Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

John Locke – biografia e pensamentos



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08/7/97

John Locke John Locke (1632-1704) nasceu em Wrington, Inglaterra. Wrington fica perto de Bristol, de onde era a família de Locke. Eles eram burgueses, comerciantes. Com a revolução Inglesa de 1648, o pai de Locke alistou-se no exército. Locke estudou inicialmente na Westmuster School. Em 1652 foi para a Universidade de Oxford. Não gostou da filosofia ali ensinada. Manifestou, mais tarde, opiniões contrárias à filosofia de Aristóteles. Julgou o peripatetismo obscuro e cheio de pesquisas sem utilidade. Além de filosofia , estudou medicina e ciências naturais. Recebeu o título de Master of Arts em 1658. Nesse período , leu os autores que o influenciaram: John Owen (1616-1683) que pregava a tolerância religiosa, Descartes (1596-1650) que havia libertado a filosofia da escolástica e Bacon (1561- 1626), de quem aproveitou o método de correção da mente, e a investigação experimental. Interessou-se pelas experiências químicas do também físico Robert Boyle (1627-1691), que inovaram introduzindo o conceito de átomo e elementos químicos. Foi um avanço em relação à alquimia que dominou durante a Idade Média e a concepção de Aristóteles dos quatro elementos. Locke atuou nos campos de medicina, filosofia, política, teologia e anatomia. Não gostava de matemática. Redigiu em Latim, Ensaios sobre a lei da natureza. Já nessa época apresentava gosto pela regra experimental, de onde deriva sua filosofia empirista.

Em 1666, John Locke tornou-se médico de um futuro conde, Ashley Cooper. Participou, como assessor do futuro conde de Shaffesbury, da elaboração da constituição da colônia inglesa de Carolina, na América do Norte. Fazia parte do grupo de intelectuais da época. Foi nesse período que começou a redigir sua principal obra: Ensaio Sobre o entendimento humano, que só seria publicado em 1690. Em 1668 se tornou membro da Royal Society de Londres. em 1672 se tornou secretário do agora sim, conde Shaffesbury. Então passou a ter uma vida política ativa e efetiva. Cooper opunha-se ao rei Carlos II, que tentava fortalecer o absolutismo. Em 1675 , aconteceu a queda do conde. John Locke, que participara de uma séria de acontecimentos políticos, foi obrigado a abandonar essa vida. Viajou então para a França, onde se relacionou com os intelectuais cartesianos. em 1679, voltou a Inglaterra, onde ficou ao lado do ex-conde, que estivera preso. Como o Cooper não era bem quisto pela corte, Locke passou a ser vigiado.

Os dois mudaram-se então para a Holanda, onde estava mais avançada a liberdade de opiniões. John Locke participou dos preparativos para a expedição de Guilherme de Orange, rei da Holanda. viaja com ele para Londres. Na Holanda ainda era perseguido. Usa nome falso e colabora com numerosos artigos em um periódico.

Em 1691, transferiu-se para um castelo em Essex, hóspede de Francis Masham e sua mulher, Damaris. O ensaio sobre o entendimento humano havia sido editado em 1690. Morreu em Essex em 1704.

Locke desenvolveu, a partir da obra de Bacon, uma teoria voltada para melhorar o uso do intelecto.Para isso, precisou analisar os meios que o intelecto tem para conhecer, como chegou ao ponto em que entende o mundo, e o interpreta. John Locke enfatizou o lado gnosiológico da origem das idéias e representações. A idéia para Locke, é “tudo que o espírito percebe em si mesmo, e que é objeto imediato de percepção e pensamento.”Portanto, essa noção de idéia foi feita e corresponde com a idéia cartesiana. Não tem a ver com a idéia platônica, que aliás John Locke rebateu por ser contrário ao inatismo. A idéia em John Locke deve ser compreendida como o conteúdo da consciência, o material do conhecimento. Ele foi contra o inatismo presente em Platão e Descartes, e defendeu a teoria de que o conhecimento deriva da prática. Compara a mente a uma tabula rasa, uma folha de papel em branco. O intelecto humano não pode formular idéias do nada, nem o espírito traz em si memórias e conceitos presentes a priori. Para Locke, todos os dados da mente derivam da experiência. A experiência é a fonte e o limite do intelecto.

Locke formulou suas críticas ao inatismo, argumentando contra os pensadores platônicos da escola de Cambridge, entre os quais Ralph Cudworth, que sustentava que a idéia da existência de Deus provinha de uma noção inata. Para Cudworth, a teoria empirista que Locke adota, segundo a qual não há nada na mente que não tenha estado antes nos sentidos, deve ser combatida, por ser ateísta.

O livro I do Ensaio é dedicado à crítica do inatismo. Locke julga o inatismo uma doutrina de preconceito que leva ao dogmatismo individual. Mostra que há outros modos de se chegar ao consenso universal, que na verdade não existe. Ele dá exemplos de coisas que crianças e deficientes não possuem, como o princípio da identidade, não contradição e fundamentos éticos. Até mesmo a concepção não é inata, pois apresenta diversidade e varia a crença de cada povo. Em alguns , até não existe essa crença.

Locke afirma ser absurdo existir certos princípios inatos, mas não se estar consciente disso. Se há algo na alma , há a consciência desse algo. também é assim com os princípios morais. Locke fala que em certos lugares coisas são repreensíveis, e em outros as mesmas coisas são motivo de mérito. Locke também destitui de validade o argumento ontológico para a existência de Deus, da autoria de Santo Anselmo.

Para o argumento de que o intelecto pode criar idéias, John Locke responde que ele pode apenas combinar as idéias percebidas pelos sentidos. Mas não pode criá-las, nem tampouco destruí-las. Concluindo, Locke aponta a experiência como a única fonte possível de idéias. A alma trabalha o material percebido depois.

Locke aponta duas fontes para o conhecimento empírico: ele é derivado da experiência sensível ou da reflexão. As idéias estão no intelecto, e no mundo objetivo existe algo que tem o poder de fazer o intelecto entendê-las como tal. Um corpo tem qualidades primárias, como a extensão, a solidez, a figura. E secundárias como a cor o odor e o sabor. As secundárias são variações das primárias, são subjetivas, parecem como são para os sentidos. As idéias simples forçam uma passividade por parte do sujeito , que pode operar sob diversos modos sob os dados dos sentidos e sob a reflexão, formando assim as idéias complexas. As idéias se conservam depois de percebidas. A memória é necessária para a ação intelectual, pois faz representações. A atividade do intelecto produz idéias complexas, dividas em três grupos principais:

a) de modo: estado e constituições de coisas e processos, não existem por si mesmas, mas dependem da sensação. Os modos simples tem componentes homogêneos (por exemplo um número) os modos mistos tem componentes heterogêneos (por exemplo muitas sensações que dão idéia de beleza). Exemplos de idéias de modo: a gratidão e o homicídio.

b) de substância. Nascem do hábito de ver idéias simples juntas, que são tomadas como uma complexa. Não nos tornamos conscientes sem saber porque nem como isso acontece. Nesse grupo estão a representação de coisas como o homem e de coletividade, o universo. Deus também pertence ao grupo de idéias complexas de substâncias.

c) relações- nascem da comparação e confronto entre as idéias que o intelecto percebe. Por exemplo, o conceito de pai, filho, sogro, diferença e semelhança.

O infinito, para Locke, é um modo simples. Não podemos realmente conceber o infinito. O infinito é a repetição de número, duração e espaço. O infinito portanto não é anterior, a causa última do finito.

Na filosofia anterior a Locke, havia a teoria de que a substância constitui a essência das coisas. Essa noção estava em Descartes. Locke observa que a essência não pode ser a substância. Ou melhor, a substância não é conhecida pelos sentidos na sua essência. A identidade, o eu, está fora da substância.

A abstração, para Locke, é a ressaltação de certas qualidades das idéias, portanto reduz e parcializa as idéias complexas.

No quarto livro do Ensaio, Locke trata do conhecimento. As idéias são o material do conhecimento, que nasce da percepção delas, e faz conexões, concordâncias, contrastes e discordâncias entre as idéias. A correspondência entre duas idéias é importante para o conhecimento. São de quatro tipos:

a) identidade e diversidade . Uma idéia se diferencia da outra.

b)relação. A ciência nasce da relação entre idéias diferentes.

c)coexistência ou não de um mesmo objeto. Pertence às substâncias.

d)existência real. Independente do eu individual que a percebe.

A percepção da realidade pode ser feita de dois modos:

a) por intuição- é claro e certo, não necessita de prova. Vem da evidência imediata.

b) por demonstração- o espírito percebe as diferenças e semelhanças das idéias, mas não de imediato. Procede e se desenvolve por concatenações, associação das intuições. A existência de Deus pode ser demonstrada racionalmente. John Locke usa a prova cosmológica para isso. Sabemos, de forma intuitiva, que algo existe desde a eternidade, pois se não existisse, o início teria de vir de alguma outra coisa. Para John Locke, a certeza que Deus existe é mais absoluta que as impressões dos sentidos. Nesse ponto, ele concorda com Descartes.

John Locke reconhece duas classes de ciências: as reais (naturais e metafísicas) e as idéias (matemática e ética) . A matemática deve trabalhar com modelo próprio. A ética também se refere ao conteúdo que provém da mente humana. Assim, não há liberdade total e Estado juntos. Todo o delito deve ser castigado.

John Locke atuou também politicamente. Ele foi contrário aos teóricos do absolutismo, como Hobbes. Disse que não há poder inato, nem direito político divino. Para ele, uma boa ação concorda com uma norma. Existem três tipos de normas morais: a divina, a política , e a da opinião pública. O bem é o prazer, ou aquilo que o provoca, e o mal é a dor, ou aquilo que a provoca.

Todos os homens nascem e são iguais por natureza. Usam a razão, um bem comum, para construir a sociedade, e dela partilhar os resultados. O Estado vem do direito natural, como o direito à vida, à liberdade, à propriedade. O Estado deve promulgar o bem estar geral. O governo não pode ser tirânico, nem patriarcal.

O Estado não deve ser baseado na fé, nem na religião. Um governante, um príncipe, é necessário para assegurar a validade do pacto social, mas o direito dele vem do povo, não da religião. E ele é submisso às leis. Não pode tudo, como outros teóricos afirmaram. (Maquiavel, por exemplo) Se falhar, o povo tem direito à revolução.

John Locke foi o fundador do liberalismo constitucional, que concebe o Estado submetido à um contrato. O direito natural da propriedade, fruto do trabalho é o fundamento do valor econômico vital do trabalho. John Locke influenciou o liberalismo de Adam Smith (1723- 1790) e Ricardo (1772-1883). Ele também dividiu , na teoria, os poderes em dois: Legislativo e Executivo. Esses poderes são necessários para garantir a validade da lei e a ausência de tirania.

Até a época em que atuou, John Locke foi o filósofo moderno que mais tinha bem definida suas opiniões políticas e filosóficas. Bacon fizera sugestões. Hobbes estava desacreditado, e Spinoza era extremista. John Locke fez a ponte entre Descartes e o que viria a ser o Iluminismo. Influenciou Berkeley e Hume que partiram de sua filosofia empírica, mas não radicalmente empírica, pois admite a existência do sobrenatural. Era racionalista, mas acreditava na revelação divina. Achava que a existência de Deus podia ser provada racionalmente. Leibniz escreveu uma resposta ao Ensaio, em que defende uma volta ao inatismo.

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47 Comentários para “John Locke – biografia e pensamentos”

Páginas: « 2 [1] Show All

  1. 50
    Jean:

    Texto muito bem escrito e estão de parabém por conservar uma biografia dessas em seu acervo.

  2. 49
    Vinicius Caraciolo:

    Não entendo como vcs conseguem, ler um texto tão bem elaborado como esse e deixar comentários idiotas, como erros de ortografias, reclamações do tamanho do texto…
    Esse texto já é um super resumo da vida, obras, e pensamentos de John Locke…
    Eu quando leio um textos desses, procuro saber mais entender melhor tudo o que é citado, e não tentar resumir cada vez mais o que já bem resumido e de bom entendimento…

    Paciência…

  3. 48
    Haylla Carvalho:

    Um bom texto!
    Parabens… ;)

    se estivesse resumido,seria otimo!

  4. 47
    eu:

    otimo, saber realmente a vida detse grande filosofo e uma tarefa que compreeende bastante interpretação e raciocionio, para nos, simples mortais , devemos nos satisfazer com as informações que nos são lançadas, nao importa o tamanho do documento, e sim seu conteúdo, capacitado para sanar a mente.

  5. 46
    karlos:

    orrível está seu Português, psicopata. (fernanda)

  6. 45
    rosalia :

    this the home work

  7. 44
    vivianne:

    tá um pouco longo e tem muita gente com preguiça de ler! mas tá bom!

  8. 43
    Syndel:

    Fernanda, você não sabe nem escrever, que dirá compreender o texto,
    *horrivel é com H darling..

  9. 42
    fernanda:

    O TEXTO ESTÁ PRA LÁ DE ORRIVEL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  10. 41
    Syndel:

    Ótimo texto;completo comparado a outros,,mais os erros de digitação comprometem o desenvolvimento,,

  11. 40
    Deva Philosophos:

    Me impressiona a tamanha falta de capacidade e idiotice de certos tipos de pessoas que resolvem escrever tais asneiras.
    Poderiam ao menos copiar e colar o texto e se calarem diante de suas incapacidades. Mas não! Parecem que precisam anunciar publicamente o quanto são estúpidos. “Povinho Brasileiro”!!!!
    O texto tá bom. Propício para se ter uma noção do pensamento lockeano.

  12. 39
    eu:

    eu acho que falta colocarem a origem dele,a principal obra eos princípios filósofos em destaque!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Se tiverem me avizem

  13. 38
    Márcio Rogerio Nascimento:

    gostei do resumo ensaio sobre o entendimento humano.gostaria de receber textos filosóficos pelo e-mail.

  14. 37
    Lorena Silva:

    Olá
    o texto está muito bom.
    Porém faltou dizer como o John Locke morreu.
    Se foi doença ou idade mesmo,etc.
    Por favor se tiver falado isso no texto me avise por e-mail
    e mil desculpas.
    Beijos

  15. 36
    MAIKON:

    É MUITO GRANDE O TEXTO NAUM DA CERTO UMA COISA DESSA O TEXTO DEVIA SER MENOR PELA O AMOR DE DEUS NAUM DA NEM PRA COLA PRA COLOCA NO POI POINT….!!!!

  16. 35
    renata:

    Ola sou estudante de pedagogia do 3° semestre, e preciso fazer um trabalho sobre o tangran, e os pensadores relacinados com ele.Não sei se vocês podem me ajudar com essa minha pesquisa. Grata pela atenção desde já.

  17. 34
    Shirlene:

    Na verdade eu gostaria de saber qual a influência de Jonh Locke para a psicologia?

  18. 33
    raquel nunes:

    o texto estava bacana,valeu a ajuda!!!!!!!

  19. 32
    Thais Dias:

    O texto está extremamente ótimo,parabéns!!!

  20. 31
    Wilson Guedes:

    ser dogmata é perder sua liberdade como pessoa física e estar condenado a nunca ser vc mesmo. Ser livre é poder buscar o meu objetivo com consciência perante os de mais que me rodeiam e acabam influênciando nossas idéias,nunca se esqueçendo que é pelas experiências e pelas observações que passamos a começar a entender um pouco de nossa complexidade humana. “REBELDIA REQUER CONSCIÊNCIA”.

  21. 30
    JANA:

    BOM ELE PODERIA SER MAIS PEQUENO
    PRA FICAR MAIS FACIOL DE COPIAR
    MAIS TA PERFEITO

  22. 29
    Maria Marlene dos Santos Chagas:

    O texto é maravilhoso ,parabéns

  23. 28
    rafaela:

    saber sobre a sua vida e uma obra

  24. 27
    jessica:

    poxa cara q bom,tem tdo flando desse cara!!!!
    voh fazer um trabalho excelente!!!!!!!!!!!!
    hum mto legal

  25. 26
    elvis medeiros:

    achei bom o texto mais se tivesse resumido seria melhor ainda!!

  26. 25
    ***Sara***:

    olá ! eu só to passandu aqui para deixar um lindo racado se este texto estivese resumido nós as pessoas q pesquisase esse filosofo entenderia melhor por que o tamanha desse texto nao de nada que nós precisamos !!!obrigado.

  27. 24
    pedro gonlçaves mota:

    se possivel pode mandar texto do autor voltado para area politica…. o contrato social…

  28. 23
    camila critina ramos:

    nao gostei do texto dele ???

  29. 22
    rayane:

    bom gostei muitu da historia deli,
    mais besta faltandu imagens,
    seria muitu bom ver as imagens deli.

  30. 21
    lorena:

    muito
    boooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooom

  31. 20
    Sherryne:

    o texto esta bom, porém deveria colocar um pouco mais resumido……

  32. 19
    juliana:

    seria melhor que vc colocasse informaçoes maios oprescisar sobre os pensamentos de john locke

  33. 18
    RAPHAEL:

    achei muito bom o texto..mas seria bom se tivesse um resumo para o melhor entendimento do conteudo..

  34. 17
    Miguel:

    Quais obras?

  35. 16
    Francisco Diogo:

    Sou estudante de Direito e estou precisando de três de LOCKE pra fazer um trabalhpo de Ciência Política pra ser entregue no próximo dia 01/06/06, por isso peço a todos se vocês tiverem obras ou email, onde poço encontrar, agradeço desde já.Aguardo resposta o mais breve possível.

  36. 15
    Milena-Ciencia politica:

    Gostaria de receber a bibliografia do texto de jhon locke

  37. 14
    juli:

    este e pra estudo apresentaçao.

  38. 13
    lucas:

    olha vcs precisam corrigir certos erros de vocabulário no texto, mas a parte que eu li desse texto achei interessante.

  39. 12
    Leila:

    jONH lOCKE

  40. 11
    ramon:

    gostei muito da materia, porq ela me ajudou muito para um trabalho q estou fazendo de ultima hora…eh um testo muito construtivo…

  41. 10
    mayara da silova santos:

    teóricos :jonh lock, adamsmith, stuart miller

  42. 9
    bruno silva:

    O texto é muito bom, aminha pesquisa ficou otima..muito bom mesmo.
    parabens!!!!

  43. 8
    Marcus Neri:

    Ok

  44. 7
    caiquemaglio:

    jonh locke

  45. 6
    Vânia:

    Enviar texto

  46. 5
    Narana Andrade:

    Eu gostaria de saber a Bibliografia do texto de John Locke.

  47. 4
    christiano h f hernandes:

    a mente é tabula rasa,uma folha de papel em braco oque vem a nos dizer locke! Vem a nos dizer que,por ex um animasl adestrado tem a mente em branco desde seu inicio de vida passa a ser de modo ensinado a ter obediencia do animal racional que indem desde a evoluçao obteve conhecimentos atravez de esperiencia e os neurônios adiquiriram informaçoes a milhoes de anos .

  48. 3
    Igor Ulisses:

    Gostei mto da materia.. vou procurar mais sobre ele no google.. e sobre os iluminista sua razao de viver e etc.. =D

  49. 2
    joao antero meireles junior:

    Gostaria de informar-me sobre o pensamento de Locke em relacão a aquisição da propriedade, como ele justifica.

  50. 1
    Isabela cristina:

    GOSTARIA DE SABER A BIBLIOGRAFIA DO TEXTO DE JONH LOCKE.

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