Miguel (admin)

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  • em resposta a: Critica e analise de obras. #73759

    preciso da obra de montesquieu,o espirito das leis1725.não consigo encontrar em nenhum site,me ajudem por favor,preciso fazer um trabalho para a faculdade.

    em resposta a: Viagem no Tempo #78578

    Infinitude… não sei o que seria isso em termos práticos, mas tomemos uma idéia matemática que se segue à pergunta: quantos pontos no espaço existem numa reta traçada entre dois pontos X1 e X2 pre-estabelecidos? A matemática diria: qualquer que seja a distância entre eles, existem infinitos pontos. Por mais próximos que estejam, você sempre consegue dividir o espaço mais e mais ad infinitum. Essa é a matemática, e esse era o universo cartesiano que respondia ao modelo matemático.

    O modelo computacional não comporta esse tipo de continuidade. No modelo computacional, você começa a dividir o espaço e encontra um limite. Uma porção mínima do espaço que não pode ser dividia. O quanta espacial. Uma particula pode pular de um quanta para o outro, mas nunca ficar no meio. Analogamente temos os quantas de energia. Não há como você transferir meio quanta de energia para um eletron. Outros estudos apontam que também o tempo seria quantizado.

    Essa estrutura de valores discretos é pré-requisito do modelo computacional. Você sempre vai ter no mínimo 1 bit de informação. Não dá para ter meio bit.

    O universo se comporta como computador porque seus sistemas recebem, processam e emitem informações (energia). O único sistema que destoava desse modelo era o buraco negro, que se acreditava sugar todas as informações (energias) sem devolver niente, ou devolvê-las de forma indistinta (sem processa-las), pela teoria de Hawking. O próprio Hawking reviu essa teoria e chegou a conclusão que o que o buraco negro devolve é processado. Em outras palavras, é possível pegar a radiação emitida do buraco negro e saber o que era aquela informação antes. Em outras palavras, a radiação R é uma função f da energia e que entrou no buraco negro: R = f(e). A última barreira do novo paradigma acabara de cair.

    O texto revela que o autor consultou mais comentadores do que a própria autora. Isto fica evidente do parágrafo 17 ao 20 em que o autor, diz que Arendt inaugura em sua “melhor obra” EPF uma nova maneira de pensar a verdade. Isso é desprezar aquilo que é tão caro ao pensamento de Arendt, a saber, as distições! É imprescindível para se compreender a obra de Arendt que se perceba a diferença entre a busca da verdade, um traço marcante da tradição de pensamento ocidental,criticada por Arendt e a busca de sentido proposta por Arendt. Pensar a verdade, corresponde ao método tradicional de pensamento que busca um ponto de vista arquimediano, que não aceita a diversidade, a pluralidade – para usar um termo tão caro à teoria política arendtiana. Segundo palavras da própria Arendt, (Ver Dignidade da Política – O que é a filosofia da Existenz? ) a distância entre sua teoria política e o existencialismo, e qualquer tipo de metódo fenomenológico, é que todos esses acabam recaindo no essencialismo, justamente por se apegarem à busca da verdade, por atrelarem o pensamento à busca da verdade, e com isso funcionalizarem o pensamento como foi feito também com a ação. É preciso perceber que Arendt apropria-se sim de certos conceitos kantianos, aristotélicos, mas sua apropriação transforma tais conceitos dando a eles novos significados, daí a impossibilidade de a rotularmos como “aristotélica, heideggeriana” e simplesmente encerrar o assunto. Ser capaz de encontrar familiaridades entre um autor novo e um antigo, revela uma leitura superficial do mesmo. A compreensão é diferente, revela a singularidade de tal autor, aquilo que faz dele, não um mero repetidor. Se Arendt simplesmente repetisse as idéias de Heidegger ou Aristóteles, não valeria a pena lê-la. Mas todo aquele que de fato leu sua obra, sabe que toda tentativa de “submergir o pensamento num turbilhão de familiaridades” leva não à verdade, mas à falta de sentido, ao paradoxo.

    em resposta a: Deus mito do homem #73348

    Por que filosofos não se unem para combater o sistema em que estamos inseridos? Ora, pois estes já se encontram numa boa situação e, para estes, pouco importa se está ruim ou não para outras pessoas; eles, estando tranqüilos, estão bem, mas deixa o calo apertar no pé deles para ver se não farão alguma coisa…

    Eu acho que as coisas não funcionam bem assim. O desejo de mudar a sociedade é como o sonho de Ícaro, se você não conhecer muito bem as leis da natureza e se adaptar a elas, você pode acabar no chão.

    Além disso, o Übermensch de Nietzsche não é como o Superman do escritor Jerry Siegel e do artista Joe Shuster. Mudar o curso da história da humanidade é uma tarefa impossível até mesmo para um Clark Kent…

    Gilberto Gil o vê romanticamente:

    Quem sabe o Superhomem venha
    Nos restituir a glória
    Mudando como Deus
    O curso da história
    Por causa da mulher.

    em resposta a: Deus existe para quem acredita #78313

    DEUS, J� SUPEREI ESSE DEVANEIO A MUITO TEMPO.
    OUTRA COISA QUE FAZ A RELIGI�O � DAR A G�NESE A HIPOCRISIA, A FALSIDADE, NA MISSA EST�O TODOS DE BEM FAZEM UM TEATRO DE DEIXAR QUALQUER DRAMATURGO DE QUEIXO CA�DO. AGORA, COCLOCOU O P� PARA FORA DA IGREJA J� COME�AM A METER O PAU NO “IRM�O” QUE ESTAVA SENTADO AO LADO DO HIP�CRITA QUE LHE CUMPRIMENTARA NA HORA DA “PAZ DE CRISTO” DEPOIS NO DIA SEGUINTE V�O SE CONFESSAR POIS, FALARA MAL DO “IRM�O” QUE ESTAVA SENTADO AO LADO, PQ BATEU NA ESPOSA, GRITOU COM OS FILHOS, N�O AJUDOU UMA POBRE QUE ESTAVA NA PORTA DO BANCO QUANDO FORA RECEBER O SAL�RIO. E AP�S A CONFISS�O SAI ALIVIADO � CERTO QUE A RELIGI�O CAUSA UM AL�VIO A PESSOA, AOMESMO TEMPO QUE INCITA A HIPOCRISIA E � ASSIM PARA ESTES HIP�CRITAS AT� O FIM DA VIDA, BANDO DE IRRACIONAIS BITOLADOS, AT� A MISSA DELES � UMA COISA TRIVIAL QUE N�O MUDA E NADA INTERPRETAM NO QUE L�EM, PODE TER RELIGI�O SIM � CLARO MAS ME POUPEM DE HIPOCRISIA E RELIGI�O BURRA � MELHOR QUE NEM EXISTAM SE CONTINUAR DO JEITO QUE EST�.

    em resposta a: Deus mito do homem #73347

    Sou ateista na primeira acep�ao que Platao deu a esta palavra ou seja, n�o acredito em um deus,uma vez que este para mim nao existe, nao passa de devaneios e mitos humanos. Acho que a religiao deixa as pessoas passivas e aceitando a sua realidade como se fossem algo que “deus mandou” portanto n�o deve ser alterado os anseios divinos na terra. Pura babozeira. “a religiao � o opio do povo (marx).
    Nao concordo em dizer numa morte de deus como se referiu Nietzsche em sua obra, pois, dizer numa morte de deus da a entender que deus existiu em algum momento e isto n�o ocorreu, pode-se dizer numa cren�a,deus existe pq alguem cre nele mas cren�a nao significa existencia. Tenho indiferen�a pela religiao e pela forma de coa��o e bitola�ao com que esta leva as pessoas. Agora estou come�ando a ter esta mesma indiferen�a para com os filosofos que nada fazem para mudar a realidade em que estamos inseridos, de que adianta tantas obras, tanto intelectualismo se a situa�ao nossa � de precariedade eh de uma pobreza social que nada fazem para mudar essa realidade, olhem para a AFRICA, olhem para o Nordeste brasileiro, olhem o imperialismo estadunidense em cima de todos os pa�ses subdesenvolvidos com suas garras mleficas e de que a filosofia adianta para mudar essa realidade podre em que estamos inseridos!? N�s pensadores inconformados com o sistema em que nos encontramos inseridos nessa realidade podre fracos diante essa manipula��o do inconsciente coletivo que querendo ou n�o n�s sofremos tamb�m, querem um exemplo, por que filosofos n�o se unem para combater o sistema em que estamos inserido, ora, pois estes j� se encontram numa boa situa��o e para estes pouco importa se est� ruim ou n�o para outras pessoas eles estando tranquilo est� tudo bem mas deixa o calo apertar no p� deles para verem se n�o fazem alguma coisa.
    Conseguimos perceber isso estamos a um fio da loucura, pois, somos fracos e n�o conseguimos mudar essa realidade por mais que queiramos, querer n�o basta tem que fazer.
    Eu me considero um verdadeiro niilista pois em virtude dessa podrid�o religiosa, intelectual e humana o meu maior desejo � que um cometa bata contra n�s e estra�a-lhe tudo que existe neste planeta e que nada reste. Uma vez que somos fracos e nada fazemos para mudar a realidade daqueles que necessitam � melhor que tudo seja exterminado. A religi�o e a filosofia at� agora nada fizeram para mudar a realidade em que estamos inseridos, portanto ambas est�o no mesmo n�vel. estamos ainda dentro da caverna s� vendo a sombra das coisas que se passam l� fora ainda n�o nos libertamos nem mesmo a filosofia fez nos libertar o mito da caverna ainda se faz presente nesse mundo inescrupuloso em que vivemos. Agora talvez eu entenda pq Nietzsche ficou louco, a sua capacidade intelectual era tanta, mas ao mesmo tempo in�til, para mudar a realidade de sua �poca em vista disso enlouqueceu, pois nada podia fazer para mud�-la.
    Viva o Niilismo. viva, Turgueniev, viva Dostoievski, viva Nietzsche, viva Foucault.

    em resposta a: Montesquieu : o Espírito das Leis #76926

    Bom, como todo mundo estou precisando de um resumo do livro Do espirito das Leis, pra semana que vem!! podem me ajudar?

    em resposta a: Viagem no Tempo #78577

    O universo se comporta como um computador.

    Mas, certamente que não. Um computador não comporta o irracionalismo e a infinitude.

    em resposta a: O Mito da Caverna #74041

    Olá! Estou tentando fazer um trabalho no qual preciso saber se para Platão há a possibilidade de um conhecimento OBJETIVO da verdade, e dizer o porquê.
    Se alguém pudesse me ajudar, ficaria bastante grata.
    Também vale nota! Rs…
    Um grande beijo

    em resposta a: Viagem no Tempo #78576

    Essa idéia é bem mais antiga do que você imagina. O que você acha que é o teletransporte de Jornada nas Estrelas?

    Mas não vou discutir, já levei bastante tempo para analisar a questão e hoje vejo boa parte da comunidade científica com outros olhos…

    …acredite se quiser…

    em resposta a: Viagem no Tempo #78575

    O universo se comporta como um computador. Essa idéia não é minha, não é nova e está ganhando força. Tem uma reportagem de capa da Scientific American de 12/2004 que aprofunda o assunto.

    Capa SCIAM DEZ 2004

    A mudança de paradigma está em curso e é inevitável. Claro que a analogia do backup para viagem no tempo foi despretensiosa. Mas serve para parar e pensar… será que estamos procurando na direção certa?

    em resposta a: Liberdade versus moral #79840

    Eu não sei qual o problema aqui…

    …Dostoiévski nem faz parte do assunto…

    …tem alguém aqui agindo de má fé

    em resposta a: Viagem no Tempo #78574

    Certa vez, Willian Shatner se apavorou com a legião de fãs que o cercava e disse, mais ou menos, o seguinte: – Jornada nas Estrelas é só um filme, vão cuidar da própria vida de vocês, isso é o mais importante!

    A mensagem que eu extraio desse episódio é a seguinte:
    Não se deve fazer da ficção científica uma Grande Fuga da realidade.

    Por trás da ficção científica, estão algumas verdades e alguns desejos humanos inconscientes. Devemos analisar até que ponto nos interessa realmente viajar ao passado e até que ponto esse interesse não é a vontade de potência desenfreada contra as leis da natureza, ou o projeto de se tornar deus (v. Sartre)…

    em resposta a: Liberdade versus moral #79838

    Concordo com Sartre quando afirma que o ser humano projeta ser Deus.

    Na religião, esse projeto está alienado do ego, exteriorizado: o crente pode ser humilde pois participa de algo maior, exteriorizado, esquizofrenicamente projetado fora dele.

    Já no caso do ateísmo, a vontade de potência não está mais alienada, porém, o que fazer com ela???

    Essa resposta vai depender da estrutura de cada sujeito…
    Alguns, mais desiquilibrados, vão querer ser deus quase que literalmente; outros, serão sábios e perceberão e evitarão esse risco,
    antes que suceda…



    O fato mais contundente sobre a ideologia materialista: A mumificação de Lênin como se tratasse de um Faraó Egípcio!

    Onde não há deus, elege-se um Grande Irmão…

    em resposta a: Viagem no Tempo #78573

    Olha, Eduardo, dizer que a teoria de informação é capaz de mudar as coisas não parece ser um bom passo.

    Ela também não passa de um paradigma de pensamento, ou seja, não é o real, é apenas mais um óptica.

    E essa inferência da realidade do computador para a realidade do universo é tão somente uma especulação sua e, por sinal, bastante vaga.

    Manusear o tempo-espaço de uma forma tão fantástica, como se fosse um mero programador de computador, parece-me mais ofício de deuses…

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