Consciência - Filosofia e Ciências Humanas


textos interessantes sobre Mal

Índices de trabalhos (artigos, resumos, resenhas, ebooks):


PEDRO ABELARDO: SUBJETIVISMO MEDIEVAL

HISTÓRIA DA FILOSOFIA NA IDADE MÉDIA Johannes HIRSCHBERGER Fonte: Ed. Herder Trad. Alexandre CorreiaÍndice Prolegômenos Filosofia Patrística O Cristianismo Nascente e a Filosofia Antiga Os Começos da Filosofia Patrística Agostinho: O Mestre do Ocidente Boécio: O Último Romano Dionísio Pseudo-Areopagita Fim da Patrística A Filosofia Escolástica Generalidades A Primitiva Escolástica Origens Anselmo de Cantuária – [...]

O DEVER E O DIREITO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Terceiro O DEVER E O DIREITO ART. I.    O DEVER E A OBRIGAÇÃO MORAL a)         A ordem da reta razão. Todo dever concreto, isto é, que concerne a um caso particular, é um juízo prático moral, formulado como conclusão de um raciocínio baseado num princípio geral da lei [...]

MORAL GERAL – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA  PARTE MORAL   GERAL 249 A Moral geral tem por objeto estabelecer as condições mais gerais do dever ou, em outras palavras, os princípios universais que determinam a retidão dos atos humanos. Estas condições e estes princípios são: I.    Extrinsecamente: 1.        O fim último do homem. 2.        A lei, [...]

Moral – Preliminares – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet MORAL PRELIMINARES Art.    I.    O FATO MORAL § 1.    Ciências morais e moral 243 1. As ciências dos fatos morais. — Falamos, em Metodologia, de um grupo de ciências chamadas "ciências morais" que definimos como sendo aplicadas às diversas manifestações da atividade humana, individual ou coletiva, como tal (61). [...]

A VIDA SENSÍVEL – Curso de Filosofia de Jolivet – Psicologia

Curso de Filosofia – Régis Jolivet PRIMEIRA PARTE A  VIDA  SENSÍVEL 97        Por vida sensível designa-se o conjunto dos fenômenos cognitivos e dinâmicos determinados no sujeito psicológico por excitações vindas dos objetos materiais externos ou que têm por fim os objetos sensíveis externos. Esta dupla série de fenômenos, especificamente distintos, mas em relação mútua constante, [...]

FILOSOFIA ESPECULATIVA, filosofia da natureza – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO    II FILOSOFIA   ESPECULATIVA FILOSOFIA                Cosmologia DA          NATUREZA                Psicologia METAFÍSICA             Crítica do conhecimento COSMOLOGIA          Ontologia PRELIMINARES        Teodicéia 68        1.    Noção. a) Definição. A Cosmologia (etimologicamente ciência do mundo) constitui a primeira parte da Filosofia natural (ou filosofia da natureza) ; tem por objeto o estudo dos [...]

NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ

NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ por Antonio Lucieudo Lourenço da Silva Para começarmos a falar sobre Nietzsche, há que se fazer algumas considerações relevantes a seu respeito. Em momento algum, o filósofo quis que seu pensamento ou suas idéias fossem profanadas, ou que tivessem adeptos. Ainda assim, sua filosofia é para o porvir, [...]

Análise do §22 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

Análise do §22 de Para Além de Bem e mal, de Friedrich Nietzsche por Miguel Duclós O parágrafo em questão é citado em negrito, por partes. (…) Perdoem este velho filólogo, (…) Aqui o autor faz referência à sua juventude, quando foi professor precoce de filologia na Basiléia, onde ministrava cursos sobre a Grécia e [...]

Comentários sobre o §289 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche

Comentário acerca do §289 de Para Além de Bem e Mal, de Friedrich Nietzsche. por Miguel Duclós Trabalho originalmente apresentado para a Cadeira de Filosofia Contemporânea I, FFLCH USP, 1º semestre de 2001. O §289 diz o seguinte:    "Ouve-se sempre nos escritos de um ermitão algo também do eco do ermo, algo do tom sussurado [...]

Santo Agostinho: A verdade e a felicidade residem em Deus


    Este texto procura elucidar brevemente os pontos do
pensamento
agostiniano que são necessários para poder compreender porque,
para este autor, o homem pode conhecer apenas pela graça divina, mas
tem o dever moral de preparar sua alma e seu corpo para receber esta luz e de
fazer bom uso do livre-arbítrio. Procurei fazer associações
despretensiosas com outros traços da cultura anterior a sua época,
como a mitologia helênica.

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