Miguel (admin)

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  • em resposta a: Espinosa ou Spinoza? #71318

    Eu acredito que Bento d'Espinoza considerava mais sua imanência do que seu nome. Usou diversas combinações segundo as ocasiões se apresentavam.

    em resposta a: O Mito da Caverna #73998

    Oi boa noite estou precisando de responde algumas questoes sobre o mito da caverno no filme matrix! pode me ajudar? ai vai as peguntas!
    *Indentifique os personagens ou acontecimentos com seus significados e representações
    *que significa tomar a pilula azul ou a vermelha?
    *como o diretorr indetifica a realidade
    *Em que aspectos podemos indeticar o mito da caverna de platao com o filme matrix
    *Segundo Nietzsche a necessidade de saber a verdade ainda nos há de arastar para muitas aventuras.Como vc relaciona isso com o mito da caverna de Platao e o filme matrix?

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78242

    Com certeza vocês lêem muito, mas nenhum do seus argumentos prova a existência de um ou mais deuses. Se a minha filosofia de vida e de pensamento se parece com idéias ou nomes já utilizados , isso não significa que sigo qualquer filosofia pronta, pois tenho a minha própria moldada nas idéias lógicas e cabíveis que assimilei e aceitei. Minha admiração por Nietzsche vai até a sua repulsa pelos cristãos, ervas daninhas do mundo. A Nova Era a que me refiro é uma era da razão, e não de porras loucas adoradoras de cristais e gnomos. Sou ateu graças aos deuses ridículos inventados por religiosos insanos e filosofos alienados da verdade, ou seja da Ciência.. O fato de se existir espírito, se existir mesmo, não implica na existência obrigatória de um deus. Tome uma hóstia para se curar de AIDS, ou passe a vida sem comer só orando a seu deus, já que a verdade é a religião para vocês.

    em resposta a: A questão do Mal #79248

    Caro Sr Peregrino,

    Você acha mesmo que te tomaria por um “cura” (significante palavra essa usada pelos espanhóis) ou algo do tipo? Hehe.De qualquer forma irônico também não sou, só quero rir um pouco.E só Deus sabe como este ato faz falta hoje, quando parece que o nível de nosso intelecto é medido pela quantidade de idéias que podemos negar.Pena que esta duvida sempre esqueça de duvidar de si mesma.E pessoalmente gosto das coisas simples, embora isso infelizmente só leve a complexidades (eis um paradoxo).

    Sobre a perfeição: A idéia que tive de perfeição talvez se aproxime mesmo da grega, aquele negócio da perfeição na arte do sapateiro etc (alias Platão, era meio obcecado pela arte do sapateiro não? Hehe).De qualquer forma a idéia de um Deus não perfeito me parece interessante, seria um Deus mais humano (que talvez acreditasse no homem hehe).

    Penso as religiões (e todo tipo de idéia) como temas musicais a serem desenvolvidos em função do “maestro” (e isso de forma alguma entra em choque com uma leitura rigorosa de textos).Creio que Nietzsche tenha realmente menosprezado o caráter criativo do cristianismo (embora reconhecesse de certa forma esta capacidade nas religiões pagãs, a grega/romana essencialmente. A propósito seria até interessante averiguar, mas creio que Nietzsche (mesmo filólogo) devia conhecer muito pouco da mitologia nórdica e celta visto que na época a arqueologia era muito pouco desenvolvida e a distinção entre celtas e saxões ou vikings simplesmente não existia. Sei que tem um “enciclopedista” que escreveu sobre os celtas, Grimm se não me engano, mas realmente a distinção destes povos como tais os conhecemos hoje ficou mais clara somente no séc XX mesmo).Talvez se Nietzsche tivesse lido Blake sua idéia sobre o cristianismo seria outra (bem, talvez não).

    Sobre o mal: Quando me referi ao mal metafísico me referi ao mal que transcende o meu mal individual.Ah, mas não se preocupe que não vou ficar orgulhoso pq o Paul Ricour falou algo que lembra o que disse (essa é uma paranóia de professores de filosofia alias hehe.. e eles tem lá seus motivos).Não me referi a nenhuma existência “ontológica” do mal, só quis olhar para idéia de mal que tenho.Ou seja, tenho um ou dois males dentro de mim e não são nenhum “encosto”, ou “Exú Capa-preta” etc hehe, e nem chegam realmente a formar uma legião.

    Essa idéia grandiosa, apocalíptica do bem ou do mal não me agrada muito, como diriam os ingleses “put the kettle on and we'll talk about it – can't be that bad!”.É, não pode ser tão mal assim!hehe

    “Tenham um bom fim de semana” :-)

    em resposta a: Meditações Metafísicas #78113

    vou começar por Descartes apesar de achá-lo um troxa

    Puxa vida! Vai dar aula com esse espírito? Tenho pena dos alunos.

    Vou trabalhar apenas as duas primeiras meditações porque a partir já da metade da segunda o Descartes começa a falar de Deus e pira! A filosofia cartesiana vai até o 9º parágrafo da segunda meditação. Depois deixa de ser filosofia pra começar a falar de religião. Blá.

    Mas assim dificilmente vai falar de Descartes ou de filosofia, parece que está mais para falar dos gostos pessoais da Luiza

    em resposta a: Como Conhecer a Verdade #77212

    Porém nem Platão tem a verdade, pois como a verdade é subjetiva, e ela é a essência do ser, ela não pode ser a mesma para todos os seres e mesmo que eu possua uma realidade interna não posso ter certeza de que ela seja válida, por exemplo, eu posso saber o que é SER mas não posso transmitir porque esse saber é apenas inteligível, e com a linguagem eu vou distorcer este saber, bem a linguagem como já disse Schopenhauer, é uma tentativa de interpretar a realidade , uma representação da realidade, a representação é valida? traz algum conhecimento genuíno? posso parecer extremamente cético mas acho que não, então porque estudamos e lemos aquilo que sabemos que talvez não seja verdadeiro?para podermos fazer referência e comparação ao nosso pensamento, os pensamentos anteriores ao nosso servem de pilar para a nossa construção lingüística, caso contrário corremos o risco de sermos chamados de imitadores. Há uma guerra entre verdades subjetivas, tanto é que a história da filosofia nos apresenta uma constante quebra de paradigmas e várias “refutações”, os que procuram a verdade estão expostos à guerra subjetiva da verdade, nossa inquietação fala mais alto não podemos aceitar as coisas como já prontas e segui-las como se fossem máximas verdadeiras, e nessa luta fazemos a bela filosofia que tem a pretenção de alcançar a realidade plena, não podemos desistir, se assim fosse a vida perderia a sua essência.

    em resposta a: Deus existe? Então me Prove ! #78647

    Saudações a todos, estou impressionado com o rumo deste discurso, é realmente impressionante que muitas pessoas tenham a noção de que religião e deus são palavras um tanto distantes, na verdade a religião foi uma forma do homem expressar o sentimento de algo divino em si, mas essa expressão é errônea, pois se podemos sentir deus não podemos transmitir esta sensação, quando tentamos expor nosso universo para universos diferentes perdemos nossa pureza, pois a realidade, não só a divina, é subjetiva e pertence somente a nossa concepção. Porém é um discurso positivo, pois mesmo que nós não consigamos provar a existência divina, estaremos a frente de algo mais sólido.

    em resposta a: A questão do Mal #79247

    o grande problema supondo a priori a existência de deus, é saber se a ele pertence a distinção entre mal e bem, será que essa caracterização de coisas boas e más não é somente humana?parece haver um equívoco do homem em adjetivar alguns atos e pensamentos como bons ou maus, positivos ou negativos temos sempre que caracterizar as coisas para expressar o que sentimos em relação a elas e o mau é uma forma de caracterização, muitas coisas que ocorrem parecendo estar longe das vistas de deus e assim parecendo ser más, são na verdade extremamente evolutivas, pois por trás de uma intenção maligna está uma intenção que parece visar um melhor preparo para a vida humana, e então o mau é fictício, utópico ou realmente existe?

    em resposta a: Nietzsche e Descartes #72780

    Em um muro em Berlim apareceu escrito, com letras garrafais: “Deus morreu. Assinado: Nietzsche”. No outro dia, apareceu escrito embaixo, também em letras garrafais: “Nietzsche morreu. Assinado: Deus”.

    em resposta a: A questão do Mal #79246

    Caros Amigos.

    Há uma falácia habilmente colocada por Epicuro, que é percebida claramente por Agostinho: o mal não é o oposto de Deus. Agostinho dizia: o mal é a ausência do bem. O que vale dizer que Deus está “além do bem e do mal”. Pode-se dizer que o bem e o mal fazem parte da natureza humana, na medida em que é livre para poder exercer sua vontade (= livre arbítrio).

    Penso que se ficarmos extrapolando os termos colocados por Epicuro, nunca chegaremos a uma resposta plausível. A falácia sempre conduzirá a um círculo vicioso. Se Deus criou o céu e a terra – Deus não faz parte da criação. Podemos constatar a existência do mal através de nossa percepção humana. Como afirmar o mesmo através da percepção de Deus? A questão não se coloca. Percebem?

    em resposta a: A questão do Mal #79245

    Olá de novo,

    tome cuidado com seu dinheiro, pois tem muita gente oferecendo respostas totalitárias por aí..

    E eu não sei? :-) Fique tranquilo, sou mais crítico do que aparento, mais ainda com sistemas totalitários. Mas, por hora, falemos das “respostas parciais” propostas na sua msg:

    Se eu fosse Deus criaria o homem e teria inveja dele. Acho que a perfeição deve ser muito tediosa.

    Já escrevi sobre isso em outras listas, transcrevo parte de uma antiga msg aqui:

    (1) Perfeição, como parece estar sendo interpretada aqui, é um conceito grego que tem a ver com “completo”. Cabe lembrar que a esfera era considerada a figura perfeita para um grego: completa, finita. O finito era considerado perfeito, era interpretado como completo; o infinito era a imperfeição.
    (2) A aplicação desse conceito grego (perfeito) a um Deus de outra cultura não é tão simples como parece estar sendo ventilado aqui. Na cultura judaica, a santidade era considerada a perfeição, nao a completude. Um Deus infinito seria, portanto, um absurdo para o modo grego de pensar. Existe muito material sobre esse assunto para quem se interessar, a cultura ocidental foi forjada no choque dessas grandes culturas grega e judaica.
    (3) A adjetivação “Deus perfeito” já mereceria, portanto, mais considerações.

    A propósito pode alguém (algo) que tem desejos ser perfeito?

    Parece que vc está trabalhando com conceitos gregos, mas transplantando-os para outra cultura, e isso não é feito sem problemas. O cristianismo tem solo na cultura oriental judaica e somente depois foi amalgamado com a cultura grega – processo conhecido que acabou forjando a nossa cultural ocidental. Nesse tempo, a cultura grega recebeu diversas novas contribuições da judaica: na cultura metafísica grega, a razão criticava a realidade; na cultura metafísica judaica, era a Palavra que criticava a realidade. É possível traçar um paralelo entre a figura do sábio/filósofo com a figura do sábio/profeta.

    Mas, retornando dessa breve divagação e continuando… para o grego, amor é imperfeição, implica falta, busca da parte ausente, por isso o motor imóvel não ama, movimento é corrupção, coisa inadmissível para Deus. O Deus judeu cria por amor, não por necessidade, já que o amor ágape se dá por transbordamento e não por falta, coisa até então impensável para um grego. Também já escrevi sobre isso anteriormente.

    De qualquer forma não acho que Deus como me aparece na Bíblia seja perfeito

    De outras vezes já tentei mostrar que nem a própria Bíblia faz questão de afirmar isso, pelo menos não daquela perfeição no sentido grego, as Escrituras apontam sempre para a Santidade de Deus, não para a perfeição: amor, compaixão, fidelidade etc. Sem esquecer, sim, poder e sabedoria também. Também está claro, imagino, que o amor divino compromete, já que em parte abre mão do poder, tem esse poder de se retirar quando “quer”… desejo divino, sim. Não se esqueça que o poder divino, para o cristão, o amor, se revelou na fraqueza. A coisa se complica mais na teologia, já que algumas, além da racionalidade demonstrativo-argumentativa, trabalham com o poder do discurso narrativo e a racionalidade mítica.

    Já sobre a questão do mal… a associação que vc apontou com o problema da culpa já foi citada por Paul Ricoeur no escrito «Le Mal: un défi à la philosophie et à la théologie» de 1986 (publicado em “Lectures 3, Aus frontières de la philosophie”). Cito um pequeno trecho abaixo:

    “O que constitui todo o enigma do mal consiste em colocar sob um mesmo termo, pelo menos na tradição do ocidente judeo-cristão, aqueles fenomenos tão diferentes, como seriam em uma primeira aproximação, o pecado, o sofrimento e a morte. Se poderia dizer que, na medida em que o sofrimento é constantemente posto como termo de referencia na pergunta pelo mal, este se distingue da pergunta pelo pecado e pela culpabilidade. Antes pois de afirmar que o que na fenomenología do mal cometido e do mal sofrido aponta na direção de uma enigmática profundidade comum, é necessário insistir sobre sua disparidade de principio.
    No rigor deste termo, o mal moral – o pecado na linguagem religiosa – designa aquilo que faz da ação humana um objeto de imputação, de acusação e de reprovação.”

    O texto é longo. Citei-o para confirmar que sua intuição não está tão desinformada assim :-) mas, o texto falava do mal moral, enquanto vc do mal metafísico. Questão mais complicada, embora a mudança não desautorize sua abordagem.

    Ricoeur aponta para uma relação dialética no mal, já que o mal produzido por alguém tem réplica no mal padecido por outro. Também nas calamidades, nas doenças, etc, parece que o homem busca um “culpado”, tem que encontrar alguém a quem incriminar e demonizar. (Isso me recorda Nietzsche, na fábula da águia e das ovelhas)

    E já que o castigo é um sofrimento considerado como merecido, de novo a questão da culpa: e a vítima, para piorar, ainda se torna a culpada. Falta pessoal ou coletiva? Conhecida ou desconhecida?

    Há uma infinidade de teorias para tentar explicar o mal. Tudo isso derivado da pergunta clássica e fundamental: “por que?” Necessidade de traçar um discurso coerente para tudo… mas ainda ninguém encontrou um sobre o mal que satisfizesse a todos. Não só isso! O homem não se sente bem impotente, e, diante do mal, do sofrimento, da morte, quer saber, já que é assim: “o que podemos fazer?” Todas essas coisas bem kantianas :-)

    Abraço.

    em resposta a: Ajudas Urgentes #79318

    Estou fazendo pedagogia, preciso entregar um artigo “O ser humano e a família”, mas não sei por onde começar, pois minha formação é matemática. Por favor me ajudem. Meu e-mail é [email protected]

    em resposta a: A questão do Mal #79244

    Caro Pilgrim, tome cuidado com seu dinheiro, pois tem muita gente oferecendo respostas totalitárias por aí…falando em pagar então J

    Sobre a questão de Epicuro lá em cima fico com a opção de que Deus é invejoso.Se eu fosse Deus criaria o homem e teria inveja dele.Acho que a perfeição deve ser muito tediosa.A propósito pode alguém (algo) que tem desejos ser perfeito?Ah, isto me lembrou de algo; estava lendo o velho testamento e tem uma parte em que Deus se arrepende!!Pena que não me lembro onde.De qualquer forma não acho que Deus como me aparece na Bíblia seja perfeito.Por que não um Deus imperfeito, um Deus que fosse mais poderoso, mas tivesse desejos?É mais ou menos assim que os nórdicos viam seus Deuses…

    O interessante na mitologia nórdica é que existiam vários deuses e cada pessoa escolhia um para adorar.Odin o deus do frenesi e da sabedoria, Thor o deus da justiça, do laço entre os homens e Frej o deus da colheita da paz, o mais humano dos Deuses (entre outros menos importantes).Acho genial essa idéia de poder escolher seu Deus particular, alias isso acontece também no cristianismo, mas todos com o mesmo nome.E os santos, são os últimos resquícios do paganismo (irracionalismo?) na cristandade?Os últimos resquícios de “imaginação” caberia melhor, na minha opinião.

    Outra coisa interessante na mitologia nórdica é a origem da sabedoria de Odin.Em uma das versões Odin se empalou (?) com sua lança na arvore do mundo por uma semana para receber sabedoria, na outra concedeu seu olho direito (ou esquerdo, sei lá) para Mimir para poder beber da fonte da sabedoria. “No pain, No gain” é uma expressão mais antiga do que imaginava…

    Sobre a questão do mal ela é representada na mitologia nórdica por Loki, um deus invejoso e infantil.Uma maldade bem pouco “má”.Loki só fica efetivamente ruim, satânico, no juízo final.Claro, pura influencia da bíblia, visto que essas sagas nórdicas eram escritas por cristãos.No caso do Edda prosa, Snorri (que dizem ser o menos “cristão” dos escritores de sagas nórdicas).Alias o começo desse Edda prosa é impagável!Os seres que vão contar a historia do mundo estão sentados em três cadeiras um em cima do outro, o “alto”, “mais-alto” e “terceiro” (ou algo assim).

    Mas voltando ao mal, Loki foi muito descaracterizado nas sagas, mas é bem possível que os nórdicos considerassem a maldade dessa forma ingênua e infantil mesmo.Ou seja, não existia a culpa metafísica, culpa sagrada.

    Alias aí reside uma questão importante para o mal, ele pode ser, se quiser entender dessa forma, metafísico ou pratico.Eu pago para quem provar que para mim Mal NÃO é aquilo que me faz de alguma maneira me –sentir- mal!Já o que Deus, ou o que “todo mundo”, acha disso eu já suspendo minhas fichas, ou seja se sou “culpado” ou não, não posso ter certeza.De que forma os outros ou o Outro me vê não posso saber, a não ser que ele venha me dizer…mas os emissários do Outro são no mínimo suspeitos na minha opinião.

    Arrisco, a alto risco, dizer que definir o mal metafísico é questão de decidir quem é “culpado” pelo mal prático, Deus ou outros seres, ou nós mesmos.A culpabilidade deve ter então um grande papel aqui.Sou levado a pensar que a culpa sempre envolve o outro, não existe culpa de si mesmo para si mesmo (ou existe?)…arrependimento não é bem culpa (ou é?),não sei tmb.De qualquer forma, quando as coisas complicam “lá fora” (alias, conheço muito pouco dos autores citados por Pilgrim acima, então agradeço as explicações) prefiro olhar pra dentro, pois convivo com estas definições o tempo todo e tenho de ter uma resposta para elas, nem que sejam provisórias e minguadas como as do velho René Meditativo.

    em resposta a: Nietzsche e Descartes #72779

    Chata e sem graça foi essa estorinha…

    em resposta a: Meditações Metafísicas #78112

    Estou no 8º semestre de Filosofia na Unioeste do Paraná. Começo amanhã o meu estágio num 3º ano do ensimo médio. E vou começar por Descartes apesar de achá-lo um troxa. Mas acredito que seja um dos únicos filósofos que os alunos dessa idade e sem nenhum conhecimento filosófico entenderão. Vou trabalhar apenas as duas primeiras meditações porque a partir já da metade da segunda o Descartes começa a falar de Deus e pira! A filosofia cartesiana vai até o 9º parágrafo da segunda meditação. Depois deixa de ser filosofia pra começar a falar de religião. Blá.

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