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Miguel (admin)Mestre
Fernando, 14 de Abril de 2004 – 9:55 am:
I) “Só na cabec … precisa-se estudar monopólios … Não
existe coisa mais estudada …”
1. Aquele texto a respeito da Standard Oil foi escrito em
1935. Os cursos de Economia adotaram como situações
paradigmáticas, e abordam amplamente, ainda em 2004!
2. Evidente que atualmente nações dispõem de mecanismo
de barrar excedimentos; MS está ferrada na UE; Cade/BR
está a intervir nas tentativas de compor domínios abusivos!
3. O que deve-se assimilar é que capitalismo sempre está a
engendrar nova situações-dragões e, após rêfregas, parte
para enquadrar com regras e padrões.
4. O capitalismo deu a rasteira no marxismo – coisa de
abobados! -, devido à capacidade intrínseca de lidar com o
duo Ordem&Progresso: primeiramente etapa Ordem para
merecido refresco e, num segundo momento o Progresso
para engajamento através de novas veredas.
5. Mensagista F. deveria cogitar com maior rigor e apuroII) “ … mas decidir o que fazer. Aí entra a ideologia …”
1. Isso aí só se em cabeça-de-alfinete!
2. Já era a “ideologia”!
3. Ocidente está em fase de preparativos, a organizar bloco-
de-nações, pró futuramente adotar espírito confederativo.
Nada mais de ideológicos!
4. Somente cá entre nós no BR é que perdura o espírito-de-
esquerda, infantilmente fixado na Constituição nacional, e
está a arruinar o Estado.
5. Tudo indica que adiante só Democracia&Capitalismo dá
conta do recado, sem contrapor ou contradito ou azucrinar.III) “… A questão para os comunas …”
1. “Comunas” … kikéhíssudhaívirgidúséu?
2. Mensagista F. está no mundo-da-lua, só pode! Êi F.
avança teu calendário pra mais de uma década! F. deve
estar a rodar por aí ainda com as tais de “carroças”.
3. Ô véio, pareceria coisa de velharia com velhacaria. Sai
dessa, brother!IV) “… mostrar-se o que é uma esquerda, de fato …”
1. É … não tem jeito não! F. está irremediavelmente f.!V) Colocou-se “Há uma situação paradigmática assim: i)
Descobrir, ii) Ampliar, iii) Desenfrear, iv) Conflitar, v)
Descartar, vi) Concentrar, vii) Estabilizar, viii) Teorizar”
1. Com isso aí pretendeu-se apresentar como teria surgido o
monopólio na área petrofífera anos 30 nos EUA.
2. Mas cada caso é um caso, as sete etapas nem sempre se
apresentam nitidamente.VI) “… Quem disse que existirá aval automático? …”
1. Ninguém garante nada ‘a priori’, uai! Negociar é preciso!
2. “Aval automático” deve mudar para “aval é condição”.
3. BR deve fazer mais ou menos assim, ó:
– chegar diante de EUA e dizer: “Vamos acertar as pontas”
– aí dizer: “Primeiro: em duas décadas inicia-se a UA”
– e mais: “Segundo: lá estar-se-á com ‘per capita’ de Xis”
4. Após agir acima, partir pros forcejos do toma-lá-dá-cáVII) “… Sonha, Sonha !!! “
1. Está na mídia “A guerra civil brasileira. Pesquisa do
IBGE mostra que 600 mil pessoas foram assassinadas no
país em 20 anos – 1980 a 2000 …”
2. Mas sempre há para alguns a alternativa “Sofre, sofre!!!”
3. Evidente que não tem a nada a ver com “sonhar”, cogitar
que BR vise integração ao Ocidente, do qual está afastado
por pura preguicite neural sofisticada por asnice crônica!
4. BR/2004 só se assume do-Ocidente para dispor
de usufruidades, mas no que se trata de lidar com
escabrosos, aí BR cai fora e então permanece de
fora da entabulações às perspectivas do Ocidente.VIII) “ … é mesmo…onde estão? …”
1. Mensagista F. está a parecer um perdidão-no-fronte!
2. Reparar só: “…As apostas numa alta dos juros
nos EUA surgiram após a divulgação de que houve
aumento na oferta de postos de trabalho nos EUA.
Foram criados 308 mil vagas em março, quando a
estimativa era de 103 mil novas vagas. Outro dado
positivo é de que o emprego no setor industrial
melhorou …” (Brasília, quarta-feira, 14 de
abril de 2004)
http://noticias.correioweb.com.br/ultima.htm?ultima=58029IX) Relativo à soberania nacional, atualmente BR
não exerce sua soberania em muitas atividades; na
real a nação da gente/BR está sem muita e muita
soberania, há muita soberania no papel ou então
em cabeças de mentes extraviadas!
1. BR está sem condições de iniciativas próprias, por si.
BR deve ser figurado mais ou menos assim: “indivíduo
sem quatro membros externos, necessita higienizar-se”.
Pode parecer excessivamente exagerado, mas não o é,
assim considera-se. BR está impossibilitado de se mover
por conta própria, é isso que se quer figurar.
2. Porém EUA necessita compulsoriamente do BR. E BR
tem o trunfo de ser o territoriozão que é, com a massa
populaciopnal que tem, com o caráter geo-estratégico que
apresenta.
3. EUA não poderá levar adiante seu século XXI sem estar
num lado-a-lado com BR. E BR deve se convencer disso!X) “ … Está-se na selva, não há ajuda, tem que lutar, se
capitular os caras te engolem …”
1. Nada disso, ô sô! Nada de “selva”!
2. BR necessita largar de mão espírito-de-esquerda que
impede enxergar as coisas do Ocidente. Negociar é preciso!
Há muito tempo atrás diziam “navegar é preciso”. Hoje o
BR deve adotar o “negociar é preciso”.
3. As atuais autoridades/BR devem reaprender a negociar,
atinar com as coisas do Ocidente, e trocar figurinhas com
EUA.XI) “ … taxar burguesia, iniciando-se luta de expropiá-la …”
1. Iiiiiiih … bye-bye F.? Perdeu trem-da-história, né? O BR
já era, prá F.? Cansado-de-guerra?
2. Dizem que para tal estado-de-espírito há boa dica: reler
livros de tempos longínquos, largar de mão mídias,
enfurnar-se em leituras que atraíram noutras idades.
E inventar narrativas pros netos!
(14/04/2004)}Miguel (admin)MestreI) Eis um historizar, extraído da GZM:
– Inícios dos anos 80
— Aumento da taxa de juros internacionais
— colapso das economias em desenvolvimento
— BR entra na sua ‘década perdida’
– Meados dos 80
— juros elevados valoriza dólar
— EUA perde competitividade
– Acordo de Plaza G-5
— desvalorizar dólar
— queda das moedas e estagnação: ALE, JAP
– 1987
— Fed eleva juros para atrair capitais
— ALE e JAP também elevam juros
— queda na Bolsa EUA, prejuízos globais
– Out/1978
— JAP salva EUA ao bancar aquisição de ativos
– 1994, Acordo Plaza 'invertido'
— Fed eleva juros para reduzir inflação EUA
— EUA adoção de medidas de austeridade fiscal
— crise MEX afeta exportações de JAP
— EUA valoriza dólar para aquecer JAP e ALE
— caem exportações dos asiáticos
– 1997
— crise da Coréia, Tailândia, Malásia, Indonésia
— perdas de exportações monumentais
— inviabilizados fluxos de capitais para Rússia
– 1998
— crise da Rússia
— BR submetido à violenta fuga de capitais
— BR aumenta juros para conter saídas
— BR necessita recorrer ao Fmi
– 1999
— BR com falência do sistema cambial
– 2000
— dólar valorizado aumenta efeito de riqueza EUA
— ativos aumentam, há euforia, endividamento, consumo
— ações disparam, surge bolha ‘nova economia’
— bolha colapsa
– 2004
— cresce déficit gêmeo EUA
— euro valoriza e diminui exportações da UE
— Fed recorre a juros baixíssimos
— Fed necessitará elever juros nalgum momento
— Fed necessitará valorizar dólar para proteger euro
— BR precisa urgentemente se preparar com medidas
— se juros EUA elevarem, BR será atingido fortemente
— urge BR dispor de medidas para exportação sustentável
(sobre texto de Carlos J. G. Cova, GZM, 14/04/2004, pg 3)II) De acima faz-se leitura paradigmática, assim:
i) globalização recém está nos preparativos, vai durar
ii) economia geral de Estado-nação está nos sepultamentos
iii) EUA, JAP, ALE não mais dão volta nas tranqueiras
iv) cada nação vai procurar seu nicho-de-nações
v) EUA necessitará da União Americana (UA35)
vi) BR deve adotar urgentemente vistas de Ocidente.
vii) cogitar exportaçôes para tirar-da-reta está besteirol velhusco
viii) somente BR frente-a-frente com EUA dá rumo
ix) Fazer a coisa certa BR … e fim de papo!
(MCH, 14/04/2004)Miguel (admin)MestreGostaria que me enviassem um modelo de capa, folha de rosto para realizar trabalhos para faculdade, o tamanho e o tipo certo das letras a serem usadas, as margens.
Miguel (admin)MestreCom Standard Oil surgiram novidades nas áreas de
contrôles administrativos, organizacionais, operacionais,
financeiros, recursos humanos. As ciências de Economia,
Administração e Política, dispuseram de novos elementos a
considerar.
e) Com os cursos universitários modernos a ensinar os
novos conhecimentos, a respeito de monopólios/ cartéis e
outros “pólios”, as gerações seguintes de empresários
levaram a efeito realizações partir da experiência daquele
empresário que oportunizou um dos primeiros monopólios.
>> Só na cabecinha de Melvin que nada sabe de economia ou de nada, que precisa-se estudar os monopólios,cartéis. Não existe coisa mais estudada. A questão não é mais estudar, mas decidir o que fazer. Aí entra a ideologia. Monopólio, mesmo no capitalismo, dá problemas e tem que ser controlado, daí as leis anti-trustes nos eua. Não que elas funcionem muito bem, afinal os que comandam os monopólios, elegem os governos capitalistas. Como conhecemos todo o sistema operativo, administrativo, dos monopólios, é simples, basta utilizá-los. A questão para os comunas não são os monopólios, mas sim se eles são de propriedade estatal. Hoje em dia é ideal que se use o conceito de empresa pública. Assim já temos a Petrobrás, mais ainda poderíamos monopolizar/estatizar bem mais. Por exemplo: estatizar: todo o setor bancário, de produção de cimento, de energia elétrica….por aí vai. Vê-se que há muito espaço para a retomada de um programa nacionalizante/estatizante. Isso pode demorar, mas não em tempo histórico, mais alguns anos Lula e sua camarilha estará desmoralizado. Haverá espaço, para mostrar-se o que é uma esquerda, de fato.IV) Há uma situação paradigmática assim: i) Descobrir, ii)
Ampliar, iii) Desenfrear, iv) Conflitar, v) Descartar, vi)
Concentrar, vii) Estabilizar, viii) Teorizar.
>> Não é bem assim: é descobrir (já foi descoberto faz tempo); conflitar; expropriar.II) GSM, 13/04/2004: “Empresário Paulo Schenberg … o
outro dragão da economia está na nossa dívida que quase
chega casa R$ 1 tri, com pêso de 58% do PIB … Brasil
deveria obter o aval do Bird&Fmi para cobrir o risco e
assim o Banco Mundial disponibilizar como garantia uns
U$ 200 bi, assim eliminaria o risco totalmente, e o juros
seriam de primeiro mundo … surgiria capital de todas as
maneiras, sria uma enxurrada de investimentos …”
1. Eis que o empresário coloca em têrmos oportunos,
corretíssimos na questão de eficácia, mas falta falar!
2. BR necessita de um avalista para dispor de montanha de
seu próprio dinheiro arrecadado atualmente pelo Estado
3. Com aval dos EUA, graças às negociações BR&EUA
para formatar a Alca, sendo que BR chuta pros diabos que o
Mercosul, surge grana-da-grossa:
>> Quem disse que existirá aval automático? E se houver as concessões feitas vão arrombar o país lá na frente.
– Estado perde toda sua sanha arrecadatória
– juros caem para nível EUA
– legislação a facilitar empreender: nacionais e estrangeiros>> Sonha, Sonha !!!
III) Terra, 13/04: “EUA … empresas estrangeiras são as que
estão a criar centenas de milhares de empregos …”
>> é mesmo…onde estão?
1. BR necessita fracilitar para todo mundo “invadir” nação
com empreendimentos, tudo dentro de legislação eficaz!
>> Sim, abre as pernas, que no fim tudo dá certo. Eita espírito simplório!!
2. O espírito “soberania nacional” não está mais no caráter
de “empresa nossa pra nossa gente”.
>> Sim, basta aceitar a soberania do Império, daqui a 100 anos, estaremos integrados!!
3. Agora está a progredir o “soberania no globo” onde a
nação se sente segura, enquanto mais capital diversificado
internacional atrair, acolher.
>> Vai…corre atrás dos capitais. Melvin parece o cara que oferece um jantar rápido a base de aves, e é encontrado, depois de esgotada a paciência na espera pelo jantar, atraindo frangos com milho.Não é nada disso aí. Ninguém pode erguer-se puxando os próprios cabelos, e também ninguém irá ajudar alguém a erguer-se. Está-se na selva, não há ajuda, tem que lutar, se capitular os caras te engolem. Se lutar muito apenas se consegue o essencial.Não há mais milagres a vista. Hora de voltar-se para o conceito de país pobre, taxar a burguesia, iniciando-se a luta para expropiá-la, ou ficar em guerras infindáveis contra o crime como se vê no Rio de Janeiro. Não se preocupem, se mantêm-se o caminho em que se está ou segue-se os preceitos liberais, logo esta guerra, não se verá só no Rio, mas em Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, etc, por todo o país. Acorda Brasil, tu es país pobre, e pobre permanecerás por décadas. Hora de assumir a pobreza, amenizando-a acabando com a riqueza. Pessoal de Heloísa Helena ao criar outro partido, deve, desde já, equacionar esta questão, ou vai-se cair no conto do operário, outra vez!
Miguel (admin)MestreI) JB, 13/04/2004: “Sociólogo Luiz Eduardo Soares … O
que fazer? O Rio precisa de nova polícia e de investimento
social sem precedentes, voltado para os jovens vulneráveis,
que permanecem sem perspectivas e esperanças. Tudo isso
requer recursos, iniciativas e alterações constitucionais.
Dificílimo, mas factível, caso se criem as condições para
um pacto político, que reúna todos os partidos, os
candidatos à Prefeitura e a sociedade civil. Os pontos
estratégicos são: polícia, prevenção, gestão integrada e
recursos. Hoje, o tráfico é um sistema do qual participam
segmentos policiais. Não adianta individualizar o problema.
E a legislação engessa os gestores. Por outro lado,
prevenção efetiva não se faz a conta-gotas. Já os recursos,
estão aí, mas o governo federal ainda não acordou para o
caráter emergencial da segurança …”
1. Sociólogo dá diagnóstico e erra feio no “Fazer o quê?”
Questão deve estar posta nacionalmente, não só do RJ. Não
há recursos! Ledo engano o “autoridade federal acordar”!
2. Reparar nas medidas sugeridas:
– “reunir partidos políticos num pacto político”
– “engajar sociedade civil”
– “candidatos a cargos públicos compromissados”
– “alteração constitucional e legislação”
– “nova polícia e gestão integrada”
– “investimentos sociais sem precedentes”
3. Para isso sugere-se saídas:
– BR abandonar Mercosul
– BR encarar cara-a-cara com EUA
– ambos acertarem a Alca para duas décadas seguintes
– BR apresenta suas necessidades primeiras
– EUA acode BR nas necessidades primeiras
4. As “necessidades primeiras” de BR estão em eficácias:
– sistema nacional contra crime, todos os gêneros
– BR refaz legislação, referencia eficácia legislação EUA
– BR refaz diversas legislações, pela eficácia EUA
– BR encolhe Estado, pela eficácia EUA
[nota: há especificdades BR, mas só após eficácia EUA]II) GSM, 13/04/2004: “Empresário Paulo Schenberg … o
outro dragão da economia está na nossa dívida que quase
chega casa R$ 1 tri, com pêso de 58% do PIB … Brasil
deveria obter o aval do Bird&Fmi para cobrir o risco e
assim o Banco Mundial disponibilizar como garantia uns
U$ 200 bi, assim eliminaria o risco totalmente, e o juros
seriam de primeiro mundo … surgiria capital de todas as
maneiras, sria uma enxurrada de investimentos …”
1. Eis que o empresário coloca em têrmos oportunos,
corretíssimos na questão de eficácia, mas falta falar!
2. BR necessita de um avalista para dispor de montanha de
seu próprio dinheiro arrecadado atualmente pelo Estado
3. Com aval dos EUA, graças às negociações BR&EUA
para formatar a Alca, sendo que BR chuta pros diabos que o
Mercosul, surge grana-da-grossa:
– Estado perde toda sua sanha arrecadatória
– juros caem para nível EUA
– legislação a facilitar empreender: nacionais e estrangeirosIII) Terra, 13/04: “EUA … empresas estrangeiras são as que
estão a criar centenas de milhares de empregos …”
1. BR necessita fracilitar para todo mundo “invadir” nação
com empreendimentos, tudo dentro de legislação eficaz!
2. O espírito “soberania nacional” não está mais no caráter
de “empresa nossa pra nossa gente”.
3. Agora está a progredir o “soberania no globo” onde a
nação se sente segura, enquanto mais capital diversificado
internacional atrair, acolher.IV) Para entender, considerar o ambiente internet, o que
vale são os links para todos os modos de lidar. Para a nação
o que daria o grau de inserção global, estaria no entra-e-sai
nos aeroportos e portos.
(13/04/2004)Miguel (admin)MestreOi de novo, deixei um ponto para trás, se não se importar:
É inquestionável o papel degradante da Igreja Católica em toda história
Sim, como também é inquestionável o papel civilizatório da mesma, podemos checar qualquer livro de história para constatar isso. A ressalva me ocorreu pela possibilidade da sua afirmação ser interpretada em moldes maniqueístas que soariam estranhos à história. Entre outros aspectos, é sabido que a igreja católica cumpriu por séculos o papel que antes da queda de Roma cabia ao Império e, portanto, uma interpretação que levasse em conta somente pontos negativos poderia ser questionada da mesma maneira que uma afirmação do tipo “o império romano foi degradante”. Isso, em que sentido e por quê? Talvez fosse mais correto afirmar que o papel da igreja católica “foi degradante em muitos momentos da história”, mas então deveríamos pontuar que “também foi humanizante em muitos outros momentos”.
Outro ponto é que não é tão claro definir o que seja “igreja católica”. Falamos da hierarquia institucionalizada do clero, incluimos influências no poder secular (no passado, por exemplo, alguns reis eram católicos, os atos deles também deveriam ser atribuidos à igreja?) ou falamos do mais de um bilhão de pessoas que pertencem a essa igreja?
Pessoalmente tenho minhas críticas quanto a alguns aspectos da igreja enquanto instituição hierárquica mas suspeito de visões unilaterais e, se foi o caso, se aplica a ressalva, se não, não custa nada também. Certo?
Abraço.
Miguel (admin)MestreI) Considera-se que abordar paradigmaticamente leva a
bom têrmos – os melhores -, nos desfechos da conversação.
Entende-se que no fórum houve – há! -, desinteresse
completo pelo desenvolver de raciocínios, com recurso às
situações paradigmáticas.
Há cursos universitários para lidar na internet em grupos de
discussão – nas várias modalidades -, com ênfase para
leituras por paradigmas: i) identificar, ii) esclarecer, iii)
atualizar, iv) versionar.II) Abaixo uns extraídos de “Mito do Petróleo”/1935.
Coloca-se para exemplificar um “case” pró paradigmas:
1. Em 1934, nos EUA houve variadas comemorações do 75º
aniversário da indústria petrolífera mundial.
2 Em 1859 num dia foram enchidos 24 barris, mais de três
toneladas. No ano de 1862, um pequeno vendedor de
petróleo fez passar um cano por uma colina que separava
seu poço da respectiva refinaria. Ele inventara uma bomba
centrífuga e a adaptara ao cano, mas ficou por aí.
3. Os primeiros condutores de viaturas que transportavam o
petróleo em barris, por caminhos intransitáveis, das jazidas
para as destilações e estações ferroviárias. Era um flagelo
só. Se os veículos ficassem enterrados na lama, e os cavalos
nem sob chicotes de esfolar, podiam arrancar dali, os
condutores rolavam os barris para o valos e ribanceiras.
Com isso o preço do frete aumentava, quase estava o
mesmo que o valor do barril.
4. Um pioneiro holandês, instalou tubulação por sete
quilômetros, aplicou todo o seu patrimônio de 100 mil
dólares na empreitada, e rapidamente recuperou tudo e,
enriqueceu. Os condutores de carros ficaram revoltados e
impossível reverter, partiram para estabelecer conflitos:
arrancar de tubos, danificar instalações, depredações de
diversas naturezas, provocar incêndios. O “holandês
maluco” contratou dezenas de pistoleiros de Nova Iorque,
armou-os em padrão militar, organizou forças-tarefas,
patrulhas, sentinelas, sistema de informação. Rapidamente
os sócios do holandês constituíram empreendimentos
próprios. O holandês se viu às voltas com tribunais e
advogados e indenizações e … faliu. Havia dezenas de
empresas de canalização.
5. Um grupo de “independentes” banca um oleoduto a
partir da Pensilvânia até o pôrto de Nova Iorque. Porém no
estado de Nova Iorque, é barrado por uma ferrovia de
propriedade de Rockefeller. O grupo ruma para o sul até
contornar a ferrovia, e retoma a direção de Nova Iorque.
Porém novamente uma outra ferrovia impede a passagem
do oleoduto. Há um recurso de engenharia para passar a
tubulação por debaixo da ferrovia. Mas chegou o tempo de
falta de capital. A decisão do grupo foi levar o oleoduto até
a ferrovia independente, não comandada por Rockefeller.
Em 1879 o grupo têm seus esforços coroados de êxito. Em
1883 Rockefeller toma conta de tudo, ferrovia e oleoduto.
6. Rockefeller concertou acordos secretos com as ferrovias
para o transporte de seus produtos: entregava mais rápido,
com frete reduzido. Rapidamente passou a controlar 50
destiladoras das 70 existentes em Pittsburgo e Cleveland. A
seguir adquiriu todo os serviços de canalização, no final as
próprias fontes petrolíferas caíram em suas mãos. Assim é
como se fez a Standard Oil.III) A seguir algumas linhas possíveis de investigar:
a) Destacar o modo como foram superando as dificuldades:
– extraír e encher barris e transportar em carroças
– extraír e transportar em canalizações até destiladoras
– extraír e transportar por via férrea
b) Destacar o proliferar inicial:
– para extraír havia centenas de proprietários
– para frotas de carroças algumas dezenas de proprietários
– para canalizar algumas dezenas de proprietários
– para destilar algumas dezenas de proprietários
c) Destacar o concentrar que sucedeu:
– um empresário reúne a maioria das destilarias
– um empresário faz acordo e exclusividade para comboios
– um empresário controla as canalizações.
d) Com Standard Oil surgiram novidades nas áreas de
contrôles administrativos, organizacionais, operacionais,
financeiros, recursos humanos. As ciências de Economia,
Administração e Política, dispuseram de novos elementos a
considerar.
e) Com os cursos universitários modernos a ensinar os
novos conhecimentos, a respeito de monopólios/ cartéis e
outros “pólios”, as gerações seguintes de empresários
levaram a efeito realizações partir da experiência daquele
empresário que oportunizou um dos primeiros monopólios.IV) Há uma situação paradigmática assim: i) Descobrir, ii)
Ampliar, iii) Desenfrear, iv) Conflitar, v) Descartar, vi)
Concentrar, vii) Estabilizar, viii) Teorizar.
(MCH, 13/04/2004)Miguel (admin)MestreOi Beatriz,
nunca quis eu humanizar Deus; uso os atributos do homem como farol por que não sou platonista, parafraseando Sartre, não acredito que exista o Ódio, ou a Bondade; acho que existe eu
Tudo bem, isso de “a” Bondade, ou “o” Ódio, é mesmo complicado. Também a teologia contemporanea se interessa mais pelo homem, o fenômeno da fé,
o problema da linguagem religiosa, os pressupostos para permitir falar de revelaçao, a historicidade, a questão hermeneutica, etc.Todavia, a idéia mais aceita é que existam essas coisas, que são representadas pelas idéias de Deus e o Diabo – na nossa cultura(só para ficar mais simples, refiro-me sempre a nossa cultura ocidental, que nasceu do mundo grgo…mesmo porque eu não conheço absolutamente nada do oriente.)
Mais aceita por quem?
Acontece de confundirem a visão dos teólogos com a visão do senso comum, mas se o discurso filosófico ainda é incômodo para a massa, é que ainda não viram o efeito do discurso de alguns teólogos. acreditava que haviam duas espécies de “sentimentos” , a saber: o que eu sentia, e a idéia desse sentimento, que era universal; bobagem, isso é mesmo contráditorio, pois como a mesma coisa pode ter naturezas distintas, se manifestar no físico e no metafísico ao mesmo tempo?
Não estou certo de ter entendido o que voce quis dizer, mas considerando o tema eu pensaria na questão da linguagem (se for impossível comunicar alguma coisa sobre o que sentiu então não sentiu nada; que dizer da ligação entre a idéia e a palavra?) e também na questão cultural (a exteriorização, físico, do que se dá internamente, sentimento, depende da cultura – enquanto o sorriso para o ocidental pode representar aceitação, para um japonês muitas vezes é sinal de incômodo, etc). Todavia, não sei se entendi bem para onde você quis apontar com o físico e o metafísico.
você deve saber que o Deus do antigo testamento é bem diferente do Deus do novo testamento; aquele era tirânico, que castigava quem não seguisse suas leis, e este é somente o Deus de puro amor; está é uma análise superficial, eu sei, mas já disse que não conheço a blíblia muito.
A exegese costuma apontar para outra direção, no sentido de que o Deus é o mesmo e as distorções acontecem qd a experiencia religiosa é construída num modelo de idolatria, mas esse assunto vai longe.
em relação a perfeição, parece-me que nós devemos Além do mais, se Deus não fosse perfeito, ele não seria Deus, seria um homem, pois a imperfeição é caracteristica homem.
Tentei mostrar antes que esse assunto é mais complicado… a idéia de perfeição não se aplica sem problemas aqui, teríamos (como vc tentou fazer) que clarear a que perfeição nos referimos, mas vão surgir outras questões: amor, justiça etc. Prefiro usar da idéia de poder (Deus tb onipotente) para apontar para o problema com o uso desses termos qd atribuidos a Deus: o poder de Deus se manifestou na fraqueza com a morte na cruz. Acontece parecido em outras situações, com a perfeição se revelando na imperfeiçao etc.
… Se quer que sua crítica seja fundada em base sólida…
E quem conseguiu firmar uma base sólida na filosofia? Brincadeiras à parte, interessante esse sistema de religiosidade sem idolatria, procurarei algo sobre – eu não sou irredutível.Aceito a correção
Se se interessar posso procurar algumas referências depois. Esta da liberdade também é interessante descutir, eu sabia que geraria polêmica; mas estou cansada, no próximo post eu continuo, se for do interesse.
Essa da liberdade vai longe, por enquanto fico por aqui também.
Abraço.
Miguel (admin)MestreOlá
Na USP, os cursos são bacharelados. A licenciatura é uma atividade feita a parte, na faculdade de Educação, onde os alunos de todos os cursos se juntam para cursar as matérias de Didática, Política Organizacional do Ensino Brasileiro, Psicologia da Educação, Introdução aos Estudos da Educação e Metodologia de Ensino da sua disciplina. As matérias da licenciatura, demoram em média dois anos para serem cursadas. Você precisa fazer um estágio nas escolas para se licenciar, o que envolver desde entrevistas com professores e orientadores até assistir e daraulas, preparar cursos etc. As matérias são voltadas para se aprender a realidade do ensino público brasileiro, como lidar com os alunos etc.
O bacharelado prepara os alunos para a carreira acadêmica e ou mercado de trabalho especificamente na sua área, envolvendo a pesquisa e a docência no nível superior.
Existe uma grande diferença entre o conteúdo ensinado nas escolas e na faculdade. Você jamais conseguirá reproduzir a maneira como o curso de filosofia é dado, por exemplo, no ensino médio. No curso de biologia, o professor manda os calouros esquecerem tudo que aprenderam de biologia no colegial. A licenciatura prepara os professores mais para o conteúdo do ensino fundamental e médio.
abs
Miguel (admin)MestreTenho algumas dúvidas em relação a isso também, mas uma suposição está na diferença como os cursos são dados. Um bacharel seria uma pessoa mais interessada em ingressar no mercado de trabalho, portanto os cursos de bacharelados tem uma base prática maior, é mais voltado para as aplicações que determinado curso terá no dia-a-dia. O licenciado seria uma pessoa mais acadêmica. O curso possui a parte prática, voltada para o mercado, mas o forte é a teoria, onde conseguirá aplicar melhor seus objectivos, que na maioria dos casos é fazer mestrado após a conclusão do curso e assim arrumar uma vaga como pesquisador em alguma universidade. Em termos de estabilidade econômica a licenciatura é melhor, principalmente se tiver apoio de instituições e do próprio governo.
Ainda há muita coisa que não pude procurar me aprofundar, e espero ter ajudado em pelo menos algum ponto da sua pergunta.Miguel (admin)MestreApenas acho que a alma nada mais é do que nós mesmos. A maneira como acreditamos ou não na existência dela, está na forma encontrada por cada um para expor essa nossa projeção do sub-consciente. A alma é a forma de encontrarmos a paz interior, a fuga da vida agitada para a tranquilidade da imaginação. }
Miguel (admin)MestreI) GZM, 12/04/2004: “ … as empresas têm de definir uma
estratégia global com e cem a Alca, com e sem o Mercosul,
com e sem o OMC … as empresas brasileiras devem se
internacionalizar, o Brasil está deixando passar a época de
tecer redes globais … a UE vai dar poucas chances para as
empresas brasileiras, os novos países que ingressam na
união vão fazer o papel que o Brasil se prestaria fazer em
comércio …” (R. Barbosa, ex-embaixador/BR em EUA)
1. Considera-se que a ‘intelligentzia’ brasileira está panaca
de marca maior, uns abobados de uma figa! BR já deveria
ter mandado castelhanada PraQuelaParte, e bancar um exclusivo frente-a-frente com EUA.II) FSP, 12/04/2004, J. Serra: “ … Quanto a heranças, cabe
lembrar que a transição que o governo FH preparou para
seu sucessor foi extraordinariamente benigna … cinco
medidas: i) magnitude do superávit primário em 2002, …
R$ 3 bilhões que poderiam ter sido gastos em bens e
serviços durante ano eleitoral foram poupados, deixando
raio de manobra relevante para governo que viria depois;
ii) diminuição relativa dos restos a pagar em 2003 pagos em
2002 … o governo privou-se de iniciar ou prosseguir várias
obras e ações, facilitando a tarefa orçamentária do governo
Lula; iii) governo e PSDB facilitaram aprovação de
medidas tributárias solicitadas pela futura administração
petista, o aumento Cide, prolongar de alíquotas maiores
Contribuição sobre os Lucros, vetos a alívios tributários
concedidos pelo Congresso; iv) governo via BC, não
hesitou em empinar as taxas de juros, aumento de três
pontos percentuais entre o primeiro e o segundo turnos, a
fim de aplacar o nervosismo do chamado mercado
financeiro; v) governo deu reajuste de preços da gasolina e
do gás no penúltimo dia de mandato …”
1. Considera-se que FHC-Nojod’Ocês tomou seu encargo,
colocar-lá o Lula-SemEstudo, fazê-lo seu sucessor!
2. O cidadão LulaBlérghóut onerou a nação muito mais que
os anteriores 500 anos de roubalheiras&falcatruas. O maior
mal que poderia acontecer à nação está a ocorrer no tempo
corrente: FHC-NdO estar sucedido por L-SE.
3. Êi FHC … dê o fo-ra … dê o fo-ra … êi LulaBah! … fi-ca
de fo-ra … fi-ca de fo-ra … fi-ca de fo-ra …III) FSP, 11/04/2004: “… Octávio Ianni, integrante da
geração da sociologia brasileira que redimensionou estudos
sobre escravidão e desenvolvimento fez um diagnóstico
duro do governo petista e da esquerda. ‘O governo Lula
está demonstrando que não entendeu nada.’ Atacou a
atuação do presidente como líder mundial -um ‘blefe’- e o
discurso da esquerda –‘anacrônico’. Para ele, Lula frusta
expectativas ao não ‘desempenhar o seu papel histórico’ …”
(OI faleceu três semanas após dar a entrevista)
1. LulaSemEstudo está a desmoralizar as mentes pensantes
de-esquerda! Os neguinhos estão feitos baratas-tontas!
2. A parcela 39% sabia de cor-e-salteado que de mente sem
estudo não daria conta do recado! Porém parcela 61% – uns
abostados sem pé nem cabeça, visaram ralar com abusados
que deixariam cargos!
3. Parcela 61% quis desaforar os saídos, mas nem cogitou
de atentar às características do seu escolhido! Pois sem
estudo é e será sempre um sem estudo! Qualquer cargo de
chefia no serviço público exige indivíduo com estudo!IV) FSP: “ … Diversos indicadores do mercado financeiro
do Brasil mostram que o país pagou, nos últimos dois
meses, um preço alto pela combinação entre crise política e
dúvidas quanto ao ritmo de retomada da economia … Na
contramão dos demais países emergentes, o risco-país
brasileiro, até a última terça-feira, apresentava uma alta
acumulada de 13,8% em 2004. No mesmo período … índice
que mede o risco-país dos mercados emergentes … exibia
queda de 1% …”.
1. O cidadão LulaSemEstudoBah!Oh!Putz! continua a
sacrificar a nação, muito de muito mais que tudo o que de
ruim ocorreu em 500 anos! Ultrapassa todo o imaginário de
ruindade que poderia aparecer em filme de terror!
2. O saco-de-maldade que reúne petezada&de-esquerda,
praticamente desapareceu do campus, pubs, cantinas,
botecos, barzinhos, litoral! Estão a se judiar com chicotaços
“De Esperanças”.V) FSP, Rossi: “…Do presidente Luiz Inácio Lula da Silva,
no dia 24 de junho do ano passado: “Não tem Congresso
Nacional, não tem Poder Judiciário -só Deus será capaz de
impedir que a gente faça este país ocupar o lugar de
destaque que ele nunca deveria ter deixado de ocupar”.
Do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira
passada: “Que Deus possa ajudar o povo brasileiro,
sobretudo aqueles que estão sofrendo, sobretudo aqueles
que estão desempregados”. Em dez meses, vê-se que o
presidente passou da bravata tola à impotência, sempre
invocando Deus.”
1. Graaaaaaaaaande Folha!
2. Que sacripanta o sem estudo LulaUrgh!
[“sacripanta: pessoa desprezível; sevandija, bilhostre; beato
falso]
(MCH, 12/04/2004)11/04/2004 às 22:04 em resposta a: Relações entre a éthos grega, a ethica latina e o iluminismo #78197Miguel (admin)MestreOlá Pedro
Esse tema é um pouco mais específico e talvez demora até chegar uma resposta. Sugiro que, enquanto isso, você sintetize essa questão para nós e aponte a bibliografia envolvida nesse estudo.
abs
Miguel
Miguel (admin)MestreRapidamente
Beatriz Ludwig em Sábado, 10 de Abril de 2004 – 6:02 pm:
“pelo que pude compreender, de uma “fé racional””
Negativo Beatriz.
Pelo contrário, Dostoievski criticava totalmente o racionalismo moderno e todas as formas de ciencias do meio(sociologias, psicologia e outras logias), as considerava espécie de açao demoniaca. A fala de o Grande Inquisitor é indicativo de um “não-heroi” Ivãn que representava as idéias modernas que tentam abarcar o assunto fé.
O autor defendia espécie de misticismo relacionado a ortodoxia cristã Russa.abs.
Miguel (admin)MestreBeatriz, vamos lá de novo:
“1.não podemos quantificar até onde nossas experiências puramente racionais nos fizeram mudar de opinião, ou quais foram as influências do nosso aprendizado intelectual; pense bem, ainda que não nos deixemos influênciar por dogmas ou pensamentos de outrem, ainda somos OBRIGADOS a nos servir de coisas tais como a própria linguagem que aprendemos, pra expressarmos o que pensamos.”
Beatrizconcordo, mas aqui não cedi em nenhum momento minha capacidade de raciocinar e criticar, posso retornar e desfazer a qualquer momento, daí a discutida “liberdade”….acho perigoso falar essa palavra, mas é a q estamos usando pra discutir então td bem
“o trabalhador tem um racionalidade e tem uma fé; mas, sem o conhecimento – como eu disse, até o conhecimento linguistico para expressar o que pensa; ora, até nós sentimos, às vezes, dificuldades com a língua, e é tese de doutorado, como já ouvi, que a maioria das confusões na flosofia da-se por deslizes gramaticais -, sem o conhecimento, como a mentalidade desse indíviduo se modificará, seja para a racionalidade, seja para a fé?”
Beatrizacho importantíssima essa sua observação…e certa até certo ponto, mas volto a reiterar…razão, filosofia e fé não estão para serem ditas…o q importa a elas é a satisfação individual…embora concorde q dentre as satisfações individuais esteja o externar, tento me segurar no q considero primordial, q é a fortaleza íntima, é o usufruir a todo momento, é ultrapassar a mera cognição (se é q ela existe sem o uso)…acho q se estamos discordando nos nossos posts, deve ser à importância q damos, cada um, a esses conhecimentos… vc, se não me recordo, expressou uma admiração por Sartre e um distanciamento do platonismo…aqui não vou me reportar ao conteúdo deles, mas à maneira como os conhecimentos de sócrates e sartre lhes serviram…como talvez estejam bem diferentes o vivenciar destes dois homens…novamente: NÃO HÁ COMO MEDIR RAZÃO, FÉ E FILOSOFIA nestes homens tb, mas suas vidas são representativas do que são razão, fé e filosofia, cada vida compatível com seu arcabouço mental…pra mim conhecer nunca está desligado do viver…escrever um livro, expor uma palestra, escrever num fórum, dar uma aula compreendem o viver, é certeza, mas são os momentos q mais nos iludem em achar q conhecemos alguma coisa…isso me inclui
abraços -
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