Todavia, é preciso ao menos confessar que as coisas que nos são representadas durante o sono são como quadros e pinturas, que não podem ser formados senão a semelhança do real e verdadeiro; e que assim, pelo menos, essas coisas gerais, a saber, olhos, cabeça, mãos e todo resto do corpo, não são coisas imaginárias, mas verdadeiras e existentes. — Descartes, Meditações