Miguel (admin)

Respostas no Fórum

Visualizando 15 posts - 5,146 até 5,160 (de 6,713 do total)
  • Autor
    Posts
  • em resposta a: Cristianismo #75090

    Realmente criticar por criticar é muito fácil, estou esperando uma crítica construtiva até agora, seria enriquecedor. Querem uma dica procurem nos antigos gregos:Pitagoras e sua transmigração da alma, Ptolomeu e seu tetrabiblos ou Erastostenes e seu hermes

    em resposta a: Cristianismo #75089

    Criticar por criticar é fácil, mas textos desse tipo revelam mentalidades piores do que aquelas que criticam. Que mostra de imaginaçao doentia, desconhecimento historico, falta de contextualizaçao de cultura e de época!

    De cristianismo nao mostra conhecimento nenhum. Associar figuras da patristica com cultos pagaos egipcios faria um cristao dos primeiros séculos vomitar. De filosofia mostra conhecimento ainda pior.

    em resposta a: Cristianismo #75088

    Era o que faltava agora, confundirem filosofia com esse besteirol esotérico. Isso está mais para sub-literatura de auto-ajuda ou de auto-desajuda.
    Algum senso crítico nao iria mal, cai muito bem na filosofia.

    em resposta a: Morte #77048

    Não me mato porque gosto de viver, e não vejo relação disso com a minha pergunta, desculpe minha ignorância mas dava pra ser mais claro, a não ser que o que vc estava querendo dizer é que o ser humano corre atrás do sobrenatural porque gosta da vida, mas ai há um problema eu não corro atrás do sobrenatural e no entanto gosto de viver.

    em resposta a: Cristianismo #75087

    “Ainda bem que temos pessoas de excelente nível, por aqui para compensar”
    O que pareçe não ser o seu: “Vitor Vargas”
    Já discuti muita filosofia e religião neste site e foram discussões de excelente nível.
    Agora como a minha linha é de um historiador( que ama a filosofia ) tenho uma maneira de pensar baseada em causa e consequências (o que foi considerado por pessoas sensatas um pouco perigosa). Tive o dicernimento de ir atrás até do princípio da filosofia e sei muito bem que Sócrates se recusou a ser iniciado nos “mistérios” gregos, como todo cidadão ateniense comun da época, mas você de Sócrates passa muito longe.
    Quanto aos Macons, não sou, meu pai não é, nem ninguém da minha família nunca foi, mas pelo pouco que conheco da classe, sei que qualquer um maçon já fez mais pela nossa sociedade do que você, há não ser que você já tenha recebido o convite para se tornar um, aí isso indica que você é uma pessoa influente na sociedade que pratica a filantropia e que têm uma conduta “moral inibada”, (apesar de ao contrário de Kant eu não me espantar com a lei moral dentro de mim). Acho que a moral surge de padrões.
    Enfim, O país da esfinge (metade homem, metade animal, O país do hieroglifo, (metade escrita, metade simbolo,) tem muito a nos ensinar e só pessoas “preconceituosas às avessas” feito você, talvez até por ignorância não pode enxergar.

    em resposta a: Cristianismo #75086

    Haja paciência com o ” besteirol” . Em um site tão interessante,as pessoas discutem filosofia, religião, mas eis que surge esta cômica figura do tal J.Domingos M. Trindade, vomitando este monte de bobagens dos ridículos maçons. Mas enfim..mesmo sabendo que devemos respeitar a liberdade de expressão, não resisto deixar aqui meus protestos, contra esses exóticos personagens.Ainda bem que temos pessoas de excelente nível, por aqui para compensar.

    em resposta a: Cristianismo #75085

    O que seria da astronomia se não fosse a astrologia antiga?(foram eles que 1º dividiram o ano em 12 meses e os meses em trinta dias) o que seria da mitologia grega se não fosse a egipcia? Estorias parecidas sempre se repetem (inclusive a de Jesus) e como sempre tem suas origens nas mais antigas civilizações (Egito e Mesopotamia). Não estou defendendo uma visão nem outra,também acho que não dá pra confiar em 10.000 anos de estórias.

    em resposta a: Cristianismo #75084

    Se nao confio na igreja, por que deveria dar crédito agora a essas estorias ainda mais escalafobéticas?

    em resposta a: Morte #77046

    Pegando o gancho acima me respondam por favor essa pergunta, por que ohomem corre tanto atrás de respostas sobrenaturais para as coisas.

    em resposta a: Cristianismo #75083

    Voltando um pouco ao assunto cristianismo!

    Este é um trecho que retirei de um texto intitulado: Carta a um Maçom: por Marcelo Ramos Mota.
    http://www.mysunrise.ch/users/prkoenig/motta/moma1.htm

    Devo começar por repetir-lhe o que lhe disse por ocasião de nossa conversa, e que tanto chocou seus bons sentimentos e sua honesta devoção: que o homem chamado “Jesus Cristo” nos Evangelhos nunca existiu. Suas peripécias são fictícias; não padeceu sob nenhum Pôncio Pilatos; não foi nem poderia jamais ser a única Encarnação do Verbo; e qualquer Igreja, seita ou pessoa que diga o contrá rio ou está enganada ou enganando.
    Não quero dizer com isto que um homem assim não pudesse ter nascido, pregado, e padecido. Pelo contrário: tais homens nascem continuamente, e continuarão a nascer por todos os tempos: Encarnações do Logos, Templos do Espírito Santo, Cruzes de Matéria coroadas pela chama do Espírito.
    Direi mais: houve, em certa ocasião, um homem que alcançou no mais alto grau a consciência de sua própria Divindade; e este homem morreu em circunstâncias análogas (porém não idênticas!) àquelas narradas nos Evangelhos. Seu nascimento perdeu- se na noite dos tempos: ele foi o original do “Enforcado” ou “sacrificado” no Taro, e os egípcios o conheciam pelo nome de Osiris. Foi esse Iniciado quem for mulou na carne a fórmula do Deus Sacrificado. Esta é a fórmula da Cerimônia da Morte de Asar na Pirâmide, que foi reproduzida nos mistérios de fraternidades maçônicas da tradição de Hiram, das quais o exemplo mais perfeito foi o Antigo e Aceito Rito Escocês. O Graus 33º desse rito indicava uma Encarnação do Logos; a descida do espírito Santo; a manifestação, na carne, de um Cristo; a presen&ccedi l;a do Deus Vivo.
    Para os fatos que servem de base às asserções acima, indico ao senhor as seguintes obras, de maçons ilustres e merecedores:

    LA MISA Y SUS MISTERIOS, de J.M. Ragón.
    THE ARCANE SCHOOLS, de John Yarker.
    DO SEXO À DIVINDADE, do Dr. Jorge Adoum.
    CURSO FILOSÓFICO DE LAS INICIACIONES
    ANTIGUAS Y MODERNAS, de J.M.Ragón.
    ISIS DESVELADA, de Helena Blavatsky, seção sobre o Cristianismo. Mme Blavatsky não era dos vossos, mas era dos Nossos…

    Na minha opinião, Dr. G., um maçon de alto grau, com tempo a seu dispor, faria um grande benefício a seus irmãos ao traduzir para o português as obras acima citadas, principalmente as duas primeiras.
    Os documentos incluídos no assim-chamado “Novo Testamento” (a saber, os Quatro Evangelhos, os Atos, as Cartas e o Apocalipse) são falsificações perpetradas pelos patriarcas da Igreja Romana na época de Constantino, por eles chamado “o Grande” porque permitiu esta contrafação, colaborando com ela. Constantino não teve sonho algum de “In Hoc Signo Vinces”. Tais lendas são mentiras desavergonhadas inv entadas pelos patriarcas romanos dos três séculos que se seguiram, durante os quais todos os documentos dos primórdios da assim-chamada “Era Cristã” existentes nos arquivos do Império Romano foram completamente alterados.
    O que realmente aconteceu na época de Constantino foi que, aliados, os presbíteros de Roma e Alexandria, com a cumplicidade dos patriarcas das igrejas locais, dirigiram-se ao Imperador, fizeram-lhe ver que a religião oficial era seguida apenas por uma minoria de patrícios, que a quase totalidade da população do Império era cristão ( pertencendo às várias seitas e congregações das províncias ); que o Império se estava desintegrando devido à discrepância entre a fé do povo e a dos patrícios; que as investidas constantes das seitas guerreiras essênias da Palestina incitavam as províncias contra a autoridade de Roma; e que, resumindo, a única forma de Constantino conservar o Império seria aceitar a versão Romano-Alexandrina do Cristianismo. Então os bispos aconselhariam o povo a cooperar com ele; em troca, Constantino ajudaria os bi spos a destruirem a influência de todas as outras seitas cristãs!
    Constantino aceitou este pacto político, tornando a versão romano- alexandrina de Cristianismo na religião oficial do Império. Consequentemente, a liderança religiosa passou às mãos dos patriarcas romano-alexandrinos, que, auxiliados pelo exército do Imperador, começaram uma “purgação” bem nos moldes daquelas da Rússia moderna. Os cabeças das seitas cristãs independentes foram aprisi onados; seus templos, interditados; e congregações inteiras foram sacrificadas nas arenas das províncias de Roma e Alexandria. Os gnósticos gregos, herdeiros dos Mistérios de Eleusis, foram acusados de práticas infames por padres castrados como Orígenes e Irineu (a castração era um método singular de preservar a castidade, derivado do culto de Atis, do qual se originou a psicologia romano-alexandrina). Os essênios foram condenados a través do hábil truque de fazer dos judeus os vilões do Mistério da Paixão; e com a derrota e dispersão finais dos judeus pelos quatro cantos do Império, a Igreja Romano-Alexandrina respirou desafogada e pode dedicar-se completamente ao que tem sido sua especialidade desde então: ajudar os tiranos do mundo a escravizarem os homens livres.
    Para o escrito acima, indico ao senhor os seguintes livros:

    ISIS DESVELADA, de Blavatsky, seção sobre o Cristianismo
    OUTLINES ON THE ORIGIN OF DOGMA, de Adolf von Harnack.
    DECLINE AND FALL OF THE ROMAN EMPIRE, de Gibbon.
    THE AGE OF CONSTANTINE THE GREAT, de Burckhardt.

    Quanto às falsificações da Igreja Romano-Alexandrina, indico ao senhor as palavras do grande erudito americano Moses Hadas, em suas notas à tradução do livro de Burckhardt, à página 367, que passo a traduzir:

    “A História Augusta apresenta biografias de imperadores, cézares e usurpadores, de Afriano a Numério (117-284), com uma lacuna no período de 244 a 253. Pretende ser o trabalho de seis autores (Aelius Spartianus, Vulcacius Gallicanus, Aelius Lampridius, Julius Capitolinus, trebellius Pollius e Flavius Vopiscus), e ter sido escrita entre os reinados de Diocleciano e Constantino, ou cerca de 330. Alguns estudiosos creêm tais asserções verda deiras, mas outros mantêm que a obra foi escrita um século mais tarde, e por uma só pessoa. Em tal caso o nome dos seis autores terá sido adicionado para tornar mais convincente o que foi escrito.
    Trocando em miúdos, o que ele quer dizer é o seguinte: os patriarcas romanos, ansiosos por esconder seus crimes (especialmente a perseguição a cristãos de outras seitas ou igrejas) e por se declararem os únicos cristãos verdadeiros, destruíram todos os documentos autênticos nos quais conseguiram por as mãos. (Isto lhes era particularmente fácil já que, desde a era de Constantino, eles foram os guardiã es de tais manuscritos.) Feito isto, substituíram os destruidos por outros, forjados, que descreviam a sua clique como oprimida pelos imperadores e outras seitas cristãs como inexistentes ou obscenas. (Na realidade, ela bajulara os imperadores desde o começo: o culto de Átis era o único em Roma ao qual os patrícios podeiam ir legalmente.)
    Um pouco mais tarde, Romanos e Alexandrinos brigaram. Isto porque cada facção queria fazer de sua cidade o centro político e religioso do Império. Foi então que um dos poucos historiadores pagãos que escaparam à atenção dos Patriarcas escreveu: “As atrocidades dos cristãos uns contra o outros ultrapassa a fúria das bestas selvagens contra o homem.”(Ammianus Marcellinus)
    O capítulo final da disputa foi a divisão do Império em Romano e Bizantino. Desde então, a Igreja Romana tem se chamado “Católica”, e a Bizantina, “Ortodoxa”.
    Ambas, é claro, um amontoado de mentiras.
    Qual o motivo, o senhor perguntará, para essa perseguição impiedosa às seitas gnósticas e essênias?
    No caso dos essênios, as razões foram políticas e dogmáticas. Aproximadamente um século antes do assim-chamado “Ano Um” nascera na Palestina um rabi, cujo nome é desconhecido (embora alguns estudiosos presumam ter sido Ionas, ou Jonas). Ele criou um novo sistema de Essenismo, fundando muitos ramos dessa fraternidade judeo-cóptica, e adquirindo um grande número de seguidores na Ásia Menor. Muitos documentos foram escrit os acerca dos incidentes de sua vida e doutrina. Foi um Adepto Cristão, ou seja, defendeu a tese de que todo homem é um Templo do Deus Vivo; deu testemunho do Logos e do Espírito Santo, e tal foi seu impácto no pensamento religioso de sua época que os patriarcas romano-alexandrinos, ao escreverem a “história de Jesús Cristo”, foram forçados a incluí-lo, para evitar suspeitas. Chamaram-no de “João Batista”…
    Acerca deste

    THE DEAD SEA SCROLLS, AN INTRODUCTION, de R.K.Harrison.

    Também este livro deveria ser traduzido para o português por um maçon!
    Abaixo, cito uma passagem atribuída a esse iniciado, extraída de um manuscrito cóptico intitulado “Evangelho de Maria”, apócrifo, desde 1896 no Museu de Berlim. Depois de haver explicado vários pontos de sua doutrina, ele se despede de seus discípulos:
    “… Quando o Abençoado havia dito isto, ele saudou a todos, dizendo: 'Paz seja convosco. Recebei minha paz para vós mesmos. Cuidai-vos de que nenhum vos desvie com as palavras “olha alí” ou “olha lá”, pois o Filho do Homem está dentro de vós. Seguí-o: aqueles que o buscam o encontrarão. Ide, pois, e pregai a Boa Nova do Reino. Eu não vos deixo nenhuma regra, salvo o que vos recomandei (Amai-vos uns aos outros), e eu não vos dei nenhuma lei, qual fez o legislador (Moisés), para evitar que vos sentísseis obrigados por ela.' E uando acabou de dizer isto, ele foi embora.”
    (Gnosticism, An Anthology, ed. Robert M. Grant, Collins, London, pp. 65-66, “The Gospel of Mary”)
    Esta passagem pode ser comparada a muitas outras nos Evangelhos nas quais, quando interrogado, “Jesús” diz explicitamente: “O Reino de Deus está dentro de vós.”
    E que razão tinham os Romanos e Alexandrinos para perseguir e exterminar os gnósticos gregos?
    Desta feita o motivo era puramente dogmático. Na época posteriormente atribuída pelos patriarcas ao “nascimento de Jesús Cristo”, um iniciado grego deu vida nova aos mistérios de Apolo e Diôniso, restabeleceu o culto ao Sol Espiritual e ao Logos, praticou maravilhas taumatúrgicas e, em suma, causou tal impressão que os Romano- Alexandrinos foram forçados a incorporar diversos “milagres” em sua miscelâni a evangélica, de forma que o seu “Jesus” pudesse igualar os prodígios atribuídos a Apolônio de Tyana. Ao mesmo tempo, afirmaram que Apolônio de Tyana havia sido enviado por “Satã” para reproduzir os milagres de “Jesús” e assim desviar as pessoas do “verdadeiro Cristo”. destruiram também, sistemáticamente, todos os documentos autênticos da vida de Apolônio, salvo um, a fantástica e inacredi tável Vita, atribuída a um pretenso “discípulo” desse grande Adepto.
    Novamente lhe indico ISIS DESVELADA, e o artigo “Apollonius” na Enciclopédia Britânica.
    Devo aqui, Dr. Gastão, apender um parêntese um pouco prolongado, de forma a estabelecer a maneira pela qual o Catoliscismo Romano difere do verdadeiro Cristianismo. Para este fim, começarei por apresentar um dos poucos textos que nos chegaram quasi sem alterações cometieas pelos patriarcas de Roma e Alexandria. As moificações relevantes vão comentadas entre parenteses, e o texto, apresento o original, intato. É o Intróito do Evangelho de “São João”:

    em resposta a: Liberdade #74272

    No momento que Sartre afirma que a existência precede a essência, ele pauta o seu existencialismo no ateísmo, como bem disse o nosso colega Tix. Neste contexto o homem esta fadado, condenado a ser livre. Na minha opinião, o grande problema é o uso de que faz dessa liberdade. Apesar de muitos cientistas sociais não acreditarem na liberdade humana, penso que todos indivíduos possuem livre arbítrio dando as suas vidas o caminho que melhor lhes convém, lógico que num campo “limitado” de possibilidades.

    em resposta a: Vida extraterrestre #74890

    É muita pretensão e até mesmo ignorância acharmos que só existe vida inteligente em nosso planeta. A simulação proposta pelo nosso amigo Marcio deixa isso bem claro. A Terra é apenas uma gota d`agua no oceano da vida. Seria um imenso desperdício de espaço se a vida fosse restrita somente ao nosso planeta. “Há muitas moradas na casa de meu pai”. Muitos se perguntam porque esses seres não aparecem publicamente? Eu perguntaria, estaria a humanidade terrestre preparada para um contato com uma civilização avançada do ponto de vista: tecnológico, moral e espiritual? Vale lembrar que assim como existem seres mais evoluídos em outros planetas existem seres menos evoluídos habitando outros mundos, porém eles não podem ter acesso a esses mundos. Por isso, creio que quando os habitantes do planeta Terra estiverem preparados (moralmente e espiritualmente) teremos um contato público com civilizações avancadissimas, que procurarão nos ajudar e nos auxiliar. Existe uma literatura vasta sobre essa temática, os ufólogos possuem argumentos fortíssimos que corroboram a teoria de vida inteligente fora de nossa planeta. Na minha singela opinião, não é necessário muito esforço intelectual e sim um pouco de sensibilidade para sentir e acreditar na existência de extraterrestres, e digo mais, eles estão aqui para nos ajudar. Um abraço a todos. Paz

    em resposta a: A violencia se forma em casa #71553

    Caro Fernando,

    – Movimento contra o pagamento da dívida externa?
    – Movimento anti-globalização?
    – O que é isso, companheiro?
    Por aí, não dá!

    Um abraço.

    em resposta a: A questão do suicidio #75740

    Caro Fernando,

    Desculpe colocar as coisas nesses termos mas, dado seu desconhecimento sobre o assunto, sou forçado a dizer que você esta absoluta e totalmente equivocado em suas colocações. O suicídio está sim associado a desequilíbrios psicológicos e psíquicos, além de possuir um forte componente genético.
    Sugiro que você procure se inteirar do assunto, para que possamos discuti-lo com maior propriedade.
    Quanto à sermos seres possuidores de um cérebro evoluído, não devemos nos esquecer que o que faz esse cérebro funcionar é a sua bioquímica e que só utilizamos 5% de seu potencial.
    Concordo quando você diz que a vontade de viver é um impulso biológico, muito embora não concorde que seja “apenas” um impulso, considerando-o sim como “O Impulso”. No tocante à sua cegueira, devo dizer que ocorre exatamente o contrario, na medida que é fruto do inconsciente, capaz de enxergar com os olhos da mente, através da terceira visão.
    Para finalizar pergunto à você:
    – Quem sairia de uma festa agradável, onde estivesse perfeitamente à vontade?
    – Por que pessoas com grandes problemas de ordem pessoal, familiar, financeira, e tantos outros não se suicidam, enquanto outras, com uma vida estável acabam por faze-lo?

    em resposta a: Morte #77045

    É isso aí mesmo Carlos, suas palavras foram simples e objetivas. Nós morremos como seres vivos mas continuamos aí como átomos que se juntarão a outros átomos e formarão novos seres vivos ou não. O que importa é que vivamos o nosso momento sem atrapalhar o dos outros, se possível.

Visualizando 15 posts - 5,146 até 5,160 (de 6,713 do total)