Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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Escola de Frankfurt - resumos, ebooks, artigos acadêmicos

  • Tecnologia e dominação ideológica na Escola de Frankfurt
  •   Tecnologia e dominação ideológica na Escola de Frankfurt             Ricardo Ernesto Rose Jornalista, Graduado em Filosofia e Pós-Graduando em Sociologia             A Escola de Frankfurt foi formada por intelectuais cuja linha de pensamento estava fortemente influenciada pelas teorias de Karl Marx. No entanto, estes [...]


  • A sociedade do consumo e a vida do espírito.
  • A sociedade do consumo é o modo de produção e reprodução material e espiritual que expande e transforma o consumo de mercadorias no principal fator das relações e das práticas sociais. Tal como a Ilha de Ogigia, a sociedade de consumo propicia uma fauna e uma flora de objetos e prazeres inimagináveis, mas também produz o esquecimento e a alienação sobre nossas próprias vidas. Nesta Ogigia dos tempos modernos, as pessoas vivem vidas que não escolheram, se aferram a valores, crenças e modos de ser e pensar sem nunca refletirem sobre eles ou sobre suas escolhas. Os indivíduos não sabem o que querem e também não sabem o que sentem. Eles se comportam de forma irrefletida, apenas vivem para consumir, sem pensar no que consideram ser seu objetivo de vida ou o que acreditam ser os meios corretos de alcançá-lo. Eles ignoram o que realmente buscam, o que são, o que desejam, o que é relevante ou irrelevante para suas vidas. Viver na sociedade do consumo é viver num mundo atemporal e do esquecimento.


  • Indústria Cultural e Semiformação: a produção da subjetividade
  • A indústria cultural poderia ter sido um instrumento de formação cultural, assumindo fins pedagógicos, mas ela se tornou em sua história um instrumento de deformação da cultura e da consciência. Ela significou para a sociedade capitalista não somente uma indústria que cria produtos e entretenimentos padronizados, mas também um poderoso instrumento de coesão social, que incuti valores, preceitos, crenças, modos de ser, pensar, agir e valorizar, servindo de referencial para todos viverem de forma pacifica. Foi ela que ajudou a construir e universalizar os valores da sociedade do consumo. 


    maravilhas das antigas civizações
  • EDUCAÇÃO E MERCANTILIZAÇÃO NO CAPITALISMO TARDIO: UMA ABORDAGEM HERMENÊUTICA
  • EDUCAÇÃO E MERCANTILIZAÇÃO NO CAPITALISMO TARDIO: UMA ABORDAGEM
    HERMENÊUTICA class=MsoFootnoteReference> style='font-size:12.0pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[1]

    Mauricio Cristiano de
    Azevedo class=MsoFootnoteReference> style='font-size:12.0pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[2]

    Resumo

    Estudo de
    análise bibliográfica que discute as relações entre a educação e seu possível
    estatuto de mercadoria, dentro do paradigma produtivista em colapso na fase
    tardia do capitalismo, problematizando pontos da teoria marxista da produção.
    Os objetivos elencados visam expor ao fim a contraditoriedade da consideração
    dos saberes como bens mercantis. Para tanto, o percurso argumentativo expõe a
    questão da própria produção de sentido como consenso obtido pela linguagem, o
    que desloca o conceito de conhecimento da posição de materialidade propalada
    pela abordagem epistemológica moderna, abrindo o horizonte de sua consideração
    como construção intersubjetiva. O contraponto à abordagem epistemológica é
    feito pela abordagem hermenêutica especificamente nas obras de Gadamer e
    Habermas, que fornecem suporte e base para a crítica do produtivismo
    materialista. Com isso, mais do que uma disputa de posições teóricas, o
    resultado das análises aponta para a falta de alcance das visões ortodoxas da
    filosofia da consciência e do sujeito no trato com fênomenos do capitalismo
    tardio e da cultura pós-moderna, o que convida a pensar o processo educativo, a
    cultura escolar e os saberes da formação cultural como elementos posicionados
    para além da lógica empresarial e dos objetivos e da educação como mera
    preparação à competitividade do mundo do trabalho.

    Palavras-chave: Educação. Marxismo. Hermenêutica.


    maravilhas das antigas civizações
  • Habermas e a Virada Linguística
  • Habermas e a Virada Linguística Miguel Duclós Originalmente apresentado para o CFH/UFSC (2007) O livro Verdade e Justificação (1999), do filósofo alemão Jürgen Habermas, traz discussões que retomam e repensam, de certa forma, pontos de vista desenvolvidos em trabalhos anteriores. O Habermas de Mudanças estruturais da esfera pública (1962) e de Conhecimento e Interesse (1968) [...]


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  • Modernidade versus Pós-modernidade – Jürgen Habermas
  • Modernidade versus Pós-modernidade Jürgen  Habermas   No ano passado, arquitetos foram admitidos à. Bienal de Veneza, seguindo-se aos pintores e cineastas. O tom desta primeira Bienal de Arquitetura foi de desapontamento. Poderia descrevê-la dizendo que quem lá expôs compunha uma vanguarda retroversa. Quero dizer que sacrificaram a tradição de modernidade a fim de ensejar um [...]


    adorno3
  • ENTRE EROTISMO E ECONOMIA GERAL – Georges Bataille
  • Neste capítulo Habermas tentará mostrar o pensamento de Bataille sob três prismas principais: a formação dos conceitos de heterogêneo – que levará a uma filosofia da heterologia, uma despedida da modernidade em uma filosofia da história e uma abordagem da economia geral, com a qual Bataille esperava responder à questão: como transformar a reificação (num sentido marxista) em heterelogia.


    adorno3
  • Frases, pensamentos e citações da Escola de Frankfurt
  • Só são verdadeiros os pensamentos que não entendem a si mesmos — Adorno A filosofia, que outrora se tornara obsoleta, permanece atual, pois perdeu o momento de sua realização — Adorno, Dialética Negativa As obras de arte são copias do vivente empírico, na medida em que a este fornecem o que lhes é recusado no exterior e [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • A LEITURA GRAMSCIANA DO FORDISMO E DO AMERICANISMO: A HEGEMONIA NASCE NA (E DA) FÁBRICA

  •     Procuramos, neste trabalho, analisar as questões que
    estão mais no âmago do texto de Gramsci Americanismo e Fordismo. Enveredamo-nos
    pela leitura do próprio texto, de um modo imanente, procurando entender suas
    questões para, só posteriormente, contextualizá-lo com sua época. Assim, não
    nos preocupamos em dominar uma vasta bibliografia acerca do assunto, este é um
    trabalho posterior e que exige um maior fôlego.



        Nosso trabalho teve a pretensão de ser,
    apenas, introdutório às questões concernentes ao texto de Gramsci, ser um
    primeiro esforço para a compreensão deste autor e dos objetos de estudo de que
    trata.



         Nossa metodologia foi um estabelecimento de
    divisões no texto – possibilitadas pelo próprio Gramsci – que abordam as
    questões apresentadas pelo autor; porém, as questões só fazem sentido se
    consideradas dentro do todo do trabalho.


         O objeto do texto de Gramsci em discussão é o
    fordismo e, conjuntamente, o americanismo. Veremos adiante como e porquê ambos
    não se separam para Gramsci. Além do objeto do texto, há duas problemáticas
    que decorrem dele e que o permeiam até o epílogo: há a problemática da
    resistência ao fordismo e, concomitantemente, os problemas decorrentes dela.



         Acerca das palavras americanismo e fordismo,
    Gramsci já de início, e na primeira parte do texto, as aponta como uma “rubrica
    geral e convencional”
    1
    : elas
    abarcam um conjunto de fenômenos sociais que emanam da sociedade moderna.
    Americanismo e fordismo com o séquito de fenômenos que os acompanham, decorrem
    da necessidade da economia moderna em potencializar sua organização para a
    produção e reprodução de capital de modo mais veemente.


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  • Grupo Krisis – Manifesto contra o Trabalho
  • Grupo Krisis – Manifesto contra o Trabalho Tradução de Heinz Dieter Heidemann com colaboração de Cláudio Roberto Duarte – Publicado nos Cadernos do Labur – nº 2 (Laboratório de Geografia Urbana/Departamento de Geografia/Universidade de São Paulo. Contatos: Krisis na internet – www.magnet.at/krisis ; e-mail: ntrenkle@aol.com ; Grupo Krisis-Labur-São Paulo: labur@edu.usp.br


    maravilhas das antigas civizações
  • Sobre a noção de dominação da natureza no contexto de O conceito de Esclarecimento
  • Sobre a noção de “dominação da natureza” no contexto de “O conceito de Esclarecimento”. Ângelo Fornazari Batista “Dominação da natureza” e “esclarecimento” são momentos históricos que se necessitam mutuamente, dificultando, assim, uma avaliação na precedência – temporal e lógica – entre um e outro. Enquanto “o programa do esclarecimento era o desencantamento do mundo” a [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • Eros e Logos: Marcuse crítico de Freud
  • Eros e Logos: Marcuse crítico de Freud Michel Aires de Souzahttp://filosofonet.wordpress.com/ 1.0. Introdução         O grande objetivo de Marcuse é unir no homem razão e sensibilidade, sujeito e objeto, sonho e realização. Ele pretende ativar necessidades orgânicas e biológicas que se encontram reprimidas e suspensas no indivíduo. Quer assim que o corpo humano seja um [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • A separação entre ser e pensar e suas contradições sociais, segundo Max Horkheimer
  • A separação entre ser e pensar e suas contradições sociais, segundo Max Horkheimer Por Ângelo Fornazari Batista . A Teoria Crítica tem como instrumentos metodológicos a dialética de Hegel e alguns conceitos encontrados nas obras de Marx, tais como mais-valia, mercadoria e relação de troca. Podemos dizer que para ela, a dialética é sua forca [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • Marcuse e o fim da sociedade do trabalho
  • Marcuse e o fim da sociedade do trabalho Michel Aires de Souzahttp://filosofonet.wordpress.com/ Marx, Weber e Durkhein conceberam o conceito de trabalho como a peça fundamental de seus pensamentos. Contudo, em nossa atualidade, o trabalho já não é mais o principal fator que organiza a sociedade. Os sociólogos de hoje consideram outros fatores como modos da [...]


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  • Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno
  •   Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno Cheila Mara Battistella Monografia apresentada ao curso de Filosofia, da Faculdade de Filosofia de Passo Fundo, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciada em Filosofia, sob a orientação do Ms. Gerson Luís Trombetta. Passo Fundo, dezembro de 2004 De [...]


    herbert marcuse_2
  • Libertação pelo trabalho: reflexões sobre o pensamento marcuseano
  •      Libertação pelo

    trabalho: reflexões sobre o pensamento marcuseano

    Josiane MAGALHÃES 1

    Introdução

       A discussão sobre relações de trabalho

    sob a nova configuração mundial possui uma gama de reflexões

    partindo dos mais variados pontos de vista. Este texto tem como ponto de partida

    algumas considerações de Herbert Marcuse (1968) que remetem a

    uma maneira específica de considerar as questões que se apresentam

    tanto pela herança marxista quanto pela tentativa de reavaliar a relação

    indivíduo sociedade através do resgate do pensamento freudiano,

    naquilo que se refere à categoria trabalho como elemento formador por

    um lado e alienante e opressor por outro.

       Apesar da especificidade, Marcuse aponta-nos um caminho diferente

    para uma interpretação das atuais mudanças no que se refere

    ao universo do trabalho e suas perspectivas futuras.

    Relações entre indivíduo e sociedade



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