Miguel (admin)

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  • em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78269

    sim, mas continuando agora com breve explanação sobre a razão, vou tocar nos pontos q se fazem interessantes dizer a vc sobre a tão sabida e desejada(estou percebendo um pouco de brigitte em vc!)…a razão, para os antigos (entenda aqui Sócrates, Platão, aristóteles) é apenas uma função de conhecimento, mas tb se aplica igualmente à prática como sabedoria e prudência, em poucas palavras seria procurar o meio termo, ser virtuoso como quis Aristóteles, razoável…já na época medieval, separou-se fé e razão, uns pondo-a abaixo, outros autonomamente, mas todos a vendo como faculdade natural do homem, de qualquer um (ou seja, todos temos), entra aqui S tomás, q diz q raciocinar é passar dum objeto de inteligência a outro a fim de compreender a verdade inteligível, por uma intuição simples, ao invés do método discursivo q Platão fala no sofista (discurso da alma consigo própria), mas sempre trazendo a análise das coisas com aproveitamento, veja bem!…já Descartes dá nova roupagem à razão, retirando dos antigos e de sua geometria o grande passo pra um método q se aplicaria a tudo para se ter uma ciência racional, métodos! veja bem…em Kant aí q o negócio pega, pq ele adiciona a moral no meio, razão prática, q seria uma faculdade de não conhecer os objetos, mas de apreender máximas da ação moral(enfoque no sujeito…respeito?), e põe nesse meio um Deus e uma vida futura, além de um ultrapassar os limites da mera experiência (ciências abaixo?)…em outro grande mestre, Hegel, nota-se a importância q este dá à realização progressiva da razão, à historicidade da razão, veja como ele é observador do andar da carruagem da história, ou seja, não negaria a importância dos pensamentos anteriores, passando do universal ao particular e depois ao individual, uma conquista; disse ele “A história universal é apenas a manifestação deta razão única” e “a razão é a unidade mais elevada do conhecimento de um objeto e do conhecimento de si”
    ae, sei q não contribui muito, mas vamos perguntar a nós mesmos o q é essa danada da razão e o q ela pode nos oferecer…
    abraços

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78268

    pois é, muito se combateu o paganismo, muito se combateu o cristianismo, muito se combateu o ateísmo, muito se combaterá o racionalismo…eu já posso até prever o q falarás amanhã: a razão é um mal necessário! a razão escraviza mentes e almas! a razão fez muito sangue ser derramado! talvez sirva para controlar desejos, fantasias e anseios da massa (rebanho)…e quem sabe completaria: ainda acho q a (aí põe aqui uma novíssima denominação!)é o caminho para se discernir o que é legítimo dentro de cada circunstância. o negócio é q vc não percebe a beleza q cada uma dessas coisas proporcionou e proporciona, pularás de pensamento a pensamento e não enxergarás nenhum? tomara q aproveite tua estada na razão, pq ela te proporcionará tranquilidade assim como qualquer outro te seria possível…me mostre o q guardas na tua bagagem, estará ela vazia agora por que tem jogado fora o ruim q pegaste ou pq resolveu não pegar nada?
    abraços

    Caro Pilgrim, estou satisfeito e muito grato por sua resposta.

    Obrigado :}.

    em resposta a: A ambiguidade da pergunta #71851

    Desigualdade de direitos
    O esforço mental é melhor recompensado que o esforço físico;
    Excepção: o futebol de primeira classe,

    Agora sem fugir ao tema…

    Se apenas houvesse um indivíduo, não havia necessidade de justiça, mas não é o caso.

    Reduzindo a tal relatividade entre dois indivíduos para podermos perceber onde começa a “injustiça”, poderíamos pensar numa família.

    Numa família, a “injustiça” começa quando uma mãe ou pai dá mais amor a um filho do que a outro, ou quando um filho, dá mais atenção a um irmão do que a outro, ou quando um filho dá mais atenção à mãe do que ao pai… e o que se dá pode ser amor, atenção, carinho, coisas materiais… qualquer coisa… esta desigualdade é a criadora da “injustiça”. Será que o ser humana tem forma de evitar dar mais a um do que ao outro? Não! Porque a avaliação sobre a quantidade é imperfeita. Mais imperfeita é a avaliação sobre a qualidade… a avaliação humana é imperfeita, segundo, mais uma vez, a nossa avaliação de perfeição ou imperfeição que, enquanto interna em relação ao sistema será sempre resultante do sistema.

    Como poderíamos ser avaliados segundo uma fonte externa ao sistema? Uma fonte inteligentemente perfeita externa à humanidade???? O que é isto???

    Só nos resta acreditar em Cristo… caminho de Deus.

    PS. Perdão… já não faço mais dois posts seguidos.

    “ERRARE HUMANUM EST”

    em resposta a: Musica do Titãs, alunos e filosofia #73234

    Ola Pessoal,
    Estou iniciando um estudo sobre `Santo Tomás de Aquino`,gostaria muito de saber aonde fica localizada a sua igreja se temos no estado de São Paulo,no Brasil ou no exterior.
    Por favor se alguém puder me ajudar eu ficarei muito grata.
    Fanny

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78267

    “A Religião é um Mal necessário !” dizia um velho filósofo. Pergunto: Necessário para quem ? Talvez para controlar os desejos, fantasias e anseios da massa (rebanho). Prefiro crer que não. Ainda acho que a Razão é o caminho para se discernir o que é legítimo dentro de cada circunstância. Afinal matar é errado ? Sempre ? E se matarmos o estuprador de nossas mães ? E se matarmos por legítima defesa ? E se matarmos para comer ? E se matarmos as formigas trabalhadeiras que cruzam nossas cozinhas ? Jeová ordenou que um povo matasse outro, que um homem matasse aquele que lhe roubasse uma cabra, e Davi em seu nome dizimou milhares de homens de reinos rivais. Etc, etc. Quando é que os deuses estão a nosso favor ? Ou será que tudo não passa de teoria dogmática utilizada para escravizar mentes e almas ? Hoje clonagem humana é pecado, mas, não será quando a Igreja achar interessante que não seja. Evangélicos que nem podiam assistir televisão hoje são donos de redes de TV. Hoje os negros têm alma, e as mulheres têm voz, segundo o Cristianismo. A Razão é o caminho da libertação das almas. Chega de mentiras ! Chega desses manuais sagrados cheios de lendas e práticas anti naturais. Nesse instante um buraco negro imenso localizado no centro da Via Láctea está engolindo milhões de sistemas planetários igual ao nosso, e nossa hora vai chegar. Isso é verdade , mas a volta do messias será ?

    em resposta a: Crer sem ver #74586

    Pilgrim. Se você não foi e não é capaz de responder minhas perguntas da vida real, não tem o direito de me chamar de superficial. Por quê não vai dar um passeio na Africa e pregar sua vã filosofia para os doentes de AIDS e Tuberculose famintos e sem perspectivas ? Não sabe nem a diferença entre ter fé, crer e inferir uma idéia. Se acha tão culto, e não respondeu perguntas simples sobre outras áreas que não o seu mentiroso Evangelho escrito por 4 loucos a 2000 anos atras. Só porque fez algum cursinho de filosofia ministrado por alguma facção cristã, acha que sabe todas as coisas do mundo, e menospreza quem discorda de sua visão limitada e bitolada. Acha mais lógico crer que alguém abriu o Mar Vermelho (fato que já foi desmentido pela Ciência que você tanto despreza) do que crer que existe vida em outros planetas. Não perca seu tempo comigo mesmo, pois tenho muitas outras pessoas e lugares para trocar minhas idéias “superficiais”. Será que chatos não são os cristãos com a ladainha de sempre esperando o messias que nunca voltará; tentando converter o mundo a uma doutrina falida de hipocrisia e interesses escusos ? Antes de tentar me agredir com seus “cultíssimos” argumentinhos “adultos” cai na real !

    em resposta a: O carácter formativo da filosofia #76167

    Gente! Pensar, todas as pessoas pensam. Mesmo que de forma condicionada por influências externas, como o sistema capitalista por ex. . O fato é que não se precisa fazer filosofia para se pensar. O tipo de reflexão feita em filosofia pode ser feita em qualquer outra área de conhecimento. Por exemplo: existe um raciocínio lógico que condiciona o olhar do médico sobre o seu objeto de estudo, no caso, a doença ou o paciente. Mas esse raciocínio independe hoje em dia de qualquer conhecimento filosófico, pois está absolutamente condicionado pela política que define, no interior da profissão de médico, o próprio olhar do médico em relação ao paciente e à doença. Nós “humanos”, inventamos todo o tempo maneiras de ver. Então em minha opinião a questão do ensino de filosofia pode tanto ser uma arma positiva para se fazer, não pensar, mas, ver de outras maneiras, quanto negativa, se ficar resumida ao estudo de história da fiosofia, o que geralmente produz aulas chatas e cheias de decoreba. Assim, a questão do “pensar”, como do ensino de filosofia é uma questão política.

    em resposta a: A ambiguidade da pergunta #71850

    Olá,

    Partamos de outro princípio. Imaginemos dois indivíduos na mesma classe social, na mesma cultura… etc… onde a relatividade das suas condições sócio-económicas seja extremamente reduzida. Ambos criam a justiça segundo a avaliação de cada um; segundo a moral, a ética… etc… também aqui vamos tentar reduzir a relatividade ao mínimo.

    Neste sistema, não utópico, mas sim, de relatividade minimizada, julgo que havia uma necessidade de justiça “mínima”, quase nula.

    Estou a dizer que quanto maior a relatividade entre cada individuo, maior a diferença de comportamento, logo maior a justiça.

    Mas, a relatividade somos nós que a criamos, porque somos vários e fazemos diferentes julgamentos porque pensamos de forma relativa.

    A nossa fatalidade é a relatividade. De forma utópica, o sistema perfeito seria onde não houvesse relatividade. Onde fossemos todos iguais. Será? Não! Basta observar o corpo humano. Onde cada órgão é diferente mas funciona num “todo” em harmonia porque cada um exerce a sua função e não mais do que isso. Cada órgão, mesmo diferente, colabora para o “todo” e não há necessidade de justiça.

    Com isto, chego há conclusão que o suposto “injusto” é aquele que interfere no outro ou no trabalho do outro. Cada um de nós, ou não trabalha para o “todo”, ou interfere em quem trabalha para o “todo”.

    Só falta definir, o “todo”. O “todo” poderá ser a razão da existência, a nossa grande incógnita da humanidade. Mas podemos tomar como exemplo alguns organismos, tal como o corpo humano. Se assim for, o nosso todo, aquilo que podemos influenciar, até agora, é o nosso planeta! Extraordinária conclusão! O nosso propósito de vida é simples! Cuidar do nosso planeta!

    Desculpem, se me desviei do assunto… fui escrevendo, escrevendo, escrevendo… e saiu isto… o que não é nada mau, trabalhar para o bom funcionamento do planeta. Cuidado com os recursos naturais.

    xau

    em resposta a: A ambiguidade da pergunta #71849

    Esta indagação que a princípio nos soa como simples, tanto pela disposição das palavras como pelo seu caráter direto, na verdade aborda um tema precioso da experiência social e da realidade individual, concebendo a nós um campo amplo de possibilidades de acepções da palavra e de adesão nossa a elas, graças a sua característica genérica. Acreditar em que justiça? Em qual modalidade de justiça? A dos homens ou a da dogmática religiosa? A justiça enquanto instituição do Poder do Estado ou daquela que parte da visão individual ou coletiva do justo, do certo, enfim, do bem comum? Como se pode ver, as variantes de justiça pode nos levar à infinitas crenças sobre o tema, o que nos faz partir de visões subjetivistas para alcançar a objetividade do tema. Se considerarmos que a justiça é um fenômeno social, passa ela a ser passível de estudos através de métodos para se atingir a verdade do tema, como é o que acontece com o tema da “liberdade”. Desse modo, podemos dizer que justiça, no homem, habita sua consciência e cerca sua existência. Portanto, do conceito de justiça como fenômeno histórico-cultural, ela é algo perquirido e latente na vida humana, de homem para homem, como na definição humanitária e socializada de direito feita por Dante Alighieri emprestada agora à justiça, de que a “justiça” é a proporção real e pessoal, de homem para homem, que conservada, conserva a sociedade; corrompida, corrompe-a. Abnegar a justiça, é abnegar sua condição de ser humano dotado de direitos, bem como sua qualidade de ser social e político, culminando, assim, na negação de sua existência. Isto posto, pergunto: A justiça, enquanto Poder do Estado, é de fato imparcial ou é manchada por interesses individuais e de classes?

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78266

    Uma correcção…

    “Os organismos mais complexos que pensam como nós… (não somos os únicos)

    Sorry… errar é humano… outra vez…

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78265

    Olá,

    “o rebanho escravizado pelas religiões”… gostaria de esclarecer o seguinte:
    1. Deus não é um ser, Deus é a lei, é a ordem, é a relação.
    2. A lei está presente em todo o lado e em tudo, desde o infinitamente pequeno até ao infinitamente grande; desde a estrutura atómica mais elementar, até a estrutura dos corpos celestes (negar isto é negar-se a si próprio).
    3. O acaso não existe porque a lei não é aleatória.

    Os organismos que pensam, “nós”, têm a liberdade de escolha, a liberdade de se desviar da lei, a liberdade de errar, ao contrário de agir por intuição.

    A lei não precisa de religiões, nem da ciência, para se cumprir. Ela simplesmente se cumpre.

    Fazemos todos parte da matéria universal. Se você não quer seguir a lei, isole-se! Não prejudique os outros!

    A lei está em cada átomo do seu corpo. Você não morre, nada se perde, tudo se transforma.

    Para provar o que acabo de dizer, a prova está na ciência E na religião E em ti mesmo

    em resposta a: Platão idealista? #71323

    PRIMEIRAMENTE, TEMOS QUE ANALISAR O PENSAMENTO PLATÔNICOE e COMPARA-LOS COM OS DOS DIAS ATUAIS.ISSO PORQUE SUAS IDEIAS SãO VIVAS NOS DIAS DE HOJE:LEIS,CONCEITOS, ETC.Para a época,era sim um idealista,pois o mundo era outro, os tempos vividos eram diferentes.Mas como todo ser pensante,ansiava em corrigir os defeitos daquela sociedade, que possuia alguns pontos que toda história da humanidade sempre teve:injustiça, desigualdade social e tantos outros problemas que sempre pertubaram tanto o pensamento humano. Alguns progressos, idéias platônicas já foram concretrizadas. Uma bem simples é que nem todo mundo cai na falsidade de discursos, que dizem ideias contra o nosso senso comum, como mostrado no “Fedro”.Digo que sim, era um idealista e continua a ser. Ele semeou e semeia muitas sementes por todo o mundo e que depois, sempre dão belíssimas flores(essêncialmente falando, claro).

    em resposta a: O rebanho escravizado pelas religiões #78264

    “O riso é a felicidade daqueles que não sabem pensar”(Frase de Pope que Pilgrim fez uso).
    “Decorar frases de efeito não faz de alguém um filósofo…”(Frase de Pilgrim).
    “Para a filosofia não é requisito aprender a dialogar? Quando já se tem a verdade fica difícil aprender mais qualquer coisa.”(Frase de Pligrim)
    Pois é será que o Pilgrim tem a verdade? Quem tem a verdade? Quem não dialoga? Onde estão os amantes da sabedoria?
    “Procure urgentemente algum psicólogo e vá se tratar!” (Pilgrim dirigindo-se à Brigitte)Se tratar do quê? De discordar de tudo? De apresentar suas opiniões contra o dogmatismo? Por quê “se tratar” com o psicólogo?
    Bem eu não tenho a magnífica capacidade de argumentação que o Pilgrim e os outros apresentam, por isso fiz algumas perguntas, e a argumentação usada está trazendo saber?

    em resposta a: Crer sem ver #74584

    A realidade seria uma única coisa que pode ser interpretada de diversas formas. (…) A sua mensagem tb parece nos dizer isto, na medida em que eleva a sabedoria a um nível superior/ou melhor forma de interpretação da vida para nós seres humanos.

    Acho difícil alguém discordar disso. Por outro lado, ponto bem mais polêmico é esse em que vc colocou:

    a realidade estaria para aquilo que o ser humano é capaz de conhecer através da sua capacidade cognitiva.

    Aqui parece que discordamos. Hegel afirmava que “o real é o racional e o racional é o real”, e, quando vc afirma que o real é aquilo que pode ser conhecido, não consigo evitar de fazer uma aproximação entre a sua posição e a posição hegeliana.

    Por outro lado, sei que isso não ficou claro na minha msg anterior, entendo que real também abarca o paradoxo, o absurdo, o não-inteligível, o ilógico… (diretamente relacionada com a “definição” do Real está a “definição” da Existência: existência não é somente existência material) A razão (olha ela de novo) é que a capacidade cognitiva humana (relembrando sua msg) é limitada, e não é pq o homem não consegue perceber que alguma coisa deixa de ser. (Essa afirmação tb não é livre de críticas, muito filósofo já tratou desse tema)

    Ao aceitar que a capacidade humana é limitada, vc deu a entender que tb percebeu um problema, e deixou uma janela aberta no campo da linguagem. De um modo ou de outro, não vamos conseguir ir muito longe, a razão logo vai nos alcançar e “prender” novamente :-)

    Acho que dá para resumir assim: quando se pauta exclusivamente pela razão o homem conclui que é irracional ser completamente racional, por outro lado, é muito irracional não fazer uso da razão, então é preciso fazer esse casamento dar certo.

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