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No
instrumento dos serviços prestados como governador do Brasil, Mem de Sá alega
as guerras do Paraguaçú, com a destruição de cento e sessenta aldeias.

Se
assim castigou ofensas recentes, preparou também maus dias para si e para seus
sucessores.

A
marca ou comarca de gentio de língua geral, mais ou menos dútil, mais ou menos
assimilável, foi substituída por tapuias irredutíveis que detinha. Já no livro
de Gandavo se lê que os aimorés passaram de Porto Seguro e Ilhéus para o Norte,
tudo devastando, iludindo quaisquer ataques, escondidos nas matarias, donde por
trás de paus expediam invisíveis as flechas mortíferas. Ao terminar o século,
na administração interina de Álvaro de Carvalho, enquanto D. Francisco de Sousa
percorria as capitais de baixo, beiravam o Paraguaçú.

Junto
à cachoeira em que este abandona o planalto para perder-se no estuário,
afazendaram-se os irmãos Adorno, mamaucos de sangue em parte italiano,
sertanistas destemidos citados na guerra de Sergipe e outros feitos. Nas
cercanias fundaram-se engenhos, plantou-se fumo, ramo de cultura desde logo
próspero, que reagiu sobre a zona pastoril, por saírem encourados os rolos
destinados ao exterior. Álvaro Rodrigues Adorno com bons modos conseguiu
conciliar os aimorés por algum tempo.

Segundo
documentos oficiais, em 1 612 estes ou outros, os tapuias, invadiram o distrito
de Capanema, em 32, mataram os vaqueiros do Aporá e marcharam para o Norte até
Ita-pororocas, que despovoaram. No governo de Antônio Teles da Silva (1 642-1
647) tanto se repetiram as hostilidades e insultos que se lhes declarou guerra
e se fizeram escravos todos os nela tomados prisioneiros.

Confirmou-se
em dezembro de 1 654, no governo do conde de Atouguia, esta resolução. Como
passara o perigo holandês, tratou-se de executá-la mandando ao sertão Gaspar
Rodrigues Adorno e Tome Dias Laços.     Pouco se colhendo de tais entradas,
agitou-se a idéia de ir buscar a São Paulo gente própria a realizar a conquista.

Domingos
Barbosa Carneiros embarcou na cidade do Salvador com a sua pouco numerosa
tropa na monção de 1 658 e dirigiu-se para Jacobina, confiado nos paiaiases,
pelo padre Antônio Pereira conciliados, que deviam servir de guias auxiliares.
Mais de sessenta dias andaram enganados por serras inúteis e montanhas
ásperas, sem jamais nunca poderem chegar às ditas aldeias que buscavam, usando
os paiaiases da indústria de aconselharem aos nossos que não atirassem para
matar caça, nem cortassem paus para tirar mel, para não serem sentidos doa
tapuias.

Com
este malogro, não admira se assanhassem as incursões dos tapuias que
infestando sempre os Ilhéus, Cairu, Jequiri-çá e Jaguaripe, transpuseram também
o Paraguaçu e entrando até as terras de João Peixoto Viegas, em Itapororocas. Urgia tomar logo enérgicas providências, e isto praticou o assento de 4 de
março de 1 669, em que se declarou a guerra justa nos termos da lei de 1 611.
Para fazer a guerra, novamente se chamaram os paulistas.

Em
agosto de 1 671 chegou a gente de São Paulo, para cujo transporte a câmara do
Salvador despendeu o melhor de dez contos de réis. Eram dois os chefes
principais: Brás Rodrigues Arzão, que apareceu primeiro, e Estêvão Ribeiro
Baião Parente, cabo supremo. João Peixoto Viegas eficazmente concorreu com os
índios paiaiases que domesticara, cuja administração logrou por tais serviços.

Foi Cachoeira a base das operações.

Por
motivos ignorados Brás Rodrigues, depois de tomar a aldeia do Camisão, voltou
para sua terra. Que não fêz por cansaço pode afirmar-se, pois anos mais tarde
aparece em outras empresas. De divergências com o chefe não há notícias nem
probabilidades, que um combateu na margem direita, outro na margem esquerda do
Paraguaçu. Possível é que achasse a tarefa quase resolvida.

De fato, ao
Norte do Camisão os jesuítas possuíam vários aldeamentos; capuchinhos franceses
catequizavam os cariris; núcleos indígenas obstinados haveria, basta lembrar
os Arizes, mas estavam sitiados, podia-se atacá-los do recôncavo, do São Francisco,
de quase todos os pontos cardeais. Fazendas de gado existiam numerosas,
algumas munidas de fartos meios de defesa, e até de ofensiva, quando se
oferecesse ensejo de cativar indígenas. Jacobina povoava-se, os engenhos e
currais de Sergipe d’El-Rei avançavam.

No teatro
da atividade de Arzão existiam manchas de mata por vezes bastante extensas, mas
a feição dominante eram campos e catingas. A Estevão Ribeiro couberam as matas,
ainda hoje quase invictas do Paraguaçu.

Estêvão
Ribeiro tomou a aldeia de Maracás na margem direita do Paraguaçu. Ali foi
doada a seu filho uma grande ses-maria com o senhorio de vila. A vila de João
Amaro, reduzida a tapera, ainda hoje perpetua a fama de seu epônimo nos
catin-gais da Bahia. O proprietário vendeu-a com todas as terras ao coronel
Manuel de Aragão, quando se retirou definitivamente para sua pátria.

Apesar do
prêmio, excepcional dentro das idéias do tempo, magros resultados produziram as
guerras de Estêvão Ribeiro. Meio século depois, em relatório oficial concluído
na Bahia a 15 de fevereiro de 1 721, escrevia Miguel Pereira da Costa que por
todo o litoral onde faz barra o rio das Contas, só há duas léguas de trato e
lavoura pela terra dentro. "Pela extensão da costa, afastada do mar
aquelas poucas léguas, corre uma mancha de mato virgem e é mato em que nunca
houve corte, onde há quantidade de gentio, que para o sertão o mais que se
estendem é pelo rio Pardo; este, seguido dos paulistas, quando em outro tempo
cuidaram mais em sua extinção, e andavam à caça deles, espalhados por estes
sertões, se foi retirando para aquela parte, onde acantonados se têm conservado
até o presente sem experimentarem a menor invasão, tendo produzido inumeravelmente
pelas suas aldeias."

Não serão fora
de propósito algumas notas sobre um trecho ao menos da mata que pegava na ponta
do Garcez e se estendia além do trópico.

No
tempo de Antonil, as matas de Jaguaripe bastavam para dar lenha a quantos
engenhos havia no recôncavo à beira-mar. Começava o corte nos princípios de
julho; tinha cada escravo de cortar e arrumar cada dia uma medida de lenha,
alta sete palmos, larga oito, medida de um carro; de oito carradas constava um
tarefa, que custava 2$500; alguns engenhos gastavam dois mil cruzados de lenha
anualmente; um ano o de Sergipe do Conde, fundado por Mem de Sá, terceiro
governador geral, sogro do conde de Linhares, e depois pertencente aos padres
da Companhia, gastou mais de três mil cruzados.

Por
1 718, o paulista Pantaleão Rodrigues, acostumado à vida dos sertanistas,
tentou ir da barra às cabeceiras do rio das Contas. De trinta e cinco homens
constava a tropa, que partiu acompanhando o rio, onde as cachoeiras e serranias
não o estorvavam, evitando as aldeias e fugindo do contato com os
índios. Alguns retrocederam desde logo; no fim de dois meses da maior marcha
estava a bandeira reduzida a onze pessoas. Sem mantimentos, com pouca pólvora,
viram-se obrigados a prender-se mais estreitamente ao rio, que ao menos dava
água para matarem a sede e com o peixe que às vezes fornecia, prorrogava-lhes
a fome. Passados cinco meses estavam reduzidos a cinco, afinal apenas dois
chegaram a seu destino.

"Um
deles era o Pantaleão Rodrigues, cabo de partida, escreve Miguel Pereira da
Costa, que havendo muitos meses que havia chegado e estava convalescendo,
quando fui ao rio das Contas inda não tinha inteiramente tornado a si; mas
ratificando-me o sucesso, acrescentou que gastou mais de oito meses e que pelo
caminho que fizera andara mais de duzentas léguas."

Outro fato
característico do segregamento entre a marinha, a mata e o sertão que lhe
ficava ao fundo, é passado com João Gonçalves da Costa. Depois de muitas
guerras com os índios, que resultaram na fundação da Vitória da Conquista,
desceu pelo rio Pardo até o mar, em 1 806. Só então ficou sabendo que era o
mesmo rio pelos praieiros chamado Patipe e pelos sertanejos Pardo. A este não
se limitava aliás a diversidade de nomes, um na embocadura, outro nas origens.

No
ano de 1808 o Desembargador Tomás Navarro veio por terra da Bahia ao Rio de
Janeiro com o fim de estudar uma linha de correio que ligasse a antiga à
presente capital. Sua viagem foi sempre à beira-mar, exceto nos pontos em que
morros muito íngremes ou amarados obrigavam o rodeio, ou nos rios sem canoas e
sem pontes, que o desembargador subiu até os lugares vadeáveis.

Mais
característico que tudo isto é a extinção espontânea da3 capitanias de Ilhéus e
Porto Seguro, pobres frontarias existentes desde D. João III. Da
mesma sorte só escapou o Espírito Santo, talvez pela dificuldade de contentar
na partilha Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro; mas a simples inspeção do
mapa mostra que este é um estado anômalo que não há de continuar como aparece.

Não seria
excessivo chamar impermeável ao Paraguaçu, impermeável na marinha, impermeável
no álveo, impermeável nas margens, salvo o oásis de Cachoeira. Só próximo às
origens pôde utilizar-se e sua utilidade consistiu em dar passagem para outras
bacias, para o rio das Contas, para o São Francisco.

Em 5
de julho de 1 677, foi nomeado capitão de entradas Domingos de Freitas de
Azevedo, cabo de uma tropa de São Paulo, desbaratada no sertão do rio pelas nações bárbaras
com que pelejou. Era seu fim na entrada ir.às cabeceiras do Paraguaçu, a 60
léguas do Itapororocas, procurar algumas aldeias de que tinha notícia. João
Peixoto Viegas comprometeu-se a auxiliá-lo. Que fim teve a empresa, ignoramos.
Nem mesmo se sabe se fêz a viagem rio de São Francisco abaixo em canoas, como
já se praticava.

Em
1 690, transposto enfim o alto Paraguaçu, estavam em guerra com os índios do
alto rio das Contas o capitão-mor Marcelino Coelho Bitencourt, seu filho
coronel Dâmaso Coelho de Pina e André da Rocha Pinto, seu genro.

Saiu-lhes
com protestos o mestre de campo Antônio Guedes de Brito, fundado numa sesmaria
de Brás da Rocha Cardoso, capitão-mor de Sergipe, datada de 2 de maio de
1 684, concedendo-lhe todas as terras do rio São Francisco até as nascenças do
rio Vainhum ou Vainhão, provavelmente o rio das Velhas. Afinal os contendores
chegaram a acordo em 1.° de agosto de 1 691; o mestre de campo abriu mão da
metade das terras entre os rios Paraguaçu, São Francisco, Velhas, Doce, Pardo e
Contas que poderiam arrendar. Ainda em 1 725 os coronéis Damaso Coelho e André
Rocha eram incumbidos de explorar o rio das Contas e o Pardo. Com seu curso
vário continuou este avanço para o mar através das florestas incoercíveis.

Em
setembro de 1700, D. João de Lencastro, governador geral, escrevia a Artur de
Sá de Menezes, governador do Rio de Janeiro.

"…
me parece advertir a V. S., como seu amigo, que o rio Verde, o Doce, o Pardo, o
das Velhas e as cabeceiras do Espírito Santo estão no distrito da Bahia, para
que V. S. os evite pelo caminho que melhor lhe parecer, que de
nenhum modo excedam as pessoas que andarem no tal descobrimento os termos que inviolavelmente
devem observar, não passando de uma capitania para outra."

Isto
implica uma série de entradas e bandeiras, cujos pormenores são desconhecidos,
e não abona muito o cabedal geográfico do governador. Sabemos apenas que o
Paraguaçu foi vencido nas alturas da serra do Sincorá. Ainda em 1 802 escrevia
Vilhena: "… a travessia que vai de Moritiba até o Sincorá é talvez um
dos caminhos piores por que pode transitar-se por ser ainda deserto e doentio,
onde morrem de sezões inumeráveis viandantes, sendo preciso trazerem de muito
longe cavales de água e bebida quinada".

A
marcha conquistadora, norteada para o mar, avassalou as cabeceiras do Contas,
do Pardo, do São Mateus, do Jequitinhonha.

Assim não é de estranhar que baianos figurem entre os
primeiros descobridores do Serro e de Caeté. A região de Minas Novas, depois
de elevada a vila, durante algum tempo andou incorporada à comarca de Jacobina.
Ainda na guerra da independência, o governo de Cachoeira, ansioso de ter
comunicações seguras com o Rio de Janeiro, estabeleceu uma linha postal para
Diamantina.

O correio
seria sustentado por dez paradas de Cachoeira ao Pardo, a saber: Curralinho,
Santa Rita, Quaté, Caldeirões, Barra do Sincorá, Lajes de Baixo, São João ou
morada do capitão João Martins, Curral, Areão, Rio Pardo.

Do arraial
do rio Pardo seguia o correio para o Tejuco, hoje Diamantina, por seis paradas:
Tapera, Barreiro das Antas, Machado, Pé de Morro, Rio Manso, Tejuco.

Como
se vê, até à passagem do Sincorá continuava impermeável o Paraguaçu. Apesar
disto era freqüentado seu caminho, porque abreviava a jornada
consideravelmente.

Na
margem pernambucana do São Francisco, estranha à jurisdição de D. João de
Lencastro, abriu-se com o tempo a estrada que levaria a Goiás. Existe o
roteiro da viagem feita pelo governador Luís da Cunha Menezes entre Cachoeira,
no rio Paraguaçu e Vila Boa, e o de José de Almeida e Vasconcelos, barão de
Mossamedes, em sentido inverso.

Ali
mesmo ainda, na margem esquerda do São Francisco, ao lado desta possibilidade
só mais tarde percebida, existia já uma realidade vigorosa.

O
gado semeado nas cercanias da serra dos Dois Irmãos e do alto Piauí, medrou
tanto que atingiu as terras do Pernaguá e não podia vir mais ao recôncavo
baiano pelos antigos caminhos. As boiadas do Piauí até a barra do Iguaçu e do Pernaguá,
e do Preto, iam quase todas para Bahia por lhes ficar melhor caminho pelas
Jacobinas, informa Antonil, referindo-se às condições anteriores aos
descobrimentos auríferos. Uma das passagens para Jacobina aproveitava as
cabeceiras do rio das Contas e do Paraguaçu. "A Jacobina nova e a velha,
ambas mui numerosamente povoadas, são tão grandes que podem competir na largura
com um reino", escrevia um contemporâneo.

A
prosperidade daqueles sertões recresceu com as jazidas auríferas de Jacobina e
rio das Contas. Em 1 742 criou-se a comarca de Jacobina.

Logo
em seguida aos conquistadores Estêvão Ribeiro e Arzão aparecem canoas
paulistas, feitas com madeira do alto São Francisco, de que havia carência nas
margens baiana e pernambucana do trecho médio. Precederam de pouco o período de
mineração. Constituíram não só meio cômodo de transporte como ramo de negócio.

"Sendo
o sertão da Bahia tão dilatado, escreve o generoso Antonil-Andreoni, pertence
quase todo a duas das principais famílias da mesma cidade, que são a da Torre e
a do defunto mestre de campo Antônio Guedes de Brito. Porque a casa da Torre
tem duzentas e sessenta léguas pelo rio São Francisco acima, à mão direita,
indo para o Sul e indo do dito rio para o Norte, chega a oitenta léguas. E os
herdeiros do mestre de campo Antônio Guedes possuem desde o morro dos Chapéus,
até a nascença do rio das Velhas, cento e sessenta léguas. E nestas terras,
parte os donos dela têm currais próprios e parte são dos que arrendaram sítio
delas, pagando por cada sítio, que ordinariamente é de uma légua, cada ano dez
mil réis de foro. E assim como há currais no território da Bahia e de
Pernambuco e de outras capitanias, de duzentas, trezentas, quatrocentas,
quinhentas, oitocentas e mil cabeças de gado, assim há fazendas a quem
pertencem tantos currais que chegam a ter seis mil, oito mil, dez mil, quinze
mil e mais de vinte mil cabeças de gado, de onde se tiram cada ano muitas
boiadas, conforme os tempos são mais ou menos favoráveis à parição e
multiplicação do mesmo gado e os pastos, assim nos sítios, como também nos
caminhos".

A
fecundidade natural do gado, a existência dos terrenos salinos, explicam em
parte esta expansão extraordinária; mas houve outras causas que com felicidade
observou em tempo e arquivou o Roteiro do Maranhão a Goiás pela capitania do
Piauí.
Quem o escreveu ignora-se; o próprio livro apesar de ser impresso
pelo Patriota no princípio do século XIX, conserva-se
quase tão inédito como se nunca houvera saído da carteira do seu autor. Sua
redação é de 1770 e tantos. Recentemente o reimprimiu a Rev. do Inst.
Histórico,
no vol. 62.°, I,
mas a correção do belo texto deixa muito
a desejar.

Nos
países próprios à criação, abertos e cheios de campinas, diz ele em suma, pouco
se muda à superfície da terra; levantada uma casa coberta pela maior parte de
palha, feitos uns currais e introduzidos os gados estão povoadas três léguas
de terra; os mulatos, os mestiços e os pretos forros, tão avessos a todo trabalho,
entregam-se com gosto a este, na esperança de um dia virem a ser fazendeiros, e
tal esperança facilmente pode realizar-se, porque os vaqueiros são pagos em
gêneros, de quatro bezerros um, de modo que em poucos anos têm semente com que
começar vantajosamente a luta pela existência.

Mas
o que mais claramente patenteia o influxo da criação do gado e sua vantagem
sobre a agricultura de exportação em um país tão vasto quanto ralamente
povoado, é a capacidade de vencer as distâncias. "Os gados, diz o mesmo
autor, não necessitam de quem os carregue; eles são os que sentem nas longas
marchas todo o peso do seu corpo e apenas se faz necessário que haja quem os
encaminhe."

Em
tais encaminhamentos transviavam-se reses ou cansavam, ou ficavam quase
moribundas, à falta d’água. A experiência ensinou certos povoadores a
estabelecerem-se pelos caminhos, a fazerem açudes, a plantarem mantimentos,
que não precisavam ser exportados, porque se vendiam na porta aos transeuntes,
a comprarem as reses transviadas ou desfalecidas que, tratadas com cuidados, ou
serviam à alimentação ou revendiam com lucro. Assim os caminhos se foram
povoando lentamente, e as malhas de povoamento apertaram-se mais na Bahia que
eu outra parte, exceto em algumas da capitania de Pernambuco igualmente
pastoris.

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