Literatura - resumos, ebooks, artigos acadêmicos
- Os padres jesuítas – História do Brasil para crianças – Viriato Corrêa
- GIL BLAS, por Paul de Saint-Victor
- O JOGO – Rui Barbosa
- DANTE ALIGHIERI – VIDA NOVA
- Prefácio a Ilíada de Homero
- Recenseamento – Crônica de Olavo Bilac
- Gato de Botas – Fábula Encantada de Perrault
- Gustave Flaubert – Crônica de Olavo Bilac
- Guerra dos Boêres – Crônica de Olavo Bilac
- Trabalho feminino – Crônica de Olavo Bilac
- Prostituição infantil – Crônica de Olavo Bilac
- Artur Azevedo – Crônica de Olavo Bilac
- A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
- Carlos Gomes – Crônica de Olavo Bilac
- Ilíada de Homero – Canto XXIV
- Ilíada de Homero – Canto XXIII
- Ilíada de Homero – Canto XXII
- Ilíada de Homero – Canto XXI
- Ilíada de Homero – Canto XX
- Ilíada de Homero – Canto XIX
- Eça de Queiroz – Crônica de Olavo Bilac
- Revolução Russa – Crônica de Olavo Bilac
- Antônio Conselheiro – Crônica de Olavo Bilac
- HAXIXE – Crônica de Olavo Bilac
- Ilíada de Homero – Canto XVIII
- Ilíada de Homero – Canto XVII
- Ilíada de Homero – Canto XVI
- A ESTEPE (História de uma viagem) – Novela de Tchecov
- Ilíada de Homero – Canto XV
- Varka – CONTOS de Tchecov

Capítulo do livro infantil de Viriato com episódios da História do Brasil
GIL BLAS Paul de Saint-Victor Gil Blas é um desses livros que relemos quatro ou cinco vezes na vida: a impressão muda com as leituras. O encantamento não enfraquece, mas o julgamento se modifica. Quiseram ver no herói de Le Sage o tipo da espécie humana. Demasiado entusiasmo e pouco amor-próprio. Estudai de perto esta [...]
Rui Barbosa O JOGO De todas as desgraças que penetram no homem pela alma, e arruinam o caráter pela fortuna, a mais grave é, sem dúvida nenhuma, essa: o jogo na sua expressão mãe, o jogo na sua acepção usual, o jogo propriamente dito; em uma palavra, o jogo: os naipes, os dados, a mesa [...]
DANTE ALIGHIERI – VIDA NOVA Tradução: Atena Editora PREFÁCIO Não é possível, nas poucas palavras de prefação a este pequeno volume, expor a vida de Dante, tãc movimentada e rica de acontecimentos, e ainda menos dar, mesmo em resumo, um conceito completo das suas obras. Quem quisesse conhecer uma e as outras poderia fazê-lo [...]

´ Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto [...]

Recenseamento Enfim, vai o Rio de Janeiro conhecer-se a si mesmo… Uma cidade sem recenseamento é uma cidade que a si mesma se ignora, porque não tem a consciência da sua força, do seu valor, da sua importância. É mais que um serviço —- e não é dos menores — que o [...]
O Gato de Botas Conto infantil de CHARLES PERRAULT Com desenhos infantis – Ilustrado por PIKKA Um gato travesso como toda a gataria calçou botas e foi ao rei levar presentes certo dia. Seu dono era bem pobre. Só tinha um belo olhar e um belo porte Mas o gato de Botas transformou sua [...]
Flaubert Leio hoje nos jornais este telegrama, que me vem a evocar saudades velhas: "Paris, 21 — Telegrafàm de Rouen que se inaugurou ali o monumento a Gustavo Flaubert,1 com a assistência de vários membros da Associação dos Homens de Letras desta capital e de vários representantes da literatura e do jornalismo". E o primeiro [...]

Um dia, não
há muito tempo, um pobre lavrador, sob a fulguração
causticante do sol, ia impelindo sua charrua pela terra selvagem do Sul da
África. Era um descendente dessa forte raça holandesa, que,
em luta constante com o mar, foi a criadora da sua terra, conquistando-a palmo
a palmo à voracidade das águas. Ia impelindo o arado, e
levava às costas a espingarda embalada, para se defender dos zulus
ferozes que rodavam perto… De repente, alguma cousa rebrilhou no
chão, com um mágico esplendor. Seria um raio de sol, brincando
nas arestas de um calhau?

m dia o livro do protocolo de uma repartição pública ou para saber somar quatro colunas de algarismos? Entretanto, que bela experiência a tentar! O espírito da mulher tem sobre o nosso uma incontestável superioridade: não é feito, como o nosso, de imaginação, de poder criador, de invenção; é feito de bom senso, de prudência de [...]

Prostituição infantil
Não sei que jornal, há
algum tempo, noticiou que a polícia ia tomar sob a sua proteção as crianças que
aí vivem, às dezenas, exploradas por meia dúzia de bandidos. Quando li a
notícia, rejubilei. Porque, há longo tempo, desde que comecei a escrever, venho
repisando este assunto, pedindo piedade para essas crianças e cadeia para
esses patifes.
Mas os dias
correram. As providências anunciadas não vieram. Parece que a piedade policial
não se estende às crianças, e que a cadeia não foi feita para dar agasalho aos
que prostituem corpos de sete a oito anos… E a cidade, à noite, continua a
encher-se de bandos de meninas, que vagam de teatro em teatro e de hotel em
hotel, vendendo flores e aprendendo a vender beijos.
Artur Azevedo Que outro assunto, hoje, senão a morte de Artur Azevedo?’ A Crônica está de luto: perdeu um dos seus melhores servidores — talvez o melhor, porque foi de todos o que mais soube tratá-la, como ela quer ser tratada, com um espírito onímodo, dando a todos os assuntos uma leve graça fugitiva, e [...]
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XX A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 As primeiras notícias da revolução pernambucana de 1817, em Pernambuco, alcançaram Londres por via das Antilhas, a uma das quais chegara um navio inglês, Rowena, que pode conseguir autorização para escapar ao rigoroso embargo posto pelos rebeldes sobre todos os [...]
Carlos Gomes – Olavo Bilac Inaugura-se hoje, em Campinas, a estátua de Carlos Gomes. Haverá, decerto, muitas flores, muita música, muitos discursos. De todos os pontos do Brasil, chegarão telegramas, em que palpitará o entusiasmo nacional. Os noticiaristas rebuscarão, para descrever a festa, os seus mais belos adjetivos; os poetas, com as tiorbas engrinaldadas de [...]

Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

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Eça de Queirós Foi numa fria noite de dezembro de 1890 que o escritor desta "Crônica" teve pela primeira vez a ventura de apertar a mão de Eça de Queirós. Deram-lhe essa ventura Domício da Gama1 e Eduardo Prado,- levando-o à pequena casa do bairro dos Campos Elísios, em Paris, onde Eça, casado e feliz, [...]
Revolução Russa – Crônica de Olavo Bilac Não houve, durante a semana, assunto de interesse local que cativasse as almas. O que as cativou, agitando-as em alternativas de cólera, de piedade, de furor e de dó, foi um assunto de interesse "humano": a tragédia da Revolução Russa, concentrando nas ruas de Petersburgo a atenção [...]

Antônio Conselheiro – Olavo Bilac Confesso que nunca entendo bem as cousas que se passam aqui. Tenho viajado tanto, que já não há canto da terra que os meus pés de cabra não tenham calcado, nem recanto de horizonte em que não tenham pousado os meus olhos satânicos: e tenho, em todas as terras, entendido [...]
Haxixe – Olavo Bilac Como a conversação, depois de haver borboleteado de assunto em assunto, durante esse jantar de refinados, tivesse caído afinal em Baudelaire e nos seus Paraísos artificiais, Jacques, que aos trinta anos de idade já tem experimentado todos os prazeres e provado todos os desgostos, disse acendendo o charuto e enchendo o [...]

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Antón Tchecov A ESTEPE (HISTÓRIA DE UMA VIAGEM) Tradução de Costa Neves. Fonte: Clássicos Jackson. I DA cidade de N, na província de Z…, saiu ruidosamente, numa bela manhã de julho, e tomou a estrada da posta uma briska sem molas, suja, arrebentada, um desses veículos anti-diluvianos em que, na Rússia, só viajavam, então, os [...]

Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]
VARKA ANOITECE. Varka balança com o pé um berço onde chora uma criança, cantarolando monotonamente: — Bain bainscki bain… Uma lâmpada verde brilha diante de uma imagem de santo. Um par de grandes calças negras pende de uma corda. A lâmpada projecta uma mancha verde sobre as coisas e as calças fazem dançar sombras na [...]
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