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História do Brasil - resumos, ebooks, artigos acadêmicos

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  • A FORMAÇÃO ÉTNICA – História do Brasil
  • História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]


    Colonos Portugueses
  • OS PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO – História do Brasil
  • História do Brasil Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]


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  • O descobrimento do Brasil – História do Brasil
  • História do Brasil Para a Terceira Série Ginasial – Ary da Matta, 1946 História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico Cap. 7 [...]


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  • A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE – Paulo Setúbal
  • A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADEPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos” Discurso do escritor Paulo Setúbal, paraninfando em 1926 a turma de bacharéis do Ginásio do Carmo. Para mim, filho espiritual desta casa, não podia haver júbilo maior do que este: paraninfar, como hoje paraninfo, uma turma do Ginásio do Carmo. Ainda não tive, na minha [...]


    cananeia
  • O bacharel de Cananéia – Paulo Setúbal
  • O BACHAREL DE CANANÉIAPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos Tenho constatado que ainda há gente que me lê. E tenho-o constatado com surpresa. Um escritor que há três anos (há três longos anos) evita, com paixão, a publicidade, e que, preconcebidamente, deliberou viver no seu modesto cantinho, isto é, viver na aconchegada e veludosa penumbra do [...]


    dom-pedro-I
  • UM RETRATO DO IMPERADOR (Dom Pedro I)
  • UM RETRATO DO IMPERADOR
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

    Tema do mais vivo interesse, que ainda
    não tentou a análise da psiquiatria brasileira, mas tema altamente fascinante,
    e, ao mesmo tempo, valiosíssima contribuição histórica, seria o estudo, através
    de determinantes genealógicos, da individualidade complexa e sedutora desse
    irregular D. Pedro I, fundador do império do Brasil. Um psiquiatra de talento,
    modernizado, sabendo escrever com agilidade e cor, faria, sem dúvida, dessa
    tese, ainda virgem, uma encantadora página de literatura e ciência. Trabalho
    penoso, trabalho de esforço e paciência, é certo. Mas que precioso trabalho,
    precioso e belo, não seria o de se fixar, através das heranças mentais e dos
    atavismos acumulados, a estrutura psicológica desse monarca ardente. Descarnar,
    através das taras, dos estigmas, dos legados mórbidos dos avós, os componentes
    da alma bravia, da alma desordenada, desse iletrado e desse iluminado, desse
    vulgar e desse genial, desse aristocrata e desse plebeu, desse absolutista e
    desse liberal, desse piedoso e desse erótico, que foi, ao mesmo tempo, em
    contrastes chocantes, aquele galhardo imperador do Brasil.


    artefatos+indigenas
  • ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
  • ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

     

    ONFROY DE
    THORON

    Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que
    esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente?
    De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui
    esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com
    o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade
    ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente
    anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos,
    maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu
    a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da
    Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se
    apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal
    desnorteante.


    napoleon-marie-louise-at-compiegne
  • NAPOLEÃO E MARIA LUÍSA
  • Depois de fundado o seu Império, no pináculo da glória, uma só ideia
    martelava o cérebro de Bonaparte: deixar um herdeiro ao trono. Fixar num filho,
    no sangue do seu sangue, aquela opulenta casa reinante que ele criara com a sua
    espada. Josefina, porém, era estéril. Daí, dessa razão política, nasceu a idéia
    do divórcio. Verdade que já tempos antes, ao voltar da Itália, depois das
    facilidades românticas de Josefina com o pequenino Hipolite Charles, o galante
    oficial dos hussardos, Napoleão pensou carrancudamente em separar-se da mulher.
    Mas a ideia não passou de ímpeto de momento, sem consequência. Napoleão
    perdoou… E começaram, ambos, o corso e a
    "créole", a viver uma vida conjugal remansada, sem arrepios. No
    entanto, ao voltar do Egito, de novo encontrou Bonaparte rumores venenosos em
    torno das saias da Beauharnais. Verdadeiros? Mentirosos? Ninguém o diz com
    exatidão. Mas a partir desse instante, diz Miot de Melíto,
    "on commença a parler clairement du divorce et àmarier Bonaparte à
    diverses princesses". O próprio Luciano Bonaparte, nas suas
    "Memórias" conta as "demarches" que fez nessa época, em
    Espanha, para casar o irmão com a
    infanta Isabel. Mas tudo isso
    não passou de palavras.


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  • AS JANELAS ESTÃO ABERTAS, MARQUÊS – Paulo Setúbal
  • José
    Bonifácio fora destituído do cargo mais ilustre do País: tutor do príncipe e
    das princesas imperiais.

    A Regência nomeou, para substituí-lo, o Marquês de Itanhaém. Quem é
    esse personagem? Quem é, na Corte de então, esse homem que o governo escolheu
    para posto tão eminente?


    mariana-carlota-condessa-belmonte
  • D. MARIANA CARLOTA – Paulo Setúbal
  • D. MARIANA CARLOTA Paulo Setúbal Fonte: Companhia Editora Nacional, Ensaios Históricos   D. Mariana Carlota foi a primeira dama da meninice de D. Pedro II. A existência dessa proeminente senhora tem incidentes bastante curiosos. E como, na História do Brasil, são raros extremamente raros, os nomes de mulher que vêm à tona, vale sempre relembrar [...]


  • A RAINHA DONA CARLOTA – Capítulo VI – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
  • CAPÍTULO VI A RAINHA DONA CARLOTA A simples menção deste nome traz à imaginação um cortejo de caprichos dissolutos e de intrigas políticas. Um dos maiores, senão o maior estorvo da vida de Dom João VI foi certamente a rainha que os interesses dinásticos, então mais identificados com os políticos, lhe tinham dado por esposa [...]


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  • CAPÍTULO V – EMANCIPAÇÃO INTELECTUAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
  • D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO V EMANCIPAÇÃO INTELECTUAL As condições da instrução pública no Brasil colonial dos começos do século XIX eram reconhecidamente deficientes: pode mesmo dizer-se que eram no geral quase nulas, tendo recebido um duro golpe com a expulsão dos jesuítas, os quais no Rio e Bahia ensinavam gratuitamente, [...]


    D-Joao-VI-no-Rio-de-Janeiro
  • Capítulo IV – O PRIMEIRO MINISTÉRIO E AS PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS – D. João VI no Brasil, – Oliveira Lima
  • O PRIMEIRO MINISTÉRIO E AS PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS Capítulo IV de D. João VI no Brasil, de Manuel de Oliveira Lima. É axiomático que, tendo acabado por francamente repudiar a tutela francesa que lhe andara imposta pelos acontecimentos, e proclamar sem rebuço suas sinceras predileções britânicas, o príncipe regente, ao organizar o seu primeiro ministério brasileiro, [...]


    El Dorado
  • EL-DORADO – Paulo Setúbal
  • El-Dorado Ficção histórica do escritor Paulo Setúbal (1893-1937) Fonte: Companhia Editora Nacional, 1983 PRIMEIRA PARTE: O BRASIL FABULOSO:   MONSTROS E PRODÍGIOS 1531… Cinco naus, garbosas e redondas, velejam solitárias pela vastidão das águas atlânticas. São as naus que conduzem a S. Vicente os colonizadores de Martim Afonso de Sousa. São as cinco naus povoadoras [...]


  • Capítulo III – O QUE ERA O RESTO DO BRASIL- D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
  • D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO III O QUE ERA O RESTO DO BRASIL Ao tempo da chegada de Dom João VI, era o Rio de Janeiro capital mais no nome do que de fato. A residência da corte foi que começou a bem acentuar-lhe a preeminência, foi que a consagrou como [...]


    Familia Real no Brasil
  • Capítulo II – A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
  • D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO II A ILUSÃO DA CHEGADA. O QUE ERA A NOVA CORTE O desembarque da família real portuguesa no Rio de Janeiro, aos 8 de março de 1808, foi mais do que uma cerimônia oficial: foi uma festa popular. Os habitantes da capital brasileira corresponderam bizarramente às [...]


    corte brasileira
  • Capítulo I – A Partida – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima
  • D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO I A PARTIDA Retirando-se para a América, o príncipe regente, sem afinal perder mais do que o que possuía na Europa, escapava a todas as humilhações sofridas por seus parentes castelhanos, depostos a força, e além de dispor de todas as probabilidades para arredondar à custa [...]


    império brasileiro
  • As contradições do Império BRASILEIRO
  • As contradições do Império Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP   O estudo da formação do Estado nacional exige cautela. As mesmas armadilhas que desafiavam a elite intelectual do Império, estão presentes no arsenal teórico que possuímos para analisar o passado. Como adverte Sérgio Buarque de Holanda, as teorias políticas que usamos, foram formatadas [...]


    inquisicao
  • O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição
  • Trabalho originalmente
    apresentado para a FFLCH/USP

    No século XII, foi instaurada a Inquisição contra os crimes de heresia, quase
    na mesma época em que foi fundada a ordem dos frades dominicanos. O objetivo
    era universalizar o mundo cristão e através da catequese e punição, firmar seu domínio. Este objetivo de cristianizar o
    mundo não era recente nesta época. Carlos Magno já o tinha feito à força
    com os povos bárbaros da Europa e as cruzadas partiram em direção ao Oriente
    para tomar a terra santa (Jerusalém), mas fracassaram. Houve um movimento contrário, uma guerra religiosa que avançou na
    Europa, chegou até a Espanha, onde os povos orientais permaneceram por
    séculos.


    assis+brasil
  • ASSIS BRASIL E A CONSTITUIÇÃO DE 1891: UM LIBERAL NA REPÚBLICA
  • ASSIS BRASIL E A CONSTITUIÇÃO DE 1891: UM LIBERAL NA REPÚBLICA Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP INTRODUÇÃO O pensamento político de Assis Brasil faz a ligação entre o liberalismo do Império e o da República Velha. Seu trajeto coloca em evidência as dificuldades que esta corrente política enfrentou, lidando com a ambiguidade do autoritarismo, [...]


    bestializados-murilo-carvalho
  • O país dos bilontras: a participação popular
  • O país dos bilontras: a participação popular Resenha do livro: Os Bestializados O Rio de Janeiro e a República que não foi. José Murilo de Carvalho -São Paulo, Companhia das Letras, 1996 -3aed. Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP   O Rio de Janeiro – cidade síntese e caixa de ressonância do Brasil – [...]


    liberdadedeexpressao_1192630785_danielpigatto_flickr_2006
  • AUTORITARISMO E DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL – CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E ESTADO
  • CARA OU COROA: SOCIEDADE CIVIL E ESTADO Ida Duclós Originalmente apresentado na FFLCH/USP – O conceito de sociedade civil tem se modificado conforme o contexto histórico de cada época. Sua posição muda de lugar, pode ser peão ou rei, explicitar ou esconder o ato de fazer política. Marx diz que esta expressão só apareceu no [...]


    inquisicao
  • A Medicina popular condenada pela Inquisição
  • A Medicina popular condenada pela Inquisição Paper sobre o texto "Fray Martin de Porres: santo, ensalmador y sacamuelas" de Fernando Iwasaki Cauti Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP Entre as vítimas da Inquisição – séculos XVI e XVII -encontramos várias pessoas que praticam a medicina ‘popular, não somente utilizando-se de rezas e benzeduras, como [...]


    passo_do_horto2
  • Filosofia e comunicação da arte barroca
  • FILOSOFIA E COMUNICAÇÃO DA ARTE BARROCA por José Geraldo Vidigal de Carvalho Síntese O objetivo deste capítulo é enfocar o Barroco Mineiro numa tentativa de abordagem de sua mensagem sob ângulo ainda não visualizado pela crítica. A partir de uma realidade que existe, sob o prisma da filosofia da história, uma interpretação dentro da filosofia [...]



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