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Miguel (admin)Mestre
Por favor nao seja taosimplorio ao falar de descartes desse jeito. parece ate que vc nunca ouviu falar do cara.Miguel (admin)Mestredesejo saber, de acordo com o pensamento maquiavelico, o que significa “Razao de Estado”.
Sei que Lutero também fez estudos sobre o tema e talvez tenha sido ele que desenvolveu a ideia inicial. Busco essas informações de modo geral, mas voltadas principalmente para a história da arquitetura.
desde ja agradeço a colaboraçãoMiguel (admin)MestreNos anos 40, a partir do livro “O Ser e o Nada” Sartre comeca a mudar sua linha de pensamento e a partir dos anos 60 comeca a repensar tudo o que tinha escrito antes a respeito da liberdade para nada, da angustia como fundamento para o despertar consciente do homem, etc. Este Sartre menos “angustiado” desenvolve temas como o humanismo incluido no texto “O Existencialismo eh um humanismo” porque na verdade Sartre foi, alem de filosofo um escritor que procurava ver o que a multidao aprovava ou nao e, com o despertar das consciencias nos anos 60, Sartre saiu da sua mesa de trabalho para ir ao encontro das multidoes engajadas. Nem durante a guerra de 1945 ele tinha sentido a necessidade de engajar-se e de humanizar-se como durante a epoca desta palestra. Foi o povo que mudou sua visao do mundo, trazendo como consequencia um pensador mais completo e mais engajado. Como ele que possamos estar sempre atentos ao que acontece ao nosso redor para que possamos crescer em todos os sentidos.
Miguel (admin)MestrePreciso de um resumo do livro O banquete de Platão
Miguel (admin)MestrePreciso de informações sobre “O Banquete”
Miguel (admin)MestreNos dias 7 e 8 de junho de 2005 estaremos organizando o VII Colóquio Kant Seção Campinas (Unicamp) cujo tema será “Criticismo e Semântica”.
O objetivo do encontro será debater as leituras kantianas a partir da “semântica transcendental”. A interpretação iniciada pelo prof. Zeljko Loparic nos anos oitenta e desenvolvida por ele mesmo e outros pesquisadores ao longo destes 23 anos está apresentada numa série de publicações, teses, dissertações, apresentações em eventos e debates que determinaram o próprio rumo dos trabalhos.
Para uma compreensão da história e estrutura dos problemas que foram se apresentando é necessário começar pelo livro do prof. Loparic (a publicação
em 2000 com modificações da sua tese de 1982) onde, já no prefácio, busca-se
localizar Kant entre Heidegger e Carnap. Preocupado por mostrar o traço essencial da sua tese (a lógica transcendental kantiana como semântica a priori) Loparic apresenta suas diferenças com o Professor Alberto Coffa (The
Semantic Tradition from Kant to Carnap, Cambridge: Cambridge University Press, 1991) e reconstrói aquilo que se entende por semântica (além e aquém
de Frege) a partir das objeções mais comuns. Este é um ponto de partida importante para não se demorar mais do que o necessário em questões redundantes: de que falamos quando nomeamos a palavra “semântica”?
Quando Loparic nos apresenta sua leitura de Kant não nos oferece uma reconstrução exegética ou histórica da obra. O tempo do seu texto não é o do
historiador preocupado com filiações ou o do filólogo absorvido na análise da língua. Loparic se aproxima de Kant levando um problema que só podemos entender quando o colocamos na perspectiva da sua pesquisa.
Compreender a primeira crítica de Kant como uma teoria da solubilidade dos problemas necessários da razão pura teórica não é algo que possa parecer obvio para um leitor de Marburg, Oxford ou San Diego. Por isso, é necessário enunciar alguns pressupostos. De acordo com Loparic, depois do “colapso do positivismo lógico”, que entendia a ciência a partir de uma axiomática, “uma nova abordagem filosófica geral da ciência deveria ser desenvolvida considerando esta última como uma atividade de solução de problemas”. A leitura de Kant deve ser entendida no interior dessa linha de pesquisa. Com efeito, a tarefa suprema da filosofia transcendental é enunciada por Kant como o problema da possibilidade das proposições sintéticas. Esta abordagem do texto kantiano não só permite entrar no âmbito teórico, constitui também um verdadeiro fio condutor para a interpretação da totalidade do trabalho crítico, isto é, da filosofia transcendental como sistemática. Assim, de acordo com Loparic, a tese básica da primeira crítica deve ser entendida no seu “teorema de solubilidade”, que é formulado do seguinte modo: todas as questões impostas à nossa razão por sua natureza ou são insolúveis, ou é possível para nós oferecer-lhes uma resposta definida.
Estas “questões” são as proposições sintéticas, e a sua solubilidade ou insolubilidade refere a sua possibilidade ou impossibilidade. A prova do teorema, isto é, a resposta da tarefa kantiana, exige a elaboração de uma semântica. Para que uma questão seja solúvel, quer dizer, para que uma proposição sintética seja possível (de ser dita verdadeira ou falsa) deve cumprir com os seguintes requisitos lógico-semânticos, a saber:
1. a proposição não pode ser auto-contraditória;
2. todos seus conceitos não-lógicos tem de poder ser referidos a um domínio de objetos dados ou construídos na sensibilidade;
3. a sua forma lógica tem de ser satisfazível no domínio de formas sensíveis.
O primeiro requisito diz respeito ao princípio lógico de não-contradição, entretanto, os dois seguintes dizem respeito a uma teoria da referência e da verdade a priori. Vale dizer que a peculiaridade da leitura lopariciana baseia-se em duas semantic conditions que Kant elabora fundamentalmente nos capítulos do esquematismo e dos princípios do entendimento. A teoria da referência (2) se desenvolve como uma teoria construtivista e a teoria da verdade (3) como uma doutrina dos princípios do entendimento. Deste modo, a semântica a priori seria uma teoria da “interpretabilidade das representações discursivas”. Assim, (2) pode ser entendido como uma teoria do significado dos conceitos no sentido em que a teoria do esquematismo assegura a sua interpretação sensível utilizando dois domínios de entidades, a saber, o domínio dos construtos possíveis na intuição pura e o domínio dos objetos empíricos. É sobre esses dois domínios que é possível sensibilizar, dar significado objetivo (e não meramente lógico) às representações discursivas. No entanto, (3) avança na teoria construtivista da relação das formas das representações discursivas enunciadas nas proposições com as formas intuitivas.
Esta “semântica kantiana” constitui o núcleo do verdadeiro fundamento de decisão para a resolução de problemas. A razão teórica tem dois tipos de problemas: objetuais e sistêmicos. Os primeiros são relativos a objetos empíricos ou matemáticos. Os problemas sobre objetos da experiência surgem e são resolvidos no âmbito da percepção. Os problemas sobre objetos matemáticos dizem sobre as suas propriedades extensionais e intensionais. Os
problemas sistêmicos são problemas necessários da razão pura e surgem do postulado que nos exige “encontrar, para o conhecimento condicionado obtido pelo entendimento, o incondicionado pelo qual sua unidade é levada a completar-se” (CRP B364). Da interpretação desse postulado como proposição sintética surgem problemas insolúveis, próprios da metafísica dogmática.
Entretanto, da interpretação do mesmo postulado como proposição analítica emergem problemas solúveis que nos permitem regular sistemas unificados de explicações e conhecimentos. Esta última interpretação (crítica) do postulado distingue objetos de idéias a partir da semântica anteriormente citada e é aquilo que permite decidir sobre seus problemas. Muitas são as conseqüências teóricas, os desdobramentos e os esclarecimentos que requer a “semântica kantiana”. Alguns deles foram e são tratados pelo próprio Loparic
em forma de artigos publicados em vários periódicos especializados. Para lembrar os mais destacados podemos citar “The Logical Structure of the First
Antinomy” (Kant-Studien, vol. LXXXI, n.3, 1990, pp. 280-303) ou “O princípio
de bivalência e do terceiro excluído em Kant” (Studia Kantiana, vol.2, n.1,
2000, pp. 105-138). Outros são objeto de pesquisas, dissertações e teses desenvolvidas fundamentalmente na Universidade de Campinas. Os estudos da semântica kantiana se desenvolvem também sobre as proposições práticas e as reflexivas e são enriquecidos pelos diferentes debates que ocasionam. Neste sentido, é inevitável lembrar a discussão sobre o “fato da razão” com o Professor Guido Antônio de Almeida cujos resultados parciais foram publicados na revista Analytica vol.4, n.1, 1999. Com todos estes trabalhos já produzidos viemos a constituir o Grupo de pesquisas Criticismo e Semântica.
A importância dos estudos neste sentido adquiriu dimensões de amplo reconhecimento, mostra disso é que uma das comissões do X congresso Internacional Kant será intitulada Criticismo e Semântica.
Dando um passo a mais nos trabalhos consideramos pertinente realizar o encontro de 2005 em torno do eixo de leitura acima exposto e os seus desdobramentos.
O evento contará com os seguintes participantes:
Terça feira 7 de junho de 2005
9.00 h. Prof. Dr. Zeljko Loparic (UNICAMP/PUCRS)
Título: Criticismo e semântica
10.10 h. Prof. Dr. Guido A. de Almeida (UFRJ)
Título: (a ser anunciado)
11.20 h. Prof. Dr. José N. Heck (UFG-CNPq/UCG)
Título: Razão prática – apenas uma questão de palavras?
12.30 Intervalo
14.30 h. Prof. Dr. Joãosinho Beckenkamp (Universidade Federal de Pelotas)
Título: Conceito e significado – sobre a interpretação semântica de Kant
15.40 h. Prof. Dr. Vinicius Figueiredo (UFPR)
Título: De Kant a Carnap
16.50 h. Prof. Dr. Darlei Dall'Agnol (UFSC/CNPq)
Título: Seguir regras em Wittgenstein e semântica transcendental
18.00 h. Prof. Dr. Mario Porta (PUCSP)
Título: Virada Semântica
Quarta feira 8 de junho de 2005
8.30 h. Prof. Dr. Ricardo R. Terra (USP-CEBRAP)
Título: História universal e direito em Kant (provisório)
9.40 h. Prof. Dr. Daniel Omar Perez (PUCPR)
Título: Os significados do conceito de história em Kant
intervalo
10.50 hProf. Orlando Bruno Linhares (Universidade Presbiteriana Mackenzie –
SP) Doutorando UNICAMP
Título: A gênese das antinomias matemáticas
13.00 h. Intervalo
14.30 h. Prof. Agostinho de Freitas Meirelles (UFPa; doutorando UNICAMP)
Título: Kant semântico: interpretações de Loparic e Hanna
15.00 h. Prof. Andréa Faggion (doutoranda Unicamp)
Título: Uma crítica semântica à interpretação de Allison para a validade
objetiva na crítica da razão pura.
15.30 h. Prof. Olavo Calábria Pimenta
Título: A função semântica como elemento essencial do esquematismo kantiano
16.00 h. Prof. Alexandre Hahn (doutorando Unicamp)
Título:Regras de aplicação do conceito de fim que é dever na doutrina da
virtude de Kant
16.30 h. Prof. Marcos Alberto de Oliveira (UESC)
TÍTULO: O conceito de natureza humana na metafísica kantiana dos costumes
Na data também se realizará a reunião da Sociedade Kant Seção Campinas
Att.,
Daniel Omar Perez
Mestrado em Filosofia
HYPERLINK”http://www.pucpr.br/mestrado.filosofia” http://www.pucpr.br/mestrado.filosofia
Sociedade Kant Seção Campinas
http://www.cle.unicamp.br/kant_campinas” http://www.cle.unicamp.br/kant_campinas
Miguel (admin)MestreSobre a postura de serenidade diante da morte, deve-se considerar também que Sócrates morreu tranquilamente, além de cercado de amigos, num espaço confortável, com a cicuta, que é uma forma menos bruta que a de Cristo. O soldado inclusive admirava Sócrates, como se vê no Fédon, e estava apenas cumprindo seu dever. Já a perseguição, traição e depois crucificação de Cristo estão envoltas em muito mais violência e tensão social e religiosa.
Miguel (admin)MestreCaro Hugo
Tem em inglês na tradução de Jowett:
http://graduate.gradsch.uga.edu/archive/Plato/Statesman.txtAdicionalmente, achei esse trabalho:
http://www.scriptaclassica.hpg.ig.com.br/richard.pdfMiguel (admin)MestreAgora existe:
http://www.consciencia.org/forum/messages/3/1149.html?1115868604
Os filósofos são acrescentados na medida que surgem as questões. É preciso uma mensagem inaugural para adicionar um filósofo na lista. Me contates se for o caso.
abs
Miguel (admin)MestreSrs:
Reabri o tópico, que apesar de ter, como o Visitante apontou, perdido um pouco o tom e o foco inicial, traz um excelente embate e bastante informação, especialmente nas primeiras mensagens.
Quem quiser, pode continuar a argumentar sobre a linha aqui mantida. Com a ressalva de que nesse Fórum se privilegia a argumentação cordial.
Também habilitei a opção de arquivo de mensagens, a exemplo dos fóruns sobre filosofia em geral e mundo atual. Assim, para acessar o início do debate, deve-se acessar o arquivo linkado no topo da página.
abs
Miguel (admin)MestreBom, obrigado pelas mensagens. Luiz, quem sabe um novo registro? Eu posso verificar na administração o status do seu login, e alterar a senha se for o caso. Você lembra do nome de usuário ou algum outro dado?
Miguel (admin)MestreObrigado Neuza
Olá Cleuza, de nada.
Você verá, com o decorrer do curso, que esse dicionário é um dos mais amplos e responsáveis já elaborado, e retornará a ele com frequência. Embora sempre com a ressalva que o melhor ou mesmo a única via seja partir diretamente dos textos.
abs
Miguel (admin)MestreAcho que a grande leitura estruturalista de Platão é feita por Victor Goldschmidt em seus clássicos “Os diálogos de Platão” e “A religião de Platão”
Miguel (admin)MestreMiriam, Google:
“O pós-estruturalismo levou as teses estruturalistas a posições extremas e na verdade auto-refutantes. Para compreendermos um texto temos de excluir rigorosamente todos os elementos extra-textuais. Isto significa não apenas o abandono da procura de qualquer realidade exterior representada pelo texto, mas também deixar de encarar o texto como a expressão do pensamento de um autor extra-textual. É o leitor que desempenha a parte de leão na produção do significado; mas dado que cada leitor interpreta qualquer texto de maneira diferente, nunca emerge qualquer significado definitivo, e assim cada texto destrói a sua própria pretensão de significar seja o que for.
Houve várias formas ou facções no pós-estruturalismo francês. Cada escola brilhou brevemente com um brilho magnético, atraindo uma multidão volúvel de devotos antes de se extinguir quando uma versão rival começa a brilhar mais sedutoramente. Todos estes grupos reivindicaram descender de expoentes distintos da teoria linguística como Saussure e Jakobson, e nesse sentido os seus membros podem classificar-se como filósofos linguísticos. Mas encontram-se no pólo oposto relativamente ao estilo de filosofia que desde cedo se encarou como filosofia linguística por excelência, a tradição analítica anglo-americana. ”
http://www.criticanarede.com/filos_contemporanea.html“”Devemos compreender o pós-estruturalismo tanto como uma reação quanto como uma fuga relativamente ao pensamento hegeliano. Essa reação ou fuga envolve, essencialmente, a celebração do 'jogo da diferença' contra o 'trabalho da dialética'. O livro de Deleuze, Nietzsche e a filosofia, representa um dos momentos inaugurais do pós-estruturalismo francês, fornecendo uma interpretação de Nietzsche que enfatiza o jogo da diferença e que utiliza o conceito de 'diferença' como o lelmento central de um vigoroso ataque à dialética hegeliana e do estabelecimento de uma 'filosofia da diferença'.”
http://www.rubedo.psc.br/Revista/outras/textos/filodife.htm“o pós estruturalismo, viemos a descobrir, não se orienta simplesmente para a negação dos fundamentos teóricos, mas sim para a exploração de novas bases de investigação filosófica e política; se envolve não apenas com a rejeição da tradição do discurso político e filosófico, mas, o que é mais importante, com a articulação das linhagens alternativas que nascem da própria tradição”
http://www1.jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=4750“Mas, há ainda uma outra tendência de pensamento de forte influência na atmosfera intelectual contemporânea. Trata-se do pós-estruturalismo, que muitas vezes se aproxima e outras se justapõe ao discurso pós-moderno. Best e Kellner apontam para o fato de que o pós-estruturalismo é parte da matriz do discurso pós-moderno e que as inflexões teóricas deste último estão diretamente articuladas às críticas pós-estruturalistas. Todavia, o pós-moderno é um termo mais abrangente e, segundo os autores, o pós-estruturalismo se constitui em um subconjunto de suas tendências teóricas, sociais e culturais (Best e Kellner, 1991: 25). Nesta perspectiva, o discurso pós-moderno inspira-se nas críticas pós-estruturalistas à Ilustração incorporando, ainda, aspectos de sua concepção de subjetividade (plural, múltipla, descentrada) e de suas idéias sobre o papel e a natureza da linguagem. Também neste caso, são muitas as diferenças entre os teóricos identificados com esta linha de pensamento, o que torna impossível falar de um pensamento pós-estruturalista em geral. Fato que se pode intuir quando lembramos que são rotulados pós-estruturalistas por exemplo, Foucault, Barthes, Kristeva e Derrida, além de outros mais identificados com o pensamento pós-moderno, como Baudrillard e Lyotard, ou o neopragmatismo, como Rorty.”
http://www.educacaoonline.pro.br/os_posismos.asp?f_id_artigo=205http://www.erraticimpact.com/cgi-bin/amazon_products_feed.pl?input_templates=1&input_mode=books&input_string=post+structuralism
http://www.philosopher.org.uk/poststr.htm
http://home.mira.net/~andy/works/foucaul1.htm
http://www.brocku.ca/english/courses/4F70/poststruct.html
http://www.panix.com/~squigle/vcs/structuralism.htmlMiguel (admin)MestreMiriam, Google:
“O pós-estruturalismo levou as teses estruturalistas a posições extremas e na verdade auto-refutantes. Para compreendermos um texto temos de excluir rigorosamente todos os elementos extra-textuais. Isto significa não apenas o abandono da procura de qualquer realidade exterior representada pelo texto, mas também deixar de encarar o texto como a expressão do pensamento de um autor extra-textual. É o leitor que desempenha a parte de leão na produção do significado; mas dado que cada leitor interpreta qualquer texto de maneira diferente, nunca emerge qualquer significado definitivo, e assim cada texto destrói a sua própria pretensão de significar seja o que for.
Houve várias formas ou facções no pós-estruturalismo francês. Cada escola brilhou brevemente com um brilho magnético, atraindo uma multidão volúvel de devotos antes de se extinguir quando uma versão rival começa a brilhar mais sedutoramente. Todos estes grupos reivindicaram descender de expoentes distintos da teoria linguística como Saussure e Jakobson, e nesse sentido os seus membros podem classificar-se como filósofos linguísticos. Mas encontram-se no pólo oposto relativamente ao estilo de filosofia que desde cedo se encarou como filosofia linguística por excelência, a tradição analítica anglo-americana. ”
http://www.criticanarede.com/filos_contemporanea.html“”Devemos compreender o pós-estruturalismo tanto como uma reação quanto como uma fuga relativamente ao pensamento hegeliano. Essa reação ou fuga envolve, essencialmente, a celebração do 'jogo da diferença' contra o 'trabalho da dialética'. O livro de Deleuze, Nietzsche e a filosofia, representa um dos momentos inaugurais do pós-estruturalismo francês, fornecendo uma interpretação de Nietzsche que enfatiza o jogo da diferença e que utiliza o conceito de 'diferença' como o lelmento central de um vigoroso ataque à dialética hegeliana e do estabelecimento de uma 'filosofia da diferença'.”
http://www.rubedo.psc.br/Revista/outras/textos/filodife.htm“o pós estruturalismo, viemos a descobrir, não se orienta simplesmente para a negação dos fundamentos teóricos, mas sim para a exploração de novas bases de investigação filosófica e política; se envolve não apenas com a rejeição da tradição do discurso político e filosófico, mas, o que é mais importante, com a articulação das linhagens alternativas que nascem da própria tradição”
http://www1.jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=4750“Mas, há ainda uma outra tendência de pensamento de forte influência na atmosfera intelectual contemporânea. Trata-se do pós-estruturalismo, que muitas vezes se aproxima e outras se justapõe ao discurso pós-moderno. Best e Kellner apontam para o fato de que o pós-estruturalismo é parte da matriz do discurso pós-moderno e que as inflexões teóricas deste último estão diretamente articuladas às críticas pós-estruturalistas. Todavia, o pós-moderno é um termo mais abrangente e, segundo os autores, o pós-estruturalismo se constitui em um subconjunto de suas tendências teóricas, sociais e culturais (Best e Kellner, 1991: 25). Nesta perspectiva, o discurso pós-moderno inspira-se nas críticas pós-estruturalistas à Ilustração incorporando, ainda, aspectos de sua concepção de subjetividade (plural, múltipla, descentrada) e de suas idéias sobre o papel e a natureza da linguagem. Também neste caso, são muitas as diferenças entre os teóricos identificados com esta linha de pensamento, o que torna impossível falar de um pensamento pós-estruturalista em geral. Fato que se pode intuir quando lembramos que são rotulados pós-estruturalistas por exemplo, Foucault, Barthes, Kristeva e Derrida, além de outros mais identificados com o pensamento pós-moderno, como Baudrillard e Lyotard, ou o neopragmatismo, como Rorty.”
http://www.educacaoonline.pro.br/os_posismos.asp?f_id_artigo=205http://www.erraticimpact.com/cgi-bin/amazon_products_feed.pl?input_templates=1&input_mode=books&input_string=post+structuralism
http://www.philosopher.org.uk/poststr.htm
http://home.mira.net/~andy/works/foucaul1.htm
http://www.brocku.ca/english/courses/4F70/poststruct.html
http://www.panix.com/~squigle/vcs/structuralism.html -
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