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  • em resposta a: PT ELEITO #72207

    Não fico brabo não, já conheço o pensamento liberal, se bem que o Melvin, já foi tachado aqui de neo-facista, o que não deve estar longe de uma rotulação adequada para o gajo. Só uma correção. Tava escrevendo na pressa e citei no texto anterior, a empresa Enron, mas a quem queria me referir era a AES, que forçou a tal “negociação” com o BNDES. Não importa, as duas são empresas americanas que nos passaram o conto do vigário, abençoadas por FHC. Mas uma coisa não tão mal para o governo Lula. Vou escrever, mais um pouquinho só sobre o setor elétrico, até para ilustrar o Melvin que diz que lê, mas não lê (eu com asco já lí desde Carlos Lacerda, a R. Campos passando por Merquior. Já lí até G. Soros. Não é gabolice não, só para dizer que tento entender outras idéias). Veja Melvin, FH não conseguiu privatizar todo o setor elétrico não, sobraram as gigantes Furnas e Eletronorte, além de Itaipú que é binacional. No setor elétrico, estão ainda os únicos quadros competentes do governo Lula (que se cogita serem retirados), Dilma Roussef e L. Pinguelli Rosa, este presidente da Eletrobrás (bom, tem ainda o Lessa do BNDES, mas está encurralado pelo Palocci). Assim, as empresas que citei, que representam a grosso modo, algo em torno de 60% da geração de energia, foram, na semana passada retiradas do PND. É verdade que já foram a Vale, as Telecomunicações, mas restou parte do setor elétrico. Bom programa para liberais, privatizar o resto do setor, não parece? Avisa, Melvin, teu amigo Olavo de Carvalho que não sei se ele sabe disso. Não me agradeça, aí tem armadilha, pode apostar.

    em resposta a: PT ELEITO #72206

    Fernando, 05 de Fevereiro de 2004 – 2:34 pm:
    I) “ …Ou seja, R.C, no livro, dá a entender que é melhor
    vender tudo a preço de banana, tirar bola de ferro do
    calcanhar, do que moralizar empresas rentáveis …”.
    1. A seguir F. vai ou desdenhar, ou virar uma arara!
    Mas não há outro jeito não, o que deve ser dito o será!
    2. As privatizações não foram feitas …
    – … com vistas a “fazer caixa, endinheirar”: com esta F.
    ficou com pulga atrás da orelha!
    – … com vistas a “privar o Estado das fontes de mutretas”:
    com esta F. está com pé atrás!
    – … com vistas a “dar outro rumo aos ramos”: com esta F.
    está meio que encabritado!
    5. Pois bem, atenção F. que vais montar estupefazer com o
    taxativo a seguir: “As privatizações foram feitas para
    assegurar que continuassem a funcionar, e tão somente a
    funcionar, de princípio.”
    6. Expõe-se a respeito do que acontecia:
    – investir para ajeitar “vírgulas” nos sistemas: everésticos!
    – planos para o que fazer a mais nos sistemas: zero de zero!
    – meios e recursos de bancar padrões mundiais: oceânicos!

    II) Será que caiu a ficha de F.?
    1. Aqui questiona-se e aqui responde-se: “Não caiu, não!”
    Não tá fácil cair ficha pro neguinho desatento (ou parvo!)
    2. Vai-se a seguir com dois figurativos. O Brasil estava à
    beira do abismo, mais pra lá do que pra cá, isto é:
    – estava com bolas de ferros nos “12 pontos rotulares do
    esqueleto” (esqueleto humano dispõe de doze rótulas).
    – não mais conseguia se mexer nos seis sentidos dos três
    eixos cartesianos.
    3. Podes crer ô amizade! O Brasil teve mais sorte que juízo!
    Conseguiu em tempo hábil (até mesmo no caso Banespa!)
    se livrar de arrastos pro buraco do inferno!

    III) O Brasil foi sim (de sim!) ultra competente em três:
    – Proer
    – Privatizações
    – Dívidas Estaduais

    IV) Depois desta certamente que F. será visto por aí
    “montado num porco” de tão bravo!
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72205

    105 Torre Norte 05 de Fevereiro de 2004 – 10:46 am:

    I) “… Sabe-se do interesse americano em assinar a ALCA e
    daí? Por isso as mercadorias deles não viriam até aqui atrás
    de mercado? Se entendi bem diz que empresas americanas
    substituíram as nacionais? Que vantagem em um negócio
    deste? …”
    1. Êi 105TN, com tantas em suspense assim deverias ir te
    queixar pro Papa! Ou então manda um e-mail pro Bush!
    Fórum não está para bancar “resolve-se as coisas”!
    2. Sugere-se daqui que 105TN exerça seu sagrado direito de
    cogitar daí! Aventar ou conjecturar ou puxar-pelo-
    encefálico! Mas tudo bem, vai-se dar um peteleco nas
    idéias, mas olha lá pô! cogite daí te ocupar!
    3. Os EUA necessitam (necessitar!) da Alca para num
    futuro adiante adotar modelo confederativo da UE, o que
    daria numa União Americana, com 35 países (Cuba já sem
    Fidel). Caso isso daí não vingar na mente de 105TN, então
    busca outro sítio, vai com os teus!
    4. Mais argumento estilo “ou aceita ou te manda” indica
    que os EUA necessitam dispor de parceiros bem de vida.
    Para compor UA futura, em modo confederativo, todas as
    35 nações deverão estar mais ou menos equivalentes, nada
    de desequilíbrios senão a confederação não funcionará.
    5. Reparar 105TN que há dois planos compulsórios para
    leituras nos cogitamentos:
    – UA de 35 nações das Américas
    – UA&UE para Ocidente
    6. Imagina-se que 105TN esteja a entender a jogada disso
    aí, caso não, então nem adianta continuar nesta mensagem!

    II) “ … Por isso as mercadorias deles não viriam até aqui
    atrás de mercado? …”
    1. Caso essa dúvida se realizar, os EUA sufocam seus
    parceiros, daí não haverá interesse coletivo, muito menos
    haverá equilíbrios inter-nações, haverá sim agravar da
    situação atual!
    2. Dentro do cogitar, há duas opções:
    – admitir o tratorar dos EUA, daí fim da Alca, fim da UA,
    – considerar isso daí um imaginário da esquerda-petista. E
    então abandonar a questão.
    3. Reparar 105TN que “você é quem decide”.

    III) “…Se entendi bem diz que empresas americanas
    substituíram as nacionais? …”
    1. Isso daí não foi dito não! O que concebe-se é de que
    deverá haver um transferir de maquinários que lá nos EUA
    já estariam em nova geração tecnológica. Considerar que
    haveria algum acordamento pró disponibilizar os meios de
    produção no Brasil, de máquinas perfeitas mas não mais
    empregadas nos EUA.
    2. Tais meios fabris seriam colocados para aglutinados
    populacionais carentes. E a produção fabril seria colocada
    para uso entre as populações de menor poder aquisitivo.
    3. Tudo isso daí muito bem administrado, sem jeitinhos ou
    mutretas ou chance para espertalhões.
    4. Evidente que deve-se cogitar mais e mais, solução
    mesmo só após muitos cogitarem muitas coisas.

    IV) “… Que vantagem em um negócio deste? …”
    1. O princípio da idéia funciona assim:
    – há uma parcela da população privada de muito ou tudo
    – indivíduos aceitariam viver em padrões condizentes
    – condizentes no sentido de corretos mas não de plenitudes
    – novo modo de viver necessitaria produzir para consumir
    – haveriam algumas zonas urbanas “francas”
    – evidente que deveria haver algum subsídio inicial
    – evidentemeente que cercado de garantias anti fraudes
    2. Reparar que há de existir criatividade de tirar o chapéu,
    para isso daí para funcionar! Mas teoricamente, em estado
    de meros esboços, leva jeito!
    3. Reparar que há um encadear de premissas, admitindo isto e,
    admitindo isso e, admitindo aquilo e, admitindo assim e,
    admitindo assado e, …
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72204

    Alex Haydin, 05 de Fevereiro de 2004 – 1:05 am:
    I) “… Lulalá estaria para indivíduo que vai tirar a Direita
    dos porões e esconderijos ….”
    1. Não sei do que AH está a referir-se com “direita” pois
    ignoro tipo, nunca deparei-me com tal. E a pecha sobre
    Carvalho é infundada, no meu entender, é coisa de
    esquerdista vagal que chafurda no 3N: não estuda, não
    aprende, não sabe.
    2. Porém está oportuna a deixa de AH, para dar uma
    palhinha de como o tal de LulaOh! faz de tudo para
    degringolar a autoridade federal. A seguir alguns extraídos
    da FSP de Quarta, 04/02/2004:
    – … uma demonstração direta do estado de fragilidade da
    economia brasileira. A incerteza é tamanha que o ministro
    precisa ir à TV dizer que nada vai acontecer para que as
    pessoas acreditem que nada vai acontecer …
    – Delfim … Mas não nos enganemos. 2004 depende do
    comportamento do governo, que precisa elevar sua
    capacidade de estimular o setor privado a tomar riscos na
    esfera da infra-estrutura (particularmente energia e
    transporte) e ganhar produtividade na sua ação social. Na
    esfera privada, ainda se espera uma política industrial e
    tecnológica inteligente e eficaz.
    – … Ao fazer um balanço do Fome Zero, o presidente Lula
    admitiu falhas no primeiro ano … na área social – apesar de
    dizer que o governo fez tudo o que podia – … afirmou ainda
    ‘Os compromissos que assumimos [na área social] serão
    cumpridos na sua íntegra’ …”.
    – … O presidente Lula cometeu ontem uma gafe ao fazer
    uma brincadeira na apresentação do governador do Piauí …
    ’ governador Wellington está aqui por causa das enchentes?
    Ficou com medo de morrer afogado?’ … A platéia, formada
    por 200 pessoas, ficou em silêncio, e Lula emendou:
    ‘Vamos pedir a Deus …’.
    – … A coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Zilda
    Arns, fez críticas ao Fome Zero, pedindo mais ‘articulação’
    e ‘organização’ … o governo precisa ouvir mais o ‘povo’ e
    se recusou a dar nota ao primeiro ano do programa …
    – … Palocci quer bloquear R$ 4 bi; Dirceu se opõe … Verba
    representa um terço do total a ser investido pela União
    neste ano; Casa Civil teme desgaste num ano eleitoral
    3. Eis acima a indicar que essa tal de “direita” é
    desnecessária! Lá nos antros palacianos os caras estão se
    chutando-cabeças! A mídia está atenta, apanha as cenas e
    veicula.
    4. LulaOh! estaria em destrambelhar acelerado por sua própria
    incúria mental, indivíduo desde criancinha devoto do 4N:
    não estuda, não aprende, não sabe, não liga.
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72203

    IV) “…nenhum conhece Olavo de Carvalho, ou as obras de
    Roberto Campos, ou Merquior …”.

    Aí é por tua conta:-O lanterna da popa de R. Campos, é muito ideológico, do tipo panfletário. Tudo que ele critica em obras, como de Viviane Forrester, Le Horreur Economique, que chamava sempre de panfleto ideológico, digno de cartilha da Cut,(como ele dizia) ele faz em seu livro. Não tenho esta excrescência do livro aqui agora, mas lembro de passagem, onde ele critica as estatais, mas para não deixar rastro (como diz o diplomado em “taparastrismo, Melvin), lembrando, por exemplo que na Europa muitos serviços essenciais são estatizados ele cita o exemplo da França, mas diz: Lá isto é possível, pois há uma administração pública concursada e competente.Como se isso não pudesse ser conseguido em qualquer parte. Basta lembrar os procuradores, jovens, concursados e sérios que temos.Ou seja, R.C, no livro, dá a entender que é melhor vender tudo a preço de banana, ou como diz o Melvin tirar bola de ferro do calcanhar, do que moralizar empresas rentáveis. Aí acontece igual a Eletropaulo. Vem Enron, compra por qualquer grana, não paga, não acrescenta um Megawatt de potência, ameaça (a negociação/ameaça, foi feita por um ex-mariner americano, com os pés na mesa, amigo de Bush, basta ler o Energy News), tem acordo, onde eles ficam sócios, sem pagar, mantendo maioria acionária, com direito a vetos… e agora?….Isto mostra como vai ser negociação sobre a Alca. Quanto ao setor elétrico, tem muito mais, mas não quero fugir do assunto. Mas voltando aos intelectuais liberais brasileiros, só uma constatação, algo fora de contexto, mas enfim: Os liberais iracundos, como O. de Carvalho não são novidade no Brasil. R. Campos sempre foi iracundo,mas o mais raivoso deles foi Carlos Lacerda, ex-comunista na juventude. José Guilherme Merquior, fazia a linha mais light, mais intelectualizada. De fato, Merquior tinha sofisticada formação intelectual. Na onda de Popper ele investiu também contra a psicanálise. A exceção de R. Campos,todos eles vivem pouco(será que é o ódio, o desprezo pelos comuns mortais). Lacerda morreu com pouco mais de 60 anos, Merquior acho que não passou dos 50. Olavo de Carvalho, ainda está vivo, mas não é tão velho assim, mas do jeito que ele investe contra tudos e todos, acho que não dura muito.Deve andar mal de grana, porque lembro de ter lido em seu site ha poucos anos, um apelo para que empresários o financiassem, uma vez que só ele via o perigo comunista atrás dos arbustos.Enfim…só um pequeno resumo dos liberais brasileiros. Deixa o Melvin dar a versão, sem rastros, dele. É verdade, que como observou Gallagher, a leitura de alguém, que dizem liberal, como Olavo de Carvalho, podem levar a interpretações neo-facistas. Isto é o problema com iracundos de qualquer matiz, todavia, eles, muitas vezes, levantam questões importantes.Eu claro, gosto dos iracundos de esquerda, mas estes, de vigor intelectual, estão raro entre nós, eu diria (mas não no mundo, de François Chesnais a Noam Chomksky, há muitos). Mas como estou em fase zen, light, acho que podemos considerar, ao menos, alguns humanistas, de sólida formação, como Sergio Paulo Rouanet. O problema com estes, é que não chegam a consolidar estratégias de atuação.Abraços

    em resposta a: PT ELEITO #72202

    Alex Haydin, 05 de Fevereiro de 2004 – 1:05 am:
    I) “…Ela(a bíblia ou doutrina divina expressada em
    lingugem) pode fazer vir a tona as nossas [mais
    sofisticadas] intuições …”
    1. Qual o motivo de Moisés se afastar da multidão? Ocorre
    que o conviver entre os indivíduos e grupos e bandos e
    cambadas e turbas perdera sentido, direção, rumo,
    propósito; imperava clima de torre-de-babel.
    2. Moisés estava aturdido, transtornado, a ponto de
    enlouquecer; subiu ao monte e por inspiração de fatores
    metafísicos dispôs de Dez Mandamentos; síntese
    supimpa para precisar as insanidades habituais
    naquela massa populacional.
    Ainda na atualidade os mandamentos vigoram, daí que
    pode-se dizer que estão absolutos.
    3. A Bíblia esteve absolutista como livro compulsório, de ler e
    memorizar e reproduzir, nada de criticar nem compreender,
    somente aceitar. Ainda haveria localizados absolutismo sim na Bíblia.
    E no âmbito do Islã e Judeus há absolutismos.

    II) “… estaria errado. Ciência é pragmatismo, compará-la
    com os livros sagrados …”.
    1. Nada de comparar, estaria esquisito&tolice colocar no
    mesmo plano Ciência e Livros Sagrados.
    2. Evidente que há livros religiosos e práticas religiosas que
    ainda permanecem com absolutismos.
    3. O que fez-se foi contrapor Ciência com Religião. A
    Religião no Ocidente já esteve metida com absolutismos,
    mas de uns séculos para a atualidade a Ciência sim adquiriu
    caráter absolutista, e a Religião perdeu status. A Religião
    esteve geradora de humanidades, mas há alguns séculos
    está tarefa da Ciência gerar humanidades.

    III) “…Linguagem e razão não estariam para produzir
    sentido em si …”
    1. Ambas, linguagem e razão, são instrumentos do humano.
    Antes de 40 mil anos, não havia o status SapiensSapiens, ou
    seja faltavam aqueles dois instrumentais.
    2. A razão não quer se provar razão, só quer expandir em
    humanidades&racionalidades; a linguagem só tem chances
    enquanto atender a razão.
    3. Reparar que a razão atende à Ciência – humanidades -, e
    à Religião – religiosidades. Quanto à religião
    propriamente dita, a razão não colabora não!

    IV) “…aperfeiçoar o homem …”
    1. A mente que propor isso daí pode-se afirmar que
    está “chegada às Divindades”!
    Dizer “aperfeiçoar a razão” também pega mal!
    A Ciência está para estender (estender!) a razão
    humana. De momento está com robozinhos em Marte,
    logo mais haverá colônia humana.

    V) “…O homem estaria a fazer leituras erradas, mesmo com
    curso superior ou leitura de livros …”
    1. Reparar Gallagher. O Brasil de nós brasileiros, está
    tomado por um espírito esquerdizado, fruto do ovo de
    serpente que regime militar chocou.
    2. O Mercosul e atual lidar sobre Alca desdenha os EUA.
    Como se um país com PIB de US$10tri não aplicasse
    arrasa-quarteirões para se manter no topo!
    3. É só fazer leituras dos romanos e dos espanhóis e
    ingleses, para constatar que na hora da cobra-fumá, os
    donos do pedaço determinam as pendengas, os eventos, os
    fatos, os desfechos …
    4. Ocorre que falta uma leitura sobre algo que nunca está
    escrito – os brasileiros (nós!) ignoramos tal leitura -,
    e que ensejaria que os brasileiros (nós!) relevássemos
    o Ocidente, pois os EUA e UE detêm compromissos
    de futurizar bem de bem as coisas ocidentais!
    5. Em nenhum lugar aparece que EUA&UE tecem o Ocidente!
    Mas está pura babaquice não dar olhadelas, com
    alguma profundidade e, entender o que se passa!
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72201

    Gallagher, 04 de Fevereiro de 2004 – 9:58 pm:

    I) “…“Lanterna de Popa” … se referindo à autobiografia: “A
    Lanterna na Popa” …”
    1. É sim “Lanterna na Popa”, em torno de 1500 páginas.
    http://www.portaldoscondominios.com.br/culturaRobertoCampos2.asp
    2. Eis como estava o clima pro lado dele: “… Roberto
    Campos desde década de 60 era considerado ‘entreguista’
    pela esquerda brasileira, muitos jornalistas só se reportavam
    a ele como ‘Bob Fields’ …”
    3. Pelo que ouvi alguns velhotes dizerem, houve pasquim
    “Pasquim” anos 70s, que batia permanentemente no “bob
    fields”.

    II) No livro citado há um trecho assim: “Anexo IV. Análise
    da crise cubana. Expediente enviado pela embaixada em
    Washington ao Itamaraty, em 01/11/1962, confidencial”.
    E entre páginas 1329 e 1336, consta relato pormenorizado
    do que se passou naquela crise entre os EUA e Cuba.
    Imperdível.

    III) “…não ficar dizendo tanta besteira sobre liberalismo …”
    1. Gallagher deve considerar que em mensagens rápidas,
    feitas entre afazeres outros profissionais, há mais tópicos do
    que precisos. Os precisamentos surgem nos embates.
    2. Caso Gallagher reunir alguns livros sobre liberalismo,
    vai se sentir a viajar em extensões siderais, devido a
    diversidade em interpretações. Não dá para enquadrar, pois
    senão vai discutir o sexo dos anjos!
    3. Daí o ater-se a fundamentais Liberdade e Independência.
    4. Em fórum importa muito o rasto que as mensagens
    traçam: assegurar consistência é quase “arte” em fórum.
    5. Mas diga lá ô veio … cita daí uma das “besteiras” para
    daqui permitir-se uma tréplica! Ci-ta ci-ta ci-ta ci-ta …
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72200

    Melvin,

    Vou repetir o levantamento que fiz e depois iremos a sua resposta:

    “A livre circulação dos produtos norte-americanos por estas bandas provocaria uma quebradeira nas pequenas e médias empresas nacionais, pois estas não estariam (e não estão) ainda ajustadas para uma concorrência deste modelo e consequentemente teríamos mais desemprergados.” (105 torre norte*)

    “1. Quadro de argumentos:
    – os EUA necessitam passar da Alca para UA
    – isso está compromisso dos EUA perante UE
    – UE&UA comporão Ocidente para confrontar TudoChina “Melvin

    Estes argumentos listados aqui não respondem a questão levantada. Sabe-se do interesse americano em assinar a ALCA e daí? por isso as mercadorias deles não viram até aquí atraz de mercado?

    “2. Mais argumentos referente Hemisfério Sul:
    – deverá baixar para níveis toleráveis:
    — criminalidade
    — venalidade
    — impunidade
    – deverá crescer em performances:
    — ensino
    — burocracia
    — serviços coletivos
    – deverá haver um suprimir de:
    — população desassistida
    — desarrumação urbana
    — insegurança ” Melvin

    Aquí teríamos que analisar ítem por ítem, pois, eles se interligam a diversos outros fatores.
    E ainda, esta transferência de “eficiências” seria gratuita?

    “3. Ainda com argumentos:
    – muitos sistemas fabris inteiros, já substituídos nos EUA
    serão transferidos para HS, para produzir.
    – oportunizarão atividades ainda até desconhecidas. ” Melvin

    Se entendí bem vc diz que empresas americanas substituíram as nacionais??
    Que vantagem Há em um negócio deste??
    Quebrar a industria nacional.

    Melvin, é importante aprofundar estas questões.

    Logo virei postar algo mais

    Até breve

    em resposta a: PT ELEITO #72199

    Gallagher, 04 de Fevereiro de 2004 – 9:58 pm:

    I) “ … Não entrarei na discussão …”
    En-tra en-tra en-tra en-tra …

    II) “… pessoal aqui do fórum está tentando colocar no
    mesmo saco, pessoas como Roberto Campos e Olavo de
    Carvalho.”
    1. Não! Nada disso! De parte daqui não! O fator em comum
    de Merquior, Campos e Carvalho, é que são autores
    estigmatizados pela esquerda.
    2. Os três não tem nada a ver entre si. A não ser estarem na
    mira de animosidade visceral, dedicada pelo indivíduo
    identificado com a esquerda.

    III) “… botar juntos … John Lennon e Tiririca ..”
    Ô pá! Estás a viajar-na-maionese caso foco visar o
    conhecimento individual. Os três brasileiros conhecem
    paca, e, sabem das coisas meeeeesmo, ao ponto de se
    tornarem imbatíveis nas suas áreas, em ambiente de embate
    intelectual. E por estarem num plano superior equivalente,
    nunca de nunca que haveria confronto entre eles. “Cada
    macaco em seu galho” está de boa medida aos três.
    É assim mais ou menos que aqui interpreta-se.

    IV) “… Campos foi um gênio… Carvalho astrólogo …”
    Olha aí o modo esquerdista de enquadrar Carvalho.
    Os esquerda não digerem causa do quê? Simples, Carvalho
    decidiu-se além de exercer sua profissão, interditar a
    esquerda, independente de esquerdinha ou esquerdão.
    Para Carvalho “esquerda é esquerda”, ou seja socialmente
    imprestável, chegada à vigarice no social, isso para
    Carvalho requer um contrapor ininterrupto e, em tom&som
    de ultrapassar o vozerio&vociferar dos oponentes.
    De parte daqui, mais ou menos, adota-se raciocínio
    próximo ao de Carvalho:
    “a esquerda não estuda,
    senão não estaria esquerda e,
    quem não estuda pernicioso socialmente está,
    logo enquanto esquerda o indivíduo faz mal à sociedade”.

    V) “…ser anti-comunista não quer dizer que ele é liberal …”
    1. Certamente! Não tem nada a ver, o c. e as c. não tem
    nada a ver entre si!
    2. Atualmente nem tem sentido externar “anti-comunista”.
    3. Ocorre que ser anti-esquerdista-petista, implica em
    confrontar de modo ininterrupto, com indivíduos que se
    anunciam petistas/ esquerdistas.
    4. O liberalismo pode dispor de várias tonalidades,
    diversidade em graus aos fatores, mas sempre com dois
    pilares básicos: liberdade e independência. Com esses dois,
    o indivíduo necessita sempre de mais conhecimento para
    propor-se efetivar seus intentos. Ou seja, estudar é preciso!
    5. É fácil mirar os esquerdas pois eles não estudam! Pois ler
    Campos, Carvalho, Merquior num intento de estudar,
    sempre deveriam fazer! Mas não fazem, devido que
    esquerda não estuda, somente aglutina passeatas e carrega
    faixas e vocifera.

    VI) “…estão confundindo … conservadorismo (Olavo de
    Carvalho …”
    1. Outra braba de Gallagher! De parte daqui não tem nada
    dessa “confusão”. O indivíduo estar conservador está
    próprio da natureza humana, conservar o adquirido, o
    possuído, o status, as perspectivas.
    2. Na URSS, a Nomenklatura (burocracia estatal) estava
    conservadora até demais pois provinham do Estado as
    usufruidades.
    3. Todo mundo é conservador no seu habitat, no seu meio e
    convívio. O paulistano é conservador que nem te conto!
    Leva ferro&fogo&aguaceiro de todos os lados mas não
    arreda!
    4. Contrapor ao indivíduo esquerda não tem conotação de
    “conservar”, tem mais o sentido de “vai estudar, ô vagal”.
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72198

    Tanto a Bíblia como o Talmud ou o Alcorão já estiveram
    “absolutos”. Melvin

    Pq o homem seria o fator absoluto, e não um curso ou um livro, uma doutrina ou a ciência? Pq um livro, uma doutrina, um curso ou um enunciado científico não seriam nem verdadeiros e nem falsos. Ouçamos Abraham Joshua Heschel sobre os livros sagrados:

    “O que um escritor faz com um pedaço de mármore, a Bíblia faz com nossas mais sofisticadas intuições. É como elevar o mistério à expressão.”

    Heschel coloca bem o problema: Ela(a bíblia ou doutrina divina expressada em lingugem) pode fazer vir a tona as nossas [mais sofisticadas] intuições. A blíbia não colocaria nada no homem, ou seja, de nada adiantaria ele comer a bíblia e lê-la todos os dias se a interpretar errado. É a intuição o que importa, e não a doutrina em sí.

    “Nos últimos séculos a Ciência promoveu um
    chega-pra-lá, e se assenhorou do-pedaço.” Melvin

    Daqui isto estaria errado. Ciência é pragmatismo, compará-la com os livros sagrados estaria para uma Queda lógica, ou um tornar-se Agente Smith dos filmes Matrix II e III. Linguagem e razão não estariam para produzir sentido em sí. A localidade da razão é defendida por correntes pragmatizantes como uma forma de engenharia de sofisticação do ser humano, sendo esta a única forma de desenvolver o homem.

    Nada de aperfeiçoar o homem com o racionalismo extremo, mas sim destruí-lo ao colocar esta como corrente única. Engenharia da destruição[razão útil, e Pascal passou longe disto tudo].

    “O Mercosul é uma insanidade, somente em mentes
    intoxicadas – indivíduos que levaram choque e ficaram no
    pau-de-arara -, é que poderiam colocar o Brasil em tal
    arapuca!” Melvin

    Considerando que a estratégia geopolítica versionado por vc é uma verdade, aqui poderiamos fechar o assunto. O homem estaria a fazer leituras erradas, mesmo com curso superior ou leitura de livros ou poesias ou qualquer outro meio de fabricar pensamentos. Inteligir, intuir não se pode ensinar:

    “A guerra é a esfera de ação da incerteza” Karl von Clausewitz – estrategista militar

    Na névoa das incertezas a verdade será encontrada através de um julgamento instintivo[humano], e não doutrinário. Era isto que tentava dizer.

    _________________________________________________

    Quanto ao Brasil com PT eleito

    FHC mudou paradigma no Brasil?

    Sim: “Verdade conhecida é verdade obedecida”., Lulalá dá suas viajadas, mas está evidente a necessidade de continuidades. A flexibilização estaria apenas nas estratégias e não nos princípios. FHC estabeleceu princípios e paradigma. Inclusive no se vestir.

    Não: Vide melvin no curso deste fórum. Lulalá estaria para indivíduo que vai tirar a Direita dos porões e esconderijos. Livros começarão a ser publicados. Jornalistas aos poucos vão acordando e escrevendo mais e mais. PSDB quem sabe assuma uma posição quanto ao sexo.

    Mas se paradigma não mudou como dar garantias e proteger as urnas “de ideologias de plantão, democraticamente eleitas”[Melvin]?

    abs.

    em resposta a: PT ELEITO #72196

    I) A seguir argumenta-se que o brasileiro bancou uma
    basbaquice com Mercosul, e por rebote dana-se com Alca.
    1. FSP, 04/02/2004, CLÓVIS ROSSI … “Está instalada a
    discórdia entre o governo e empresários em torno da Alca e,
    também entre empresários de diferentes áreas … ‘a proposta
    não agrada ao setor privado … proposta não deve gerar
    comércio … Para o setor de serviços, esta está sendo
    a melhor rodada de todas’ … Tudo somado, o que se tem é
    uma clara demonstração de que a sociedade brasileira não
    conseguiu até agora, depois de dez anos de negociação, ter
    clareza sobre o custo/benefício da Alca. Há visões setoriais
    e até sub-setoriais, mas falta um consenso sobre o que o
    país, em conjunto, perde ou ganha.”
    2. Brasil esteve aplicadíssimo num onanismo com o tal de
    Mercosul, coisa fantasiosa oportunizada pelo hegemônico
    espírito esquerdista que prevaleceu nacionalmente pós 1988.
    3. FHC canastrão (mau ator), não trabalhou para travar o
    processo de deteriorar o espírito nacional. Se recolheu a um
    hermetismo, solidarismo consigo, de só ficar a observar,
    pegara nojos das gentes!
    4. FHC candidamente (canastrão de m.!) engoliu pílula
    dourada do mui-amigo Menem:
    “… em 1991 novamente surge o ‘deme dos’ durou dez anos
    e meio. Por lei (por lei!), o peso transforma-se numa
    espécie de ‘irmão’ do dólar, e permite que argentinos
    gastem desenfreadamente no Brasil, lugar onde os
    argentinos exercem o ‘deme dos’ à vontade … invadem
    praias e cidades brasileiras …”
    5. Eis então que surgiu num dia … “Quarta-feira, 13 de
    Março de 2002 … Ontem, o dólar fechou a jornada em 2,50
    pesos. Desta forma, o real vale mais que o peso.”

    II) A Argentina – mui amiga! -, foi pro ralo. Todo mundo
    sabia que isso iria acontecer, a bola de cristal só não dava a
    data! Eis então que compromissos cavalheirescos de FHC o
    Escrupuloso, só serviu mesmo pra “carcar” fundo no
    fundilho do cidadão brasileiro, lá pelos finais de 1998.

    III) Como é possível que FHC o Enojado, não chegou a
    cogitar que os EUA nunca iriam permitir uma autonomia a
    algum país no planeta Terra, da equiparidade ‘ad eternum’
    diante sua moeda? FHC deveria sim é ter pego nojo de si
    próprio, da sua pessoa&mente&coração!

    IV) Mas ledo engano considerar que FHC fez maldades só
    enquanto pachorrentava. Saiu do cargo e deixou um rasto
    de minas armadas com imprecisos, pois agora o povo
    brasileiro está piorado, envoltos em insensatez crescente
    referente à Alca, em jeito de cego perdido no meio de tiroteio.
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72195

    105 Torre Norte, 04 de Fevereiro de 2004 – 2:12 pm:

    I) “ … livre circulação dos produtos n-a por estas bandas
    provocaria uma quebradeira nas pequenas e médias …”
    1. Quadro de argumentos:
    – os EUA necessitam passar da Alca para UA
    – isso está compromisso dos EUA perante UE
    – UE&UA comporão Ocidente para confrontar TudoChina
    2. Mais argumentos referente Hemisfério Sul:
    – deverá baixar para níveis toleráveis:
    — criminalidade
    — venalidade
    — impunidade
    – deverá crescer em performances:
    — ensino
    — burocracia
    — serviços coletivos
    – deverá haver um suprimir de:
    — população desassistida
    — desarrumação urbana
    — insegurança
    3. Ainda com argumentos:
    – muitos sistemas fabris inteiros, já substituídos nos EUA
    serão transferidos para HS, para produzir.
    – oportunizarão atividades ainda até desconhecidas.

    II) Considera-se que aos EUA não interessa o livre circular
    de mercadorias, interessa sim transferir sistemas que lá não
    servem mais, para HS servem sim muito bem!
    Há uma infinitude em produções que lá nos EUA não
    compensam mais, mas que colocadas a operar nos países do
    HS até interditarão os produtos orientais.
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72194

    Fernando, 04 de Fevereiro de 2004 – 12:01 pm:
    I) “… Que antagonismo tão grande é esse? …”
    1. Nada a ver com “antagonismo”, sim evitar caradurismo!
    Individualmente até dá de “aceitar pra genro”.
    Caso assumir “sou argentino”, rápido, de costas pra parede!

    II) “… Eua, resumem o ocidente …”
    1. Nada disso! A UE é que interpreta o “vetor” do Ocidente.

    III) “… eua estão em competição com bloco europeu …”
    1. Competição há em todos ambientes, até dentro de casa!
    A competição entre UE e EUA em quesitos, não interfere
    nas convergências pró Ocidente!

    IV) “… Se fizerem muitas concessões perdem a força do
    Império …”
    1. O “império” dos EUA ainda nem começou, será lá no
    espaço sideral, lá sim deterá suas colônias; para haver
    império deve haver ocupação e colonização.

    V) “… castelhanda de m …”
    1. O tal de “m.” está coisa elogiável. Ver noutra mensagem
    o que o escritor argentino Borges pensa a respeito de seu
    povo. Sai de baixo!

    VI) “… cucaracha que se olha no espelho e se vê …
    branco,anglo saxão, puritano”.
    1. Impossível isso daí conosco brasileiros. Dar uma
    chegadinha no litoral, num dia de sol-sal-milho-ceva!
    Dá de tudo ô meu! A maior miscigenação de tipos por
    metro quadrado, no planeta!
    (MCH)

    em resposta a: PT ELEITO #72193

    Pilgrim, 04 de Fevereiro de 2004 – 12:45 pm:

    I) “… Bobbio: Facismo: … llevar a cabo un encuadramiento
    unitario de una sociedad en crisis … movilización de masas
    … reivindicaciones sociales con las reivindicaciones
    nacionales …”
    1. Sem querer esculachar … Bobbio já era!
    2 Considerar o que segue. Com o novo quadro que a UE
    instalou no Ocidente – processo de confederalizar entre
    estados nações -, um monte de “ismos” foram pra lixeira.
    2. Interpreta-se aqui, que o liberalismo que contrapunha aos
    outros “ismos” também ficou pra trás. Mas perduram os
    dois fundamentos do liberalismo: liberdade e
    independência. Provável que surja uma nova expressão
    mais ou menos “confederalismo” para interpretar o
    processo de confederalização no planeta.
    3. Os estados nações aglutinam num desenvolvimento
    confederativo, seguem pelas décadas num crescendo de
    ajustamentos por aproximações até chegar ao Estado
    Confederado.
    4. Eis então que haveria os dedos de uma mão, em Estados
    Confederados lá pelo século XXII: UE, UA, TudoChina,
    Islâmicos, África.
    5. Nada disso consta em livros ainda! Mas em ensaios sim!

    II) Antes de continuar dar uma olhada:
    http://www.udc.es/dep/lx/cac/galport/index.htm
    http://www.rosariotrad.com.ar/portugues/datos.html

    III) “…referencias preconceituosas aos “castelhanos” nem
    vou falar …”
    1. Na época do Brasil em tratativas com Argentina para
    compor o Mercosul, quando Argentina anuncia que vai
    operar em regime “um peso um dólar, para todo o sempre”,
    as autoridades brasileiras deveriam ter pego o boné e picado
    a mula! Além de deixar um bilhete pro castelhano: “Prefiro
    acreditar na mula-sem-cabeça!”.
    2. Caso o leitor for dar uma olhada no retrospecto argentino
    após a Segunda Guerra, vai ficar de olhos esbugalhados
    devido ao espírito do inconstante que impera naquele país e
    seu povo.
    3. A seguir coloca-se alguns dizeres de Jorge Luís Borges,
    “O Dicionário de Borges”, ed. Bertrand Brasil, 1986:
    – O argentino costuma carecer de consciência moral, mas
    não de intelectual: passar por imoral importa-lhe menos do
    que passar por tolo.
    – Dizer “argentino” é uma abstração, teríamos de saber se
    é provinciano, se é portenho, reside em qual bairro
    de Buenos Aires, a que classe social pertence,
    que educação recebeu, …
    – Os argentinos sentem uma admiração ridícula pelas coisas
    que os outros lançam em moda.
    – Um dos maiores defeitos argentinos é a hipocrisia: não
    importa que coisas aconteçam, importante é não se saber.
    – O vício mais incorrigível dos argentinos é o nacionalismo,
    a mania dos primatas
    – Nós, argentinos, não só somos venais, mas admiramos a
    venalidade
    – Para argentino a amizade é paixão, e a polícia, uma máfia.
    – O argentino, individualmente, não é inferior a ninguém,
    contudo, coletivamente, é como se não existisse.
    – Nós, argentinos, fomos do francês para o inglês e do
    inglês para a ignorância.
    – País feito exclusivamente por vivos, que possibilitaram
    deste modo que se chegasse inevitavelmente à ruína.
    – Que particularidade há em ser argentino? É alguém
    artificial em país bem infeliz, sem falar na falta de ética
    – Sucederam coisas terríveis aqui, e ninguém tem a
    coragem de assumi-las (1982).
    – O nosso problema com o dinheiro é atroz, de brutal
    incompetência … nosso dinheiro somente se valoriza
    artificialmente. Nós temos a mania de em todos os lugares
    cobrar em dólares, como se fossemos um país de duas
    moedas. Nossos pesos só interessam a colecionadores de
    moedas mortas. (1978)
    (MCH, 04/02/2004)

    em resposta a: PT ELEITO #72192

    Pilgrim, 04 de Fevereiro de 2004 – 12:45 pm:

    I) “…Defendo o direito às idéias diferentes, mas não preciso
    concordar com elas …”.
    1. Um quadro visto daqui. O Brasil é um país de dimensões
    continentais; daí que o brasileiro já deveria (deveria!), há
    horas (muito tempo!), a considerar que o Brasil continental
    está ligado à outra área do continente: continental de idioma
    português e outra do continente de idioma espanhol.
    Para memorizar, um continente de dois complementos:
    a) área continental, do continente (Brasil)
    b) outra área, do continente (nove países).
    Isso está um argumento pra brandir nos embates!
    2. O Mercosul surgiu no pensar dentre aqueles que assumiram o
    poder federal após o Diretas Já. Não foi nem nas cabeças dos
    militares nem foi cogitação de movimentos populacional.
    Ou seja o Mercosul é uma invenção-criação do espírito
    esquerdizante que aflorou e tomou conta e prevalece na
    nação.
    3. Qual a característica básica da esquerda, em qualquer
    parte do planeta? Considera-se que está numa
    arraigada inconsistência quanto aos seus enunciados e
    propositados e efetivados. Ou seja, a esquerda nunca
    consegue sair da superfície, só consegue permanecer a
    boiar, figura-se com as sujidades em todos os rios urbanos
    brasileiros. A esquerda permanece empírica pois não
    aprofunda coisa alguma, em momento algum, o tempo
    todo! Isso está um argumento pra sarrafear nos confrontos!

    II) Eis um desfecho que presume-se inevitável.
    O Mercosul é coisa da esquerda?
    É daí que não serve, está condenado!
    Motivo?
    Esquerda não vai no cerne das coisas, fica no entorno!
    Causa de quê?
    Temor de esgarçar suas primárias aplicações!
    Primárias aplicações?
    Necessitam assumir algumas vistas obliteradas!
    Pra quê?
    Para evitar o trabalho duro!
    Quiquéissu?
    Se trata de agir pelos preceitos assumidos, porém sem imacular
    as liberdades de até então!
    Mas a esquerda quer privar de liberdades?
    Não de todo, necessitam adiá-las, colocá-las em suspenso!
    E daí, qual o problema do momentâneo?
    Ocorre que a esquerda depois esquece onde as guardou!
    Não as restabelece?
    Pior de não achar, nem mais as procura …bye-bye pr’elas!

    III) Com isso daí está-se a corroborar com Pilgrim
    “defendo direito, não preciso concordar …”,
    só que acrescenta-se
    “… e impedir que afanem os direitos!”
    (MCH, 4/02/2004)

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