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Miguel (admin)Mestre
Obrigação Máxima à nação brasileira!
I) Abordar-se-á filosoficamente – filosofar a mil! -, a questão
Rio de Janeiro – qRIO -, que é de toda nação, afinal é o Rio
do Brasil!
1. Em mensagem anterior colocou-se assim:
– Primeira Batalha do Rio considerada perdida, cidadela caiu
– nação necessariamente deverá bancar Segunda Batalha
– de modo a “fazer a coisa certa”, evidentemente
– mote do empreendimento: “Vencer e vencer, só vencer”
– BR dispõe de situação paradigmática na obra Os Sertões
– diretiva Um: “Resgatar Rio, gerar paradigma anti-crime”
2. Com isso daí quer-se dizer que para BR não há nada mais
significativo nos tempos futuros, que o gerar de padrões de
convivência à coletividade nacional, a partir da qRIO.
Está-se a dizer que a autoridade federal deverá descogitar
completamente de buscar desenvolvimento ou saldo
comercial ou superávit de contas, essas coisinhas não valem
patavinas, diante da qRIO; enquanto a nação não engajar sua
capacidade para solucionar qRIO, o resto é besteirinha de
titica!
3. Um bilhetinho de bom calibre para autoridade federal:
“Lula, larga de mão tudo o que bolaste para enrolar os
babacas 61%, estão todos mortinhos-da-silva. Trata de criar
um projeto para vencer a Batalha do Rio. Vencer no Rio
valerá para toda a nação. Vais te consagrar, véio. A nação te
dará +4 em placar assim: 100Þbem – %crime. E como o
crime estará quase zerado … já pensou, malandro?”II) Evidente que primeiramente está em apanhar Os
Sertões – aquele calhamaço de 500 páginas -,
concentrado da sabedoria nacional.
1. Os capítulos estão assim:
i) A Terra,
ii) O Homem,
iii) A Luta – preliminares,
iv) …
Pois é por aí que deverá seguir o preparativo
inicial para a empreitada: terra, homem, luta.
Sem isso daí, nem pensar! Está vantajoso então
ficar no desenvolvimento, saldo, superávit –
sobrecarregar mais ainda a próxima geração!
2. Coloca-se um trechinho para “A Luta”: “… e como pouco a
pouco, se foram exaurindo os cascalhos e afundando os
veeiros, o banditismo franco impôs-se-lhe como derivativo à
vida desmandada. O jagunço, saqueador de cidades, sucedeu
ao garimpeiro, saqueador de terras. O mandão político
substituiu o capangueiro decaído.”
3. Evidente que a obra de Euclides da Cunha deverá ser lida e
entendida! E n t e n d i d a! Pois o que importa são situações
paradigmáticas – aos borbotões -, que a obra apresenta.
Reparar bem seu leitor desatento: paradigmáticas brasileiras!
A chave da coisa está nisso: BR recorrer às suas
situações paradigmáticas diante de suas questões
da atualidade!
4. Sem filosofar a respeito do Rio, interpreta-se assim: “Hoje
tá bom demais, amanhã a gente vê amanhã!”Nota: o leitor que tiver dificuldade de compreender isso daí,
que vá estudar, que curse alguma faculdade, é certo que
aquela em que se graduou não lhe ensinou coisa de valer,
para a questão em mente: qRIO!
(MCH, 12/06/04)Miguel (admin)MestreMceus, realmente te digo q é impossível raciocinar como homem de pleno equilíbrio, ou totalmente sem medo, como queira, sendo q foi impossível compreender tua frase. quer dizer q o equilíbrio é obstacularizado pela crença em deuses? desenvolve mais aí
Miguel (admin)MestreA Viagem da vida
Meus queridos humanóides, de acordo com a ciência o homem (Australopithecus ramidus) existiu há 4,5 (quatro milhões e quinhentos mil) anos, e nós os (Homo sapiens sapiens) existimos há 40.000 (quarenta mil) anos. Cumpre ressaltar que, desde então, acomodados em nossa nave, viajamos a uma velocidade de 108.000 (cento e oito mil) quilômetros por hora e não percebemos.
Nossa nave tem grandes dimensões, na verdade 12.756 quilômetros de diâmetro e com um peso aproximado de 5.972 (cinco mil e novecentos e setenta e dois sextilhões) de toneladas métricas, segundo o físico Jens Gundlach da Universidade de Washington, em Seattle, EUA.
A nossa nave deve contar hoje com 4,3 bilhões de anos. Isso é uma loucura! Quem ou o que foi capaz de criar esta coisa fantástica?
Nossa nave possui uma aura que chamamos de atmosfera e está composta por 78 % de azoto, 21 % de oxigênio e 1 % de outros componentes. A aura ou atmosfera nos protege das colisões de corpos estranhos, ou seja, qualquer que seja o invasor se incendiará antes de colidir com nossa nave. Meus queridos há grandes mistérios quanto à origem de nossa nave. Ao longo do tempo surgiram teses por conta do criacionismo e evolucionismo. A bem da verdade, enquanto perdurarem dúvidas, alguns cuidados serão necessários, ou seja, precisamos fazer a manutenção desse gigante colossal. Os componentes se auto dependem, por isso interagem, daí a falta de um ou o excesso de outro, prejudicará a nossa viagem. Nós passageiros, às vezes, produzimos componentes denominados clorofluorcarbono e esses, quando ultrapassam a aura estacionam logo acima e são atacados por UV, que provocam a foto decomposição e esta, por sua vez, produz átomos de cloro que destroem o ozônio. Na medida em que se destrói a camada de ozônio ficamos expostos e frágeis, em conseqüência, o que temos de mais precioso em nossa nave começa a perder qualidade, ou seja, a vida. Importante lembrar de um outro componente vital o qual denominamos H2O ou água e desta 97,5% é salgada, 2,493% é doce, mas se encontra nas geleiras ou em aqüíferos subterrâneos e 0,007% também doce se encontram nos rios, lagos e na atmosfera. A negligência impera na manutenção da nave, pois, alguns passageiros elaboraram o tratado de Kyoto, que de forma multidisciplinar, corroboraria para a preservação da vida, no entanto, famosos representantes de passageiros, se recusam a assinar o tratado. Percebam que, em se tratando de manutenção, estão mencionados dois itens; o que trata da poluição atmosférica e o que trata da água. Assim, caso haja eficácia nos dois aspectos, os 6.000.000.000 (seis bilhões) de passageiros, continuarão em velocidade cruzeiro, ou seja, de 108.000 (cento e oito mil) quilômetros por hora. A preservação da vida, às vezes, não faz sentido para alguns passageiros, uma vez que, há muito tempo, passageiros educadores chamam a atenção para a real necessidade de se fazer a manutenção, do contrário, a viagem poderá ser interrompida, isto é, a omissão e a falta de compreensão por conta de alguns passageiros poderão culminar com a extinção da vida. Caríssimos, a vida se caracteriza no mais puro componente e sem ela, a viagem não fará sentido. A nossa nave quando observada de mais longe, propicia inspiração aos poetas e esses expõem através das letras o sentimento mais puro. Assim escrevem e dão ênfases aos mares, rios, florestas, montanhas, geleiras, desertos, e aos amores para os quais oferecem flores. Caríssimos, independente de criacionismo ou evolucionismo, somos todos viajantes, assim, observem que durante a viagem e quando menos se espera um lugar fica vazio, significa que um passageiro desembarcou, no entanto, logo à frente outro ocupa o lugar. Humanóides passageiros: negros, brancos, amarelos, ricos e pobres, alfabetizados ou não, intelectuais ou não, vamos dar as mãos em defesa da nossa permanência na nave, e que ela continue a viagem para sempre. Concluído, acredito que exista um plano de vôo, e esse deve estar com o COMANDANTE da nave; ele sabe o que faz e, provavelmente espera que nós também saibamos.
Um abraço ambientalmente carinhoso a todo aquele que acredita, e que luta pela preservação dos vários fatores, que interagem e propiciam condições para a vida.Jorge Gerônimo Hipólito
Elo_repea_turvograndeMiguel (admin)MestreRetirem o medo do mundo, e não restará sequer um deus.
Miguel (admin)MestreAssim pelas aparências … cansa só em pensar!
I) “Entre os mortos do motim da Casa de Custódia de
Benfica, no Rio de Janeiro, havia dois presos condenados
‘só’ por dano e furto. É óbvio que eles deveriam estar
cumprindo sua pena num outro lugar ou, se esse outro lugar
não existe, em regime aberto … Para não perder o rumo de
um projeto nacional, resta um caminho árduo. Consiste em
encarcerar os presos não como membros de uma ou outra
facção criminosa, mas como cidadãos. E em fazer (em gastar)
o que é preciso para que, mesmo assim, seja garantida a
segurança de todos.” (FSP, 10/06/04, Contardo Calligaris)
1. Interpreta-se que CC simplorizou a questão, apressou-se
em solucionar, deu seu recado e partiu pra outra. O autor faz
uma misturama dos diabos.
2. Interpreta-se que CC deveria se permitir um tempo para
filosofar – fazer cogitamentos a respeito do assunto -, porém
evidentemente que talvez não cumprisse seu prazo de entrega
da matéria, até expor-se-ia a levar uma bronca do editor/FSP.
3. Reparar nas coisas pretensamente pensadas pelo autor:
– “… eles deveriam estar num outro lugar …”
– “… ou então em regime aberto …”
– “… não perder rumo de projeto nacional …”
– “… resta caminho árduo …”
– “… encarcerar não como de facção criminosa …”
– “… encarcerar … como cidadãos …”
– “… fazer (gastar) o que é preciso …”
– “… garantida a segurança de todos.”
4. Piada pura isso daí do autor! Afirma-se com todas letras:
“Faltou filosofar! O autor não filosofou, abusou e daí que deu
o que tinha de dar … fez-fora-do-pinico!”
5. Cada trecho acima destacado requereria um contextualizar.
E para dispor de contexto crível, que facilite deter atenção
conveniente, deveria haver um tempo para filosofar. Pois sem
filosofar … neca pau … nada de contexto!II) Reparar a seguir como se desenvolveria o filosofar.
1. Para cada tópico destacado, aplicar o sequenciar:
i) fenômeno
ii) analítico
iii) sintético
iv) eficácia.
2. Fenômeno “… eles deveriam estar num outro lugar …”:
– indivíduos perniciosos à coletividade pegos em flagrante
– lidamentos para impedir novas ações perigosas
– providenciamentos para penalizar e recuperar
3. Analítico:
– considerar indivíduos de só roubar, sem crime de morte
– coloca-se questão: “roubavam desarmados?”
– caso “não portar arma” abordar-se-á com A, senão A’
– opção A: “Qual gravidade no lesar”
– opção A’: “Qual grau na criminalidade”
– na “gravidade” buscar-se-á um relativo privar da liberdade
– conforme “grau” adotar-se-á severidade preventiva
4. Sintético:
– processo criminal e sentença judicial
– alojamento para cumprir pena
– oportunidade para adquirir compreensões e atitudes
5. Eficácia:
– indivíduo na coletividade sem estigma/desonra/vergonhaIII) Isso daí – um mero sumarizado – resultaria da atitude de
filosofar. Para cada sentença lá acima destacada, outro tanto!
Já pensou? “Credocruzes” está de boa medida de exclamar,
“No quê isso daí vai dar?”
1. Ocorre que o autor-colunista da FSP teve que produzir
uma matéria em tempo para a composição, a impressão, a
distribuição de modo que o leitor do veículo-mídia, no seu
momento de conforto, se deparasse com conteúdo para seu
gosto e entretenimento. Não teve tempo nem de se coçar, muito
menos para filosofar a respeito do evento em Benfica.
2. “Ora pois”, retrucará o indivíduo metido a filosofar, “assim
é muito barbadinha, até eu sei amorcegar, tiro de letra!”
3. É claro que caberá ao leitor o seu filosofar, se lhe convier!
(11/06/04)Miguel (admin)MestreGallagher, 10 de Junho de 2004 – 10:24 pm:
I) G.: “Nobres …”
Qíqéhíssúkúmpãnhêrô!II) G.: “… Apresentar Popper no ensino superior, …”
1. Epa ô pá! Colocou-se que o método socrático começasse
nas últimas séries do Fundamental e em todo o Médio.
Evidente que tudo devidamente calibrado, maneirado, sem
sobrecarga. Somente para exercitamentos, de leve, habituar
para leitura de fenômenos.
2. No Superior adotar a sistemática popperiana para dar
continuidade ao hábito vindo lá detrás. Pois já estaria em
tempo de gerar eficácias pra valer.
A sistemática de Popper, em duas versões:
– P’ -> TS’ -> EE’ -> P’’ -> TS’’ -> EE’’ -> P’’’ -> TS’’’…
— P’: situação inicial do problema a enfrentar
— TS’: tentativa de solução do problema
— EE’: processo de eliminação de erros na tentativa
— P’’: situação-problema revista.
ou
– Fenômeno -> Analítico -> Sintético -> Eficácia.
3. O método socrático está contido no popperiano.III) G.: “…sem jamais mencionar Kuhn …”
1. Sem essa! Tô fora! Passo!
2. Disponibilizar o socrático&popperiano não para discutir
filosofia! O curso de filosofia faz isso! Para os demais cursos,
o propósito seria tão somente de habituar pró cientificidades.
3. O modo de ver de Kuhn não facilita criar clima! Fica na de
interditar Popper, sem instrumentalizar pró-cientificidades!
Para o indivíduo na medicina ou química só interessaria um
espírito pró-cientificidades. E em tal espírito haveria o
filosofar diante de fenômenos.
4. Evidente que seja na medicina ou na geologia, os
fenômenos abordados não teriam nada a ver com as
disciplinas que estariam a estudar! Pois o intento estaria em
dotar de espírito aplicado em deslindar de fenômenos.IV) Colocou-se que “recém nascido já com saber”.
1. O propósito foi para interditar o designativo de “ignorante”
ao indivíduo que esteja de fora do ambiente. No mínimo é
dado ao indivíduo que é introduzido num novo ambiente, o
crédito da propensão para novo saber. Assim se dá a escalada
no ensino Pré -> Fundamental -> Médio -> Superior à Pós.
2. Na ótica humana, o nascituro está a se habilitar para
adentrar em novo ambiente, por saberes genéticos (química).
3. O profissional que acolhe a criança no primeiro ano do
Pré, dá créditos ‘a priori’, reconhece haver legitimidades aí.
O profissional que acolhe o jovem no primeiro ano da
faculdade, dá créditos ‘a priori’, reconhece legitimidades aí.
4. O raciocínio está assim:
– ao acolher um novato …
– o novato não está visto como “estranho no ninho” …
– pois no “ninho” o atuar se faz escalonado …
– e pelo escalonar o novato cresce em saber …
– e de saber em saber avança o ignorar …
– e só lá pelo graduar é que há demarcar de saber sabido …
– o saber sabido indica realmente o ignorar que resta …
– ignorar é todo o fora de sua área …
– mas tem um modo legal de se meter no a ignorar …
– pelo hábito de filosofar … encarar situações de fenômenos!V) G.: “… A. … dizer alguma … use suas próprias …!”
1. Xiiiiii …sobrou pro AH! Bem feito! Metido onde não é
chamado! Mexeu em marimbondo, levou ferro-ferroada!
(11/06/04)Miguel (admin)MestreFilosofar é … navegar, sair do porto, se mandar, pé na estrada …
I) De vez em quando aparece sentença mais ou menos assim:
“… em ‘lato sensu’ todas as pessoas seriam filósofas.”
1. Na sistematização existente no sistema de formação, há o
curso superior para a filosofia. Um site só para constar:
http://fil.fafich.ufmg.br/depto/inicio.html
2. O graduado/doutorado em filosofia adquire conhecimento
a respeito dos desenvolvimentos das idéias humanas; isso não
quer dizer necessariamente que ele se porá a filosofar por
qualquer da-cá-a-palha; porém sempre que houver propósito
de filosofar, ele se permitirá dar rumos e arbitrar sobre os
expressados.
3. Qual a vantagem de dispor de um graduado em filosofia
numa reunião de indivíduos a filosofar? Ocorre que para não
haver desperdícios e haver máximos aproveitamentos, as
idéias devem estar razoavelmente apresentadas, para reduzir
tópicos incompreendidos, evitar conversa ao léu, cair em
circulo vicioso, perder o fio da meada, propor obsoletos,
ater-se em superficialidades, alheio a situações paradigmáticas.
E quando é que há uma reunião de indivíduos a filosofar?
Toda vez que houver um propósito pró deslindar uma
situação de fenômeno.
E como surge a necessidade de deslindar um fenômeno?
Sempre que diante de situação de impasse, de gravidade,
enigmática, incompreensível, de perplexidade, sem rumo …
Só com graduado de filosofia?
Não de não!! Vale para sociólogo, historiador, cientista
político, psicólogo, os graduados em ciências humanas.
4. No Brasil atualmente há duas situações bem evidentes de
impasse&perplexidade:
a) MST,
b) criminalidade no Rio (e na nação).
Entende-se que em reuniões pró-filosofar, estaria provável
encontrar modo para nação tratar dessas questões. São duas
situações de fenômenos, inexistem racionalidades disponíveis
que dêem conta das situações.II) Popper & fenômeno.
1. Um proceder para crescimento do conhecimento:
P’ -> TS’ -> EE’ -> P’’ -> TS’’ -> EE’’ -> P’’’ -> TS’’’…
P’: situação inicial do problema a enfrentar
TS’: tentativa de solução do problema
EE’: processo de eliminação de erros na tentativa
P’’: situação-problema revista.
2. Colocado de outro modo, o esquema popperiano:
Fenômeno -> Analítico -> Sintético -> Eficácia.
3. O primeiro ato, de estar diante de algo-fenômeno, está o
momento para filosofar, necessário tempo pró filosofar.
4. Considerar MST que significa o perambular brasileiros
pelos acostamentos de estradas, que proporcionam choques
devido invasões&ocupações&destruição&abandonos. Não há
no Ocidente uma proposta paradigmática para tal fenômeno.
Nós brasileiros temos de criar fórmula, esquema, paradigma.
Filosofar já!III) Caso (sumário) de exercício de raciocínio
– Primeira Batalha do Rio está perdida, a cidadela caiu
– não interessa identificar omissos, sacanas, coniventes
– importa sim decidir-se para Segunda Batalha do Rio
– de “fazer a coisa certa”, evidente!
– reunir cabíveis, suficiências, consistências
– profissionalismo de primeira: vencer e só vencer
– BR tem em Os Sertões as situações paradigmáticas
– estudar e aprender e versionar e empreender …
– meta: “Resgatar Rio, gerar paradigma anti-crime”
1. Isso daí foi obtido em reuniões pró-filosofar.
(MCH, 11/06/04)Miguel (admin)Mestrea questão é histórica.Hitler para levantar a moral do povo que estava humilhada desde a primeira guerra e consequente perda de alsácia e lorena e imposiçao ao pagamento de indenizaçao a tríplice aliança usou o povo judeu como cobaia.Acusou esse povo de contribuir para a situaçao alema e entao iniciou seu exterminio.Estrategia que deu certo ja que a alemanha desenvolveu e iniciou a segunda grande guerra.sabemos entretanto que e fato que para acusar o povo judeu hitler se baseou na filosofia de nietzsche
Miguel (admin)MestreCOMO O MAIS NOVO APRECIADOR DO GENAIL NIETZSCHE, GOSTARIA DE FAZER UMA PERGUNTA POIS ADMITO QUE POR COMPREENDER A OBRA GENEALOGIA DA MORAL, ADMITO QUE NÃO CONSEGUI RELACIONAR COMO TEMAS COMO SABEDORIA, A ESPERANÇA, A FELICIDADE, O AMOR, O DESESPERO… ESPERO QUE POSSAM ME AJUDAR.
Miguel (admin)MestreNestes últimos dias tenho pesquisado um pouco sobre a obra de Fukuyama; O fim da História e o último homem. Lí alguns artigos e o Livro de Perry Anderso; FIM DA HISTÓRIA: DE HEGEL A FUKUYAMA, contudo ainda não tive acesso ao livro do Japonês. Caso algum de vc´s conheçam sites que forneçam esta obra, por favor, deêm uma dica.
Mas o motivo pelo qual escrevi neste tópico não é necessariamente solicitar dicas de site, pois estou prevendo que terei mesmo que comprar o livro. Então pensei que talvez possamos desenvolver aquí um debate acerca do tema levantado por Fukuyama(1).
1. Estaríamos presenciando um desenvolvimento do capitalismo tão intenso a medida de se mostrar capaz de eliminar qualquer alternativa de evolução da sociedade – evolução social, política, econômica, tecnológica – que não seja fundamentada nos valores da democracia e da liberdade “burguesa”?(2)
2. O Socialismo se desintegrou com a queda do Muro de Berlim por si mostrar impraticável, ou devido as investidas do capitalismo?
3. Ou seja, estamos diante do Fim da História? Findaram se as alternativas para a Evolução da sociedade, que se apresente mais satisfatório que o sistema capitalista?
(1) Acredito que este tópico melhor se adequa a este debate, pois, como será quase impossível responder a pergunta: COMO E QUANDO FINDARÁ O IMPÉRIO AMERICANO? podemos, pelo menos nos ater ao modo de produção que garantiu a ascenção econômica deste País, nos atendo, especificamente, a questão da veracidade ou não da inevitabilidade da sua permanência.
(2)É verdade que este termo: “liberdade” por sí só já merecem um debate a parte. Aquí me refiro a noção de liberdade germinada do liberalismo, teoria econômica e política.
Miguel (admin)MestreFilosofar sem corar!
I) Material buscado em “case” antigo referente à
obra de Popper [*]. Coloca-se trechos onde Popper
aborda a filosofia de Karl Marx:
– “ … sua análise da pressão exercida pela população
excedente sobre os salários dos operários empregados …”
– “ … seu esforço para explicar fenômeno da ‘exploração’ …”
– “… sua assertiva de que a tendência para miséria crescente
só opera, num sistema em que seja livre o mercado de
trabalho – num capitalismo perfeitamente sem restrições …”
– “ … disse que contratos coletivos só se oporiam ao capital se
estabelecessem uma espécie de monopólio do trabalho …”
– “… contratos coletivos poderiam impedir que o capitalista
utilizasse o exército industrial de reserva para manter baixos
os salários, forçar os capitalistas a se contentarem om lucros
mais reduzidos …”
– “ … ele justifica seu ‘Trabalhadores, uni-vos’ – era a única
resposta realmente possível a um capitalismo irresttrito …”
– “A teoria da população excedente e do ciclo e negócios
pode ser assim traçada: ‘O acúmulo de capital significa que o
capitalista gasta parte de seus lucros em novas máquinas; isso
pode ser expresso dizendo que só uma parte de seus lucros
reais consiste de bens de consumo, enquanto que parte deles
consiste de máquinas. Essas máquinas, por sua vez, podem
ser destinadas ou i) à expansão da indústria, para novas
fábricas, ou ii) á intensificação da produção, por aumento da
produtividade nas máquinas existentes. A primeira espécie de
máquina torna possível um acréscimo de emprego; a segunda
tem o efeito de tornar operários supérfluos.’ …”
1. Reparar que isso aí é a análise de Popper sobre o filosofar
de Marx.
2. Filosofar é:
i) deparar-se com fenômeno,
ii) aplicar-se com processo analítico sobre o fenõmeno,
iii) criar um sintético,
iv) precisar a eficácia contida.II) Filosofia. A seguir extraído de obra [**]
– Do grego ‘filo’ e ‘shofia’ ou seja ‘amigo’ e ‘sabedoria’.
O que caracteriza a filosofia é o amor à sabedoria. Para
Platão o “amor é a principal motivação da filosofia” (O
Banquete).
– Os antigos consideravam como filosofia o conjunto do
saber, do conhecimento humano, o saber universal.
– Aristóteles (384-322) primeiro a sistematizar o
saber, ao criar a Lógica, Física, Psicologia,
Cosmologia, Zoologia, Metafísica, Ética, Política,
Economia, Retórica, Estética.
– Com idade moderna, ciências se desmembram da
filosofia, cada área nas suas especificidades, o
conhecimento disparava em volume e abrangência,
não cabia mais resttringir em único ramo de saber.
– Cada ciência tem seu objeto. E o objeto de cada ciência é
uma fração da realidade total. As ciências não conseguem
fornecer ao humano uma visão do conjunto universal. A
ciência é o conhecimento limitado. A filosofia se proposita
gerar um conhecimento universal, atuar como ciência geral.
– Ditos:
“A filosofia é a explicação dos fenômenos do universo”
“Ciência das finalidades últimas da razão humana”
“É a ciência dos seres pelos primeiros princípios”
“É a ciência da universalidade das coisas”
“Leituras de fenômenos para colocar a razão diante dos mais
simples e mais gerais”.[* A sociedade aberta e seus inimigos”, Popper, USP/1987]
[** Lições de Introdução ao Direito, P.H.Siqueira Jr./1998]
(10/06/04)Miguel (admin)MestreAlex Haydin, 10 de Junho de 2004 – 1:16 am:
I) Colocou-se “Não consegue-se figurar uma tal escola anti-
filosofar…”
1. Nos EUA há aglutinados humanos – clubes ou seitas ou
minorias -, que juram de-pés-juntos não acreditar que o
humano esteve na Lua; há escolas a ensinar que o Mundo foi
criado. No Brasil há associação de indivíduos a difundir que
é puro fraude de fotos, o Holocausto.
2. Talvez haja algum curso ou associação ou faculdade numa
postura anti-filosofar, mas desconhece-se, nunca acessou-se a
publicação, na mídia nunca deparou-se com tal proposta.II) AH: “Pode ser que eu tenha entendido errado …”
1. Não! AH não entendeu errado! AH desentendeu! Pior!
“Entender errado” é leitura precária, simplória, tola. Mas
“desentender” é falta de leitura, desprovimento – indivíduo
de mente desprovida! Sai-de-baixo e dá-no-pé diante de tal
indivíduo!III) AH: “… Não há nada mais alienante do que a própria
filosofia …” (G)
1. Nas faculdades brasileiras o ensino de filosofia está a
andar pelas-caronas, está restrito dar a conhecer a história da
filosofia, abordar os pensadores e suas obras e os decorrentes.
Está correto assim proceder, mas está insuficiente.
2. O método socrático, só para exemplificar, deveria já iniciar
no ensino Médio; em todos os cursos do Ensino Superior
deveria haver, nos primeiros anos, aplicativos socráticos-
popperanos. Tais exercitamentos em caráter suplementar,
sem disciplina específica, somente para inculcar exercício de
raciocinar pró cientificidades.
3. No adquirir propensão pró atuar cientificamente, a filosofia
tem tudo a ver.
4. Está errado AH colocar “alienante” pois o conhecimento
atual – infinitude de paradigmas no Ocidente -, começou com
Sócrates-Platão-Aristóteles, renovou com Cristo, acelerou
com Galileu e Newton, e disparou com muitos outros, já do
conhecimento de todo mundo. Na atualidade/2004, está
bastante oportuno ler e empregar as propostas de Karl
Popper.IV) AH: “… inutilidade que ela representa, com a sua
terminologia…”
1. No estudar filosofia, necessariamente deve adquirir o
conhecimento, de como a razão humana chegou onde
atualmente se encontra.
2. Ocorre que no ensino Superior há quase que completo
descaso para com embate intelectivo. Ocorre que há uma
confusão – âmbito nacional -, referente ao propósito do
embate filosófico.
3. Não interessa fazer embates a respeito do passado: quem
falou disto, motivos para falar disso, antagônicos daquilo …
O que foi proposto ao longo dos 2400 anos é matéria para
conhecimento das situações paradigmáticas, pelas várias
épocas da civilização do Ocidente. Porém nada de embates!
4. Interessa – para dispor de eficácia no embate -, abordagens
de coisas de cotidianidades regionais, nacionais, ocidentais,
globais. Porém isso não ocorre nas faculdades em geral, de
modo sistematizado, e isso está a danar a coletividade.V) AH: “… A filosofia se tornou puro diletantismo …” (G)
1. Espírito pró cientificidades não é natural nem ingênuo, é
racional, deve ser adquirido não em modo de conhecimento,
mas sim pela praticidade, habilidade de proceder.
2. A coletividade brasileira está praticamente anulada quando
ao espírito pró cientificidades. Um médico não tem nada a
ver com espírito pró cientificidades, da mesma forma
engenheiro, economista, geólogo e muitos outros. Entretanto
todos esses pasdaram pelo ensino maior nacional, pelo ensino
último, de topo.
3. A coletividade brasileira se deixa tripudiar por si mesmo,
incautamente – nação sistematizou o ledo-engano.VI) AH: “… Se existe ‘amigo do saber’ seria de se pressupor
que existisse ‘amigo da ignorância’…” (G)
1. A partir de Sócrates começou a era do “amigo do saber”,
para nós do Ocidente, “saber” adquiriu status de sujeito … O
Senhor Saber, e com não-saber surgiu classificação humana:
indivíduo que sabe das coisas, que não sabe das coisas.
Decorrente dessa esperta classificação, iniciou a decadência
da instituição da escravidão.
2. Reparar que já com Cristo o saber coloca pra valer uma
separação entre aqueles que-sabem daqueles que-não-sabem.
Quando Galileu disponibiliza avistar a Lua, à autoridade
eclesiástica, ocorre um navalhaço com-saber do sem-saber.
3. No desenvolvimento do conhecimento humano surgiu uma
escala de Saber e Pouco-Saber e Não-Saber.
Na atualidade o indivíduo considerado como “ignorante” não
ocorre nem mesmo no nascer! Está reconhecido que o recém
nascido já detém saber.
4. A expressão “amigo do saber” está parecida com “amigo
do livro” ou “amigo do bairro” ou “amigo do rio” …VII) Considera-se que AH denota apreciar bancar ora franco-
atirador, ora coelho-pra-raposa, ora mente-de-aluguel. O tal
de G. não está para companhia recomendável, ô AH! Sai
dessa, cara! Sabe lá se G. não visa simploriamente detonar
com o assunto! Te cuida, AH, há laço pra tudo! AH entra
ingenuamente … acabará por se ralar!
(MCH, 10/06/04)Miguel (admin)MestreAo comentar uma das minhas mensagens MelvinCh(M) escreve:
“Não consegue-se figurar uma tal escola anti-filosofar…”
Pode ser que eu tenha entendido errado, mas não custa nada dar uma olhadinha aqui:
http://www.consciencia.org/forum/messages/1/75.html?1086828994#POST5599:
“Não há nada mais alienante do que a própria filosofia, cada vez mais se mostra a inutilidade que ela representa, com a sua terminologia e significância que se tornaram um verdadeiro cipoal intransponível. A filosofia se tornou puro diletantismo.
O próprio termo “filosofia” já é uma tremenda estupidez. Se existe um “amigo do saber” seria de se pressupor que existisse um “inimigo do saber” ou um “amigo da ignorância”, o que é uma grande bobagem. Ou seja, em lato sensu todas as pessoas seriam filósofas” Gallagher em 09/06/04
absMiguel (admin)MestreA moral nada mais é do que um conceito que nos faz parar de pensar e refletir, de buscarmos nosso proprio conhecimento.
Nos coloca em uma posição rebaixada e sem mudanças.
O fato de ser contra a moral, só nos leva a sermos seres que lutam por algo e que não decaem a qualquer culpa. COm um campo de visão aberto, nos ensinando e sermos mais críticos e a refletir um pouco mais sobre certas coisas.Miguel (admin)MestreSociedade aberta (Karl Popper)
I) Dois extraídos de textos.
1. “… O crescimento do conhecimento – processo de
aprendizado – não é processo cumulativo, mas processo de
eliminação do erro: seleção darwiniana, ao invés de instrução
lamarckiana.”
[“Karl Popper, Filosofia e Problemas”, O’Hear, Unesp/1997]
2. “… querela entre os partidários de Lamarcke e os
darwinistas está hoje definitivamente sanada a favor destes
últimos. Enquanto as biologias de sabor lamarckizante, caras
aos marxistas, propunham que os organismos são capazes de
variações dirigidas de acordo com pressões do meio, Darwin
concebera mutações como cegas e aleatórias, encarregando-
se o meio de seleccionar diferencialmente as adaptativas,
uma escassa minoria …”
http://ubista.ubi.pt/~comum/gradim-pombos.htmII) Considerar o figurativo de “moeda”:
– “face” Estado,
– “corpo” Democracia&Capitalismo,
– “face” Coletividade.
1. Quatro complementos resultantes do criar humano; nada
de definitivo, tudo sempre a mudar; considera-se mudanças
segundo o modo darwiniano, ou seja, não há chance alguma
ao ser humano de planear mudanças futuras em Coletividade,
Democracia, Capitalismo, Estado.
2. Entre o Estado e a Coletividade deve haver um interagir
permanente, acirrado, forcejado, pauleira, arranca-rabos. A
Coletividade quer-porque-quer que Estado faça a coisa certa.
Claro que Estado quer fazer a coisa certa, mas como … como
fazer a coisa certa? Por sua vez a Coletividade não quer saber
disso de “como fazer?” … ué, que o faça e fim de papo!
3. Eis nó-górdio de mundo a entravar, obliterar,
obscurecer. A coisa é simples de identificar, é
bem razoável para abordar, quase impossível de
levar adiante – para algumas nações!III) Caso (“case”).
1. No noticioso noturno televisivo, imagens de fila sem-fim,
daquelas de dar voltas em quarteirão, composta de velhinhos
e pobrezinhos e machucadinhos e necessitadinhos, ou seja a
parcela da população mais carente do mundo … a aguardar a
retomada de atendimentos, por parte dos servidores públicos,
que encerravam sua paralisação de 45 dias. Abertas as portas
do atendimento, a agonia dos indivíduos continuou, até
piorou, a espera das coisas feitas assumiu ares de indefinidos.
2. Recorda-se o modo de abordar popperiano:
– “Para qual problema a proposta constitui uma solução?”
– “Esta é uma solução para que problema?”.
3. No enfrentamento da autoridade pública diante do servidor
público, o público – sim, o público! -, de antemão foi deixado
de fora, descartado de tudo. Eis então que 45 dias após, o
público forma fila para vir a dispor daquilo que, 45 dias antes
deveria dispor!
4. O que houve com o servidor público? Nada de ônus nem
de ganho! Certo que retornam aborrecidos, derrotados, com
ganas de desrecalcar! E então se deparam com o público
suplicante, humilhado, deprimido, submetido … Provável –
certamente! -, que a soberba do servidor rebaixará mais ainda
o público ao seu arbítrio.
5. Considera-se que a Coletividade cinicamente deixa passar
tal des-humanidade, a autoridade e o servidor cinicamente
visam noutro tempo adiante confrontar, e o Estado arruína!IV) Causo de quê “Estado arruína”?
1. Toda vez que deixar de “fazer a coisa certa”, passa uma
chance de mudar alguma coisa inadequada, e em sucessivos
“não fazer coisa certa” o erro descaracteriza, até desaparece.
E viu-se que pela proposta de Popper, deve ser eliminado o
erro, pois assim é que o conhecimento avança.
2. E todo mundo tem presente na mente que o conhecimento
é o meio próprio de interagir entre Coletividade e Estado.
Reparar que o conhecimento dá o caráter nacional, dá o
espírito nacional, dá a cultura nacional, dá a ambição
nacional.
(MCH, 09/06/04) -
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