Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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Literatura - resumos, ebooks, artigos acadêmicos

  • O BEIJO – Contos de Tchecov
  • O   BEIJO Anton Tchecov Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson. Na noite de vinte de maio, às oito horas, as  seis baterias da *** Brigada de Artilharia, em sua marcha para o campo de manobras, chegaram à aldeia de Miestechky na intenção de ali passar a noite. A confusão era a maior possível — [...]


  • O Buraco – Contos de Tchecov
  • O BURACO – TCHECOV Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson I E STANDO a aldeia de Ukleyevo situada num buraco, apenas o campanário da igreja e as chaminés das fábricas de chita podem ser avistadas da estrada de rodagem e da estação do caminho de ferro. Quando os que passam por ali indagam que [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto XIV
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto XIII
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Livro XII
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto XI
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


  • SONHOS – Contos de Tchecov
  • SONHOS     DOIS soldados escoltam para a cidade um vadio que não se lembra quem é. Um deles tem barba preta e é troncudo; suas pernas são tão descomunalmente curtas que, vistas por trás, dão a impressão de começar muito mais baixo do que as dos outros homens. O outro é comprido, magricela, esticado [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto X
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto IX
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto VIII
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


  • LA CIGALE – Contos de Tchecov
  •   LA CIGALE – Antón Tchecov Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson. LA CIGALE I Ao casamento de Olga Ivánovna compareceram  todos os seus amigos e conhecidos.  — Olhem só para ele! Não é verdade que há nele um quê qualquer? dizia-lhes. a moça, mostrando o marido com a cabeça, como para justificar seu [...]


  • Prefácio a Tchecov
  •   Prefácio A Tchecov. Henrique de Campos Fonte: Clássicos Jackson Antes de entrarmos no estudo da obra de Tchecov, julgamos conveniente esquematizar a evolução do ficcionismo russo até ao grande contista, a fim de darmos uma idéia mais nítida da posição deste último no quadro da literatura eslava. As primeiras manifestações apreciáveis da ficção, na [...]


  • CINDERELA – A GATA BORRALHEIRA – Contos de fada infantis
  • Histórias da Carochinha A GATA BORRALHEIRA Era uma vez uma bondosa mulher que tinha uma única filha, uma menina linda e meiga, a quem amava muito. Um dia, a mu­lher adoeceu gravemente e, embora ainda fosse jovem, sentiu que não ia durar muito tempo. Assim, chamou a filha para perto de si e, depois de [...]


  • A VELHINHA DA FLORESTA – Fábulas encantadas
  • Histórias da Carochinhas A VELHINHA DA FLORESTA Jorge, Isidoro e Félix eram filhos de um alfaiate muito bom, chamado José. À medida que foram crescendo, cada um dos meninos resolveu escolher uma profissão com que pudesse ganhar a vida. Jorge quis ser moleiro, Isidoro, sapateiro e Félix, car­pinteiro. Naquele tempo era costume, ao aprender uma [...]


  • O Pequeno Polegar – Fábula Infantil
  • Histórias da Carochinha O PEQUENO POLEGAR Numa noite fria de inverno, um campo­nês estava sentado na sala de sua casa, con­versando com a mulher, enquanto descansa­vam do trabalho do dia. —   Como nossa casa é triste! — dizia ele. — Nas outras há sempre barulho e alegria, mas aqui, como não temos filhos, reina um [...]


  • A BABA DO PASSARINHO – Contos de fada
  • Histórias da Carochinha A BABA DO PASSARINHO Há tempos atrás, num país longe daqui, existia um rei muito sábio e bondoso. Seus súditos o amavam e respeitavam, pois no reino todos viviam felizes. Um dia, porém, correu pelo país uma no­tícia muito triste: o rei estava doente, vítima de um mal terrível que o deixara [...]


  • OS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO – contos infantis
  • Histórias da Carochinha OS TRÊS CABELOS DE OURO DO DIABO Há muitos e muitos anos, numa casinha pobre, nasceu um menino bonito e forte, mas que, ao contrário de todas as outras crianças, nasceu com todos os dentes na boca. Os pais, assim que o viram, ficaram muito assusta-os, pensando se tratar de alguma bruxaria. [...]


  • A Moura Torta – Contos de fada infantis
  • Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática A MOURA TORTA Era uma vez um rei chamado Massad, que governava um país extenso e cheio de fartura. Esse rei tinha apenas um filho, cha­mado Anuar, um príncipe virtuoso e de bom coração. Quando Massad morreu, Anuar o suce­deu no trono, governando, desde o início, com sabedoria [...]


  • João e o pé de feijão – fábula, contos infantis dos Irmãos Grimm
  • Histórias da Carochinha – Fonte: Ed. Ática JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO Há muitos e muitos anos existiu uma viú­va que tinha um filho chamado João. João e a mãe eram muito pobres e, para se manterem, contavam apenas com uma vaca, cujo leite vendiam na cidade. Um dia, porém, a vaca parou subitamen­te [...]


  • Margarida, a Sabida – Histórias Infantis (contos de fada)
  • Fonte: Histórias da Carochinha; Ed. Ática MARGARIDA, A SABIDA Era uma vez um casal de camponeses que tinha uma filha, de nome Margarida, a quem todos chamavam de Margarida, a sabida. Quando ela chegou na idade de casar, os pais ficaram aflitos para lhe arranjarem um marido. Até que um dia apareceu um pretenden­te: um [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto VII
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero – Canto VI
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


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  • Ilíada de Homero para download- Canto V
  • Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]


    maravilhas das antigas civizações
  • GILGAMESH E SÍSIFO: SOBRE O HOMEM E O MUNDO
  • GILGAMESH E SÍSIFO: sobre o homem e sua finitude no mundo   Ednei de Genaro Aluno mestrando da UFSC (2008) The figure holding a lion cub is from the palace of Sargon in Khorsabad, and is presumed to represent Gilgamesh, fabled king of Uruk, the king who visited the Arabian island of Dilmun Illlustration Courtesy [...]


    exupery
  • Vôo Noturno – Antoine de Saint-Exupéry
  • Vôo Noturno – Antoine de Saint-Exupéry I Na tarde dourada, já as colinas, sob o avião, iam cavando o seu rasto de sombra. Os campos tomavam-se luminosos, duma luminosidade perene: naquelas regiões, os campos não cessam de espalhar o seu ouro, assim como no inverno não findam a sua apoteose de neve. E o piloto [...]


    bandeira_brasil_simulada
  • A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE – Paulo Setúbal
  • A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADEPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos” Discurso do escritor Paulo Setúbal, paraninfando em 1926 a turma de bacharéis do Ginásio do Carmo. Para mim, filho espiritual desta casa, não podia haver júbilo maior do que este: paraninfar, como hoje paraninfo, uma turma do Ginásio do Carmo. Ainda não tive, na minha [...]


    cananeia
  • O bacharel de Cananéia – Paulo Setúbal
  • O BACHAREL DE CANANÉIAPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos Tenho constatado que ainda há gente que me lê. E tenho-o constatado com surpresa. Um escritor que há três anos (há três longos anos) evita, com paixão, a publicidade, e que, preconcebidamente, deliberou viver no seu modesto cantinho, isto é, viver na aconchegada e veludosa penumbra do [...]


    dom-pedro-I
  • UM RETRATO DO IMPERADOR (Dom Pedro I)
  • UM RETRATO DO IMPERADOR
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

    Tema do mais vivo interesse, que ainda
    não tentou a análise da psiquiatria brasileira, mas tema altamente fascinante,
    e, ao mesmo tempo, valiosíssima contribuição histórica, seria o estudo, através
    de determinantes genealógicos, da individualidade complexa e sedutora desse
    irregular D. Pedro I, fundador do império do Brasil. Um psiquiatra de talento,
    modernizado, sabendo escrever com agilidade e cor, faria, sem dúvida, dessa
    tese, ainda virgem, uma encantadora página de literatura e ciência. Trabalho
    penoso, trabalho de esforço e paciência, é certo. Mas que precioso trabalho,
    precioso e belo, não seria o de se fixar, através das heranças mentais e dos
    atavismos acumulados, a estrutura psicológica desse monarca ardente. Descarnar,
    através das taras, dos estigmas, dos legados mórbidos dos avós, os componentes
    da alma bravia, da alma desordenada, desse iletrado e desse iluminado, desse
    vulgar e desse genial, desse aristocrata e desse plebeu, desse absolutista e
    desse liberal, desse piedoso e desse erótico, que foi, ao mesmo tempo, em
    contrastes chocantes, aquele galhardo imperador do Brasil.


    artefatos+indigenas
  • ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
  • ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

     

    ONFROY DE
    THORON

    Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que
    esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente?
    De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui
    esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com
    o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade
    ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente
    anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos,
    maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu
    a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da
    Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se
    apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal
    desnorteante.


    Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.
  • PAULISTAS DO SÉCULO XVII – Paulo Setúbal
  • PAULISTAS DO SÉCULO XVII
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

    A
    "História Geral das Bandeiras Paulistas", do preclaro Dr: Afonso-
    Taunay, representa um dos esforços maiores, e dos mais ilustres, para a
    reconstrução do período épico do bandeirismo, esse fenómeno altíssimo na
    formação da nacionalidade. A obra, porém, tão erudita e tão intensa, não é,
    infelizmente, obra de popularização. O feitio dela, aquele recheio de nomes e
    datas, as transcrições, aqueles muitos alvarás e atas-de-câmara, tudo aquilo,
    enfim, que torna o trabalho fortemente fidedigno, é exatamente o que afugenta o
    leitor comum, o leitor do século prático, o leitor que lê no bonde, esse homem
    rápido, utilitário, que não tem folgas sobejas para correr olhos pacientes
    sobre a papelada maçante das coisas velhas. O próprio autor confessa no pórtico
    do seu doutíssimo trabalho: "Não é uma obra de síntese a que o leitor tem
    sob os olhos. Nem poderia ou deveria sê-lo, pois a história sistemática e
    pormenorizada das bandeiras paulistas jamais se fez até hoje".



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