(…) É muito mais que isso, é uma relação(entre deuses e homens) de necessidade e semelhança, pois na verdade o bom apenas quanto ao tempo de vida difere de um deus, sendo seu discípulo, imitador e verdadeiro descendente, a quem aquele magnífico pai, exigentíssimo fiscal das virtudes, como fazem os pais severos, educa com rigor. — Sêneca, Sobre a Providência Divina