Miguel (admin)

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  • em resposta a: Filosofia e Teoria da evolução #73529

    OLá Pessoas!!!! Ando imconformada com a atitude de professores meus com relação a não abertura para discussão de assuntos como evolução humana. Recentemente fiz uma avaliação de psicobiologia e uma das questões era: Em termos comportamentais e / ou evolutivos comportamentais o que diferencia o ser humano dos outros animais, inclusive o seu parente mais próximo o chimpanzé?”. Em minha resposta enfoquei a capacidade intelectual de desenvolver a linguagem escrita, mas a professora desconsiderou minha questão alegando que a resposta correta era “a capacidade de evoluir culturalmente ou a teoria Lamarckiana”. Confesso que estou até hj indgnida, pedi revisão de prova e mesmo assim a minha nota medíocre (7.5) foi mantida. O que vcs têm a dizer quanta a esta questão?
    Obrigada,
    Jane.

    em resposta a: O nome da Rosa e Aristóteles #74173

    Olá Paloma,

    Escolástica vem do latim “scholasticus” que quer dizer “o que se ensina ou se estuda na escola”. Esse termo, contudo, desde o Renascimento, se aplica ao pensamento filosófico que se desenvolveu ao longo da Idade Média, neste caso entendida como o período de tempo comprendido entre a queda do Imperio romano do ocidente (476) e a conquista de Constantinopla pelos turcos (1453). Sabe-se que, além de uma Escolástica cristã, existiam também uma Escolástica árabe e uma Escolástica judía, mas, no sentido estrito, e limitando a questão ao ocidente, se chama «Escolástica» à filosofía e à teología que se ensinavam nas escolas latinas da Idade Média.

    Toda a filosofía Escolástica se caracteriza por um duplo (e problemático) recurso à autoridade, representada pelos textos sagrados da Biblia e pela tradição dos Padres da Igreja. (Para entender como a filosofia clássica entra nessa história. Havendo duas autoridades, a fé e a razão, a tensão era cada vez maior, já que no  evoluir da reflexão filosófica a razão luta cada vez por mais espaço, e, assim, de maneira crescente se aplicava e criticava a autoridade com interpretaçoes diversas que lutavam pela liberdade de reflexão. Por isso, durante toda a filosofia medieval, o tema central foi o debate “Fé e Razão”. Sobre a cultura e a educação da época, vc poderá encontrar muito material em “O espirito da filosofia medieval” de Etienne Gilson.

    Tendando resumir algo aqui, é importante notar que o termo “Padre da Igreja”, nesse contexto, é reservado a poucos, sendo um dos mais importantes Sto. Agostinho, que enunciou o lema que apontou o caminho na escolástica: «a fé que busca compreender». As questões que se sucederam daí, acerca da autoridade da fé e da razão, foram se agravando e alternando entre “a fé que busca compreender”, ou a fé que busca a razão, e “a razão que busca a fé”, com os intermináveis debates sobre as questões de primazia dos métodos. (A tensão se agravou ao limite com a entrada dos textos Aristóteles no ocidente, trazidos pelos árabes, que foram fermento para um certo racionalismo que foi visto com suspeita pela teologia.)  

    A Escolástica se caracteriza preferentemente por seu método; e justamente do respeito e cultivo excessivo ao método nasce o sentido pejorativo do termo «escolástico». O método escolástico, que se elabora com o objetivo primario de ser un instrumento didático,  se baseava na lectio (leitura de textos) e na disputatio (discussao pública). A leitura comentada de textos davam origem aos “Livros de Sentenças”, algo semelhante as nossas “apostilas com notas de aula”, quando os professores respondiam às perguntas elaboradas nos cursos. Além desses, frequentemente apareciam também “comentários sobre os livros de sentenças”. As disputas académicas eram organizadas sobres questões polêmicas diversas em que os alunos procuravam mostrar domínio sobre um tema. Tomás de Aquino se destavaca nessas disputas e não é sem razão que foi indicado pelos dominicanos para assumir uma cátedra quando terminou sua formaçao.

    Mas por enquanto fico por aqui :-)

    (Mensagem editada por fox em Maio 11, 2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72566

    Rasto nas lides cotidianas.

    I) Parte da ‘intelligentzia’ BR está a se fazer de desentendida.
    Batem-pé e se garantem … não querem não querem não
    querem entender reportagem NYT … ninguém vai obrigar!
    1. Considera-se o seguinte: o jornalista do NYT fez um
    levantamento do rasto do LulaSemEstudo. O rasto tem muito
    a dizer de várias maneiras, o jornalista optou pela variante do
    LulaPinguço, mas o rasto permitiria outras abordagens sobre
    as chocarrices do LulaSemEstudo.
    2. Recorda-se neste fórum, meses atrás, foi-se atrás do rasto
    de mensagistas que estavam a se pavonear, dar tom&som
    sem mais nem menos sem eira nem beira; confrontou-se com
    tipos abusados, metidos a falar pelos-cotovelos, sem qualquer
    exercício de raciocínio.
    3. Em ambiente de discussão pela palavra escrita, zelar pelo
    rasto é essencial; nos cursos, os estudos de casos visam dar
    aos discutidores vários chances de se assegurar coerência,
    consistência e continuidade, no que rola pelas mensagens.
    4. Caso indivíduo não atuar paradigmaticamente, não zelará
    pelo rasto formado, e acabará por “cavar própria sepultura”.
    5. LulaSemEstudo é desprovido de infinitude de paradigmas
    convencionais para atuar junto à coletividade. E a zorra que
    pulula à sua volta está no mesmo nível, também é pura
    ignorância.
    6. A ‘intteligentzia’ BR deveria dar atenção aos rastos, a
    começar com cada um consigo. Assim BR começaria a fazer
    alguma coisa certa!
    7. O Mainardi na Veja/05/05/04, recordou vários medalhões
    que optaram pela bobeira 61%: “Arnaldo Jabor, Marcelo
    Coelho, Janio de Freitas, Eliane Cantanhêde, Luis Fernando
    Verissimo, Antonio Candido”.

    II) Cá no BR: “ … O Ministério da Saúde trabalha para tentar
    convencer o governo e o próprio presidente Lula – assim
    como pessoas de projeção política social, como artistas -, que
    devem policiar-se para não beber/fumar em público …”
    http://ram.uol.com.br/materia.asp?id=429

    III) Lá nosEUA:
    – “ … Se resolver comprar cigarros ou bebida alcoólica, terá
    que mostrar sua identidade (maioridade) e, não poderá beber
    na rua, nem conduzir no banco do carro …”.
    http://www.imigrar.com/suahistoria18.shtml
    – “ … Não se pode beber uma cervejinha numa boa num bar
    de esquina, pois não há bar de esquina e os pontos de vendas
    de bebidas alcoólicas é restrito e sempre de difícil acesso? …”
    http://www.brazzil.com/forum/viewtopic.php?t=286
    – “ … em Salt Lake City … Quem for assistir aos Jogos (é
    esperado 1,5 milhão de visitantes, incluindo 9.000 jornalistas)
    não vai encontrar bares para tomar uma cerveja e relaxar. As
    bebidas alcoólicas, repudiadas pelos mórmons, só podem ser
    encontradas em alguns “clubes”, que cobram cerca de 7
    dólares de entrada. Beber em público, nas ruas, é proibido
    por lei. Para driblar o frio rigoroso, as autoridades municipais
    permitem apenas que seja servido uma espécie de rum não-
    alcoólico em alguns lugares pré-selecionados …”
    http://www.ceap.com.br/femormon/noticigreja.htm
    (MCH, 11/05/04)

    em resposta a: Vontade De Poder #77266

    Não consigo entender como alguém possa entender Nietzsche “como o ultimo referencial da verdade”.Para minha mitologia filosófica particular (abreviação MFP) Nietzsche se encontra ao lado de Pascal,Kierkgaard,Emil Cioran (etc).Entendo que dois elementos unem esses filósofos: o estilo pessoal de escrita “quase autobiográfica” (como diria Susan Sontag) e o que chamo (permita me a liberdade) de “pessimismo metafísico”.Pessimismo metafisico, porque (grosso modo) se trata de um desgosto com a própria existência e não com condições que podem variar durante a vida(“escrevo”,não se trata uma revolta contra as vicissitudes da vida).
    Kierkgaard possui o “pulo ao desconhecido” assim como Nietzsche possui sua verdade artística (ou artificial).Mas creio que ambos partiram do mesmo solo, ou melhor, da ausência de solo.
    Apesar disso penso que ao menos Nietzsche e Cioran (não conheça Kierkgaard o suficiente, ainda) não trocariam a feliz alienação do homem comum ( ou de um santo) às sutilezas da razão.Então, ambos agem em revolta contra a ausencia de uma verdade certa e segura.Nietzsche valora (ou transvalora) artificialmente e Cioran sarcasticamente se auto destrói (como todo bom metafisico) e se espreguiça de existência.
    Enfim, (para não demorar demais) acho que a filosofia de Nietzsche é muito sutil (chega até a dar tontura como diz Gerard Lebrun), essa dialética louca é caracteristica da filosofia dele assim como o é da filosofia de Pascal (talvez daí venha as contradições).Também creio (só creio mesmo..) que Nietzsche possua um pessimismo irônico que ultrapassa uma leitura apenas estruturalista de seus textos…respirando o ar de suas obras a vontade de potencia “realmente” me parece artificial (ou artística).Mas, a vida não é mesmo uma obra arte?…Só Deus sabe!..

    em resposta a: O Mito da Caverna #73987

    Sou estudante de filosofia e estou querendo aprofundar os estudos sobre a caverna de Platão. Gostaria de contar com a gentileza de me enviar uma relação de livros para pesquisar o tema. Não precisa ser diretamente relacionado à Platão. Pode ser, por exemplo, algo sore o sentido de caverna na mitologia grega.
    Desde já agradeço a atenção.

    em resposta a: PT ELEITO #72565

    I) NYT: “Hábito de beber de Lula se torna preocupação
    nacional … nunca escondeu seu apreço por copo de cerveja,
    dose de uísque ou, trago de cachaça, o potente aguardente do
    Brasil. Mas alguns de seus conterrâneos começaram a se
    perguntar se a predileção do presidente por bebidas fortes
    está afetando sua atuação no governo …”
    1. Êi Leitor desde fórum, podes crer, o sentido do destaque,
    coisa de lá, não está entendível nas bandas de cá.
    2. No texto NYT:
    – “Brizola: – Mas ele tinha um problema. Se eu bebesse como
    ele, eu estaria frito”
    – “imprensa brasileira publica fotos do presidente com olhos
    turvos e rosto corado”
    – “muitas referências aos churrascos de fim de semana na
    residência presidencial, nos quais a bebida corre solta”
    – “Lula nunca é visto sem uma bebida na mão”
    – “Mainardi: – Dou um conselho para Lula, pare de beber em
    público”,
    – “maior garoto -propaganda da indústria do álcool com seu
    consumo explícito”
    – “Humberto: – Sugiro que o avião de Lula seja designado
    Pirassununga 51″
    – “várias gafes que ele tem cometido em público”
    – “como candidato, ele ofendeu cidade vista paraíso dos gays
    ao chamá-la de um pólo exportador de 'veados'”,
    – “…numa cerimônia realizada aqui em fevereiro para
    anunciar um grande novo investimento, por exemplo, Lula se
    referiu duas vezes ao presidente da General Motors como
    presidente da Mercedes-Benz.”
    – “Em outubro, em dia em homenagem aos idosos do
    país, Lula disse: 'Quando se aposentarem, por
    favor, não fiquem em casa atrapalhando a família.
    Tem que procurar alguma coisa para fazer' …”.
    – “No exterior, Lula também cometeu seus tropeços. Em uma
    visita ao Oriente Médio no ano passado, ele imitou o sotaque
    árabe falando português, com os erros de pronúncia e tudo, e
    em Windhoek, Namíbia, disse que a cidade parecia ser tão
    limpa que ‘nem parecia a África’ …”.
    3. A reportagem tem enderêço certo: ‘intelligentzia’ do BR.

    II) Reparar idéia-letreiro:“EUA NECESSITARÁ DO BR”.
    1. Isso aí deveria estar gravado na memória dos indivíduos da
    ‘intellingentzia’ brasileira, de universidades e mídias e nas
    instituições empresariais.
    2. O brasileiro deveria estar a mil em conjecturas quanto aos
    contextos político-estratégicos planetários adiante no mínimo
    duas décadas.
    3. China está com 400 milhões de indivíduos a prosperarem,
    e outros 800 milhões na de pobretada-escrava. Indispensável
    tratar China&Japão em confederativo. Cada metro quadrado
    na superfície estará com dono, dois “donos” prevalentes:
    Ocidente e Oriente.
    4. Caso EUA não confederar com BR, CH&JA o fará.
    5. E o continente africano poderá cindir em dois lados: do
    ocidental e do oriental. A velocidade de “anexação” é que
    fará a diferença. A partir do território BR, está barbadinha
    “anexar” para o lado de cá do Ocidente.

    III) Reparar no seguinte “case” desenvolvido :
    1. “Continente África: 700 milhões de habitantes vivendo em
    52 Estados, área de 30 milhões de quilômetros quadrados, a
    população vive situação incomparável de tragédia humana.”
    http://www.tvcultura.com.br/aloescola/historia/guerrafria/guerra10/terceiromundo-africa.htm
    2. BR, centenas de milhares de famílias-agricultores a vagar
    pelas beiras de rodovias, ocupados em ocupar-desocupar
    propriedades rurais; reivindicar uma reforma agrária que
    consta no papel-manso da Carta/1988, mas está sem chance
    de implementar e, na medida que crescem os movimentos
    reivindicatórios mais inviável se tornam os atendimentos.
    3. BR necessitará – literalmente -, de “se livrar” das bolas-
    de-ferro que representam os movimentos reinvindicatórios.
    4. Recordar o que os europeus fizeram no século XIX:
    facilitar migrações em massa da população que estava
    distante de alguns novos padrões de vida na época; alemães e
    italianos e outros migraram para continente americano.
    5. BR deverá repetir modo europeus: favorecer que
    massas populacionais migrem para países África.
    Está razoável considerar que asiáticos promoverão
    deslocamentos populacionais para África.

    IV) O Ocidente ficaria assim: UE&UA&Àfrica
    (10/05/04)

    em resposta a: PT ELEITO #72564

    I) O Globo, 09/05/04, Veríssimo: “… a UE pode ser vista, ou
    imaginada, de alternativa a bárbaros hoje liderados por Bush,
    o Flagelo do Texas. Há leves indícios de renascimento da
    esquerda – Espanha, França -, mas a própria idéia pan-Europa
    agregadora é uma idéia solidarista …”.
    1. Considera-se Veríssimo tipo puramente de mente obtusa,
    obliterada, colunista de OGlobo e OESP; é jornalista do Sul.
    3. Na Veja 05/05/04, Mainardi tascou: “ … militante petista
    L.F.Verissimo comemorou fim do clientelismo e fisiologismo
    tucano assim ‘uns caddies miseráveis que adotam hábitos dos
    ricos para os quais carregam o saco de golfe’…”.
    4. Olavo de Carvalho, 05/10/1999: “Falsíssimo Veríssimo …
    O sr. Luís Fernando Veríssimo, que na juventude chegou a
    ser engraçado, tornou-se na idade madura um exibidor
    profissional de ódio político paramentado de indignação
    moral … Eu nunca tocaria no nome do sr. Veríssimo se ele
    não houvesse tocado no assunto …
    … desenvoltura presunçosa do palpiteiro que, se imaginando
    um pregador entre índios …
    … sr. … jamais tendo se notabilizado como praticante de artes
    matemáticas, não tendo feito outra coisa na vida senão juntar
    palavras em vista do efeito desmoralizante que pudessem
    exercer sobre seus desafetos políticos …
    … sr. … compreenderia que a retórica não faz mal nenhum ao
    Brasil, pelo simples fato de que há décadas está ausente do
    nosso currículo escolar …
    … sr. … age com plena inocência, porque não tem a menor
    idéia do que está dizendo. …
    … sr. … jamais seria esperto o bastante para pensar numa
    coisa dessas …
    … sr. … como aliás toda a geração de pessoas que hoje
    dominam o pequeno jornalismo e o show business …
    … sr. … de um prestígio e de uma autoridade absolutamente
    desproporcionais às suas capacidades.
    [Nota; o texto contem 1640 vocábulos, está no site
    http://www.olavodecarvalho.org/textos.htm ]

    II) Conhecidos do SUL/Porto Alegre, relatam que Veríssimo
    durante quatro anos do governo petista (1999/2002/RS),
    se pôs descer-a-lenha no FHC, matreiramente se desligou do
    descalabro às vistas de todos gaúchos, petistas com pressa de
    arruinar autoridade estadual – petezada expulsou instalação
    da Ford para Bahia.
    1. V. é indivíduo sem estudo, não conseguiu concluir coisa
    alguma em estudos, cresceu no vácuo do pai, um escritor
    muito benquisto dos gaúchos. V. vende livrecos à beça –
    estorietas infantis -, e suas crônicas que considera-se raladas
    de besteróides.
    2. Das que ouve-se sobre Sul, V. viveria pra férias, ficou sem
    assunto pois gaúcho defenestrou petezada, e V. não consegue
    entender o que há no DF com LulaCachaceiro.

    III) Agora V. está a esperançar com “nova esquerda” como
    provavelmente deve ter estado com Terceira Via/90 e com
    Miterrand/80s e Fidel Castro/60s.
    1. Neste fórum há tipo F. de-esquerda similar ao V., está
    sempre a auto-esperançar e auto-desperdiçar tempo de vida
    assim … morre-na-praia e ressuscita e morre-na-praia e
    ressuscita e morre-na-praia …
    2. V. de-esquerda escreve “pan-Europa” mas ignora processo
    confederativo em curso, estaria a esperançar a petezada-de-
    esquerda, mas logo onde … n’OGlobo? Não vale um vintém-
    furado esse colunista falsíssimo que se diz “veríssimo”.
    (MCH, 10/05/2004)

    em resposta a: Representação política e movimento estudantil #78318

    Tiago,

    obrigado por divulgar minha posição. Entretanto, observo que a parte após o “(…)” é minha descrição da posição de Maurício que, aliás, ficou truncada. Esclarecendo, minha posição é de que o RU não deve oferecer refeições subsidiadas para não carentes (nada tenho contra o RU oferecer refeições para os alunos em geral, mas penso que o subsídio deve ser concedido apenas aos carentes). A questão de se insistir no subsídio de todas as refeições às custas da FAURGS é a posição de Maurício, que é social-democrata – diferente de mim, que sou neoliberal.

    Mais uma vez, em todo caso, obrigado pela divulgação dentro de tuas possibilidades de entendimento.

    Saudações liberais,

    Régis

    em resposta a: Representação política e movimento estudantil #78317

    De fato as nossas representações são (eufemísticamente) um tanto falhas. Mas também poderia ser diferente? Já que certos estudantes tem uma postura tão absurda quanto um tal Régis que coloca o RU como um serviço a ser utilizado somente pelos carentes! Ora, numa universidade federal, o ideal era que todos os brasileiros, estudantes ou não, que compreendessem este espaço enquanto necessário, tivessem acesso a esse. Mas vejam só como um de nossos colegas se refere a esta questão:

    “Por exemplo, minha postura política em relação ao RU é ir comer tanto quanto possível no mesmo para mostrar o ridículo da UFRGS desviar dinheiro da educação para a indevida assistência estudantil para estudantes que, como eu, não precisam de subsídio nas refeições. Meu objetivo é que acabe o subsídio para os estudantes não carentes.(…)então, nesse contexto, a degenerescência de um RU que subsidia enormemente as refeições inclusive de alunos não carentes é uma forma (torta… reconheça-se) de fazer com que essa maracutaia reverta um pouco mais em favor do interesse relativamente público (o dos estudantes da UFRGS que pelas mais diversas razões, muito distintas da carência, comem nos RUs…”

    No mínimo, isso é um absurdo, uma posição neo-liberal que, com a desculpa de diminuir gastos, também dimínui o papel do estado, destinando de maneira trágica o próprio estado a seu fim, sob as garras do capital privado.

    Bom, é isso

    em resposta a: Representação política e movimento estudantil #78316

    Para abrir a discussão…

    O blog de um dos representantes do DCE acaba de ser “divulgado em massa”, junto com alguns comentários que “ajudam a notar” certos pontos-chave do seu discurso… Cansamos de ouvir que o DCE luta por nós, que quer reconstruir o movimento estudantil, etc. Mas o que se vê no site é o mais puro alpinismo político, com frases como “Ainda tem o meu intenso, e muitas vezes produtivo, envolvimento com política, que certamente vai me render bons frutos no futuro” ou “Minha participação na política universitária abre grandes caminhos para mim e preciso trilhá-los comcuidado e persevernaça [sic; queremos acreditar que é 'perseverança'].”
    Abrimos, pois, este fórum, para discutir a necessidade e a pertinência de representações políticas, bem como avaliar a conduta de nossos atuais “representantes”.

    em resposta a: O nome da Rosa e Aristóteles #74172

    Gente socorro, preciso de obter informações referente a Ecolástica – Tomás de Aquino pré-fomista e a cultura e educação antes de Tomás de Aquino.
    Se puderam me ajudar eu vou agradece de coração.

    Atenciosamente

    Paloma Ferreira

    em resposta a: Representação política e movimento estudantil #78315

    Alea Jacta est!

    em resposta a: PT ELEITO #72563

    Fernando, 07 de Maio de 2004 – 9:37 am:

    I) F.: “ … espírito de ocidente, pode significar brutalidade …”
    1. O Ocidente resulta de uma sucessão mais ou menos assim:
    atenienses + romanos + cristandade + mouros&ibéricos + britânicos +
    europeus + norteamericano. Alguns detalhes:
    – Em 1830 escravos trabalhavam nos canaviais, em 1980
    bóias-frias cortavam cana, em 2004 corte da cana está quase
    totalmente automatizado por automotrizes.
    – Em 1965 um colheitadeira de soja completava 50 sacas por
    hora, em 2004 a colheitadeira completa 1000 sacas por hora.
    – Nalgum tempo remoto passado, o personagem masculino
    arrastava o feminino pelos cabelos, na atualidade o feminino
    pinta&borda.
    – No século XIX a espectativa de vida estava pelos 50/70
    anos, no século XXI está pelos 80/100 anos. No ano de 2003
    foram feitos mais de 10 mil transplantes.
    – Dá para conjecturar que regimes de tirania não mais tem
    chance de se instalar e prosperar nos estados nacionais do
    Ocidente.
    2. Há uma infinitude de situações para caracterizar que o
    espírito do ocidente versionou bastante paca! Evidente que
    falta.

    II) Espírito Ocidente não está em faltas&abusos&crimes. A
    leitura paradigmática deve buscar a reação suscitada, é aí que
    estará identificado o espírito. Casos na FSP, 07/05/2004:
    – FSP, 07/05/2004: “ … Seis soldados da 372ª Companhia, …
    deverão ser submetidos a uma corte marcial … Seis oficiais
    receberam reprimendas que puseram fim a suas carreiras …”
    – “…Um dos soldados era empacotador num supermercado
    local. Outro era mecânico de carros. A maioria se tornou
    reservista para conhecer o mundo, camaradagem, dinheiro
    extra, créditos universitários … não imaginavam participar de
    guerra nem que iriam operar uma prisão sombria …”
    – “… residentes sentem pela 372ª … alguns se disseram
    enojados com imagens. ‘Chorei quando vi fotos’, disse ex-
    reservista da 372ª. ‘Pensei como pôde alguém fazer?’ …”.
    – “…Graner se envolveu em divórcio litigioso … ex-mulher o
    acusou de espancá-la, ameaçá-la com armas, persegui-la
    depois da separação do casal/1997, invadir casa. ‘… me
    ergueu do chão e jogou contra parede’ disse.”

    III) Reparar mais trecho, daquele feminino faceirão:
    “…O rosto que se tornou mais conhecido no escândalo
    pertence a uma mulher: a soldado raso England, que em
    várias fotos faz sinal de positivo com os polegares, com
    expressão animada no rosto. Treinada para ser administradora
    no Exército, England, que não foi acusada formalmente,
    ajudava a processar prisioneiros, tirando suas impressões
    digitais e arquivando relatórios. ‘Ela não os guardava, só os
    fichava’, disse sua mãe, T. ‘Simplesmente aconteceu de ela
    estar lá quando tiraram aquelas fotos.’
    Mas oficiais dizem que England, 21, pode ter visitado a
    prisão com freqüência porque tinha uma relação romântica
    com Graner. Eles dizem que ela está grávida.
    Amigos e parentes descrevem England como independente e
    forte, ‘uma mulher que não tem medo de quebrar as unhas’,
    nas palavras de S. que também já serviu na 372ª. Ela entrou
    para os reservistas quando ainda estava no colégio, passando
    por cima das objeções da mãe, porque queria dinheiro para
    pagar sua faculdade. ‘Não era que não pudéssemos pagar’,
    contou sua mãe. ‘Mas ela quis fazer tudo por conta própria.
    Ela é assim, teimosa.’ Lynndie England nasceu no Kentucky
    e, quando menina, adorava temporais e tornados…”

    IV) No BR, espírito do Ocidente se sobrecarrega
    de desconexos, tende a ficar pra trás, devido um
    espirito-de-esquerda prevalente que a) instala
    viseiras anti vista larga, b) espanta bemfazejos,
    c) atropela raciocínios.

    V) Frias, FSP, 06/05/2004: “…Outra contribuição inadvertida
    do atual chefe de governo é sua própria maneira de ser. A
    cada vez que Lula se mostra como é -desabrido, rudimentar,
    desorientado-, ficam reforçadas, por contraste, as
    características de discernimento intelectual e elegância
    cosmopolita que estão associadas, não sem motivo, à imagem
    popular do ex-presidente.
    Começa a ficar mais claro o que houve com Lula. Ele
    achava que mudar dependia da boa vontade do governante.
    Como católico que é (essa a sua “ideologia”, no fundo),
    imaginava que pessoas bem intencionadas, como ele próprio,
    fariam o “bem” uma vez no poder. Não sabia que a latitude
    de decisão é muito estreita; a administração pública, muito
    complexa; as estruturas, mais poderosas que as pessoas …”.
    1. Incapacidade de leituras paradigmáticas devido
    indivíduo sem estudo, de mente ocupada no engenho
    empírico.
    (07/05/2004)

    Gostaria de me inteirar sobre o significado da frase os homens, embora devam morrer, não nascem para morrer, mas para recomeçar.

    em resposta a: Mundo de Sofia #73287

    gostaria de receber uma resenha sobre a vida e as obras de Tomas de Aquino.

    grata

    Elzi

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