No meio da rua
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size="4">Literatura
color="#660000" size="4"> – Poesia – No Meio da Rua
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alt="foto de Ida Duclós"
src="http://consciencia.org/neiduclos/imagens/fotos/raposomontagem3.jpg"> |
face="Arial, Helvetica, sans-serif">No Meio da Rua é a luta diante do desamparo, a poesia do migrante vindo do interior que enfrenta a barreira das grandes cidades. Dedicado a três amigos mortos – Gilberto Gick, Luis Holderbaum e Dorival Pacheco – e aos meus pais, foi lançado na época da anistia (1980), quando era preciso apagar o passado para sobreviver. Os poemas do livro compõem o terreno de um balanço e de uma arrancada, fundada na espreita, na tocaia e na esperança. Por especial intermediação de Juarez Fonseca, o amigo generoso que inventa livros e autores, o poeta Mario Quintana se dispôs a escrever o prefácio, confirmando assim sua boa impressão que meu livro anterior, “Outubro”, tinha nele despertado (e que provocou “o maior elogio” da minha vida, segundo avaliação de Caio Fernando Abreu, ou seja , a inclusão, feita por Mário, do meu nome entre os quatro melhores poetas do Rio Grande do Sul – junto com Carlos Nejar, Armindo Trevisan e Walmir Ayala – elogio publicado no Correio do Povo, de Porto Alegre). |
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![foto de Ida Duclós]()
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onmouseover="window.status='Mostra o prefácio do livro No meio da Rua';return true"
href="http://consciencia.org/neiduclos/poesia/prefacioquintana.html" target="_new">
face="Arial, Helvetica, sans-serif">Prefácio de Mário Quintana
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onmouseover="window.status='Mostra a apresentação do livro No Meio da Rua';return true"
href="http://consciencia.org/neiduclos/poesia/nomeiodaruaapresent.html" target="_new">Apresentação de Juarez Fonseca
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href="#poema4">Anônimo
No meio da rua
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Cedo demais
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Cinza é o nome da cidade
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face="COURIER NEW, COURIER" size="2">© Nei Duclós – todos os direitos reservados |
![foto de Ida Duclós]()
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