Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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    Galleiia Pilti Florença — Itália
  • O CAMINHO DA CIÊNCIA DA ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE E. GROSSE (1893)
  • HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893)

    CAPÍTULO II - O CAMINHO DA CIÊNCIA DA ARTE

    A missão da ciência da arte consiste em descrever e explicar os fenômenos englobados sob a denominação de "fenômenos de ordem estética". Essa tarefa encerra, porém, duas formas: uma individual e outra social.

    Na primeira, trata-se de compreender uma obra de arte isolada, ou a obra completa do artista, descobrir as relações que há entre um artista e sua obra individual e explicar a obra de arte como produto de uma individualidade artística, trabalhando sob determinadas condições. A maioria dos homens julga os fenômenos de ordem individual muito mais interessantes que os de ordem social, principalmente em matéria de arte, em que a individualidade vale tanto. Assim, a maioria dos investigadores até agora entregou-se ao estudo dos problemas artísticos, do ponto de vista individual. Entretanto, deveriam ter compreendido que poucas probabilidades havia de encontrar uma solução. Com efeito, a forma individual do nosso problema não é viável, senão em pequeno número de casos, pertencentes todos aos últimos séculos. Ademais, sempre o trabalho mais paciente e a mais aguda perspicácia malograram diante da ausência quase absoluta de materiais.


  • OBJETO DA CIÊNCIA DA ARTE – HISTÓRIA DA ARTE DE GROSSE
  • HISTÓRIA DA ARTE DE ERNEST GROSSE (1893) CAPÍTULO I – OBJETO DA CIÊNCIA DA ARTE Se examinarmos a grande produção de estudos e pesquisas em matéria de arte — o termo arte considerado no mais alto sentido, abrangendo qualquer espécie de criação estética — distinguiremos duas direções principais, histórica e crítica. Na prática, ambas as [...]


  • HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia – CARLOS XII EM BENDER (Voltaire)
  • "HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI. CARLOS XII EM BENDER O soberano quis acampar perto de Bender, em lugar de ficar na cidade. O seraskier Jussuf-Bacha mandou armar–lhe uma tenda magnífica e abrigar os componentes da comitiva real. Algum tempo depois, o príncipe [...]


  • BATALHA DE POLTAVA (Grande Guerra do Norte – 1700- 21) – Voltaire historiador
  • "HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"

     

    Autor: VOLTAIRE

    Veja também: História da Suécia no século XVI.

    BATALHA DE POLTAVA

    Foi a 8 de Julho do ano de 1709 que se travou essa batalha decisiva de Pultava, entre os dois mais singulares monarcas que o mundo já dera: Carlos XII, famoso por nove anos de vitórias consecutivas, e Pedro Alexiowitz, por nove anos de provações, sofridas no esforço de formar tropas iguais às suecas; um, glorioso por haver doado Estados; outro, por haver civilizado os seus; Carlos XII amando o perigo e não combatendo senão pela glória; Alexiowitz não Tugindo ao perigo, mas não fazendo a guerra senão por interesse; o monarca sueco, liberal pela grandeza de alma; 0 moscovita, não lutando senão com um objectivo em vista; aquele, de uma sobriedade e continência sem-par, magnânimo por natureza, tendo agido com crueldade em uma única ocasião 14; este, não se tendo despojado da rudeza de sua educação e da de seu país, tão terrível para os súbditos quanto admirável aos olhos dos estrangeiros, e muito inclinado aos excessos, que contribuíram para abreviar-lhe os dias. Carlos XII possuía o título de invencível, que um momento poderia arrebatar-lhe; as nações já haviam dado a Pedro Alexiowitz o cognome de grande, que uma derrota não poderia fazê-lo perder, pois que ele não o devia a vitórias.


  • BELA RETIRADA DO GENERAL SCHULEMBOURG (Schulenburg) – História de Carlo XII da Suécia
  • "HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI. BELA RETIRADA DO GENERAL SCHULEMBOURG Augusto confiou por algum tempo o comando do seu exército ao conde de Schulembourg 12, general muito hábil, que tinha necessidade de utilizar toda a sua experiência na chefia de um exército [...]


  • A BATALHA DE NARVA – HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia
  • "HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia"   Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI.   A BATALHA DE NARVA 30 de Novembro de 1700. Pedro Alèxiowitz surgiu diante de Narva, à frente de um grande exército, no dia 1.° de Outubro, com um tempo mais rude nessa estação do que o [...]


  • PEDRO, O GRANDE (czar da Rússia) – por Voltaire
  • "HISTÓRIA DE CARLOS XII, Rei da Suécia" PEDRO, O GRANDE Autor: VOLTAIRE Veja também: História da Suécia no século XVI. LEIA esse livro completo no Google Books Pedro Alexiowitz recebera uma educação que tendia a aumentar ainda mais a barbaria dessa parte do mundo. Seu temperamento levou-o a apreciar os estrangeiros, antes de saber a [...]


  • DISCURSO SOBRE A “HISTÓRIA DE CARLOS XII”, rei de Suécia
  • Veja também: História da Suécia no século XVI. LEIA esse livro completo no Google Books DISCURSO SOBRE A "HISTÓRIA DE CARLOS XII" Autor: VOLTAIRE HÁ bem poucos soberanos dos quais se possa escrever uma historia individual. Em vão a perversidade ou a lisonja tem-se exercido sobre quase todos os príncipes: não há senão um pequeno [...]


  • Autobiografia de Benjamin Franklin – CARTA DE MR. ABEL JAMES, COM NOTAS DA MINHA VIDA
  • Autobiografia de Benjamin Franklin CARTA DE MR. ABEL JAMES, COM NOTAS DA MINHA VIDA (Recebida em Paris) "Meu caro e honrado amigo: Muitas vezes desejei escrever-te, mas não podia conformar-me com a ideia de que a minha carta pudesse cair nas mãos de ingleses, receoso de que qualquer impressor ou indiscreto publicasse trechos do seu [...]


  • CARTA DE BENJAMIN VAUGHAN na Autobiografia de Benjamin Franklin
  • Autobiografia de Benjamin Franklin CARTA DE BENJAMIN VAUGHAN "Paris, 31 de Janeiro de 1783. "Meu caríssimo senhor: Quando li as suas páginas de notas relativas aos principais incidentes da sua vida, que lhe volveram às mãos graças à remessa do seu amigo "quaker", disse-lhe que lhe escreveria uma carta expondo as razões pelas quais penso [...]


  • RELIGIÃO – verbete do Dicionário Filosófico de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados RELIGIÃO – Definição do que é religiã Primeira questão sobre religião O bispo de Gloucester, Warburton, autor de uma das mais sábias obras até hoje escritas, exprime-se assim, pág. 8, tomo 1.°: "Uma religião e uma sociedade que não se fundam na crença de uma outra vida necessitam [...]


  • O que são PRECONCEITOS – Dicionário Filosófico
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados PRECONCEITOS O preconceito é uma opinião sem julgamento. Assim, em toda a terra, inspiram-se às crianças todas as opiniões que se desejam, antes que elas possam julgá-las. Há preconceitos universais necessários, que constituem a própria virtude. Em todo país ensina-se às crianças a reconhecer um deus recompensador e [...]


  • MILAGRES – Dicionário de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados MILAGRES Um milagre, pela força da palavra, é uma coisa admirável. No fundo, tudo é milagre. A ordem prodigiosa da natureza, a rotação de cem milhões de globos em torno de milhões de sóis, a actividade da luz, a vida dos animais, são milagres perpétuos. Segundo as ideias [...]


  • Da LIBERDADE – Diálogo Filosófico por Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados Da LIBERDADE (Dois Interlocutores) A — Eis uma bateria de canhões que dispara aos nossos ouvidos; tens a liberdade de ouvi-la ou deixar de ouvi-la? B — Decerto que não. A — Gostarias que esse canhão te levasse a cabeça, a de tua mulher e de tua filha, [...]


  • IGUALDADE no Iluminismo de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados IGUALDADE Voltaire. Que deve um cão a um cão e um cavalo a um cavalo? Nada. Nenhum animal depende do seu semelhante. Mas para o homem, que recebeu esse raio da Divindade que se chama razão, qual o fruto? Ser escravo em quase toda a terra. Se o [...]


  • O Que é Guerra? Dicionário de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados GUERRA É sem dúvida uma bela arte essa que desola os campos, destrói as habitações e faz perecer num ano quarenta mil homens sobre cem mil. Tal invenção foi primeiro cultivada pelas nações congregadas por um interesse comum; por exemplo, a dieta dos Gregos declarou à dieta da [...]


  • CRISTIANISMO – Dicionário Filosófico de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados CRISTIANISMO Investigações históricas sobre o Cristianismo — Vários sábios notaram, com surpresa, não encontrar no historiador José nenhum vestígio da existência de Jesus Cristo, pois todo mundo concorda que a pequena passagem, onde ele alude ao assunto na sua História, é interpolada. O pai de José devia ter [...]


  • Definição de Bibliotecas pelo Dicionário Filosófico de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados BIBLIOTECAS Uma grande biblioteca tem isto de bom: espanta a quem a contempla. Duzentos mil volumes desencorajam um homem tentado a fazer-se imprimir; mas infelizmente ele diz logo a si mesmo: "Não se lêem esses livros, mas poderão ler-me". Compara-se à gota de água que pranteava a fatalidade [...]


  • ATEU, ATEÍSMO – Definição de Voltaire no seu Dicionário
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados ATEU, ATEÍSMO O que outrora possuísse o segredo de uma arte corria o risco de passar por feiticeiro; toda a nova seita que aparecesse era acusada de degolar crianças durante a celebração de seus mistérios. E todo o filósofo que abandonasse a gíria da Escola era acusado de [...]


  • AMOR-PRÓPRIO – segundo o filósofo Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados AMOR-PRÓPRIO Um mendigo dos arredores de Madrid esmolava nobremente. Um transeunte disse-lhe: "— Você não tem vergonha de se dedicar a este ofício infame, quando pode trabalhar?" "— Senhor — responde o pedinte — pedi-vos dinheiro, não conselhos"; e voltou-lhe as costas com toda a dignidade castelhana. Era [...]


  • Sobre o AMOR – Dicionário Filosófico de Voltaire
  • Dicionário Filosófico de Voltaire – verbetes selecionados AMOR Amor omnibus idem 1. Temos que recorrer a uma imagem física: é o estofo da natureza bordado pela imaginação. Se quiseres ter uma ideia do amor, vai ver os pardais e os pombos do teu jardim; repara no touro que levam à tua novilha; olha para esse [...]


  • O que é Amizade? Dicionário de Voltaire
  • AMIZADE Éum contrato tácito entre duas pessoas sensíveis e virtuosas. Digo sensíveis, porque um anacoreta, um solitário, pode não ser mau e, no entanto, viver sem conhecer a amizade; virtuosas, porque os maus têm apenas cúmplices, os voluptuosos, parceiros da devassidão, os interesseiros, sócios. Os políticos congregam facciosos, o comum dos homens ociosos têm apenas [...]


  • SÃO JORGE DE VILA RICA – Museu dos Inconfidentes
  • SÃO JORGE DE VILA RICA Quem visita o majestoso Museu dos Inconfidentes, em Ouro Preto surpreende-se com a beleza máscula das linhas e grandiosidade da composição de uma preciosa imagem articulada de São Jorge que se depara ao penetrar no salão consagrado ao genial imaginário Antônio Francisco Lisboa. Essa magnífica peça esculpida em madeira e [...]


    arraial do tijuco ouro minas
  • Origem de Diamantina – Arraial do Tijuco – Nossos avós contavam
  • A ORIGEM DO ARRAIAL DO TIJUCO Conta-se que as primeiras bandeiras chegadas a Diamantina se alojaram na confluência de dois ribeiros e desceram então pelo que denominaram de Piruruca ou Puru-ruca. Outras bandeiras vieram e subiram o segundo córrego a que deram o nome de Rio Grande, por ser mais volumoso. Navegando rio acima, cerca [...]


  • A cabeça decepada de Tiradentes em Vila Rica – Inconfidência Mineira
  • UMA CABEÇA HISTÓRICA Era pelos fins do século XVIII, em mil setecentos e oitenta e tantos. A capital de Minas, nesse tempo, com justa razão, tinha o nome de Vila Rica. Era opulenta e populosa como poucas cidades do Brasil. Os governadores e fidalgos rodavam em ricas carruagens tiradas por possantes mulas ao longo dessas [...]


  • A BOLA DE FOGO – Lendas e Encantamentos do Sertão
  • A BOLA DE FOGO Quem visita aquela bonita cidade mineira, orgulhosamente adormecida nos macios coxins do sertão, fica conhecendo em seus arredores uma tapera que pertencera a antiga família e que constituiu a célula inicial do importante centro comercial de hoje. Os montões de madeirame apodrecido e os muros es-borcinados são o que resta dos [...]


  • Folclore de Minas: LENDA DA SERRA DO CARAÇA
  • LENDA DA SERRA DO CARAÇA O cacique Ubiratã, cujo nome designava o branco lenho ‘ com que os índios fabricavam lanças, ao morrer, deixara dois intrépidos e robustos filhos — Ubajara, o canoeiro, e Tatagiba, o braço de fogo. A viúva adoecera de desgosto pela morte de Ubiratã. Os filhos tinham ido aos pajés rogar [...]


    dona beija
  • Dona Beija – lenda mineira da região do Desemboque
  • DONA BEIJA Ana Jacinta de São José nasceu na região do Desemboque, quando ainda sob jurisdição goiana, no povoado de São Domingos do Araxá. Ainda pequenina era tão linda que a comparavam a um beija-flor. Daí o seu apelido de Dona Beija. Mulher de excepcional beleza e de irresistível encanto intelectual, conseguiu revolucionar os compassos [...]


  • O CAPÃO DA TRAIÇÃO – Território Mineiro
  • O CAPÃO DA TRAIÇÃO

    Em todo o território mineiro é este o sítio de lembranças mais horrendas e sinistras, como o próprio nome está indicando.

    A traição mais vil e negregada de que há memória na história de Minas foi a que se praticou nesse sombrio recanto. Muitos anos são já passados — quase dois séculos — e o nome de Capão da Traição não se apagou, nem nunca se apagará da tradição.

    * * *


  • O ANHANGUERA – Lenda de Minas Gerais
  • MINAS GERAIS O ANHANGUERA Bartolomeu Bueno da Silva era um destemido bandeirante paulista, que largou de São Paulo e se entranhou em Minas Gerais, atrás das minas de Sabarabuçu, que haviam sidodescobertas por Borba Gato. Tinha a idade de 10 anos quando promoveu essa incursão. Todos o tratavam por Feio porque era, efetivamente, de feições [...]



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