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BrasilMembro
Vocês juram que não sentem um grande prazer em pensar sobre as coisas e tentar compreendê-las?
É só isso o que eu faço...
Talvez o prazer não seja o objetivo (duvido 8)) mas certamente é o motivo?
Acho que o prazer TEM que ser o objetivo e, isso não é egoismo de forma alguma! Egoismo é pensar só em sí próprio... "Filosofar em causa própria", existe muito disso por aí, isso eu não nego, mas o erro está em classificar esse tipo de coisa como filosofia...
Por que desejamos um mundo melhor?
Para o nosso próprio conforto e prazer! Nada mais lógico correto e útil!O grande problema da humanidade, é acreditar que o conforto e o prazer só são acessíveis a poucos... Abs
BrasilMembroé... então filosofar é algo para o prazer humano... como comer bolo, ter filhos, ir a lua e etc...é isso? ???
Cê tá brincando né Silas? Filosofar é tentar entender os porquês das coisas...Há muitas linhas de questionamentos, eu particularmente tenho uma propensão para tentar entender o comportamento humano.Não fazemos o que dizemos, não agimos efetivamente de acordo com o que achamos justo ou apropriado, não damos a devida importância para as coisas que dizemos que damos, não assinamos embaixo do que escrevemos, eu mesmo sou uma prova disto quando uso um nick em vez de meu nome.O ser humano é o bicho ou a coisa mais complicado(a) da face da Terra. Quando o entendermos melhor, as cosias serão melhores, creio...Bob Marley foi um pensador, ele ousou assinar embaixo do que escrevia:"Os homens pensam que possuem uma mente, mas é a mente que os possui""Muitas pessoas pensam que a vida é um sonho, assim elas só pioram as coisas. Muito tem sido dito e pouco realizado. Eles ainda estão matando. Matando nossos profetas e se divertindo. Se divertindo muito""Minha música é contra o sistema, a favor da justiça, é contra as regras que dizem que a cor de um homem lhe decide o destino. Deus não fez regras sobre a cor""Não tocamos para agradar os críticos. Tocamos o que queremos, quando queremos e o quanto queremos. E temos motivos para tocar." "Não preciso ter ambições. Só tem uma coisa que eu quero muito: Que a humanidade viva unida... negros e brancos todos juntos." (Bob Marley) Sabe, Silas, penso que a revolta seja um alimento para a Filosofia.Abs
BrasilMembroEconomia não interessa nada para este assunto. Pois se estivermos "bem" socialmente, é porque a economia existente estará a funcionar bem. ;)
Bem, a economia existe há tempos e as cosias estão como estão, se para imaginarmos a humanidade no futuro, tivermos que estar presos a conceitos econômicos, eu acho que o exercício estará TOTALMENTE prejudicado. Na minha opinião o dinheiro é o fautor de quase todas as injusticas e desumanidades que acontecem. Eu me refiro específicamente ao dinheiro e não simplesmente à má distribuição de renda.
Parece-me razoável antever que o número de pessoas atinga os 25 biliões ainda antes de 2060, salvo calamidades globais como uma terceira guerra mundial, epidemias globais ou outros acontecimentos "apocalípticos".Mais pessoas implica mais energia. Considerando o nível de esforço dos países em reduzir as emissões (ainda que pouco vigorosa), penso que as emissões em 2060 não serão maiores que hoje.
Considerando-se o nível de esforço que se faz hoje, para se reduzir as emissões de poluentes, em 2060 não existirá humanos vivos. Se os índices de poluentes manterem-se os mesmos, em 2060 estaremos todos mortos. Ou pelo menos teremos uma vidinha muito desagradável, fedida e quente.
Preocupo-me com a questão populacional, especialmente a asiática. Muita gente significa muita pressão sobre os finitos recursos da Terra e sobre quem os controla.[/QUOTE]Humm...
Creio que isto sifnifica a guerra como meio aliviar estas pressões referentes a poder e ecologia.[/QUOTE]Que saída de mestre!!! Fazer as pessoas se matarem, para diminuir a população e com isso aliviar a barra dos que controlam os finitos recursos... Muito bom!!! Magistral!!! Pra isso que é bom a gente ter cultura...
A realidade atual já disponibiliza varios tipos de aparelhos de realidade virtual, como jogos interativos e simuladores de realidade em geral, como os usados em treinamento militar e de aviação. Estã vindo ai simuladores de movimento e cheiro para cinemas e a gurizada que joga conhece estes novos comandos que trepidam, etc.Acho que logo haverá uma infinidade de aparelhos, como: Cãmaras de orgasmo, de viagens sem sair de casa, Casamentos (parceiros virtuais), amigos virtuais, empregados robóticos.[/QUOTE] É, poderemos ir até a locadora da esquina e alugar um cérebro diferente, um cérebro consciente... Podemos mandar nossos clones para o trabalho em nosso lugar!!! Podemos fazer uns 10 clones e assim ganharemos 10 salários!!! Quem sabe 20 ou mais? Essa "evolução da humanidade" promete!!! :-[Não vou discorrer sobre minhas opiniões para um futuro melhor, apenas atenho-me a apontar as discrepâncias do presente olhando para o futuro...Sinceramente, não vejo ninguém preocupado com a qualidade de vida de seus netos...
BrasilMembroGlobalização dos direitos… ;D
06/04/2007 às 18:51 em resposta a: Podemos DECIDIR o que sentir, do que gostar e no que acreditar? #85019BrasilMembroOlá amigos
Por mais que ela te ame por certos motivos, ela pode muito bem encontrar outros motivos para amar outro, nem que seja simplesmente sexo e fetiches! - quero dizer que não há limites para o número de pessoas que podemos amar.
O "amor" é algo muito amplo! Dento dele precisa haver antes de tudo, confiança. Não podemos dar a ele somente uma conotação sexual. Que há espaço para amar outras pessoas, dentro do sentido sexual, há, porém isso implica em trair a confiança do outro. Isto na vedade destroi uma das premissas do amor: O respeito. A menos que isto já esteja pré estipulado entre ambos... O que eu acho dificil... e também já sai do sentido de "amor" e passa para o sentido da diversão, das experiências...
Boa parte das pessoas, ao saber da "traição" do outro, não se perguntam: será que devo me sentir mal por isso? Por que isso é uma "traição"? Por que ela não pode amar outro e ter prazer com outro? Se ela fica feliz transando com dois homens e uma mulher, porque não? Por que acho isso degradante? Por que eu estou infeliz com isso? A decisão de querer ela só para mim é sábia?
Veja, estamos dando ao "amor", SÓ a contação sexual. Isso é um grande erro! Essas hipotéticas pessoas que vc citou acima, estariam confundindo totalmente, diversão, aventura e experiências, com "amor". Como se chama o ato de cuidar da pessoa a quem se gosta? O que uma criança sente por seus pais? O que os pais sentem por seus filhos? Estas são as expressões maiores do amor. Estas pessoas que vc citou acima, não estão experimentando nem 10% do que consiste o amor. Me diga se uma pessoa que pratica este tipo de amor, despreendido do respeito e da confiança, terá alguem cuidando dele na velhice.Quem lhe dará os remedios e a atenção necessaria para curar uma grave doença? Quem defenderá tua honra e teus princípios? Quem chorará no teu leito de morte? Sei que isso não é muito importante para quem morre, mas é para quem fica.
Eu, por incrível que pareça, gosto da monogamia, por puro romantismo mesmo. Mas sei que é algo arbitrário e poderia ter escolhido outra coisa - era só eu acreditar nisso, era só eu decidir. Entendo como outra pessoa pode escolher o oposto.
Sim, com entendimento mútuo pode-se até manter as coisas equilibradas na base da diversão e das experiências, mas os parâmetros deste "amor", são extremamente limitados, não são plenos. São descompromissados e oportunistas. Eu nem cahamaria isto de amor...
"Como disseram os filósofos Sartre e Merleau-Ponty, somos “seres em situação” e a verdade está sempre situada nas condições objetivas em que foi alcançada e está sempre voltada para compreender e interpretar a situação na qual nasceu e à qual volta para trazer transformações. Não escolhemos o país, a data, a família e a classe social em que nascemos – isso é nossa situação -, mas podemos escolher o que fazer com isso, conhecendo nossa situação e indagando se merece ou não ser mantida."
Isso mesmo, e eu convido a todos para o exercíco de indagar-se a si mesmo sobre as questões acima expostas por mim.Esse é o sistema que NÓS escolhemos. É isso o que a gente entende por: Casamento, família, sociedade, patrimônio, cidadania, etc. Chauí aborda o tema "liberdade", de maneira político-social, o que eu acho muito interessante e proveitoso, alias, se há alguma coisa que mereça uma "revirada" nos conceitos, é a Política de Sociedade, mas foge ao sentido do tema central que aqui discutimos: O domínio de nossos gostos e sentimentos. O que acreditamos, está fundado nisso.Para mudar-se estes conceitos pré-estabelecidos, há de se fazer muita reflexão sobre os conceitos que os substituirão...Serão estes conceitos fundados no racional ou fundados em outros sentimentos como, aventura, emoção, diversão, experimentação, etc? Serão bons? Serão úteis à espécie humana?Abs
06/04/2007 às 0:26 em resposta a: Podemos DECIDIR o que sentir, do que gostar e no que acreditar? #85017BrasilMembroHum. Acho que esse tópico é um tipo "filosofices". Favor deletar! Não tinha visto as regras do fórum ao me inscrever. Peço desculpas! ;)
Olá Luka, não creio que unVolt se referia a este tópico especificamente... É só um aviso geral, creio...Não apague não! porque esse tópico ainda vai dar boas reflexões, espero... ;)
05/04/2007 às 21:27 em resposta a: Podemos DECIDIR o que sentir, do que gostar e no que acreditar? #85015BrasilMembroMas se admitirmos que certas coisas são inerentes, não é como se no lugar de escolher, fôssemos "escolhidos" por elas?
Figurativamente falando, é isso.
Quero dizer, se as coisas são pré-deterninadas, não decidimos, nós apenas obedecemos. O prazer, que é o que nos move, está diretamente associado aos que sentimos, gostamos e acreditamos. Temos escolha?
Temos escolha de optar por recusar o que se gosta ou se sente mas, não sobre gostar ou sentir.
Se seguimos nossas inclinações somos felizes, mas não são escolhas nossas - se não seguimos, são decisões nossas, mas somos infelizes.
É isso, porém, muitas vezes o que se gosta é potecialmente mais nocivo do que o fato de recusar aquilo que se gosta. Como o álcool e as drogas por exemplo. Em muitos casos, paradoxalmente a pessoa é mais feliz lutando contra seus gostos e sentimentos do que entregando-se a eles.Abs
05/04/2007 às 20:31 em resposta a: Podemos DECIDIR o que sentir, do que gostar e no que acreditar? #85013BrasilMembroOlá Luka, aqui tem algo a respeito:"Freud inicia seu pensamento teórico assumindo que não há nenhuma descontinuidade na vida mental. Ele afirmou que nada ocorre ao acaso e muito menos os processos mentais. Há uma causa para cada pensamento, para cada memória revivida, sentimento ou ação. Cada evento mental é causado pela intenção consciente ou inconsciente e é determinado pelos fatos que o precederam. Uma vez que alguns eventos mentais "parecem" ocorrer espontaneamente, Freud começou a procurar e descrever os elos ocultos que ligavam um evento consciente a outro.O ponto de partida dessa investigação é o fato da consciência. Consciente, Pré-Consciente e InconscienteSegundo Freud, o consciente é somente uma pequena parte da mente, incluindo tudo do que estamos cientes num dado momento. O interesse de Freud era muito maior com relação às áreas da consciência menos expostas e exploradas, que ele denominava Pré-Consciente e Inconsciente.Inconsciente. A premissa inicial de Freud era de que há conexões entre todos os eventos mentais e quando um pensamento ou sentimento parece não estar relacionado aos pensamentos e sentimentos que o precedem, as conexões estariam no inconsciente. Uma vez que estes elos inconscientes são descobertos, a aparente descontinuidade está resolvida. "Denominamos um processo psíquico inconsciente, cuja existência somos obrigados a supor - devido a um motivo tal que inferimos a partir de seus efeitos - mas do qual nada sabemos" (1933, livro 28, p. 90 na ed. bras.)."http://www.psiqweb.med.br/persona/freud.html
05/04/2007 às 19:47 em resposta a: Podemos DECIDIR o que sentir, do que gostar e no que acreditar? #85012BrasilMembroOlá Luka
Não é como se o que sentimos, gostamos e acreditamos fossem coisas inerentes?
Penso que é inerente!
Podemos controlar essas coisas, escolher, decidir sobre elas?
O que gostar, o que sentir, penso que não, o que popdemos é decidir NÃO optar pelo que gosta ou sente, de acordo com um eventual contexto, mas isto seria uma opção de fuga e não de oposição ao sentimento ou ao gosto.Abs
BrasilMembroRecomendo a leitura do seguinte link:http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2005/09/quem_somos_nos.htmlbie
Vale lembrar que a produtora desse filme é J.Z. Knight, que afirma canalizar o espírito de um guerreiro Atlante de 50 000 anos chamado Ramtha.
Isso não é nada, tinha um amigo nosso aqui, que acreditava no deus Kaabra...Accho que eram 12 bilhões de Kaabras, se não me engano... ;D
BrasilMembroPrecisa fertilizar sua imaginação então.Não existe alegria sem tristeza, e algo triste não é perfeito...ou será?
:D hehehe, é a velha história... a ânsia de negar Deus, prejudica o raciocínio...
BrasilMembroPuxa! Estou sendo comparado ...
Amigão, vc precisa consertar a informação do seu perfil no fórum, lá diz que vc é uma carióca de 35 anos. ;D
Agora sim! Vc já consertou... Poxa, vc não vai nem agradecer o meu aviso? ;D
BrasilMembroPuxa! Estou sendo comparado com um ocultista! Posso saber qual o motivo? Ainda não entendi! Que conversa de doido esta! ???Bye
Amigão, vc precisa consertar a informação do seu perfil no fórum, lá diz que vc é uma carióca de 35 anos. ;D
BrasilMembroVejo que sou confundido...
Por que vc disse: confundido?No seu "perfil" aqui do fórum está informado sexo feminino... ::)
BrasilMembroVejo que sou confundido com un do outros partipantes!
Por que vc pensa isto? :)
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