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Miguel (admin)Mestre
preciso da obra de montesquieu,o espirito das leis1725.não consigo encontrar em nenhum site,me ajudem por favor,preciso fazer um trabalho para a faculdade.
Miguel (admin)MestreInfinitude… não sei o que seria isso em termos práticos, mas tomemos uma idéia matemática que se segue à pergunta: quantos pontos no espaço existem numa reta traçada entre dois pontos X1 e X2 pre-estabelecidos? A matemática diria: qualquer que seja a distância entre eles, existem infinitos pontos. Por mais próximos que estejam, você sempre consegue dividir o espaço mais e mais ad infinitum. Essa é a matemática, e esse era o universo cartesiano que respondia ao modelo matemático.
O modelo computacional não comporta esse tipo de continuidade. No modelo computacional, você começa a dividir o espaço e encontra um limite. Uma porção mínima do espaço que não pode ser dividia. O quanta espacial. Uma particula pode pular de um quanta para o outro, mas nunca ficar no meio. Analogamente temos os quantas de energia. Não há como você transferir meio quanta de energia para um eletron. Outros estudos apontam que também o tempo seria quantizado.
Essa estrutura de valores discretos é pré-requisito do modelo computacional. Você sempre vai ter no mínimo 1 bit de informação. Não dá para ter meio bit.
O universo se comporta como computador porque seus sistemas recebem, processam e emitem informações (energia). O único sistema que destoava desse modelo era o buraco negro, que se acreditava sugar todas as informações (energias) sem devolver niente, ou devolvê-las de forma indistinta (sem processa-las), pela teoria de Hawking. O próprio Hawking reviu essa teoria e chegou a conclusão que o que o buraco negro devolve é processado. Em outras palavras, é possível pegar a radiação emitida do buraco negro e saber o que era aquela informação antes. Em outras palavras, a radiação R é uma função f da energia e que entrou no buraco negro: R = f(e). A última barreira do novo paradigma acabara de cair.
27/07/2005 às 17:19 em resposta a: A Reflexão sobre a política de Hannah Arendt, um novo tema! #77907Miguel (admin)MestreO texto revela que o autor consultou mais comentadores do que a própria autora. Isto fica evidente do parágrafo 17 ao 20 em que o autor, diz que Arendt inaugura em sua “melhor obra” EPF uma nova maneira de pensar a verdade. Isso é desprezar aquilo que é tão caro ao pensamento de Arendt, a saber, as distições! É imprescindível para se compreender a obra de Arendt que se perceba a diferença entre a busca da verdade, um traço marcante da tradição de pensamento ocidental,criticada por Arendt e a busca de sentido proposta por Arendt. Pensar a verdade, corresponde ao método tradicional de pensamento que busca um ponto de vista arquimediano, que não aceita a diversidade, a pluralidade – para usar um termo tão caro à teoria política arendtiana. Segundo palavras da própria Arendt, (Ver Dignidade da Política – O que é a filosofia da Existenz? ) a distância entre sua teoria política e o existencialismo, e qualquer tipo de metódo fenomenológico, é que todos esses acabam recaindo no essencialismo, justamente por se apegarem à busca da verdade, por atrelarem o pensamento à busca da verdade, e com isso funcionalizarem o pensamento como foi feito também com a ação. É preciso perceber que Arendt apropria-se sim de certos conceitos kantianos, aristotélicos, mas sua apropriação transforma tais conceitos dando a eles novos significados, daí a impossibilidade de a rotularmos como “aristotélica, heideggeriana” e simplesmente encerrar o assunto. Ser capaz de encontrar familiaridades entre um autor novo e um antigo, revela uma leitura superficial do mesmo. A compreensão é diferente, revela a singularidade de tal autor, aquilo que faz dele, não um mero repetidor. Se Arendt simplesmente repetisse as idéias de Heidegger ou Aristóteles, não valeria a pena lê-la. Mas todo aquele que de fato leu sua obra, sabe que toda tentativa de “submergir o pensamento num turbilhão de familiaridades” leva não à verdade, mas à falta de sentido, ao paradoxo.
Miguel (admin)MestrePor que filosofos não se unem para combater o sistema em que estamos inseridos? Ora, pois estes já se encontram numa boa situação e, para estes, pouco importa se está ruim ou não para outras pessoas; eles, estando tranqüilos, estão bem, mas deixa o calo apertar no pé deles para ver se não farão alguma coisa…
Eu acho que as coisas não funcionam bem assim. O desejo de mudar a sociedade é como o sonho de Ícaro, se você não conhecer muito bem as leis da natureza e se adaptar a elas, você pode acabar no chão.
Além disso, o Übermensch de Nietzsche não é como o Superman do escritor Jerry Siegel e do artista Joe Shuster. Mudar o curso da história da humanidade é uma tarefa impossível até mesmo para um Clark Kent…
Gilberto Gil o vê romanticamente:
Quem sabe o Superhomem venha
Nos restituir a glória
Mudando como Deus
O curso da história
Por causa da mulher.
Miguel (admin)MestreDEUS, J� SUPEREI ESSE DEVANEIO A MUITO TEMPO.
OUTRA COISA QUE FAZ A RELIGI�O � DAR A G�NESE A HIPOCRISIA, A FALSIDADE, NA MISSA EST�O TODOS DE BEM FAZEM UM TEATRO DE DEIXAR QUALQUER DRAMATURGO DE QUEIXO CA�DO. AGORA, COCLOCOU O P� PARA FORA DA IGREJA J� COME�AM A METER O PAU NO “IRM�O” QUE ESTAVA SENTADO AO LADO DO HIP�CRITA QUE LHE CUMPRIMENTARA NA HORA DA “PAZ DE CRISTO” DEPOIS NO DIA SEGUINTE V�O SE CONFESSAR POIS, FALARA MAL DO “IRM�O” QUE ESTAVA SENTADO AO LADO, PQ BATEU NA ESPOSA, GRITOU COM OS FILHOS, N�O AJUDOU UMA POBRE QUE ESTAVA NA PORTA DO BANCO QUANDO FORA RECEBER O SAL�RIO. E AP�S A CONFISS�O SAI ALIVIADO � CERTO QUE A RELIGI�O CAUSA UM AL�VIO A PESSOA, AOMESMO TEMPO QUE INCITA A HIPOCRISIA E � ASSIM PARA ESTES HIP�CRITAS AT� O FIM DA VIDA, BANDO DE IRRACIONAIS BITOLADOS, AT� A MISSA DELES � UMA COISA TRIVIAL QUE N�O MUDA E NADA INTERPRETAM NO QUE L�EM, PODE TER RELIGI�O SIM � CLARO MAS ME POUPEM DE HIPOCRISIA E RELIGI�O BURRA � MELHOR QUE NEM EXISTAM SE CONTINUAR DO JEITO QUE EST�.Miguel (admin)MestreSou ateista na primeira acep�ao que Platao deu a esta palavra ou seja, n�o acredito em um deus,uma vez que este para mim nao existe, nao passa de devaneios e mitos humanos. Acho que a religiao deixa as pessoas passivas e aceitando a sua realidade como se fossem algo que “deus mandou” portanto n�o deve ser alterado os anseios divinos na terra. Pura babozeira. “a religiao � o opio do povo (marx).
Nao concordo em dizer numa morte de deus como se referiu Nietzsche em sua obra, pois, dizer numa morte de deus da a entender que deus existiu em algum momento e isto n�o ocorreu, pode-se dizer numa cren�a,deus existe pq alguem cre nele mas cren�a nao significa existencia. Tenho indiferen�a pela religiao e pela forma de coa��o e bitola�ao com que esta leva as pessoas. Agora estou come�ando a ter esta mesma indiferen�a para com os filosofos que nada fazem para mudar a realidade em que estamos inseridos, de que adianta tantas obras, tanto intelectualismo se a situa�ao nossa � de precariedade eh de uma pobreza social que nada fazem para mudar essa realidade, olhem para a AFRICA, olhem para o Nordeste brasileiro, olhem o imperialismo estadunidense em cima de todos os pa�ses subdesenvolvidos com suas garras mleficas e de que a filosofia adianta para mudar essa realidade podre em que estamos inseridos!? N�s pensadores inconformados com o sistema em que nos encontramos inseridos nessa realidade podre fracos diante essa manipula��o do inconsciente coletivo que querendo ou n�o n�s sofremos tamb�m, querem um exemplo, por que filosofos n�o se unem para combater o sistema em que estamos inserido, ora, pois estes j� se encontram numa boa situa��o e para estes pouco importa se est� ruim ou n�o para outras pessoas eles estando tranquilo est� tudo bem mas deixa o calo apertar no p� deles para verem se n�o fazem alguma coisa.
Conseguimos perceber isso estamos a um fio da loucura, pois, somos fracos e n�o conseguimos mudar essa realidade por mais que queiramos, querer n�o basta tem que fazer.
Eu me considero um verdadeiro niilista pois em virtude dessa podrid�o religiosa, intelectual e humana o meu maior desejo � que um cometa bata contra n�s e estra�a-lhe tudo que existe neste planeta e que nada reste. Uma vez que somos fracos e nada fazemos para mudar a realidade daqueles que necessitam � melhor que tudo seja exterminado. A religi�o e a filosofia at� agora nada fizeram para mudar a realidade em que estamos inseridos, portanto ambas est�o no mesmo n�vel. estamos ainda dentro da caverna s� vendo a sombra das coisas que se passam l� fora ainda n�o nos libertamos nem mesmo a filosofia fez nos libertar o mito da caverna ainda se faz presente nesse mundo inescrupuloso em que vivemos. Agora talvez eu entenda pq Nietzsche ficou louco, a sua capacidade intelectual era tanta, mas ao mesmo tempo in�til, para mudar a realidade de sua �poca em vista disso enlouqueceu, pois nada podia fazer para mud�-la.
Viva o Niilismo. viva, Turgueniev, viva Dostoievski, viva Nietzsche, viva Foucault.Miguel (admin)MestreBom, como todo mundo estou precisando de um resumo do livro Do espirito das Leis, pra semana que vem!! podem me ajudar?
Miguel (admin)MestreO universo se comporta como um computador.
Mas, certamente que não. Um computador não comporta o irracionalismo e a infinitude.
Miguel (admin)MestreOlá! Estou tentando fazer um trabalho no qual preciso saber se para Platão há a possibilidade de um conhecimento OBJETIVO da verdade, e dizer o porquê.
Se alguém pudesse me ajudar, ficaria bastante grata.
Também vale nota! Rs…
Um grande beijoMiguel (admin)MestreEssa idéia é bem mais antiga do que você imagina. O que você acha que é o teletransporte de Jornada nas Estrelas?
Mas não vou discutir, já levei bastante tempo para analisar a questão e hoje vejo boa parte da comunidade científica com outros olhos…
…acredite se quiser…
Miguel (admin)MestreO universo se comporta como um computador. Essa idéia não é minha, não é nova e está ganhando força. Tem uma reportagem de capa da Scientific American de 12/2004 que aprofunda o assunto.
A mudança de paradigma está em curso e é inevitável. Claro que a analogia do backup para viagem no tempo foi despretensiosa. Mas serve para parar e pensar… será que estamos procurando na direção certa?
Miguel (admin)MestreEu não sei qual o problema aqui…
…Dostoiévski nem faz parte do assunto…
…tem alguém aqui agindo de má fé
Miguel (admin)MestreCerta vez, Willian Shatner se apavorou com a legião de fãs que o cercava e disse, mais ou menos, o seguinte: – Jornada nas Estrelas é só um filme, vão cuidar da própria vida de vocês, isso é o mais importante!
A mensagem que eu extraio desse episódio é a seguinte:
Não se deve fazer da ficção científica uma Grande Fuga da realidade.Por trás da ficção científica, estão algumas verdades e alguns desejos humanos inconscientes. Devemos analisar até que ponto nos interessa realmente viajar ao passado e até que ponto esse interesse não é a vontade de potência desenfreada contra as leis da natureza, ou o projeto de se tornar deus (v. Sartre)…
Miguel (admin)MestreConcordo com Sartre quando afirma que o ser humano projeta ser Deus.
Na religião, esse projeto está alienado do ego, exteriorizado: o crente pode ser humilde pois participa de algo maior, exteriorizado, esquizofrenicamente projetado fora dele.
Já no caso do ateísmo, a vontade de potência não está mais alienada, porém, o que fazer com ela???
Essa resposta vai depender da estrutura de cada sujeito…
Alguns, mais desiquilibrados, vão querer ser deus quase que literalmente; outros, serão sábios e perceberão e evitarão esse risco,
antes que suceda…
O fato mais contundente sobre a ideologia materialista: A mumificação de Lênin como se tratasse de um Faraó Egípcio!Onde não há deus, elege-se um Grande Irmão…
Miguel (admin)MestreOlha, Eduardo, dizer que a teoria de informação é capaz de mudar as coisas não parece ser um bom passo.
Ela também não passa de um paradigma de pensamento, ou seja, não é o real, é apenas mais um óptica.
E essa inferência da realidade do computador para a realidade do universo é tão somente uma especulação sua e, por sinal, bastante vaga.
Manusear o tempo-espaço de uma forma tão fantástica, como se fosse um mero programador de computador, parece-me mais ofício de deuses…

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