Miguel (admin)

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  • em resposta a: Nao encontraremos resposta #76409

    Márcio:
    “Embora tenha Consciencia que devo fazer isso, minha Consciencia me diz que nao devo faze-lo.”…hummmm..assim continuamos a falar do mesmo conceito na medida em que a consciência me diz o que não devo fazer ( a sua função é essencialmente negativa). Penso que a noção de consciência que refere é o de estado de vigília, percepção, conhecimento…é isso??? “O ter consciência de ” seria aqui o saber que, o estar “acordado”….”consciente” em termos da realção que sempre estabeleceu entre mente/cérebro, não é?? Se calhar não o compreendi bem….

    abs.

    em resposta a: Nao encontraremos resposta #76408

    Para mim a questão de deuses,idolos etc.. é uma questão de “alienação” do ser humano e isso já é muito batido!como diz nosso novo amigo essa tese( religião) já caiu há muito tempo.
    Não vou falar porque o homem precisa acreditar em um Deus, mas vou falar porque ele aboliu!
    A mentalidade medieval acredito que todos sabem como era: Igreja Católica monopolizando a vida intelectual, mentalidade teocentrica etc, pois é, mas o homem não se conforma com a submissão e hierarquia (o Rei e DEus eram o topo da hierarquia)a busca de toda historia da humanidade é a busca pela igualdade de direitos e econômica, daí veio o renascimento e o primeiro protesto contra a ordem vigente o:protestantismo onde o lema era “Jesus sim igreja(católica)não”! Depois veio a Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade, onde o lema era “Deus Sim, Jesus não”. Alguma igualdade de direito até foi alcançada “pós revolução' mas faltava mais,faltava a igualdade econômica então o comunismo surgiu e o novo lema é: “Deus não exite”. veio a pós modernidade é o lema agora é: “se Deus existe é preciso matá-lo!
    Quero deixar bem claro que não sou contra a elite, acho que ela dá o padrão pela busca de igualdade.
    Memória Genética: Como o márcio bem falou é quase uma tese minha, porque quando leio nao fico só com o que leio vou filosofar em cima do que leio e foi filosofando sobre empirismo e racionalismo associando com outras leituras que me veio esse “Insight”e tenho outros como quando li Freud escrever que os animais repetem de forma mesmo que abreviada todas as formas de sua evulução na sua embriologia até o seu nascimento ( não sei se fui bem claro) pois é tive o insight de achar que após o nascimento o homem repete tambem de forma abreviada o processo que nossos ancestrais passaram na sua interação com a cultura, em pegar os primeiros objetos em andar em postura ereta em falar, em aprender, raciocinar, filosofar etc..
    As vezes as pessoas acham incrivel falar em evolução”, como é que de uma forma simples de vida nós surgimos? mas a jente vê isso todo dia e nao nos espantamos: um espermatozoide se transformar em um adulto. ou um bebe falar, caminhar etc..tudo isso como deve ter acontecido tambem na evolução dos nossos ancestrais, e nem o adulto sabe explicar como isso acontece e nem nos sabemos direito como a evolução aconteceu, mas vemos a repetição do processo todo dia!

    em resposta a: Será Deus Perfeito? – 2 #76559

    Ref Karein, 23/05/02 – 1:30 am:

    K.: “transcendental, não estaria esta complementariedade …atuar humano”.
    Sugere-se (enfaticamente!) que Alguém interdite-se “palavrões” tais como “complementariedade” e “transcendental”.
    “Complementariedade” está para designar o paradoxo da luz atuar em modo de partícula e em modo de onda, com matemáticas independentes e estranhas entre si. Só para tal saber é que existe “complementariedade”, portanto não atravancar a mente com impossibilidades (de estar impossível!).
    “Transcendental” está lá com Kant, e lá deixar. Na época atual o verbete “transcendental” está na História da Filosofia, não sobrecarregar a mente com algo que não acresce em desenvolvimentos.
    As significativas são “complementar, complemento, suplementar, suplemento”. Adotar “versionar, nova versão” para indicar estar-noutra, sugere-se esquecer “transcender”.

    K.: ” o conviver a reboque do conhecimento”.
    Nada disso! Nada de a reboque! O conhecimento provem do conviver. O senso comum está como “escola” para massas de indivíduos. Entender a respeito do senso comum está algo essencial! Impossível que Alguém ainda veja o senso comum em modo de fenômeno! Há conhecimento tanto na Instituição Formal como em Laboratório. A Nasa está como laboratório, o maior laboratório desta época. O MST de cidadãos brasileiros está como um modo de laboratório perante uma questão crucial nacional. Mas assistir um filme, ou ler um livro, ou mensagear-internet, estão coisas do senso comum. Há fóruns-internet em modo de laboratório mas são fechadíssimos.

    K.: ” empírico sobrepujar o conhecimento”.
    Está-se a perceber que Alguém equivoca-se com “empírico”. O conhecimento surge de atuar empírico ou racional. Qualquer interrogar, buscar, fuçar, criar, desembocar, lá adiante no conhecimento, obrigatoriamente. Vale o conhecimento reconhecido, o laboratório está sempre provisório, na obrigação de receber o “aprovado”. Impossível “empírico sobrepuja”.

    K.: “conhecer comum de dois intelectual não extrapolaria saber mais de dois?”.
    Um colossal equívoco de Alguém! Inexiste um conhecer comum de dois, seja lá quem estiver esses dois. Reparar que o máximo em união estabelece complementação (estilo pizza com duas fatias!), e complementos iguais está um único caso dentre infinitude de outros casos. Vale pensar que inexiste conhecimentos iguais entre as 6 bilhões de mentes humanas da atualidade. O conhecimento igual é aquele ministrado pelo processo de ensino nas escolas.
    Conhecimento igual é coisa de sistema fechado, logo sugere-se sempre procurar um meio de cair fora o quanto antes.
    Fthy, 23/05/02

    em resposta a: Estruturalismo #76632

    Nao é meu assunto preferido, mas vamos lá:

    Na historia da filosofia o estruturalismo aparece como aquela corrente metodológica contemporanea cujo núcleo teórico está definido pela noçao de estrutura.

    O conceito mesmo de estrutura nao está isento de ambigüidade, já que é utilizado em campos diversos. Entretanto, a noçao de estrutura sobre que se baseia o estruturalismo parte fundamentalmente da noçao elaborada pela lingüística de F. de Saussure. Nela, a noçao de estrutura – baseada no estudo da linguagem como sistema de signos -, é entendida como um todo que só pode compreender-se a partir da análise de seus componentes e da funçao que cumprem dentro do todo. Essas estruturas têm, assim, o caráter de uma totalidade na qual qualquer modificaçao de alguma das suas relaçoes afeta o conjunto, já que a estrutura mesma está definida por suas relaçoes, sua autorregulaçao e suas possiveis transformaçoes.

    A partir de sua aplicaçao na lingüística, o estruturalismo começou a extender-se a outras ciencias sociais. Como consequencia de sua posiçao anti-historicista e anti-subjetivista e da noçao mesma de estrutura, o estruturalismo é uma forma de anti-humanismo metodológico que proclama a «morte do homem».

    A constituiçao do estruturalismo como corrente metodológica se deu principalmente na França, em luta aberta contra a corrente existencialista representada por Sartre (contra quem Lévi-Strauss polemizou diretamente), e contra todas as formas de pensamento historicista, incluindo o marxismo.
    Nesse confronto, o estruturalismo foi acusado, especialmente por Sartre, de ser uma mera ideologia formalista que conduzia a posiçoes conservadoristas.

    Está resumindo, mas espero que tenha ajudado.
    []´s

    em resposta a: Estruturalismo #76695

    Nao é meu assunto preferido, mas vamos lá:

    Na historia da filosofia o estruturalismo aparece como aquela corrente metodológica contemporanea cujo núcleo teórico está definido pela noçao de estrutura.

    O conceito mesmo de estrutura nao está isento de ambigüidade, já que é utilizado em campos diversos. Entretanto, a noçao de estrutura sobre que se baseia o estruturalismo parte fundamentalmente da noçao elaborada pela lingüística de F. de Saussure. Nela, a noçao de estrutura – baseada no estudo da linguagem como sistema de signos -, é entendida como um todo que só pode compreender-se a partir da análise de seus componentes e da funçao que cumprem dentro do todo. Essas estruturas têm, assim, o caráter de uma totalidade na qual qualquer modificaçao de alguma das suas relaçoes afeta o conjunto, já que a estrutura mesma está definida por suas relaçoes, sua autorregulaçao e suas possiveis transformaçoes.

    A partir de sua aplicaçao na lingüística, o estruturalismo começou a extender-se a outras ciencias sociais. Como consequencia de sua posiçao anti-historicista e anti-subjetivista e da noçao mesma de estrutura, o estruturalismo é uma forma de anti-humanismo metodológico que proclama a «morte do homem».

    A constituiçao do estruturalismo como corrente metodológica se deu principalmente na França, em luta aberta contra a corrente existencialista representada por Sartre (contra quem Lévi-Strauss polemizou diretamente), e contra todas as formas de pensamento historicista, incluindo o marxismo.
    Nesse confronto, o estruturalismo foi acusado, especialmente por Sartre, de ser uma mera ideologia formalista que conduzia a posiçoes conservadoristas.

    Está resumindo, mas espero que tenha ajudado.
    []´s

    em resposta a: Nao encontraremos resposta #76407

    Marcio,

    1. Por que o homem acredita em divindades ?

    Um pouco de etimologia talvez ajude: transcendência – derivado do latim, de trans + scadere = “passar por cima”. É o significado mais usado, e, nesse sentido, faz oposiçao a imanência. Aqui, entre outras coisas, querer-se-ia dizer do homem, falando de sua abertura, que ele sempre ultrapassa os limites que lhe sao colocados. É uma das razoes por que o homem nao pode ser fechado num sistema.

    Parece simples. Mas, e o que acontece quando esse limite é a sua existencia corporea?

    “O homem necessita de idolos” ? Hummmm… nao foi exatamente isso que tentei dizer. Na verdade, isso parece que acaba colocando o que seria uma distorção como se fosse a norma. Tentando uma outra explicitação:

    Acho que a ideia basica aqui seria a de que é dificil para o homem chegar ao seu ápice; em outras palavras, “viver bem”. Isso foi bem expressado em alguns paradoxos antigos: “Conhece-te a ti mesmo” e “Torna-te quem tu és”. Ou, no caso do cristianismo, bem entendido, esse ápice é apresentado como sendo nada menos que a divinização.

    É tarefa dificil, sim. Ser homem nao é dado, é uma tarefa! [paradoxo] Esse “apice” pode receber alguns nomes: “Verdade”, “Deus”, …

    Ora, é bem sabido que o homem é um animal simbolico, que representa e carrega de valor o mundo em que vive. O ícone é um tipo de simbolo, um sinal que aponta para algo. Como esse “apice” nao é encontrado no sensivel, pois o transcende, entao é representado por um icone. (suponha a arca da aliança, no caso judeu, por exemplo).

    O problema é qd se passa a confundir o icone com aquilo para o que ele aponta. Seria como já ter a posse da transcendencia, o icone deixa de ser motor da caminhada e se torna um lugar de descanso: o icone se torna idolo. (no caso judeu, qd acreditaram que a posse da arca já bastava para dar a vitoria sobre os filisteus).

    Acho que exemplo pode ajudar, mas com isso se perde em profundidade. Ajude-me com o restante :-)

    Um ultimo detalhe: por que o homem sente falta de um icone para o “ápice” ? E, ele sente mesmo essa falta ? Curioso que as duas tradiçoes mais ricas, que forjaram toda a cultura ocidental, se destacavam justamente pela nao representaçao do “ápice”. A tradiçao profética judaica era totalmente avessa à construçao de imagens de Deus. A tradiçao filosofica grega descartava qualquer ente do mundo sensivel (cópia) como representaçao da Verdade transcendente (matriz).

    Bem a grosso modo, é algo assim.
    []´s

    em resposta a: Será Deus Perfeito? – 2 #76558

    Ferris,

    ref. 22.05.02 (6:15 pm) .-

    re-pensar individualidades, enquanto atuar humano limitrófe, imaginar individualidades enquanto atuar “quase ” trascendental, não estaria esta complementariedade e suplementariedade do atuar humano na condição de sincronismo, e enquanto sincronicidade caracterizada por irregularidade e imprevisibilidade… esse conhecer comum de dois intelectual não estrapolaria o saber mais de dois … (?) … o conviver a reboque do conhecimento, mas quando do empírico sobrepujar o conhecimento enquanto necessário para ser considerado como tal.

    abs.

    em resposta a: Nao encontraremos resposta #76406

    Oi Isabel,

    vc sintetizou a ideia e colocou de modo bem claro

    PS: estou lendo seu texto sobre Camus… está interessante!

    []´s

    em resposta a: A Filosofia é útil para a sociedade #71772

    Estou com a impressão de que a questão colocada por Beth está difícil. Minha mensagem anterior foi feita para iniciar uma conversa. A mensagem seguinte aponta para consulta em dicionário.
    Vou citar de um livro alguns títulos de seções:
    A Moral Evolucionista, A Moral Sociológica, A Moral da Solidariedade, A Moral Anarquista, A moral da Simpatia, A Moral Altruísta, A Moral da Escola Pessimista, A Moral da Honra, Moral Socrática, Moral Platônica, Moral Estóica, Moral Kantiana, Moral da Beleza, Moral Individual, Moral Social, Moral Humanitária, Moral Doméstica, Moral Cívica e Política, Moral Econômica. Para ética há outro tanto de títulos. Qual seria a amplitude no conhecer que Beth estaria em busca? De verbete no dicionário?
    Então acessar http://www.meusdicionarios.com.br/

    em resposta a: Será Deus Perfeito? – 2 #76557

    Ref. 22 de Maio de 2002 – 4:55 pm, Karein.

    K.: “… óptica, a qual permita estabilidade e flexibilidade de leitura.”
    Sim. Adoção de outra leitura estaria como um “seguir eficaz”, e no haver leitura de proveito estaria o “conseguir eficiente”.
    Há um dizer contido no filosofar “racionalismo crítico”: “Queime suas idéias, não seja tolo de queimar-se”.
    Comenta-se: – adotar um agir que tolere algum nível de criticidades; – as idéias sempre estão bem menos importante do que o pensador; – o pensador deve atentar às armadilhas de si para consigo; – zelar pelos limites para bancar uma idéia; – a idéia permanece defensável enquanto não colocar em risco o pensar crítico sobre si; – se a idéia entrar em rota de colisão com o próprio senso crítico … queimá-la.
    Comenta-se II: – em geral o indivíduo não se provê de senso crítico; – o processo educacional nacional não sabe nada a respeito de “crítico”; – a quase totalidade de escolas não educam nada (p#$& alguma!); – nada a ver com “criticar” mas tudo a ver com “escalar agudizações”.

    O autor Calvino com “leveza” pretendeu enfatizar uma atitude de “bancar com elevado grau de exigência uma meta de aliviar sobrecargas e pressões”, ou seja, faça a coisa com o mínimo de informação possível, ou seja, busque e encontre a informação mais curta com maior densidade.
    [nota: “informação” é o que o sujeito emite, “dado” é o que o sujeito recepta]

    K.: “rapidez em termos de causa e efeito.”
    Não. A “rapidez” que o autor destaca é quanto a um objeto que arrasta/ atrai/ empurra os personagens e as cenas e as contendas. Entender como “rapidez devido ao modo de que o objeto muda de quadros, de situações, de impressões. O cinema está a depender de tal “rapidez”. No caso da fita “Saber tudo sobre minha mãe” de Almodóvar, o objeto está no segredo que Manuela retêm, a respeito do que se passou em Barcelona, dezessete anos atrás, na época de sua gravidez. No filme De Olhos Bem Fechados (filmaço com Kidman/ Cruise) a “rapidez” está na controvérsia alojada na mente do marido-médico devido a um relato fora-de-hora da esposa.

    K.: “racionalidade do amadurecimento, exatidão”.
    Muito longe. A “exatidão” visa denotar transparência, nitidez, personagens e ambientações objetivas, sem enrolar, sem distraimentos laterais e sublimares.

    K.: ” a falta de visibilidade, apego, transferencial”.
    Nada disso! Repete-se quanto à “visibilidade” o que o autor indica: “apresentar imagens que expressem um sonho ou fantasia, e onde chova dentro”.
    Muito estranho? Evidente que não está entendível!
    Comenta-se: – todo ícone busca uma afirmação ao assegurar elevada visibilidade; – a eficácia de instalar folhagens no hall do andar dos escritórios, deverá “fazer chover”; – como “fazer chover?”; – facilitar uma sensação de espaço não confinado, de área “externa”, de ambiente pró des-tensionamentos; – eis como uma adequada folhagem “faz chover”; – a folhagem está como ícone.

    K.: “pode haver eficácia no imaginar”.
    Paradinha! De interromper até o respirar! A eficácia deve estar com o sistema de coordenadas determinado. A eficácia está na presença constatável, no realizar, no objetivado. Sem traço de subjetividade na eficácia!
    Na psique há qualquer coisa a sugerir incogitáveis eixos de coordenadas. Não há eficácia “no imaginar”! No pensamento e no processamento mental inexistem eficácias.
    Porém – atenção! -, a psique está uma “eficácia” no complexo Ser Humano. Analogamente, a Terra está uma “eficácia” no complexo Sistema Solar.
    Porém a idéia está uma “eficiência” da “eficácia” psique. E qualquer identificar na superfície terrestre está “eficiência” da “eficácia” Terra.

    K.: “no mistério do inconsciente”.
    Entende-se assim: – o sonho está eficiência da psique; – durante o acordar e um recordar de final de sonho, está mais eficiência; – a razão processa os indícios do sonho, está mais eficiência; – a razão toma uma decisão, mais eficiência; – a decisão é externada, eis enfim uma eficácia que interessa sobremodo.
    (fthy; 22/05/02)

    em resposta a: Nao encontraremos resposta #76403

    Mceus:
    O homem é o único animal que se recusa a sê-lo…
    abs.

    em resposta a: Nao encontraremos resposta #76402

    Olá wallace!! Seja benvindo!
    Disse muitas coisas interessantes..deixe-me focar-me num aspecto que me parece ser o cerne da sua exposição:a transcendência corresponde a uma necessidade humana inevitável ao ponto de negá-la ser, também,uma forma de afirmá-la, certo?

    Sim..de certa forma penso que tem razão…vejamos Nietzsche…negar deus equivale, de certa forma à divinização do humano de uma forma ou de outra. Sim..essa necessidade de se transcender tem a ver, no meu entender,com o que várias vezes já tive oportunidade de referir, isto é, a recusa perante a finitude, a consciência de que sendo corpóreo, o homem dificilmente se identifica com isso, fazendo a experiência de algo que transcende o corpo e procurando a justificação a partir daí. Se não há deus haverá certamente algo que exercerá as suas “funções”, como julgo ter entendido das suas palavras, sejam os ídolos e outros diferentes cultos..

    abs.

    em resposta a: A Filosofia é útil para a sociedade #71771

    Beth:
    De uma maneira algo genérica podemos considerar a moral como o conjunto das regras de acção e a Ética enquanto análise dos fundamentos do agir humano,mas numa boa enciclopédia ou dicionário filosófico poderá encontrar informação mais detalhada.

    em resposta a: Será Deus Perfeito? – 2 #76556

    Buscou-se Calvino com “Seis propostas para o milênio”, para facilitar uma abordagem da arte do cinema. Imagina-se (no embalo do autor citado) que a época presente mudaria (versionaria!), engendraria um novo Ensino/ Educação, com modo de agir assim “cada um que faça uma sua história”.
    A individualidade passaria pela geração de histórias para si e seu grupo.
    Alardeia-se pró atenção à “Leveza, Rapidez, Exatidão, Visibilidade, Multiplicidade”.

    Eis que se consideraria como “palavrinhas mágicas”, de re-posicionar o indivíduo. Vai-se até meio que exagerar … essas palavras se prestariam para sustentar autoestimas renovadas junto ao indivíduo, pelos próximos tempos.

    – Vamos repensar.
    — Como assim?
    – Quanto à autoestima.
    — Estás a armar?
    – O senso comum estaria esgaçado.
    — A sério?
    – A individualidade habitual “apagou”.
    — Perdão?
    – O saber e o fazer estariam clivados.
    — Destrambelhou?
    – No mineral há plano de clivagem que separa fácil, em placas ou blocos.
    — Ah! Saber e fazer estariam dissociados?
    – Sim, indivíduo estaria (exagerando!) submetido a “esquartejamentos”.
    — Daí redundaria um inexistir de pequenas histórias?
    – Certo, a autoestima propenderia para estados holísticos.
    — Cada um com tudo?
    – Mas só que, “cada um” nada a ver com indivíduo, tudo com individualidades.
    — Qual a sutileza?
    – Individualidades comporiam aglutinados, admitidas expansibilidades.
    — Quais fatores aproximariam?
    – Estados comuns de mente, espíritos aproximativos, modos de ver associados.
    — Quiquéissoôxenti?
    – Bem – como dizer? -, as pessoas se complementariam e suplementariam …
    — “A posteriori”?
    – Sim, o conviver chegaria a reboque do conhecimento.
    — “Conhecer” intelectual?
    – Casais (m&f) “ficariam” após ajustes técnicos-teóricos plenos de tipificações, no que tange a viver de bem.
    [nota: pára-se por aqui – caramba! -, nem de acreditar – foi-se longe demais -, uai!]
    fthy; 22/05

    em resposta a: Será Deus Perfeito? – 2 #76555

    (…)

    da reflexão das variáveis, exige-se um explicitar …

    a leveza não implica em ver o mundo sobre outra óptica, para ser eficácia exige-se “óptica” , a qual permita estabilidade e flexibilidade de leitura.

    a rapidez em termos de causa e efeito, racionalidade do amadurecimento , exatidão.

    a falta de visibilidade, apego, transferencial ; multiplicidade, correlações, palavras em movimento, sutilezas eficazes por vezes densas esteticamente, mas com pleno signficado.

    pode haver eficácia no imaginar no mistério do insconsciente e versionar no sentido de apreender, tantear com os olhos o divino ao contrapor com exterioridade que subjetivamente adquire essência do imanente, a modo de projeções. O mistério transmuta-se no versionado, com validade imprecisa.

    (…)

    abs.

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