Miguel (admin)

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  • em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77771

    A pior atitude do homem é a “critica cega”…
    Falar de algo que não se sabe é prova de ignorância.
    Ao que me parece a maioria das frases lançadas aqui são muito mais fruto de pre-conceitos do que de verdadeira reflexão e estudo.
    Parece que Dizer-se ateu esta na moda. No entanto a maioria das pessoas não conseguem defender suas posições a esse respeito. A razão disso não é dificil de entender: critica cega apoiada na opinião de outros…
    Sugiro que estudem mais o tema para pode-lo discutir de verdade e não apenas lançarem mão de idéias prontas, acabadas…

    em resposta a: Globalização #71647

    Se pensarmos em globalização em termos limitantes ela realmente só passa a existir de fato a partir do Capitalismo.
    Para mim essa é uma visão simplista do que seria de fato globalização.
    A “globalização de informações” é de fato algo muito recente, no entanto quando se fala em economia e em influência econômica vê-se que ela existe muito antes do Capitalismo.
    Evidentemente nem sempre existiu globalização, o que vale também para o Capitalismo. O fato é que apesar de inter-relacinoados Capitalismo e Globalização não são inter-dependentes, ou seja, a existência de um não está nescessáriamente ligada à existência do outro.
    Pense-se por exemplo na “globalização religiosa” que acontece independente de sistema economico, independente de fronteiras…
    Pense-se também na “globalização da cultura grega” a partir do renascimento de forma especial.
    Pense-se na “globalização do racionalismo” principalmente a partir do iluminismo…
    Pensar a globalização dessa forma é abrir o leque da discussão, o que nos enriquece grandemente… limita-la a um periodo histórico fecha a discussão, limita-a …

    em resposta a: Globalização #71646

    Globalização…..
    Antes da modernidade existiu uma globalização???
    Esta é uma pergunta difícil de responder, tentarei expor uma visã:

    O Império romano, o Persa, o Egípcio e muitos outros encontraram épocas em que sua expansão, sua área de influência fora bastante considerável, principalmente o Império romano. Não vamos esquecer dos séculos XIV E XV, com Portugal e Espanha dividindo quase a totalidade da América! Diríamos que os terrítorios destes impérios estariam centralizados politicamente, assim mesmo de forma débil, pois não era fácil fiscalizar todo este território, a comunicação não era o ponto forte. Ora, seria ingênuo afirmar que a globalização sempre existiu. Entendendo por Globalização um aumento na intensidade de envio e recepção de informações, na expansão do consumo, da propaganda dos produtos capitalistas, da velocidade das transações comerciais, ou seja, uma ferramenta desenvolvida pela evolução capitalista. Assim como o capitalismo, a Globalização nem sempre existiu! no máximo expansão de fronteiras de determinados impérios.

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75340

    Fernando,realmente acho que exagerei quanto a invasão do território nacional, pelo menos quanto a facilidade, principalmente por que faltariam argumentos convicentes para que fosse possível uma atuação militar deste porte, não pela força militar brasileira, mas sim, devido a repercussão mundial negativa. Concordo que simplifiquei demasiadamente.
    Você destacou uma questão importante – as Forças Armadas Nacionais – este instrumento do capital seria o maior impecilho interno para um suposto governo socialista. Aí está a necessidade de reformular a base de atuação, apresentando a aplicabilidade (ou não) de um governo socialista as pessoas, pois o Capitalismo não é o “Fim da História” como já foi dito. O socialismo autêntico precisa ser mais conhecido.

    Espero não estar a deriva em uma utopia, pois, utopia por utopia, a anarquista é mais radical!

    em resposta a: Globalização #71645

    Não… globalização não é parte do capitalismo. Ulltimamente o termo tem sido usado com mais frequencia, o que causa uma certa confusão. Mas perceba… muito antes do capitalismo já havia de certa forma “globalização”. O império Romano, por exemplo, vivia de certo modo um “mundo globalizado”… Se entendemos gobalização como o proprio nome indica, e portanto como processo em que tudo se generaliza, acabam-se as fronteiras, as relações passam a ser “globais” então o termo não esta necessariamente ligado ao capitalismo…
    Por outro lado, dizer que nesse “jogo” não existem regras é talvez um tanto quanto perigoso. Todo processo globalizante traz consigo regras. Não se pode nessa perspectiva dizer que o que vivemos sobre o signo de gobalização não possua regras. Ainda que elas não sejam claras, principalmete àqueles que tem menos informação sobre o tema, elas existem. Marx já as vislumbrava.
    Por último, considerar a globalização como um jogo tavez não seja a melhor forma de caracteriza-la. Nos moldes capitalistas a globalização é na verdade mais um meio de garantir a perpetuação do Sistema. Mais uma forma de alienação e dominação. Deve-se então encara-la como um perigo e não como um jogo…

    em resposta a: Globalização #71644

    Não… globalização não é parte do capitalismo. Ulltimamente o termo tem sido usado com mais frequencia, o que causa uma certa confusão. Mas perceba… muito antes do capitalismo já havia de certa forma “globalização”. O império Romano, por exemplo, vivia de certo modo um “mundo globalizado”… Se entendemos gobalização como o propri nome indica, e portanto como processo em que tudo se generaliza, acabam-se as fronteiras, as relações passam a ser “globais” então o termo não esta necessariamente ligado ao capitalismo…
    Por outro lado, dizer que nesse “jogo” não existem regras é talvez um tanto quanto perigoso. ~todo processo globalizaante traz consigo regras. Não se pode nessa perspectiva dizer que o que vivemos sobre o signo de gobalização não possua regras. Ainda que elas não sejam claras, principalmete àqueles que tem menos informação sobre o tema, elas existem. Marx já as vislumbrava.
    Por último, considerar a globalização como um jogo tavez não seja a melhor forma de caracteriza-la. Nos moldes capitalistas a globalização é na verdade mais um meio de garantir a perpetuação do Sistema. Mais uma forma de aienação e dominação. Deve-se então encara-la como um perigo e não como um jogo…

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75339

    Só para complementar Torre Norte. O problema maior de instalar-se um governo socialista no Brasil, não seriam as tropas gringas, mas sim as nossas próprias tropas. Veja que as forças armadas, andam bem queitinhas( até porque ninguém ousa mexer , muito como seus vencimentos, como fazem com o resto dos funcionários públicos), mas têm aquela tradição conspiratória, golpista e mesmo terrorista(lembra-se do atual major ou coronel que colocou a bomba no Rio Centro?). Todavia, não pretendo estender-me sobre este assunto, para não dar uma de comunista falastrão. Não é assunto para foruns em internet. Abraços !!

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75338

    Torre Norte: tenho que discordar, quanto a questão da invasão. Claro que isto é só um pequeno ponto, no seu excelente discurso. Vc acha que invadir um país do tamanho do Brasil é coisa simples? Primeiro que isto seria altamente repudiado por todo o mundo ocidental, no mínimo, depois que todos sabem que vencer uma guerra, para a maior potência militar da terra é fácil, a questão é garantir a ocupação. Veja o Iraque. E olha que este estava já submetido a um bloqueio de 10 anos. Não entre nessa, que não é uma hipótese razoável. Os gringos tentariam atuar de maneira econômica,o que já seria algo muito sério. O marxismo/socialismo, deve reformular , sim sua base de atuação como vc diz. Ricardo Antunes, excelente pesquisador brasileiro, no campo do trabalho e marxista, já não fala mais em operariado, mas dos-que-vivem-do trabalho. Jacob Gorender, velho comunista também já colocou alguma coisa neste sentido. Mas na essência, do marxismo, nada ha para reformular, a não ser os líderes falsos, oportunistas , como os da liderança petista. Depois, é aquilo que digo, as contradições no capitalismo seguem se agudizando, se a liderança não estiver nas mãos de oportunistas a possibilidade, inclusive da revolução, sempre estará presente. Abraços

    em resposta a: Cota para Negros nas Universidades. #77492

    Hoje 20 de novembro, dia da Consciência Negra! Hora de reflexão para todas as pessoas. Hora do povo negro aumentar as pressões, no sentido de implementar políticas compensatórias. Já existe um pequeno avanço. Ninguém mais, no mundo, acredita no mito da democracia racial brasileira, que se não exprime (menos mal)contra judeus, asiáticos, concentrando-se no Povo Negro, que vem reagindo para quebrar séculos de odiosa exclusão. Parabéns ao Povo Negro.

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75337

    ” Veja, bloquear um país com o PIB e população do Brasil é muitíssimo mais complicado que bloquear um economia, ridiculamente pequena, como Cuba.” FERNANDO

    Possivelmente não chegariam a bloquear economicamente o Brasil, mas sim, invadram-no sob o pretexto de eliminar o suposto governo “terrorista e produtor de armas de destruição em massa”. Seria mais lucrativo do que bloquear.

    Assim acredito que o marxismo/socialismo deve reformular sua base de atuação, pois corre o risco de voltar a ser considerada uma utopia dos tempos pré-marxista.

    Bem que hoje estou mais para Bakunin que Marx.

    em resposta a: Filosofia Moderna: crises e retrocessos #74404

    Cintia,

    Resumidamente poderíamos caracterizar a filosofia moderna com o florescimento da metafisica do sujeito – a preocupação volta-se do mundo para o sujeito. Desde Descartes, passando por Kant, até Hegel, busca-se fundamentar toda a realidade a partir do próprio sujeito.

    Referencias poderiam incluir:
    – dicionarios de Filosofia;
    – livros de Historia da Filosofia (um básico poderia ser a coleçao de Historia da Filosofia do Reale, lá está bem resumido).

    Abraço.

    em resposta a: Filosofia Moderna: crises e retrocessos #74403

    Oi pessoal,

    Assim como vocês, estou aqui para pedir ajuda urgente!
    Gostaria de saber quais são os objetivos filosóficos na Idade Moderna.
    Se alguém souber de algo ou alguma referência bibliográfica onde eu possa encontrar por favor me informe. Muito obrigada e um abração!!!

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75336

    O caso é que, com uma possivel exceçao daqueles saudosistas das bombas de gás lacrimogenio, ninguem é mais tao inocente para acreditar no sonho de construçao do paraiso pelo comunismo. Depois que ficou as claras o fracasso do sonho naquelas naçoes que eram as tidas como modelos de socialismo/comunismo, com a bancarrota da CCCP (cooperativa comunitária dos criadores de porcos), os defensores do comunismo vagueiam perdidos; depois de se sentarem para chorar, uns decidiram retornar a vida real e hoje caminham entre nós (algumas vezes, depois de umas cervejinhas, lembram aos risos daqueles bons tempos em que cheiravam gás lacrimogenio e levavam cacetetes na cabeça), outros preferiram insistir um tanto mais e ainda buscam alguma coisa que possa levar à ressurreiçao do marxismo.

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75335

    Realmente já existe elementos dentro deste Modo de Produção que indicaria uma possível transição, mas devemos lembrar que por volta do século XIX exsitiam condições parecidas, talvez até mais evidente do que no séc XX: crises econômicas, greves, conflitos internacionais.

    Qual a inquietação que tira o sono dos comunistas neste instante? O distanciamento destes com os operários. Isto, em virtude da desorganização da “Vanguarda” socialista e comunista, quisquer que sejam as suas facções. No Brasil, pelo menos, os Partidos esquerdistas caminham cada vez mais forte para uma via reformista (com exceção do PCO E PSTU) que impregnou os comunistas alemães em fins do século XIX, os sindicatos ainda sofrem com a Herança de Getúlio Vargas e da Ditadura ficando imóveis frente ao medo dos empregados a cada anúncio de crise econômica, as lideranças estudantís aproximam-se muitos dos partidos políticos.

    em resposta a: Movimento Autogestionário: esquerda revolucionária #75334

    Isto é mais para tentar responder ao 105 Torre Norte. Farei de uma forma, um tanto apressada, com a minha não-organização. A questão de mudar de um modo de produção para outro, pode levar séculos, mas bem pode ser algumas décadas. Marx já mostrava que um sistema antes de desaparecer já trazia em seu bojo elementos do sistema que o sucederia. Vejamos alguma coisa. O que são as fusões de grandes empresas/corporações dentro do capitalismo, se não a busca por um planejamento centralizado? Quanto ao proletariado europeu. Seu IDH alto, tem tendência a baixar com o desemprego sem controle, com os ataques a aos órgão de previdência, em resumo, com os ataques ao seu estado de bem-estar social. Outra coisa talvez mais importante sejam as pressões ecológicas. Já disse aqui que quando o capitalismo na forma dos seus empresários tiver que internalizar seus custos ele estará acabado. Um exemplo, o empresário de mineração, ou outros que produzem resíduos tóxicos, tiverem que assumir os custos com a despoluição de áreas que, agridem por toda a terra, ficam inviáveis. Exemplificando um pouco mais. Se uma barragem que contém rejeitos seja, de celulose, mineração, etc, rompe e contamina as águas de milhões (como aconteceu recentemente em Minas, o que veio afetar 2 milhões de pessoas no RJ, que captam água ou vivem da pesca no rio Paraíba), e o empresário em lugar de multa tem que arcar com os prejuízos, ele(seu grupo) estaria acabado, mas de fato, os governos( o comitê gestor da burguesia, segundo o velho Marx), faz com que estes custos sejam assumidos por todos. Ora, os grupos ecológicos europeus, americanos e por toda a parte logo irão se dar conta disso e passarão atuar de forma , mais ampla, anti-sistêmica, Aí entram os socialistas denunciando o modo de produção obsoleto, que traz o grosso do bônus, para sua elite enquanto a maior parte dos ônus é socializada. Quanto a periferia do capitalismo. Sim, a esquerda radical da periferia deve manter-se sempre atuante, nunca desprezando a possibilidade de uma ruptura. Assim, como Cuba e Coréia do Norte se mantém a duras penas, com seus líderes autoritários e, mesmo, selvagens (Coréia do Norte), não seria impossível que países como o Brasil, México, Argentina e outros resolvessem romper com o sistema, enfrentar bloqueios, etc. Veja, bloquear um país com o PIB e população do Brasil é muitíssimo mais complicado que bloquear um economia, ridiculamente pequena, como Cuba. A esquerda, consciente, honesta, nunca deve desprezar esta possibilidade, coisa que a corrente, que lidera o Pt, abandonou faz tempo ,se é que a considerou algum dia(fazer discurso radical contra dívida externa e o FMI é uma coisa, ter coragem de enfrentar a questão é bem outra). Numa situação destas tentar-se-ia aumentar as relações com outros países do terceiro mundo como Índia e China. Falamos mais detalhadamente sobre isto outra hora. Abraços.

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