Miguel (admin)

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  • em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77767

    eu sempre terei idéias q me dirijam a algo melhor e não pior, isso é natureza humana, não podemos negá-la…e outra coisa, sempre existiu necessidade de Deus… se achares agora uma civilização isolada do mundo, lá estará algum sentimento em relação a algo superior…o NADA não criaria nada, se existisse uma NADA criador não seria mais o NADA…esse sãos os primeiros raciocínios do homem, se existiu uma passagem do irracional ao racional, por exemplo do macaco para o homem, no estalo primeiro do raciocínio ele se perguntaria pq daquilo, dele, da mudança, das coisas – CAUSA – se TUDO foi gerado pelo NADA, posso tentar, a partir dum depósito vazio, sem nada, no vácuo (que, vamos dizer, não tenha NADA), gerar o Universo…q brincadeira de mal gosto… e se jogasse um pó de pirlimpimpim nesse depósito e dali gerasse uma explosão geradora do cosmo, eu seria DEUS… brincadeiras de criança para tentar entender q algo gerou…q mesmo q não entendamos como, sabemos q existe.

    em resposta a: Não existe alma #74496

    a água por exemplo, engraçado q hj admitimos que ela é formada de oxigênio e hidrogênio, até os negadores de tudo…se eu dissesse a um ignorante disso q a água tem componentes, q poderia ser dividida em substâncias diferentes ele me chamaria de doido, ou de discutidor medieval, ou de fanático religioso pq ele tinha um litro d´água e tentaria fracioná-la e teria 1/2 litro e depois 250 ml e ela continuaria sendo a água e não hidrogênio e oxigênio, e ele nunca aceitaria enquanto não visse os estudos da química científica, e que isso fosse reproduzido à sua frente, e posto nas suas mãos e dito a ele q isso não era a última descoberta científica, mas apenas um NADA perto das existências q ainda não percebemos.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77852

    Vou tentar explicar todos os pontos ao nosso amigo Pilgrim.

    Vou começar por Nietzsche.
    Não sou conhecedor profundo de seu trabalho, só li uma obra, Além do Bem e do Mal, e alguns resumos de sua vida e obra. O que posso falar de Nietzsche é que ele é um autor de flashs, sua obra é toda composta por momentos de inspiração, está longe de ser uma obra sistemática e bem definida. Ele tem várias fases, dizem ter três fases, uma inicial (Que ele vira filológo), outra intermediária e a última dita madura. Logo é difícil avaliar a obra de Nietzsche, num dado momento ele apoia o pessimismo de Schopenhauer, noutra condena, Wagner seu amigo pessoal no início da vida, se torna no futuro uma inimizade. Então Nietzsche é muito complexo, cheio de momentos de genialidade e obscuridão. Eu gostei muito da obra, principalmente de sua crítica ao cristianismo e ao pensamento ocidental. Quanto a política Nietzsche nunca foi muito claro, mas dá a entender que não importa o tipo de governo, se ele é tirânico ou democrático, pra ele governo bom é a aquele que permite gerar o seu além-homem, seu super-homem, este conceitos de homem são daqueles indivíduos que dizem sim a vida, que se auto-realizam, que tem perspectiva da realidade, não exite “falsidade”, nem “verdadeiro” e sim sinais a serem interpretados, indivíduos que respeitam e não reprimem seu lado animalesco, que tratam da razão e emoção de igual maneira, aliás nem fazem essa dissociação. Logo pra Nietzsche governo bom é aquele que investe na cultura para cultivar tais indivíduos. E esta é um breve interpretção MINHA de Niezsche, que como falei é um autor complexo, cheio de fases, sem a menor sitematização.

    Quanto as minhas declarações anteriores vou tentar ser breve. Acho que nesse caso específico de debate deveríamos nos preocupar com a micropolítica, em debater nossas atitudes perante a realidade política do país, mas nem por isso vou tirar o valor da macropolítica. Só acho que deveríamos discutir atitudes que estejam ao nosso alcance no momento. Por exemplo discutir a reforma tributária que já está encaminhada e tramitando no congresso não vai mudar seu teor e nem vai impedir de ser aprovada, caso ela não seja não será graças ao nosso debate, nem por isso o assunto deixa de ser interessante, mas eu ACHO (Não sou o dono da verdade para definir o que deva ser discutido em determinado tópico)que no tocante a esse tópico deveríamos discutir as nossas atitudes, a nossa cultura política, pois a solução não é formula mágica, e sim algo gradual que ocorre em uma conjuntura, e ACHO que devíamos estar discutindo nosso papel nessa conjuntura, ou seja, a micropolítica, nossa atitude como cidadãos. E por fim postulo minhas idéias sem a menor intenção de ser fiel a um ou outro filósofo que admiro e concordo com certas idéias.
    Espero ter esclarecido a maior parte das questões, ou talvez tenha criado mais dúvidas.

    PS perdoem qualquer erro de português, pois estou no trabalho e não tenho tempo pra ficar lendo e corrigindo meus posts

    em resposta a: Não existe alma #74495

    Uma pessoa que tem cães e gatos como mestres certamente nao tem muita coisa na cabeça!

    em resposta a: SOLUÇÃO #77851

    confidencial,
    aqui no meu bairro eu e alguns escassos amigos de infância, uns 4, já cogitamos de discussões semanais sobre política em épocas de política, e observamos os pontos mais criticados por nós nas campanhas políticas – as promessas, e vimos como elas muito facilmente podem ser fiscalizadas…em reuniões, debates e visitas realizadas pelos espertos no bairro, nós, depois da devida autorização documentada pedida em público é claro (eles não negariam), registraríamos suas promessas, o quanto isso já alertaria eles e o quanto de garantia já teríamos nas mãos…seria apenas material documentado nosso, e não de outros políticos com outros interesses (não existe oposição de verdade entre políticos), para ulterior cobrança…contamos tb q isso pode incentivar outras pessoas no bairro…é ainda uma humilde idéia, e por ser pequena é viável agora, seria apenas no bairro, mas já seria algo, pois antes mesmo, normalmente eu desligaria a TV se os visse, trancaria minhas portas se viessem por aqui ou estaria zombando das suas palavras bonitas…esse projeto irá entrar em prática talvez nas próximas eleições

    em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77766

    eu respondo com a afirmativa, confirmo, é verdade Carlos

    em resposta a: Não existe alma #74494

    Eta nóis, ficar discutindo baboseiras medievais… pela mor di deus, sempre digo uma coisa: quando eu vir meus cães e gatos rezando para um deus, pronto, acreditarei nele. Se não, bela m. ele existir ou não, ele q vá procurar o q fazer, tem muito, pode crer

    em resposta a: SOLUÇÃO #77850

    O q vcs acham de grupos de discuções politicas? tipo com um líder q se mantenha informado, e repasse informações, q seja discutido os pros e contras das idéias, e como por em prática(viabilidade);

    a medida do possivel por em prática projetos sociais, e enviar sugestões à politicos;

    E por fim montar algum tipo de vigilancia sobre politicos;

    Desculpem pessoal, eu viajo d + mesmo, acredito q minhas idéias sejam inocentes, mas q pelo menos sirvam de inspiração, ou incentivo;

    em resposta a: SOLUÇÃO #77849

    Demorei, mas voltei; Só pra saber, o debate mudou de assunto?

    Pois está parecendo q, ao invez de procurarmos a solução, começamos a discutir:

    -se ela existe ou não
    -q rumo deve tomar a discução

    e cessou a discução inicial em si

    EU SUGIRO Q CONTINUEMOS A DISCUÇÃO EM PARALELO:

    -O q alguem como eu e Marci FC pode fazer;

    -O q os politicos deviam fazer;( o q na minha opinião é importante sim, mas não tanto quanto o primeiro item )

    em resposta a: SOLUÇÃO #77848

    Marcio,

    Gostaria, se possivel for, que me explicasse a coerência de algumas posições que intui de algumas de suas mensagens. Como essas nao estavam explicitas, posso ter me enganado, e daí a minha dúvida. Vejamos:

    – vc disse que partiu de uma crítica à cultura:
    O que quero falar é referente a mentalidade, a cultura (…) Não estou falando de códigos penais, de reforma tributária. Estou falando de cultura etc;

    – ressalta entao o valor de cada indivíduo:
    estou tentando dizer que a solução parte de cada um etc;

    – e, seguindo o mesmo fio condutor, fala contra os “controles” e de novo reforça o papel do indivíduo: O que falo é de mentalidade e cultura e não de leis, códigos, controle de câmeras.

    – e para fechar o laço, para quem ainda nao tinha entendido, arremata com:
    PS votem no livro do Nietzsche na enquete.

    Até aqui nao me surpreendi em nada, mesmo porque é dificil alguem se surpreender com mais qualquer coisa nesses sites. Contudo, logo a seguir, encontro coisas do tipo:

    Concordo em gênero, número e grau que o exemplo e as ações moralizadoras devam partir de cima.

    claro que dependemos e precisamos de atitudes governamentais mais sérias, porém só quero escrever coisas que estão no meu alcance executar. Ficar especulando que o governo deveria ou não fazer, não vai mudar as reais atitudes governamentais.

    Minha dúvida: Considerando o elogio a Nietzsche, como alguém pode partir de Nietzsche e construir qualquer idéia política? Gostaria de entender qual viés vc está considerando nessa sua empreitada, já que em Nietzsche o indivíduo é valorizado ao extremo de considerar a sociedade um rebanho. Qualquer preocupaçao com ela nao passaria mesmo como fraqueza? Como entender qualquer admirador de Nietzsche defendendo “açoes moralizadoras” partindo de cima?

    Se possivel for, gostaria também de ter as referencias, se for esse o caso. Nietzsche é um autor que me interessa. (Nao que eu concorde com ele em tudo mas…) Nao só estou lendo como tomando nota sobre vários temas relacionados com sua obra.

    Desde já agradeço.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77847

    Bem desculpem não ter desenvolvido melhor o assunto tive que sair no meu do post. Quando chegar em casa pretendo desenvolver melhor o assunto.

    (Mensagem editada por la_hire em Junho 10, 2003)

    em resposta a: SOLUÇÃO #77846

    Concordo em gênero, número e grau que o exemplo e as ações moralizadoras devam partir de cima. Mas o que propus foi uma solução para o homem simples. Um homem como eu, que tenho um emprego humilde, ganho pouco, minha família não é nada influente, não aspiro a política, muito menos a administração pública. E para pessoas como eu sugeri esta solução “cultura”, agir como cidadão é parte integrante da mudança pra melhor. Como falei no post anterior isto é o começo, claro que dependemos e precisamos de atitudes governamentais mais sérias, porém só quero escrever coisas que estão no meu alcance executar. Ficar especulando que o governo deveria ou não fazer, não vai mudar as reais atitudes governamentais.

    em resposta a: SOLUÇÃO #77845

    Márcio

    Data Venia, não tenho a pretensão de convence-lo de nada, pois concordo com o que vc disse, no entanto discordo do seu método. Contudo gostaria de esclarecer que a síntese da minha mensagem corresponderia ao seguinte:

    Chega de sonhar e vamos administrar (de verdade e profissionalmente) os serviços públicos.

    Mas haveria tb que pensarmos se o problema é Sistêmico ou se ele pode ser resolvido parte por parte, uma de cada vez, ou pior, tentar resolver primeiro aquilo que naturalmente aconteceria depois. Os antigos chamam isto de “colocar o carro na frente dos bois”.

    Qualquer um que tenha noção de Administração de empresas e Administração de serviços públicos(em qualquer lugar do mundo) sabe que um dos maiores empecilhos é a burocrácia das empresas e, principalmente, a burrocrácia do Estado.

    Concordo com vc que estamos melhorando, mas daí esperar sentado um levante cívico do “culturalmente” (como vc disse) desviado brasileiro me parece caro demais.

    Tb concordo com vc que temos que dar exemplos, e penso que o exemplo maior vem do Estado e de seus administradores, isto é: do topo e não da base. Quem dá exemplos são os pais e não os filhos, do contrário, e é o que acontece no Brasil, cria-se uma sensação de anomia na sociedade.

    Sem um efetivo controle público, boa vontade e coragem de seus administradores não é possível fazer mudanças na mentalidade dos brasileiros.

    No Rio vc tem o exemplo dos fiscais de renda, que ganham salários altos, mas que não deixam de fazer “falcatruas”.

    Aposto com vc que depois desta lavagem pública de roupa, muitos fiscais no rio, e em todos os estados brasileiros, não estão dormindo a noite, com medo que alguém na Suiça ou em outro paraiso fiscal qualquer lembre deles. Já a nova geração de fiscais que ingressa hoje na carreira vai pensar um pouco mais antes de colocar tudo (salários acima de R$6.000,00 reias inicial e estabilidade no emprego) a perder. Mas não basta, a caça as bruxas tem que continuar.

    Cultura

    Me ocorreu a idéia que pode haver uma certa semelhança, e em razão da semelhança confusão e equiparação, entre o que seja pragmatismo e cultura. Pensei no Cazuza: ” transformam o pais inteiro num Puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro”.

    Em Sâo Paulo, por exemplo, o Sr. Paulo Maluf (de quem não sou fã, “mas a cesar o que é de cesar”) mudou em meses aquilo que ninguém conseguia fazer através de idéias bonitinhas.

    Ele fez com que os motoristas de São Paulo usassem o cinto de segurança.

    Como ele fez isto, dando palestras sobre como seria bom se todos usassem o cinto de segurança? Não.

    Saiu pelas ruas em seu carro dando o exemplo e usando o cinto? Nâo.

    Aplicou multas altissimas, encheu as ruas de fiscais e em semanas, como que um milagre, todos usavam cintos de segurança na ruas de São Paulo.

    Hoje, alguns anos depois, e praticamente sem fiscalização nenhuma e multas de baixo valor, todos continuam usando cinto de segurança. Isto que é mudar “cultura”.

    Como já dizia Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora não espera acontecer”.

    Finalmente

    Eu bem sei que o fórum não gira em torno naquilo que desejamos, até pq o OUTRO não é mero instrumento para pensarmos alto. O fórum parece ter vontade própria.

    Apenas comentei uma participação do Ricardo que, a meu ver, apresentou uma idéia interessante ao Tema do Fórum (SOLUÇÃO). É possível que no futuro eu comente outras participações que julgar interessantes.

    abs.

    (Mensagem editada por alex em Junho 10, 2003)

    em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77764

    ah, negar é fácil, é cômodo, me economiza o raciocínio, assim posso zombar mais dos que afirmam… comportamento positivo a toda hora substituído pelo negativo, no conhecimento e no sentimento

    em resposta a: Não acredito em Deus, Graças à Deus ! #77763

    eu ainda não consegui compreender totalmente o conteúdo desse site, por exemplo, viajar sobre todas as suas vantagens, desvantagens, incentivos, ou mesmo a concretude de seus fóruns, subdivisões, artigos, mas nem por isso negarei sua existência…e lembrando, a afirmação de acreditar em Deus não leva qualquer um a imaginar q isso seja influência religioisa, de pastor ou de quem quer q seja, eu posso acreditar sozinho nisso

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