais. Já os mais racionais… esses são os que dizem “Somos todos bichos irracionais”. Dos tolos não vou falar, mas certamente não são definidos pelos que têm religião.
não fiz referência a algum filósofo
Por alguma razão acabei optando por também não faze-lo, ainda ;)
Abraços
Miguel (admin)MestreA sua estratégia de ataque ao Sartre foi brilhante!
Mas não é a única, poderia passar a vida inteira criticando as besteiras que ele falou de diferentes formas, mas isso não iria aplacar nunca a minha imensa frustração diante do mundo: como é que em determinados momentos da história esses caras se passam por grandes pensadores da humanidade?!
Eles são capazes de escrever imensos tratados prolixos como O Ser e o Nada e passamos um bom tempo tentando compreendê-los, mas daí basta os neurônios começarem a funcionar e, de repente, tudo fica tão claro que o mais simplório dos cidadãos poderia virar-lhes as costas por não perceber neles nenhuma importância!
Miguel (admin)MestreDifícil acreditar em liberdade sem que haja liberdade de pensamento. Difícil aceitar um pensamento livre se este ele se contrói sobre uma série de símbolos de linguagens que são dados e limitados. Se a linguagem é o limite moral do raciocínio, o pensamento é o limite social da liberdade. Ter liberdade com limites que não se escolhe, ou então escolher num universo de escolhas dado, não é ser de fato livre. Alguém defenderia que há liberdade para um presidiário que pode livremente circular dentro de seu cárcere?
Miguel (admin)Mestreé isso aí o homem inventou o mal, essa palavra parece provocar tanto o nosso ser…talvez o “mal” seja o fruto de tudo aquilo que é bom, se não existisse o oposto de bem(via Heráclito) o próprio bem não teria valor pois não teria nada se opondo a ele, e a essência das coisas é descoberta quando conhecemos seus opostos, acho que o verdadeiro mal predominante não é metafísico e sim cientìfico, não que a ciência vise fazer o mal mas que ela encobre a verdade através de postulados, estes também presentes na religião. O postulado, a máxima verdade são males verdadeiros porque cegam as pessoas por determinado tempo em que poderíamos estar evoluindo, Heidegger por exemplo, afirmou que a ontologia se perdeu nos postulados da tradição filosófica e tentou reconstruir a questão do ser retornando assim a base da questão, bom parece que ele quebrou uma longa tradição que deixou esquecida a essência do ser, e este esquecimento por parte dos filósofos não terá sido um mal?
ob-la-di ob-la-da…Miguel (admin)MestreOlá a todos!
Sabemos que o Homem está em constante evolução, logo o nosso conhecimento não é final, logo incompleto. Com isto, é possivel ainda não possamos comprovar a origem da existência.
Se existe uma entidade de origem, de causa, qual a causa dessa causa? Se assim é, então não é causa, é efeito. Se a origem é um efeito, então a causa da origem é a própria origem.
Essa origem é alguma forma de consciência? É alguma forma de inteligencia?
Se não fosse, tudo o que provem da origem também não o era, a não ser que sofresse uma evolução de estados. Mas como evolução requer subida de estados, significa que requer alguma forma de inteligência. Assim, a origem é uma forma de inteligência.há quem diga que Deus é a origem, é a perfeição, inteligencia suprema… etc, (Pietro Ubaldi)
Eu concordo com esta ideia
Eu acredito em Deus e como o conhecimento humano é incompleto ainda não se pode provar a existência de Deus
Por isso simplesmente acredito :p Paz e Amor!
Miguel (admin)Mestreé ruim mas infelizmente temos que fazer referência aos pensadores para discutirmos algumas idéias…bom parece que Brigitte se apresentou um tanto cético, que é algo que todos nós no fundo somos, só que as vezes ficamos encobertos pela ciência e pelas crenças ou até mesmo pelo nosso pensamento, parece que toda forma de conhecimento ou de fé fica a dever pois quando são pesquisadas a fundo elas são facilmente refutadas certo?pela razão? acho que estamos esquecendo de algo dando esta ênfase ao “conhecimento” e a razão, e aquilo que nós sentimos no limiar de nossa solidão?e aquilo que sabemos que é a verdade mas que não é transmitível pois não conseguimos especificá-la? bom há assuntos que são fáceis de se refutar mas difíceis de serem apresentados sob uma outra forma, como é que o homem discute tanto sobre deus e provoca tantas guerras em cima desse assunto? será que não é um tanto ignorante ficar tentando fazer especulações divinas? o problema é que o homem teve que inventar a palavra deus para encontrar um plano melhor do que o nosso, transferiu o problema para o divino para o além a humanidade se encontra em crise? invente uma forma de melhorar a vida e ter um pós-vida satisfatório invente um deus… aí que se encontra o grande erro… perdoem-me se não fui bem claro e se não fiz referência a algum filósofo
Miguel (admin)Mestre
Para pessoas ATÉIAS (somente Atéias, lamento) interessadas em conversar sobre ateísmo, deixo aqui meu endereço de e-mail e/ou messenger: [email protected]
FAVOR colocar no assunto: ateismo
}Grata. -
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