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Miguel (admin)Mestre
Gallagher é o exato protótipo do homem ignorante dizendo que a filosofia é alienante, típico do homem moderno pragmatista voltado exclusivamente para o útil, alienados são os trabalhadores! quem desconsidera a busca por sabedoria está realmente se afastando da essência do homem que aspira por natureza o saber.
Disse que se existe um “amigo do saber” seria de se pressupor que existisse um “inimigo do saber”, bobagem é o que tu escreveu: em primeiro lugar o amigo do saber ainda não sabe mas não pressupõe saber, já que não existe realidade absoluta, o “saber” é o que está por vir, o que se deve tornar conhecido, certamente as certezas humanas “extra filosóficas” pertencentes ao senso-comum não passam de postulados que cada vez são mais facilmente refutados pela filosofia. E porque o útil é sinônimo de coisa positiva? porque perdemos a admiração pelo mundo, e é a admiração que primeiramente gera a filsofia, só o que é útil é bom, é por isso que a humanidade se encontra em crise profunda, pois a própria natureza é vista com fins úteis e não mais como uma coisa em si, onde está o sentimento de bem-viver com o mundo? se abandonar pré-conceitos e verdades superficiais não tem sua validade então realmente a filosofia não “serve” pra nada, Gallagher tu és realmente um etrombilácuo! paz e amorMiguel (admin)MestreOK, quem sabe nós retomamos o discurso? Parece que houve uma dissidência sobre o “crer sem ver” entre a ciência e a religião, muito bem, a ciência, dizem os cientistas, não crê sem ver, ela vê e é empírica, comprova com a experiência os átomos podem ser vistos, certo? mas o que é esse “ver” não será mera tentativa de traduzir o real? naõ lembro quem foi o filósofo que falou:”A suposta realidade científica não passa de uma alucinação coerente”, certo, então que visão ela nos oferece? e que validade tem esta visão? ela parece ter validade para a “superfície”, para as coisas práticas, e não necessariamente para o bem viver, quem não vê que o pragmatismo tornou o homem um mero escravo da máquina?, claro, não se deve desconsiderar as revelações ainda que mutáveis da ciência, pois elas servem de parâmetros momentaneamente e superficialmente aceitáveis, então porque não buscar a essência das coisas e dos entes ao invés de apenas estudar suas cascas? e aquilo que nós sentimos e não é inteligível? parece que o “crer” neste sentido está mais relacionado ao inteligível do que ao sensível, e porque os religiosos crêem sem ver? acho que não, se eles não vissem a bíblia ou qualquer outro livro sagrado eles teriam as mesmas convicções?
Bom início de equinócio a todos!!Miguel (admin)MestreNômade da Silva 21/09/2004:
ESSÊNCIA DO SER HUMANO (homens e mulheres): é o ser da espécie humana (dna) que em seu desenvolv/mento N-O-R-M-A-L costuma apresentar as faculdades da FALA e do RACIOCÍNIO durante a vida. Nômade da Silva 22/09/2004:
Sartre dizia que é o homem (ser humano) que faz sua essência.Mas e o DNA?
Pilgrim 22/09/2004:
Sem problemas, vc tem mesmo demostrado ter péssima /capacidade para fazer julgamentos e interpretar coisas.
Miguel (admin)MestreBem… Pilgrim, tendo em vista o desenvolver do tema, reconheço sim a necessidade ontológica de algumas escapadelas para dar um novo corpo temático às discussões.
Já tentando me “inserir” nesta dialética de forma intencionada para uma perspectiva de solubilizar e sanar alguns tópicos relativos, tento aqui estimular uma “lógica trilógica” tendo em vista as leituras dinâmicas das lógicas envolvidas da interpratação e no entendimento próprio das questões analisadas e confrontadas em sua própria virtualidade. Virei aqui tentar tecer alguns comentários que até enquadrem um pouco do meu pensamento correlativo seguindo a ordem espécifica das questões… tecendo minha fala emcima de algumas outras feitas neste espaço…
O trabalho que venho a fazer não é demarcar barreiras doutrinárias que estabelecam hierarquias frágeis sobre o estruturalismo que a ciência e o Homem coaduna no cerne e nas ramificações das problemáticas que pretende solucionar… Venho, tacitamente, fazer um trabalho de forma mais livre possível das barreiras de um mero acaso da abstração e fundir o pensamento real ao concreto no que tange as próprias explanações filosóficas do Ser e do mundo.
Tendo meu direito livre à Crítica ou a mesmo ser criticado… venho relatar opiniões em cima de falas mais recentes para não retroceder tanto a discussão (embora o quisesse fazer para acompanhar o ritmo do embate):
O Nômade da Silva escreveu –> “Olha aqui Pilgrim, a essência é isso mesmo: uma coisa tão genérica que não escaparia a qualquer outro caso. É uma coisa muito chata, porque você precisa levar em consideração todos os relativismos pertinentes à transformação do ser humano.”
Como estou considerando aqui um tentativa imanente de estabelecer um voto objetivo para a concretização do projeto de engajamento nos idéias dentro da práxis, a questão da mensuração do conceito essência feito pelo Nômade contradiz o bom gosto e o bom senso dialético que estaria prevalecendo na intenção própria das lógicas dialógicas, onde através das perspectivas e formações intelectuais de diferenciação pontual ou extrema… existe o propósito da conquista da opinião ou reconhecimento intelectual das mesmas, o que o relativismo (a meu singelo ver) desmerece e esfacela como um abate de manadas para a industrialização de carne para o mercado, o transforma o potencial de classificação do ser humano tendo em vista a sua realidade e identificação objetual em uma especulação desnecessária, colocando a própria discussão em uma inércia que aufere os sentidos da mesma que seriam, à priori, estabelecer um vínculo figurativo comum entre a consciência dos seres. E meramente qualificar a Transformação no plano Relativista não diferencia a qualificação transcendental que está presente mesmo no dinamicismo problemático do anticorpo estagnária que fixa o conceito como um quadro no plano ideal sensível que atribue uma significância cultural, esta realidade do debate possui um aspecto único que nos posiciona nele para que nossas idéias sejam expressadas de sua maneira mais convincente para o substrato consciente. Equalizar os termos do debate não significa simplesmente e de maneira maniqueísta atrelar o debate a um jogo de interpretação expontânea, significa primeiramente construir uma estrutura genealógica dos próprios conceitos para que o avançar mesmo dos próprios sejam regidos por sua contingência essencial e pelo “regimento natural” da causalidade. A essência em Sartre não é genérica… e mesmo para se fazer esta crítica deve-se conhecer a estrutura socio-politico-filosófica que regeu o itinerário do pensamento do próprio Sartre e seus antecessores, para apartir dos elementos encontrados, desmistificar de forma ativa, pulgente, transparente e embasada a abertura do conceito essência como uma generalidade do Ser, um conteúdo inato.. uma herança histórica dos antepassados ou um ciclo sensível que se impregna no tábula da consciente e que através do arbítrio de pensamento e da prática, a escolha possa surgir e se interiorizar como um conteúdo de essência que dignifique o Ser Humano, indivíduo que ainda busca o conhecimento e as explicações nos obscurantismos da experiência, no jogo generalizado das emoções e nas lembraças eidéticas que articulam as imagens-imagens com as sensações perceptórias difusoras das leituras racionais do que significa a vida e os fatos decorrente delas.
Ele tambem falou –> “Se fosse um triângulo, seria fácil definir a essência, pois um triângulo nunca foi um feto e no final da vida morre. Porém, como eu mesmo demonstrei não é impossível provar que existem características muito genéricas e essênciais no ser humano.
Isto é muito óbvio e alguém precisa ser muito mentiroso pra negá-lo, pois se não fosse verdadeiro teríamos imensa dificuldade para reconhecer, durante as fases de desenvolvimento, o humano dentre o não-humano”
Caro amigo: Se fosse um triângulo, nem preciso colocar que a própria forma do mesmo ser já estaria definida (a sua existência material estaria sendo provada pelo fato mesmo de ser ter consciência de tal estado da própria consciência e do corpo. E ainda coloco, que discussão de essência eu traria sendo eu um triângulo… pergunta-me-ia… Bem, sinto-me como triângulo… mas, como sou definidido infra-estruturalmente, Substancialmente e primordialmente? À priori (e concordo com Sartre neste ponto), eu não sinto que minhas finalidades estejam já determinadas enquanto pré-existência… as minhas finalidade só se dão enquanto existência… e mesmo assim as próprias não se dão de imediato!! Uma criança que nasce não nasce já sabendo que morrerá idosa, ou jovem e que possua tal ou qual sentimento diante das idéias e sensações experimentadas no mundo… por isso, essa essência é construída e a experiência material e psíquica são os canais mais aparentes e demonstrados de forma veemente para se estruturar, balizar, trabalhar, desenvolver e evoluir o projeto das representações mentais que os jogos dos sentidos, semânticas, léxicos e significados fortalecem dentro da epistemologia dos conceitos… o processo da essência será sempre gradual… mas essa mesma “linearidade de corpo através das extensões da probabilidade humana” é que seria o princípio de imperativo categorizador para a essência como algo eminentemente e perpetuamente Humana… uma entidade, um substrato sensorial, cognitivo que desvincilha as questões próprias do empirismo humano e seu embasamento crítico, sensações e etc.
A questão da mentira e da verdade cai no mérito dos desmerecimento da pedagogia ideológica impregnada em cada discurso… e aterroriza os critérios lógicos e racionais para a verdade, as probalidades das hipóteses levaria a uma análise mais proximal do merecimento disto… esta pseudocategorização emparelha a discussão colocando-a a um “arquétipo moral” que seja consensuado dentro da discussão da essência em Sartre (e unicamente nele, tendo em vista que ele seja o centro das intervenções filosóficas e o assunto deste Forum aqui). O reconhecimento do Humano e do não-humano em sua fala se delibera arraigado nesta discussão, o que vale o embasam}ento filológico e fisiológico para contemplar os pontos de maneira mais sensata e direciona para o padrão concreto da mesma discussão…
Tendo em vista que meus olhos doem e minhas mãos estão cansadas… vou ficando por aqui e volto para complementar os raciocínios, responder críticas ou questionamentos de forma mais aberta, democrática e responsável possível… mostrando ser uma pessoa aberta a reerguer questões e repensar propostas de solução dentra as problemáticas passadas…
Atenciosamente, Ikaro Max
Miguel (admin)MestreNão, você perdeu seu tempo, não conseguiu derrubar minha tese…
…agora é a minha vez:
Sartre dizia que é o homem (ser humano) que faz sua essência, por isso ele afirmava que a existência precedia a essência.
Então, prove, mostre-nos apenas uma essência de ser humano que alguma pessoa conseguiu fazer ou mudar em si mesma…
P.S.: Chipanzés jamais seriam capazes de ler Sartre e concluir, com justa razão, que ele foi um idiota.
(Mensagem editada por Nômade em Setembro 22, 2004)
Miguel (admin)MestreÓtima definição, só vc mesmo para conseguir tanta precisão:
“essência é uma coisa muito genérica e muito chata que leva em consideração todo tipo de relativismo”
demonstrei não é impossível provar que existem características muito genéricas e essênciais no ser humano.
Então nos informe quais sejam, por favor, pois parece que ainda existem dúvidas se chimpanzés, devido ao grande relativismo que o conceito permite, são homens.
mande esse visitante chato calar a boca
Que estranha necessidade essa de agredir todas as pessoas com as quais vc não concorda…
A saída mais honrosa seria vc ter aceito logo que não dá conta de apresentar a essência do homem.
Miguel (admin)MestreOlha aqui Pilgrim, a essência é isso mesmo: uma coisa tão genérica que não escaparia a qualquer outro caso. É uma coisa muito chata, porque você precisa levar em consideração todos os relativismos pertinentes à transformação do ser humano.
Se fosse um triângulo, seria fácil definir a essência, pois um triângulo nunca foi um feto e no final da vida morre. Porém, como eu mesmo demonstrei não é impossível provar que existem características muito genéricas e essênciais no ser humano.
Isto é muito óbvio e alguém precisa ser muito mentiroso pra negá-lo, pois se não fosse verdadeiro teríamos imensa dificuldade para reconhecer, durante as fases de desenvolvimento, o humano dentre o não-humano…
Agora, mande esse visitante chato calar a boca!
Miguel (admin)MestreVejo que ambos, (vou colocar em letras maiúsculas) AMBOS perderam o foco.
Mr. Pilgrim, uma raposa de fóruns(no sentido de que neste sítio está mais experiente que seu oponente… outrora intermediário, hoje já um avançado) buscou a dialética e os argumentos, aparentemente não estava certo disto ou daquilo, o que aliás é próprio das raposas, algumas são buscadoras do bom combate(raro nestas bandas), certas que uma boa discussão pode relevar algumas verdades até então não-evidentes. NO ENTANDO perdeu o foco, pois, experiente que é, permitiu que a lebre se assustasse.
Já o Sr. da Silva, N., sabe alguma coisa e não sabe como dizer aquilo que sabe. Num certo momento estratificou em frases curtas e pessoais deixando de lado os argumentos, pois, aparentemente, chateado com a “ignorância”(um ponto de vista nômade) de Sir Pilgrim concluiu que não mais devia perder tempo com tamanha “ignorância”, mas não indicando precisamente a morada da ignorância.
Ficamos, senhor leitor, uma vez mais órfãos de um bom debate.
Miguel (admin)MestreSem problemas, vc tem mesmo demostrado ter péssima capacidade para fazer julgamentos e interpretar coisas.
Sobre a nova (e tola) definição: vc ainda não aprendeu nada, parece incapaz, e continua cometendo erros básicos: “… que em seu desenvolvimento normal costuma apresentar…” é uma definição muito ruim que não define nada.
Analfabeto de filosofia. Fiquei com pena e agora vou deixá-lo em paz.
Miguel (admin)MestreFoi publicado um texto sobre esse livro no site:
http://www.consciencia.org/antiga/aristjosemar.shtml
abs
Miguel (admin)Mestreolá Lucipher Nazareno perguntei pelo documento para poder ter a fonte da informação em questão, não é quanto duvidar ou não da questão proposta eu queria apenas ver tais documentos pra poder analisar melhor.. mas deve ser algo que não se encontra pela internet e eu pouco conheço de critianismo muito menos de budismo por isso as dúvidas (que eram realmente dúvidas e não uma forma de resposta para denegrir o argumento de brigitte)sendo assim se vocês souberem de textos budistas e textos cristão que tenham semelhança me ajudem por favor .. obrigado e abraços
Miguel (admin)MestreMesmo se os produtos nacionais forem de péssima qualidade?
Miguel (admin)MestreVocê me convenceu de que é mais idiota do que Sartre…
ESSÊNCIA DO SER HUMANO (homens e mulheres): é o ser da espécie humana (dna) que em seu desenvolvimento N-O-R-M-A-L costuma apresentar as faculdades da FALA e do RACIOCÍNIO durante a vida.
P.S.: Pedante.
(Mensagem editada por Nômade em Setembro 21, 2004)
Miguel (admin)MestreHummm…
evitarei o tom jocoso. Acredito ter sido despertado pelo tom da crítica a Sartre, mas um erro não justifica outro.Miguel (admin)MestrePuxa! Ficou magoado pq te ajudei? Desculpe-me, é que pensei que vc não entenderia tb Aristóteles e não daria conta de fazer as distinções corretas entre ato e potência, substância e categoria, essência e acidente. Fiquei com receio pq não sei se resistiria à decepção se encontra-se tb Aristóteles no grupo dos idiotas prolixos, então intervim.
Posso ter utilizado o tom jocoso mas os argumentos não deixaram de ser sérios. Não imaginei que, como essencialista, vc desconhecesse o que vem a ser uma essência. Por exemplo, qd ficou todo indignado pelo fato de eu ter introduzido o exemplo do homem morto. Ora, qualquer essencialista deveria saber que um homem morto ainda pode ser citado em uma discussão como essa, uma vez que é justamente a “essência de homem” que permite a alguém diferenciar um homem morto de um cachorro morto. O que permite identificar aquela coisa morta deitada ali do lado do cachorro como um homem (morto)? – A essência, evidentemente, diria qualquer essencialista. Por que todo mundo sabe diferenciar homens mortos de outros bichos mortos? Por que todos sabem fazer a distinção e só enterram HOMENS (mortos) no cemitério? A “essência de homem” deve, portanto, englobar os homens mortos. De outra forma seria impossivel fazer a distinção, e ninguém falaria de HOMENS mortos.
De minha parte, você não convence ninguém…
É uma pena, pq está perdendo outra chance, como tb perdeu com Sartre, de colocar um limite na sua ignorancia. Ninguém é muita gente, vc só tem o direito de falar por vc. Essencialistas tem essa mania de descuidar do individual

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