Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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Necessário se faz, quando tratamos com os homens, recorrer a uma bondosa dissimulação, como se não pudéssemos penetrar os móveis do seu procedimento. — Nietzsche

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  • Ebook com o canto III da Ilíada para download, de Homero, poeta grego autor também da Odisséia, conta a História de Aquiles e é uma fonte de mitologia grega. Contém resumo da Ilíada e argumento. Os deuses reúnem-se no Olimpo. — Júpiter propõe restahelecer-se a paz entre os dois povos. — Indignação de Juno. — Resposta de Júpiter que entrega Tróia à sua cólera com a condição dele poder destruir a capricho qualquer cidade fosse ou não estimada por Juno. — A deusa combina, e, a seu pedido, Júpiter envia Minerva às fileiras troianas para o fim de os fazer violar os tratados. — Chega-se ao Troiano Pândaro, em figura de Laodoco, filho de Antenor, e lhe persuade de atirar uma flecha contra Menelau. O filho de Atreu pro- tegido por Minerva apenas foi ligeiramente ferido. — Dor e discursos de Agamémnon a vista do sangue de seu irmão. — Menelau o tran- quiliza c entrega-se aos cuidados do sábio Macaon. — Entretanto o exército dos Troianos move-se, e não respira senão guerra. — Aga- mémnon longe de perturbar-se, prepara-se para o combate; percorre as fileiras dos Gregos, felicitando os bravos, e exprobrando os cobardes. — Aspecto dos dois exércitos. — Descrição da peleja. — Gritos triunfantes dos Gregos. — Apolo reanima os Troianos, lembrando-lhes o repouso de Aquiles. — Os mortos espalhados no campo atestam a coragem dos combatentes.

    Textos por mês janeiro, 2008

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    2008

    Ilíada de Homero para download- Canto IV

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
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    2008

    Ilíada de Homero para download- Canto III

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    sáb
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    2008

    Capítulo III – O QUE ERA O RESTO DO BRASIL- D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO III O QUE ERA O RESTO DO BRASIL Ao tempo da chegada de Dom João VI, era o Rio de Janeiro capital mais no nome do que de fato. A residência da corte foi que começou a bem acentuar-lhe a preeminência, foi que a consagrou como [...]

    sáb
    26
    jan
    2008

    Ilíada de Homero para download- Canto I

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

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    2008

    Capítulo II – A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO II A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE O desembarque da família real portuguesa no Rio de Janeiro, aos 8 de março de 1808, foi mais do que uma cerimônia oficial: foi uma festa popular. Os habitantes da capital brasileira corresponderam bizarramente às [...]

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    2008

    Karl Popper – Lógica da Pesquisa Científica – Fichamento do cap. 1

    Fichamento do Capítulo I do livro A lógica da pesquisa científica – Karl Popper Miguel DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP Biografia Karl Popper nasceu em 1902 em Viena. Seu pai era doutor em direito e se interessava por filosofia. Ele e o amigo de Karl o influenciaram na curiosidade filosófica. No ano de 1918, Karl Popper [...]

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    jan
    2008

    Capítulo I – A Partida – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO I A PARTIDA Retirando-se para a América, o príncipe regente, sem afinal perder mais do que o que possuía na Europa, escapava a todas as humilhações sofridas por seus parentes castelhanos, depostos a força, e além de dispor de todas as probabilidades para arredondar à custa [...]

    ter
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    jan
    2008

    O conto: dificuldade de definição do gênero e abordagem de alguns teóricos

      O conto: dificuldade de definição do gênero e abordagem de alguns teóricos. Miguel Duclós               Originalmente apresentado no CCE/UFSC Seminário escrito baseado na leitura do texto “O conto: uma narrativa”, capítulo 2. do livro Teoria do Conto de Nádia Gotlib.   O conto é notoriamente um gênero literário de difícil definição, e as teorizações por [...]

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    jan
    2008

    Verdade-Metafísica-Poesia: Um ensaio de filosofia a partir dos haicais de de Luís Antônio Pimentel

    Download de Verdade-Metafísica-Poesia: Um ensaio de filosofia a partir dos haicais de Luís Antônio Pimentel   Verdade-Metafísica-Poesia Um ensaio de filosofia a partir dos haicais de Luís Antônio Pimentel por R. S. KAHLMEYER-MERTENS NOTA PRELIMINAR DO AUTOR O presente livro é produto de um curso de Filosofia intitulado Fundamentos filosóficos da cultura ocidental. Ministrado durante [...]

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    2008

    As contradições do Império BRASILEIRO

    As contradições do Império Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP   O estudo da formação do Estado nacional exige cautela. As mesmas armadilhas que desafiavam a elite intelectual do Império, estão presentes no arsenal teórico que possuímos para analisar o passado. Como adverte Sérgio Buarque de Holanda, as teorias políticas que usamos, foram formatadas [...]

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    jan
    2008

    Rousseau – Sobre a Natureza e Depravação no Discurso sobre a Origem da Desigualdade

    Natureza e Depravação: Doutrina da Sociedade e Teoria da história no Discurso Sobre a Origem da Desigualdade Miguel Lobato Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP A questão proposta pela Academia de Dijon engloba ao mesmo tempo História e Teoria Social. Perguntar qual é a origem da desigualdade é admitir que ela existe no tempo presente, nas [...]

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    jan
    2008

    O problema dos universais em Pedro Abelardo

    Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP

    “Reflitamos primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas – como lembramos acima ao investigarmos a física da coisa – se reúnem naquilo que são homens” (ABELARDO, Lógica Para Principiantes, pg.61)

    1 – Escopo do trabalho

    O problema que se coloca nesse trecho resume a temática da querela dos Universais, discussão central na filosofia medieval, da qual se ocuparam diversos autores além de Abelardo num grande período de tempo. Trataremos aqui, de forma compacta, de alguns aspectos dos universais e da visão de Abelardo sobre o tema. A questão dos universais é primeiramente enunciada a partir da Isagoge de Porfírio. Isagoge é o termo grego para “introdução”. Trata-se de uma introdução às categorias de Aristóteles, que como o filósofo mais importante e de maior alcance, era objeto constante de comentários, debates e glosas. Averróis, por exemplo, era conhecido como O comentador e escreveu dezenas de obras sobre o filósofo. Porém ele é de uma geração posterior a Abelardo, viveu entre 1126 e 1198, enquanto Abelardo viveu entre 1079 e 1142. Nesse período de tempo a obra de Aristóteles se difundiu consideravelmente. A geração de Abelardo conhecia Aristóteles principalmente através das traduções de Boécio para o latim de duas únicas obras, referentes ao corpo da lógica no sistema: Categorias e De Interpretatione. Estas, juntamente com outros cinco textos (além de Isagoge, De syllogismo categórico, De syllogismo hypothetico, De diffèrentiis topicis and De divisione do próprio Boécio) são as fontes primárias da lógica de Abelardo. Abelardo sabia muito pouco grego, e, não obstante fazer breves referências a outros trabalhos como os Argumentos Sofísticos e os Primeiros Analíticos, nada indica que tenha conhecido as grandes obras sobre a moral, a física e a metafísica.

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    2008

    O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição

    Trabalho originalmente
    apresentado para a FFLCH/USP

    No século XII, foi instaurada a Inquisição contra os crimes de heresia, quase
    na mesma época em que foi fundada a ordem dos frades dominicanos. O objetivo
    era universalizar o mundo cristão e através da catequese e punição, firmar seu domínio. Este objetivo de cristianizar o
    mundo não era recente nesta época. Carlos Magno já o tinha feito à força
    com os povos bárbaros da Europa e as cruzadas partiram em direção ao Oriente
    para tomar a terra santa (Jerusalém), mas fracassaram. Houve um movimento contrário, uma guerra religiosa que avançou na
    Europa, chegou até a Espanha, onde os povos orientais permaneceram por
    séculos.

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    jan
    2008

    ASSIS BRASIL E A CONSTITUIÇÃO DE 1891: UM LIBERAL NA REPÚBLICA

    ASSIS BRASIL E A CONSTITUIÇÃO DE 1891: UM LIBERAL NA REPÚBLICA Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP INTRODUÇÃO O pensamento político de Assis Brasil faz a ligação entre o liberalismo do Império e o da República Velha. Seu trajeto coloca em evidência as dificuldades que esta corrente política enfrentou, lidando com a ambiguidade do autoritarismo, [...]

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    2008

    O país dos bilontras: a participação popular

    O país dos bilontras: a participação popular Resenha do livro: Os Bestializados O Rio de Janeiro e a República que não foi. José Murilo de Carvalho -São Paulo, Companhia das Letras, 1996 -3aed. Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP   O Rio de Janeiro – cidade síntese e caixa de ressonância do Brasil – [...]

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    2008

    Ervas Medicinais – Espaço Urbano de uma Ciência Popular

    Ervas Medicinais – Espaço Urbano de uma Ciência Popular Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP Minha pesquisa sobre o uso popular de plantas medicinais, na cidade de São Paulo, foi feita em quatro locais: duas casas de comércio que vendem produtos naturais, uma especializada no comércio de chás e numa feira, com um erveiro [...]

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    2008

    AUTORITARISMO E DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL – CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E ESTADO

    CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E ESTADO Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP – O conceito de sociedade civil tem se modificado conforme o contexto histórico de cada época. Sua posição muda de lugar, pode ser peão ou rei, explicitar ou esconder o ato de fazer política. Marx diz que esta expressão só apareceu no [...]

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    jan
    2008

    A Medicina popular condenada pela Inquisição

    A Medicina popular condenada pela Inquisição Paper sobre o texto "Fray Martin de Porres: santo, ensalmador y sacamuelas" de Fernando Iwasaki Cauti Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP Entre as vítimas da Inquisição – séculos XVI e XVII -encontramos várias pessoas que praticam a medicina ‘popular, não somente utilizando-se de rezas e benzeduras, como [...]

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    2008

    Crise da década de 1980 na América Latina

    Crise da década de 1980 na América Latina Ida Lobato DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP Juan Carlos Torres e James Malloy (1993) analisam a crise da década de 80, na América Latina, em suas duas dimensões. É política – devido a transição de regimes militares para a democracia – e é econômica – devido as enormes [...]

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    2008

    Etnocentrismo em Levi-Strauss

    Fichamento do texto "RAÇA E CULTURA", Lévi-Strauss in "Raça e Ciência" – Ed. Perspectiva Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP em 25.5.1983 1. Raça e cultura: Lévi-Strauss diz que não se pode falar em contribuições das raças a civilização, quando se pretende lutar contra os preconceitos raciais. E explica que fazer isto seria caracterizar as [...]

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    2008

    Sêneca – Biografia e Pensamentos

    SÊNECA- ESTUDO INTRODUTIVO G. D. Leoni Fonte: Edições de Ouro I — A vida de Sêneca  É ainda hoje opinião comum ver em Sêneca um grande escritor e um homem corrupto; e os poucos que defendem o estudioso ainda estão propensos a separar sua vida de sua obra, não achando possível uma conciliação entre o [...]

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    jan
    2008

    Sobre a noção de dominação da natureza no contexto de O conceito de Esclarecimento

    Sobre a noção de “dominação da natureza” no contexto de “O conceito de Esclarecimento”. Ângelo Fornazari Batista “Dominação da natureza” e “esclarecimento” são momentos históricos que se necessitam mutuamente, dificultando, assim, uma avaliação na precedência – temporal e lógica – entre um e outro. Enquanto “o programa do esclarecimento era o desencantamento do mundo” a [...]

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    jan
    2008

    Ilíada de Homero para download- Canto II

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

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    jan
    2008

    Vida de Péricles, por Plutarco – Vidas Paralelas

    SUMÁRIO DA VIDA DE PÉRICLES I. O gosto e os talentos dos homens devem ser úteis e honestos. II. Virtude de Péricles e de Fábio. III. Glória da casa de Péricles. IV. Seus estudos de música; de filosofia. VI. Seu caráter formado por Anaxágoras. XI. Ele se imiscui nos negócios públicos, e toma o partido [...]

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    jan
    2008

    NIETZSCHE – PERSONA NON GRATA ENTRE OS SEGUIDORES DOS FUNDAMENTOS JUDAICO-CRISTÃOS”

    NIETZSCHE – PERSONA NON GRATA ENTRE OS SEGUIDORES DOS FUNDAMENTOS JUDAICO-CRISTÃOS Edmerson dos Santos Reis[1] RESUMO Nietzsche, sua forma de compreender as religiões judaicas e cristãs e influência da cultura alemã na tentativa da formação de um pensamento único e limitador das pessoas e a maneira equivocada como o mesmo tem sido taxado por simplesmente [...]

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