Trabalhos Acadêmicos Ensaios e Artigos - resumos, ebooks, artigos acadêmicos
- O CONFLITO ISRAEL VERSUS HAMAS E OS ANTAGONISMOS ENTRE ÁRABES E JUDEUS
- O conto: dificuldade de definição do gênero e abordagem de alguns teóricos
- O desenvolvimento da ciência em Thomas Kuhn
- O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO CONTEXTO DA INDUSTRIALIZAÇÃO NA PARAÍBA: ENGENHOS, CURTUMES E TECELAGENS.
- O ENTRE-LUGAR: A REPRESENTAÇÃO DO PURGATÓRIO NA BAIXA IDADE MÉDIA
- O INFERNO SÃO OS OUTROS: uma reflexão sobre a diversidade cultural nos domínios da Inquisição
- O LUGAR DE SPINOZA NA HISTÓRIA DA FILOSOFIA, O MODELO INTERPRETATIVO DE JOAQUIM DE CARVALHO
- O MÉTODO DE ANÁLISE EM DESCARTES – DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS À CONSTITUIÇÃO DO SISTEMA DO CONHECIMENTO
- O mito de Prometeu e Epimeteu segundo Ésquilo, Hesíodo e Platão
- O MUNDO GREGO COMO ETHOS DA ASSIM CHAMADA FILOSOFIA-OCIDENTAL-EUROPÉIA (METAFÍSICA) SEGUNDO MARTIN HEIDEGGER
- O OCIDENTE: DA RELIGIOSIDADE AO ATEÍSMO NIILISTA
- O país dos bilontras: a participação popular
- O Papa, a Teodicéia e a questão Islâmica
- O Papel da Educação a Distância na Área de Filosofia
- O Papel da Utopia
- O Pensamento Cartesiano
- O pensamento na era da liberdade e da criatividade
- O Personalismo cristão como possível fundamentação para a bioética
- O problema dos universais em Pedro Abelardo
- O que é o Efeito Estufa e o Aquecimento Global?
- O Realismo do Conhecimento humano na gnosiologia Tomista
- O ROMANCE DA LITERATURA INGLESA
- O tempo, os deuses e nós
- O Trigésimo Aniversário por uma Geografia Nova: Uma reflexão geográfica para a historiografia social crítica
- Ontological Determination of the Environment Concept Based on Heidegger’s Philosophy
- ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI – COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENÉ DESCARTES
- ORIGEM, REVOLUÇÃO CHINESA E O ESTABELECIMENTO DA REPÚBLICA POPULAR DA CHINA: INTERFACES SÓCIO-IDEOLOGICAS MARXISTAS-LENINISTAS EM MAO TSÉ-TUNG.
- Ortega y Gasset e o raciovitalismo
- Participação e democracia nos antípodas da República Brasileira: aproximações comparativas
- PERCURSOS DE HEIDEGGER PELO HUMANISMO

O CONFLITO ISRAEL VERSUS HAMAS E OS ANTAGONISMOS ENTRE ÁRABES E JUDEUS Francisco Fernandes Ladeira Licenciado em Geografia – UNIPAC Especialista em: Brasil, Estado e Sociedade – UFJF Email: francisco6213@bol.com.br Resumo: Este artigo tem por objetivo desenvolver um estudo sobre os antagonismos entre árabes e judeus na Palestina enfatizando as relações do Estado de [...]

O conto: dificuldade de definição do gênero e abordagem de alguns teóricos. Miguel Duclós Originalmente apresentado no CCE/UFSC Seminário escrito baseado na leitura do texto “O conto: uma narrativa”, capítulo 2. do livro Teoria do Conto de Nádia Gotlib. O conto é notoriamente um gênero literário de difícil definição, e as teorizações por [...]

O desenvolvimento da Ciência em Thomas Kuhn por Isabel Mª Magalhães R.L. Santos Maia 1- Introdução 2- Paradigmas e ciência normal 3- Crise e revolução 4- Conclusão 5- Notas 6- Bibliografia 1- Introdução T. Kuhn constitui um marco importante na perspectiva do desenvolvimento científico na medida em que se opõe a uma concepção de ciência [...]

Resumo: Em que consiste a industrialização na Paraíba? O que
são os Engenhos
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O que são Curtumes
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O que são tecelagens
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Muitas perguntas, muitas respostas… Este artigo relata a partir dos meados do
século XIX, sobre a manufatura agroindustrial, ancorada especialmente na
cana-de-açúcar e no algodão, era a “pedra de toque” da economia paraibana. Essa
análise visa resgatar o período de seu reinado do açúcar, enquanto o
“embaixador” Brasileiro, da colônia portuguesa recém desvelada e sem maior
exposição da expressão, ou seja, a mesma importância econômica, na Europa dos
séculos XVI a XIX.
Palavras-Chave: Industrialização na Paraíba – Engenhos – Curtumes –
Tecelagens.

O ENTRE-LUGAR: A REPRESENTAÇÃO DO PURGATÓRIO NA BAIXA IDADE MÉDIA NICOMEDES DA SILVA ROCHA NETO RESUMO Este trabalho tem como objetivo compreender o nascimento do Purgatório durante o século XII, buscando relacioná-lo as concepções anteriores elaboradas por Santo Agostinho e ainda entendê-lo a partir de alguns aspectos culturais da Baixa Idade Média. A compreensão [...]

Trabalho originalmente
apresentado para a FFLCH/USP
No século XII, foi instaurada a Inquisição contra os crimes de heresia, quase
na mesma época em que foi fundada a ordem dos frades dominicanos. O objetivo
era universalizar o mundo cristão e através da catequese e punição, firmar seu domínio. Este objetivo de cristianizar o
mundo não era recente nesta época. Carlos Magno já o tinha feito à força
com os povos bárbaros da Europa e as cruzadas partiram em direção ao Oriente
para tomar a terra santa (Jerusalém), mas fracassaram. Houve um movimento contrário, uma guerra religiosa que avançou na
Europa, chegou até a Espanha, onde os povos orientais permaneceram por
séculos.

O LUGAR DE SPINOZA NA HISTÓRIA DA FILOSOFIA, O MODELO INTERPRETATIVO DE JOAQUIM DE CARVALHO José Mauricio de Carvalho** Danilo Santos Dornas*** RESUMO Joaquim de Carvalho desenvolveu uma abordagem crítica da História da Filosofia e do seu papel no desenvolvimento da própria filosofia. Além disso, introduziu a discussão de uma História da Filosofia Portuguesa apontando [...]

Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos.
Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica.
Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.
César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.

O mito de Prometeu e Epimeteu segundo Ésquilo, Hesíodo e Platão. por Miguel Duclós 1. Hesíodo e Ésquilo. O mito de Prometeu é descrito na literatura clássica principalmente em Hesíodo. Aparece nas duas obras do poeta, Teogonia e Os trabalhos e os Dias, sendo que na segunda ele é recontado e complementado. Afora Hesíodo, [...]
O MUNDO GREGO COMO ETHOS DA ASSIM CHAMADA FILOSOFIA-OCIDENTAL-EUROPÉIA (METAFÍSICA) SEGUNDO MARTIN HEIDEGGER Roberto S. Kahlmeyer-Mertens [1] Resumo: O tema do artigo é o caráter grego da filosofia entendida como metafísica desde o enfoque permitido pelo pensamento de M. Heidegger (1889-1976). Temos o objetivo de apresentar que a metafísica tem seu ethos em uma experiencia [...]

O OCIDENTE: DA RELIGIOSIDADE AO ATEÍSMO NIILISTA Márcio Lima* RESUMO O presente trabalho visa mostrar, de forma resumida, como o cristianismo e a fé religiosa, que permeava toda dimensão cultural, econômica, política e religiosa da sociedade, durante a Idade Média e parte dos séculos XVI e XVII, acabou sendo substituído pelas ciências a partir do [...]

O país dos bilontras: a participação popular Resenha do livro: Os Bestializados O Rio de Janeiro e a República que não foi. José Murilo de Carvalho -São Paulo, Companhia das Letras, 1996 -3aed. Ida Duclós Originalmente apresentado para a FFLCH/USP O Rio de Janeiro – cidade síntese e caixa de ressonância do Brasil – [...]

Ensaio sobre questões envolvendo questões contemporâneas e as decisões do cardeal Ratzinger como papa.

O Papel da Educação a Distância na Área de Filosofia
* Por Daniel Castro do Vale
Educação e
filosofia são eternas parceiras e estão intimamente relacionadas. A palavra
educação é multifacetária, alguns diriam que engloba ensinar e aprender,
outros, que é um fenômeno visto em qualquer sociedade. Pode ser considerada
ainda como algo responsável pela manutenção e perpetuação da sociedade a partir
da passagem, às gerações que se seguem, dos meios culturais necessários à
convivência de um membro na sua sociedade. O que importa na verdade é que há
uma semelhança genérica entre todos essas acepções, onde preponderam processos de
desenvolvimento de capacidades humanas
visando a sua melhor integração individual e social. A filosofia por sua vez, não
ensina só a pensar com clareza e autonomia, mas a fundamentar essa cadeia de
pensamento. Ainda que não se queira ou não se entenda o que vem a ser
filosofia, indubitavelmente ela é vivenciada, seja pelo legado cultural dos
pensadores, seja pela busca de uma visão de mundo ou visão de vida no que tange
as condutas humanas, conceitos, valores, moral entre outros aspectos ainda que
de forma bastante incipiente e/ou inconscientemente em alguns indivíduos. Feito
este intróito, pode-se afirmar que a filosofia é a procura amorosa da verdade,
como explicita a etimologia do seu próprio nome. Considerando
portanto, a inegável importância da educação e da filosofia é que delinearemos
a partir de então uma breve análise sobre o ensino da filosofia
correlacionando-o com a educação a distância.

O Papel da Utopia Por Paulo Roberto Falcão de Araujo falcaodearaujopr @ hotmail.com Uma característica percebida dentro das sociedades plurais é a constatação de que os diversos valores, norteadores da boa vida, encontram-se em conflito – tanto interno quanto externamente. O conflito interno é o choque dos valores dentro de um mesmo indivíduo, ou seja, [...]

Resumo
A conotação
teórica e referencial filosófica da disciplina História da Filosofia Moderna
permitiu a construção do presente trabalho. O objetivo deste artigo é delinear
sucintamente as bases, idéias e conseqüências do pensamento cartesiano. E
dentre o que será esmiuçado, enfatizar os elementos apresentados por Descartes
para a eclosão do novo pensamento filosófico. Sobressair-se-ão nesse sentido, a
formulação e caracteres do método, a dúvida metódica, as bases do “cogito ergo
sum”, as provas da existência de Deus, as regras da moral interina, bem como
seus pressupostos fundamentais: o Renascimento e o Humanismo. A fundamentação
do referente será abstraída de todo o pensamento cartesiano, especialmente da
obra Discurso do Método, dos estudos de Geovanni Reale e Dario Antiseri e de
Nicola Abbgnano. O pensamento cartesiano culmina entre os mais expressivos da
modernidade, justamente porque constrói de forma autêntica os argumentos que
provam à existência do homem enquanto ser pensante e consequentemente seu poder
cognoscível, após duvidar radicalmente de tudo que existe. Descartes parte da
construção de um método preciso constituído por regras metódicas para dele
justificar não só a substância pensante mas todos os ramos do saber; Deus, o
mundo, a moral etc. O referencial destas regras pauta-se nos conceito de
clareza, distinção e no conhecimento matemático. Em tese, Descartes
proporcionou através desses elementos uma reviravolta em todo o pensamento
filosófico. Tratou-se de uma mudança que fez ascender à centralidade do mundo
no homem, concretizando seu domínio na natureza e tão logo a revolução de maior
seqüela dos últimos tempos: a revolução científica.
Palavras –
chaves: Método, Ser Pensante, Dúvida.

Em grande parte dos balanços que se fazem do
pensamento pós-moderno, ressalta-se, compensando a ruína das "grandes
narrativas", dos "mega-relatos" filosóficos, teológicos,
sociológicos e outros, percebe-se o surgimento de um "canteiro de
obras" entregue à liberdade e à criatividade das pessoas. Se por um lado
amarga-se a falta de segurança e dos pontos de referência, por outro, aumentam
os espaços limpos para novas construções.
Sendo assim, o filósofo é solicitado a deixar
os jargões fáceis, os sistemas decorados, para ir construindo seu próprio
pensamento com abundância de elementos acessíveis. Se o risco de errar cresce,
o fascínio da aventura entusiasma.

O Personalismo cristão como possível fundamentação para a bioética Texto apresentado na VIII Semana de Filosofia – Centro de Ciências e Humanidades da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por: Adriano de Araujo De todas as concepções humanas a mais decepcionante é aquela herdada do empirismo materialista cujo maior efeito é a promoção de um abastardamento da espiritualidade [...]

Trabalho Originalmente Apresentado para a FFLCH/USP
“Reflitamos primeiramente a respeito da causa comum. Cada um dos homens, distintos uns dos outros, embora difiram tanto pelas próprias essências quanto pelas formas – como lembramos acima ao investigarmos a física da coisa – se reúnem naquilo que são homens” (ABELARDO, Lógica Para Principiantes, pg.61)
1 – Escopo do trabalho
O problema que se coloca nesse trecho resume a temática da querela dos Universais, discussão central na filosofia medieval, da qual se ocuparam diversos autores além de Abelardo num grande período de tempo. Trataremos aqui, de forma compacta, de alguns aspectos dos universais e da visão de Abelardo sobre o tema. A questão dos universais é primeiramente enunciada a partir da Isagoge de Porfírio. Isagoge é o termo grego para “introdução”. Trata-se de uma introdução às categorias de Aristóteles, que como o filósofo mais importante e de maior alcance, era objeto constante de comentários, debates e glosas. Averróis, por exemplo, era conhecido como O comentador e escreveu dezenas de obras sobre o filósofo. Porém ele é de uma geração posterior a Abelardo, viveu entre 1126 e 1198, enquanto Abelardo viveu entre 1079 e 1142. Nesse período de tempo a obra de Aristóteles se difundiu consideravelmente. A geração de Abelardo conhecia Aristóteles principalmente através das traduções de Boécio para o latim de duas únicas obras, referentes ao corpo da lógica no sistema: Categorias e De Interpretatione. Estas, juntamente com outros cinco textos (além de Isagoge, De syllogismo categórico, De syllogismo hypothetico, De diffèrentiis topicis and De divisione do próprio Boécio) são as fontes primárias da lógica de Abelardo. Abelardo sabia muito pouco grego, e, não obstante fazer breves referências a outros trabalhos como os Argumentos Sofísticos e os Primeiros Analíticos, nada indica que tenha conhecido as grandes obras sobre a moral, a física e a metafísica.

Resumo: O que é o Efeito Estufa? Será que o
aquecimento Global é o Fenômeno Natural ou é o Efeito da Atividade Humana? Outra
questão que se coloca é se o aquecimento global observado é natural ou
antropogênico? Muitas perguntas, Muitas respostas… Este artigo propõe
analisar sobre o aumento da temperatura global, a Intensificação do
efeito-estufa, as Limitações dos modelos de clima global a Variabilidade
climática natural e a responsabilidade pela natureza. Percebe-se que este
artigo trata-se de uma pesquisa analítica descritiva, com análise dos textos
pelos Estudos da linguagem e da Análise do discurso, buscando-se observar e
desenvolver a presença dos discursos utilizados nas matérias referentes ao
aquecimento global e seus usos de linguagem simples, destacada o contexto filosófico,
sociológico, histórico, geográfico e outras áreas afins, enfatizando as causas,
conseqüências e os interesses políticos integrados as organizações sociais,
políticas, econômicas, cultural e assim sucessivamente. Portanto, contextualizamos
e intertextualizamos uma pesquisa arraigada em livros, sites e revistas a fim
de expor um trabalho concreto e vir a esclarecer as dúvidas sobre este tema de
caráter social e polissêmico. Destaco Hans Jonas, porque tem como ponto de
apoio uma ontologia fundada numa finalidade da natureza.
Palavras chave: Aquecimento Global – variabilidade climática
- modelos climáticos – Efeito Estufa.

O Realismo do Conhecimento humano na gnosiologia Tomista Adriano de Araujo Monografia apresentada ao centro de ciências e humanidades da Universidade Presbiteriana Mackenzie como parte dos requisitos exigidos para a conclusão do Curso de Filosofia. ORIENTADOR: Prof. Dr.Orlando Bruno Linhares São Paulo 2007 AGRADECIMENTOS A Deus pela providência que lhe convém, razão pela [...]

Quem escreveu as peças de Shakespeare?
TEM havido grande controvérsia entre os estudiosos para saber se as chamadas peças de Shakespeare foram escritas por Shakespeare ou por Bacon.
Os baconianos sustentam que Shakespeare foi um inculto ‘empregado de açougue, crescido num meio ignorante e totalmente jejuno do vasto cabedal de cultura, que entra na criação das peças, vindas a lume com seu nome.
A este argumento respondem os shakespearianos que, em primeiro lugar, Shakespeare não era totalmente inculto, e, em segundo lugar, que há muitos casos na literatura de homens de pouco cultivo haverem produzido obras geniais. A inspiração, dizem eles, é muito mais importante do que a educação. Além disso, apontam eles o fato de cometer sempre Shakespeare enganos tais que Bacon jamais poderia cometer. Porque Shakespeare é um poeta c Bacon um erudito. Shakespeare, cuja inspiração é maior do que seus conhecimentos, atribue um litoral à Boêmia, que não passa de um país interno; faz Heitor citar Aristóteles, que viveu cerca de 700 anos depois de Heitor; e dá o nome de Lupercais, que eram uma festa romana, a uma colina de Roma. Além disso, declaram os shakespearianos, Bacon jamais poderia alçar-se às culmi-nâncias poéticas de Shakespeare. Todo o vigor de Bacon como filósofo acentua sua fraqueza como poeta. Um homem, cujo pensamento é todo precisão, nunca pode elevar-se nas asas loucas da fantasia.

Por Lúcio Marques.
Analisamos aqui algumas relações que podemos estabelecer na sociedade pós-moderna ou que talvez relegamos ao segundo lugar em nossa existência. No tempo da vida relacionamos com os deuses, os outros e conosco ou com o si mesmo, enquanto alguém. Porém, que espécie de relação identifica o sujeito na sociedade pós-moderna? Que tempo dedicamos aos relacionamentos em nossa existência?
Resumo: O que é a Geografia Humana? O que é geografia? O que
ela estuda? Muitas perguntas, muitas respostas. Podemos perceber que é um
conceito polissêmico, abrangente, complexa, ou seja, este conceito está
interligando a própria conceito historiográfico da geografia é que apresenta
questões teóricas da Geografia que já receberam uma proposta de solução
consistente há 30 anos permanecem vivas no discurso geográfico brasileiro,
embora nenhuma crítica tenha sido feita às formulações de Milton Santos, e
ninguém tenha feito uma proposta clara de retorno ao passado, tendo como os principais
geógrafos a saber, Bernhardus Varenius, James Cook, Alexander von Humboldt,
Immanuel Kant, Ferdinand Paul Wilhelm, barão de Richthofen, Friedrich Ratzel, Paul
Vidal de La Blache, Karl Ritter, e assim sucessivamente. As críticas feitas por
Milton Santos à definição da Geografia como ciência de síntese, ou à pretensa
interdisciplinaridade sem disciplinaridade desta disciplina permanecem
ignoradas por parcela significativa da Geografia brasileira, que ainda parece
tentada por aquele delírio, denunciado por Lucien Febvre em 1922, de que a
Geografia comportaria todos os conhecimentos humanos. Na medida em que a
preocupação com a posição da Geografia frente às demais ciências sociais, ou
quanto ao objeto da disciplina permanecem ignoradas.
Palavras
– Chave: Geografia Humana –
Historiografia – Conceitos.
The essay aims to objectively address the environment concept within current’s environmental conservation discourse. The author defines the ontological concept of environmentbased on the phenomenological evidence provided by the German philosopher Martin Heidegger. The author intends to indicate that theusual understanding of the environment concept is derived from a more radical experience, which points to the between this surrounding world and human existence. This paper intends to clarify this concept, freeing it from its ambiguous use, and also to offer notesso that his issue can be revisited withbenefits to theenvironment epistemology issues. The text will also outline the discussion about an ethic and conservative posture concerning the environment and its bonds with the dwell, inhabit and responsibility notions.

ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI: COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENEE DESCARTES Josiane Magalhães[1] Ricoeur(1991) em seus comentários sobre as “Meditações” tece uma longa compreensão acerca das três primeiras reflexões de Descartes (1983). Isto porque localiza nessas primeiras linhas uma cisão entre duas fundamentações diferentes para a verdade primeira que [...]

Resumo República Popular da China: O que foi a Revolução Chinesa? Muitas perguntas,
muitas respostas…Como era a China antes da revolução? Como foi a
Revolução Chinesa? Como ficou a China depois da Revolução? Em que consistiam as
maiores personalidades da Revolução Chinesa, em Mao tse-tung, (1893-1976)? O
que foi a Revolução Cultural Chinesa? Percebe-se que a revolução chinesa foi
uma luta nacionalista, que iniciou-se no século XX, a fim de que os
chineses ordenassem a China sem intervenção de nenhum outro país, tendo uma
vitória Socialista. Ainda ficam algumas indagações: O que foi a Guerra
do Ópio? Quem liderou a Guerra do Ópio? Qual os principais acontecimentos da
Guerra do Òpio? Quais foram as conseqüências da guerra do ópio?
Palavras-Chave: Origem – Imperialismo
– República Popular da China – Mão Tse-Tung.

Ortega y Gasset e o raciovitalismo A vida como realidade radical José Ortega y Gasset (1883-1955), filósofo espanhol, iniciou sua intelectualidade entre os idealistas neokantianos da escola de Marburgo, na Alemanha. Foi então que ele se descontentou com a configuração do idealismo que propunha uma consciência vazia, sem nenhuma vivência ou experiência para almejar algo [...]

O presente trabalho tenciona empreender um esforço comparativo entre dois momentos da história republicana brasileira – o momento de instauração da República, em 1889, englobando aí os primeiros anos do século XX; e o momento de constituição da república, dita nova, no período pós-constituição de 1988, quando o Brasil retorna à democracia formal. O intuito de tal empreita é o de fazer um balanço dos dois momentos históricos, focando a análise sobre a participação política prevista na ordem legal brasileira.

PERCURSOS DE HEIDEGGER PELO HUMANISMO Isabel Rosete A extensa obra de Heidegger é marcada por uma obscuridade proposital. Sua insistência em apelar para uma radicalização do pensamento metafísico tornou-o um dos filósofos mais enigmáticos do século XX. A dificuldade do estudo de sua doutrina só tem paralelo com o exame das peças que sobraram dos textos [...]
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