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Miguel (admin)Mestre
Na verdade, às vezes é preciso partir da mentira para se chegar à verdade.
É por isso que eu prefiro os sofistas aos racionalistas helênicos. A linguagem não foi feita para descrever o real. A representação já é por si só um distanciamento da realidade.
Miguel (admin)MestreVIVA OS DEUSES DO OLIMPO!!!!!!!
VIVA PROTÁGORAS DE MILETO !!
Miguel (admin)MestrePra mim nem toda sabedoria é filosofia, assim como nem toda filosofia é sabedoria (filo sofia),olha a convenção, o senso comum da filosofia…………………………………
Os sábios helênicos eram filósofos embrionários. Nem todos partem de uma verdade revelada, absoluta por uma entidade divina, alguns fazem apenas citações da mitologia para construirem seus argumentos.
TEOLOGIA pretensamente FILOSÓFICA (Santo Agostinho, Tomas de Aquino) para mim não é filosofia.
Na verdade as vezes é preciso partir da mentira para se chegar a verdade.
Ou partir da incerteza pra se chegar a dúvida. Por isso que admiro as certezas da sabedoria transcendental Oriental.
TODOS OS SÁBIOS helênicos eram sábios? Talvez Dionísio explique, Narciso pode lhe ajudar também.PROCURE-OS!!!!!!!Miguel (admin)MestreColega Renan
Mais uma vez muito obrigado pelo elogio, o que você escreveu sobre a maneira objetiva e subjetiva de ver as coisas vai de encontro com o que penso, mas as vezes essas duas maneiras de ver as coisa se entrelaçam, por isso tenho dúvidas a respeito do caráter cientifico da Filosofia ( talvez ela seja cientificista),pois se o olhar objetivo fosse mantido plenamente puro talvez fosse mais fácil filosofar, a subjetividade pode ser elemento de confusão. E ainda há a mutação da própria subjetividade, influenciada pelo meio.
Renan: Marx e A. Smith sofrem influência igual do meio (não totalmente igual, pois a época e lugar são diferentes) mas mesmo que fosse a mesma época e mesmo lugar, cada um percebe (interpreta) o meio de forma ligeiramente diferente, por isso ninguém é igual, todos somos diferentes. Há essa discussão na Teoria da Comunicação: “a massa é homogênea ou heterogênea?” Eu digo que nem uma coisa nem outra, é as duas.
Então para você o meio é que forma a consciência, porém variando de acordo com a interpretação de cada um, no meu conceito essa interpretação já é fruto da consciência, se é fruto da consciência essa já existe antes do meio, por isso o meio não pode determina-la, o meio influencia a consciência, há uma relação de interação, porém o impulso para a ação é dado pela consciência.
A consciência apreende ( concebe uma idéia) do meio, estimulada pelo sentimento (não determinado por ele, pois este não tem capacidade de apreensão, atributo da razão, não existe ação sem alguma forma de raciocínio precedendo-a, mesmo o instinto é forma primitiva de consciência, afinal de contas os animais tem consciência ou você acha que não?) depois da apreensão julga, emite valor com base na apreensão já feita, se isto é bom ou ruim, se isto é perigoso ou não, se isto é gostoso ou não , daí se dá o raciocínio que aprimora constantemente a consciência. Se não houvesse consciência como perceberíamos o meio?Renam: Vou dar um exemplo (não real): se eu digo que sou consciente da importância da limpeza pública, mas na prática eu jogo lixo no chão, eu na verdade não sou consciente como dizia. O que eu prego é pura ideologia (o que acredito ser meu pensamento, mas é da ideologia) e o que eu faço (sujar o chão) é minha verdadeira consciência.
Mas se sujar o chão é sua verdadeira consciência, isto quer dizer que a sua consciência determinou o meio (chão sujo), além do mais o fato de eu estar consciente de algo não significa que eu agirei sempre conforme o que eu julgar correto, isso explica o fato de que dentro de determinados contextos se justifica (e se faz justo ou injusto) a máxima de que os fins justificam os meios, além do que você sujou o chão num ato consciente, apenas o fez porque para você era mais cômodo assim, isso é uma questão da filosofia prática (moral).
Renan: Mas na verdade há uma interação entre meio e homem, a qual é bem complexa.
Se há uma interação entre o meio e homem, como pode o meio sozinho determinar o homem? Desculpe se a pergunta é idiota
Renan: Se já é difícil obedecer a nossos próprios princípios, imagine obedecer a regras exteriores (leis, moral, fé etc).
É por isso que não acredito que nada imposto dê certo seja por Marxistas, liberais ou o que for e apregôo a evolução da consciência.Você vai dizer que a consciência só a é se colocada em prática( não concordo), ou seja a consciência de alguém impondo aos outros o que julga correto.
Renan:Também eu desconfio do pensamento e questiono se o que julgamos ser “pensamento nosso” realmente o é.
Também desconfio disso, não tenho certeza mas parece que Nieztch disse algo a respeito da máxima descartiana “Cogito ergo sun”, talvez tenha algo a dizer sobre isso.
Renan eu acredito que não chegaremos a um consenso sobre esse assunto( o meio me determinou de forma diferente) e se você quiser retomar a temática original do Fórum fique a vontade.Saudações Guitarristicas!
Miguel (admin)MestreQue salada de coisa mais fora de contexto. Escrever muito não significa saber muito, pense um pouco antes de escrever.
Escolha: você quer filosofar ou fazer guerra psicológica?
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Miguel (admin)Mestre“SEGUNDO AS CONVENÇÕES AS QUAIS VOCES TANTO PRESAM, NÃO EXISTE FILOSOFIA ORIENTAL E SIM SABEDORIA, POIS A FILOSOFIA USA APENAS A RAZÃO NATURAL, SEU CRITÉRIO DE VERDADE NÃO É, COMO NA TEOLOGIA E NA SABEDORIA ORIENTAL, A AUTORIDADE DE DEUS REVELADOR, MAS APENAS A EVIDÊNCIA DE SEU OBJETO, MESMO QUE AS INTERPRETAÇÕES DESSAS EVIDENCIAS SEJAM MÍOPES.”
A sabedoria também é filosofia. Como uma pessoa pode ser sábia e sua sabedoria ser disconexa dos mecanismos do mundo material ao mesmo tempo?
Os filósofos helênicos também mencionavam muito sobre os deuses em seus escritos…
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Miguel (admin)MestreEu penso que, embora a mentalidade jurídica ainda esteja sutilmente arraigada nos primórdios primitivos, tenha uma estrutura muito diversa da existente nas culturas primitivas.
A justiça, atualmente, tende a ser objeto de discussões filosóficas e é irredutível aos tabus religiosos…
Miguel (admin)MestreDaniel, concordo com suas ultimas mensagens sobre as convenções gramaticais e sobre a consciência ser um grão de areia.
E em (12 de julho as 2:08 pm) você trousse questões muito boas mesmo, mas elas dariam margem para abrir outro fórum. No momento, essas questões estão sendo discutidas no fórum de “filosofia oriental”. Passa lá!!!! Aqui no fórum do Marx, eu gostaria de retomar a questão da pós-modernidade, porém se você e o Nahuina quiserem, podemos esquecer isso e debater sobre o que vocês quiserem.
Mas vou tentar responder a suas ultimas mensagens:
1- As maneiras objetivas e subjetivas de ver o mundo:
A maneira objetiva (a priori) é o que permite que haja comunicação, do contrário eu diria “carro” e você entenderia “carroça”. Nós dois sabemos diferenciar “carro” de “carroça” através da objetividade. Mas também há uma maneira subjetiva (pessoal) de perceber as coisas. Quando digo “carro” eu imagino uma figura de carro ideal e você imagina outra figura. As características em comum entre o que eu e você imaginamos podem ser chamadas de consenso ou “idéia de carro”. As características pessoais que atribuímos ao carro são nossa subjetividade. Marx e A. Smith sofrem influência igual do meio (não totalmente igual, pois a época e lugar são diferentes) mas mesmo que fosse a mesma época e mesmo lugar, cada um percebe (interpreta) o meio de forma ligeiramente diferente, por isso ninguém é igual, todos somos diferentes. Há essa discussão na Teoria da Comunicação: “a massa é homogênea ou heterogênea?” Eu digo que nem uma coisa nem outra, é as duas.2-Marx não é mais evoluído que Smith, eles são só diferentes (na minha opinião, evolução não implica em melhora, mas isso é outra questão).
3- Para mim (e acredito que para Marx e D. Hume também) o sentimento move para a ação (o que não significa que a ação é irracional). O meio natural condicionou os humanos-primitivos, daí eles desenvolveram a ação, e a ação desenvolveu o pensamento. O pensamento fez com que eles elaborassem novas ações, porém só pode ser chamado de “consciência” aquele pensamento que se torna prática (que se exterioriza). Vou dar um exemplo (não real): se eu digo que sou consciente da importância da limpeza pública, mas na prática eu jogo lixo no chão, eu na verdade não sou consciente como dizia. O que eu prego é pura ideologia (o que acredito ser meu pensamento, mas é da ideologia) e o que eu faço (sujar o chão) é minha verdadeira consciência. Marx explica, e eu acho que Freud também.
Esse é efeito da ideologia, e por isso, todo revolucionário deve “ter consciência” de que sua “própria consciência revolucionária” também sofre influência da ideologia. Logo, se ele não age, e apenas prega, ele pode estar se auto-enganando. Por isso, quem acredita que é possível conscientizar o povo, tem que agir para isso, e mostrar ser realmente consciente, do contrário será apenas não ideologia e auto-ilusão de quem prega. Outro problema: eles podem educar o povo para a mudança, mas “conscientizar para mudar” é mais que (pensar), conscientizar é exteriorizar o pensamento. Se eles querem conscientizar para uma mudança, isso implicará numa revolução (numa ação) ou então será mera educação e nada mudará (a educação é uma ideologia se não for aplicada na prática). Outro problema: os governantes não vão entregar o poder de mão beijada. É necessário apoio do exército (e a ideologia revolucionária também será importante para isso, mas sem ação não mudará nada)Voltando a questão: O ser humano é criado pelo meio. Depois ele re-cria o meio (interfere no meio). Em seguida o ser-humano se aliena de sua criação (criação= a sociedade, o Estado), e esta (sociedade e Estado) ganha autonomia. Mas na verdade há uma interação entre meio e homem, a qual é bem complexa.
Por essa mesma razão é absurdo (e alienação) a afirmativa: “a TV manipula as pessoas”. Ora, a tv é criação das pessoas e é apenas um aparelho inanimado. Você assiste tv porque você quer. Nossa vontade é que nos manipula e não a tv. Porém, mesmo sendo alienação, não deixa de ser verdade que o meio também nos influencia (mesmo a tv). Mas daí a dizer que ela manipula, sim, mas a responsabilidade pela ação também é nossa e não exclusividade do meio (para quem não crê no determinismo)
Outras afirmativas alienadas: “a propaganda manipula o gosto das pessoas” e “os video-games e jogos de RPG são responsáveis pelo aumento da violência” (dói meu ouvido essas conclusões). A violência urbana é resultado da desigualdade social, da precariedade da educação e outros fatores materiais como a própria contradição do sistema e a práxis.
Infelizmente, eu acho que afirmar que “a consciência muda o meio” é similar a afirmativa de que a “tv influencia as pessoas” porém é uma crença invertida. (se não entenderam eu tento explicar de novo).
Mas se vocês entenderam isso, vocês tem que concordar que a afirmativa “os fins NÃO justificam os meios” é FALSA. Seria radical e moralista (e falsidade) dizer que “NÃO JUSTIFICA”. (e isso eu digo com tristeza, se alguém me provar o contrário eu vou agradecer muito).
Explico: “os fins NÃO justificam o meio” é uma frase bonita, mas é moralista, até religiosa e dogmática e falsa. Às vezes os fins justificam sim. Às vezes você tem que infringir uma regra (ou lei) para não entrar em contradição com outra regra (ou lei). Às vezes você tem que mentir, com “boa intenção”. Às vezes você tem que pular num lago onde é proibido nadar para salvar uma pessoa de ser afogada (e aí, você desrespeitou a placa de proibido nadar). Há vários casos…. Os fins justificarem os meios em si não é errado, o que devemos fazer é organizar hierarquicamente as regras, assim desrespeitamos umas para favorecer a outras mais importantes. Acreditar que se possa viver respeitando todas as regras é utopia total. Nós não conseguimos seguir nem nossos próprios princípios pessoais. Nós corrompemos a nós mesmos. Quantas vezes vocês já fizeram coisas que acreditavam serem erradas, mas mesmo assim foram adiante? Se já é difícil obedecer a nossos próprios princípios, imagine obedecer a regras exteriores (leis, moral, fé etc).” …. não confio na minha própria Razão. O coração tem razões que a razão desconhece”.
– Daniel, o mesmo vale para mim. Também eu desconfio do pensamento e questiono se o que julgamos ser “pensamento nosso” realmente o é (passe no fórum de filosofia oriental onde debatemos essa questão). Saudações guitarrísticas!!Miguel (admin)MestreAntes de existir a psicanálise, os sofistas já apontavem para as ilusões do EGO. A ilusão de que o eu é uma unidade; a ilusão de que o saber consciente tem fundamentos no inteligível, quando parte sempre de uma crença dialética no sensível; a ilusão de que as pessoas são sempre as mesmas com o passar do tempo (essência).
Esse estoque de sacação não tem fim?
Que salada de coisa mais fora de contexto. Escrever muito não significa saber muito, pense um pouco antes de escrever.Miguel (admin)MestreFreud “observou” que entre os povos primitivos existe o temor de que a violação de um tabu seja seguida de punição (como um castigo de Deus sobre todo o povo). Então eles acham uma maneira de punir o transgressor. Punido o transgressor, eles evitam que uma maldição alastre-se como uma epidemia.
Isso é comum em várias civilizações e até os gorilas punem o macho que perde uma disputa para o líder do bando. A punição dos gorilas é a exclusão do bando ou exílio.
A punição a um transgressor de um tabu nas sociedades primitivas é no que se baseia nosso sistema penal.
(fonte: Redação Inquieta, de Gustavo Bernardo)
Ou seja, a punição é uma crença quase que religiosa, segundo esse argumento. E nisso se baseiam nossas leis.É verdade também que a impunidade é combustível da criminalidade. Principalmente na corrupção política, porém não só nesse meio, mas em todos.
O livro “O Profeta” do autor Gibran Khalil Gibran fala sobre “o crime e o castigo” de forma brilhante e através de parábolas. O livro em si (O Profeta, originalmente escrito em árabe) é um exemplo de que a cultura árabe é muito mais do que a mídia tendenciosa vem mostrando para o mundo O livro diz:
“Freqüentemente tenho-vos ouvido falar daquele que comente uma ação má como se não fosse dos vossos, mas um estranho entre vós e um intruso em vosso mundo…. o malfeitor não pode praticar seus delitos sem a secreta concordância de todos vós….Vós sois o caminho e os que caminham. E quando um dentre vós tropeça, ele cai pelos que caminham atrás dele, alertando-os contra a pedra traiçoeira. Sim, e ele cai pelos que caminham adiante dele, que embora tenham o pé mais ligeiro e mais seguro, não removeram a pedra traiçoeira”.
Esse pequeno trecho da obra de Gibran, chama a atenção para a necessidade da educação a partir do exemplo, com objetivo de evitar o mal, o crime. Mas a educação aqui não é aquele ensino escolar coibidor, mas uma educação a partir do exemplo e da solidariedade- “ao retirar a pedra para que o que caminha atrás não tropece”. Contudo, como o livro diz, o que acontece não é isso. E muitas vezes nós vemos a pedra no caminho, mas não nos importamos em remove-la. Quando um menos afortunado tropeça, nós exigimos o seu castigo, e nos excluímos da responsabilidade que tínhamos de tê-lo ajuda-lo a não tropeçar.“E como punireis aquele que assassina o corpo, mas é, ele próprio assassinado no espirito?” Gibran- O Profeta.
A educação é uma forma de prevenir o crime. Mas essa educação seria a solidariedade e o exemplo virtuoso. A educação escolar tenta prevenir o crime, mas não através do exemplo, e sim através do castigo (ou sentimento de culpa, remorso).
De acordo com Foucault, citado por Bar-Gal, “a ideologia faz uso da educação com o propósito de sobrevivência, continuidade e perpetuação dos valores.” *
Em outras palavras, a ideologia presente na educação e na moral (religiosa e social) é a estrutura da ordem social vigente. Isso é o que coíbe as pessoas de se revoltarem contra o sistema, (além de muitos outros fatores como alienação, por exemplo). A ideologia e a moral coíbem desde um crime inocente como roubar um doce escondido numa loja até o ato de revolta total contra o sistema.
A moral interior funciona como superego, e o desejo de roubar o doce funciona como id. Quando roubamos o doce, o ego concebeu que essa transgressão não criaria um conflito tão grande assim. Mas quando se trata de algo maior, nosso id quase some perante a proibição do superego. O que é a consciência humana?Definição de consciência (de grupo): “a ansiedade social constitui a essência do que é chamado consciência.” (Sigmund Freud, descrição de Le Bon da mente grupal).
Obs: eu copiei a citação mas não lembro o nome do livro. Trata-se de um livro de Freud sobre psicologia de grupo.*Ideological Propaganda in Maps and Geographical Education
By: Professor Yoram Bar-Gal, University of Haifa, Israel
Disponível em: http://geo.haifa.ac.il/~bargal/ideo-map.html
Acesso em 01/06/2005.Miguel (admin)MestreNa minha humilíssima opinião existe razão.Porém nanóide. Nós temos nossa filosofia, porém entre o céu e a terra há muito mais mistérios do que supõe a nossa vã (vã?) filosofia.
SEGUNDO AS CONVENÇÕES AS QUAIS VOCES TANTO PRESAM, NÃO EXISTE FILOSOFIA ORIENTAL E SIM SABEDORIA, POIS A FILOSOFIA USA APENAS A RAZÃO NATURAL, SEU CRITÉRIO DE VERDADE NÃO É, COMO NA TEOLOGIA E NA SABEDORIA ORIENTAL, A AUTORIDADE DE DEUS REVELADOR, MAS APENAS A EVIDÊNCIA DE SEU OBJETO, MESMO QUE AS INTERPRETAÇÕES DESSAS EVIDENCIAS SEJAM MÌOPES.
Miguel (admin)MestreOs erros de portugues são um protesto as convenções, comO CONCEITO DE PÓS-MODERNIDADE
ISSO É SÓ CONVENÇÃO, PARA QUE HAJA INTERAÇÃO
NÃO VEJO IMPORTANCIA NESTA DISCUSSSSSÃO…………..Miguel (admin)MestreNão entendi!! o processo dialético para por aqui, do contrário cairia no faco das ideias, o objeto do saber transcendeu a ração natural. Isso porque a ferramenta de análise (o cérebro humano)é menor do que o objeto de análise ( a consciência), pois este não se vê a si, apenas os objetos da consciência. A nossa razão não passa de um grão de areia.Fica provado que a filosofia é incapaz de entender as causas primeiras de todas as coisas. A essencia da essencia. Vivemos na escuridão mental.
Miguel (admin)MestreEssa é pra você, Nahuina:
A aplicação punitiva da justiça é uma vingança ou uma forma de reprimir o comportamento criminoso?
Se Clínias, agora, repudia o crime que cometeu há vinte anos atrás, já não sendo capaz de voltar a comportar-se criminosamente, qual o sentido de ser punido atualmente?
Quem seria punido? Clínias, O criminoso (de 20 anos atrás) ou Clínias, O ético (tal como é agora)?
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Miguel (admin)MestreCorrigindo a mensagem anterior:
Não seria a própria resistência do Ego fomentada pelo seu narcisismo cristalizado?
________________________________________________O mais irônico é que eu comecei por criticar a frase “A existência precede a essência” e terminei aceitando-a num certo contexto interpretativo ligeiramente diverso em relação às idéias de Sartre.
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