A MATÉRIA E A FORMA OU A ESSÊNCIA DOS CORPOS – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Capítulo Segundo A  MATÉRIA  E   A   FORMA   OU   A  ESSÊNCIA DOS  CORPOS 76.       A questão da essência dos corpos não é um problema importante para as ciências físico-químicas. Ultrapassa, com efeito, a competência do puro físico, enquanto se trata de descobrir, não precisamente os elementos dos corpos (moléculas, … Ler mais

FILOSOFIA ESPECULATIVA, filosofia da natureza – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet LIVRO    II FILOSOFIA   ESPECULATIVA FILOSOFIA                Cosmologia DA          NATUREZA                Psicologia METAFÍSICA             Crítica do conhecimento COSMOLOGIA          Ontologia PRELIMINARES        Teodicéia 68        1.    Noção. a) Definição. A Cosmologia (etimologicamente ciência do mundo) constitui a primeira parte da Filosofia natural (ou filosofia da natureza) ; tem por objeto o estudo dos … Ler mais

Curso de Filosofia de Régis Jolivet – Índice

filosofia tomista

Curso de Filosofia – Régis Jolivet Tradução de Eduardo Prado de Mendonça Livraria Agir Editora Introdução Geral Livro 1 – Lógica Lógica Formal — Lógica Material Lógica – Preliminares Primeira Parte – Lógica Formal Capitulo I- A Apreensão e o Termo Capítulo II – O Juízo e a Proposição Capítulo III – O Raciocínio e … Ler mais

Solidão e Morte de Nietzsche – Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halevy / 7

VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários   Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — BAYREUTH Cap. 5 – CRISE … Ler mais

O trabalho do Zaratustra / Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 6

VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy <p Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 … Ler mais

Doença de Nietzsche / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy /5

VIDA DE FREDERICO
NIETZSCHE

Autor: Daniel Halévy

Tradutor: Jerônimo Monteiro
Extraído da edição da Editora Assunção ltda.
Coleção Perfis Literários

 

 O livro foi dividido em 7 páginas

Cap. 1 – OS ANOS DE
INFÂNCIA
Cap. 2 – OS ANOS DA
JUVENTUDE
Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN
Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — BAYREUTH
Cap. 5 – CRISE E CONVALESCENÇA Cap. 6 – O TRABALHO DO
"ZARATUSTRA"
Cap. 7 – A   ÚLTIMA   SOLIDÃO [download id=”45″]

 

 

V

CRISE  
E   CONVALESCENÇA

Frederico
Nietzsche regressou a Basiléia. Achando-se fraco e doente dos olhos, teve que
aceitar o auxílio que seus amigos lhe ofereciam. Um era um jovem estudante
chama– do Köselitz, a quem, por brinquedo, apelidara Peter Gast — "Pedro,
o hóspede", sobrenome que ficou — o outro era aquele Paulo Rée, judeu de espírito
agudo, que conhecera fazia dois anos.
Graças à abnegação de ambos, pôde Nietzsche reler as notas escritas em
Klingenbrunn, nas quais esperava encontrar matéria para uma segunda Extemporânea. Paulo Rée publicava, então, as suas Observações Psicológicas, reflexões
inspiradas pelos mestres ingleses e franceses, por Stuart Mill e La Rochefoucauld. , Frederico Nietzsche ouviu a leitura deste opúsculo e apreciou-o. Admirou a maneira prudente com que nele se conduzia o pensamento; gozou-o como um repouso, depois das enfáticas cerimônias de Bayreuth, e resolveu entrar na escola de Rée e de seus mestres. No entanto, continuava sentindo o enorme vácuo que nele deixava a sua renúncia a Richard Wagner.

Nietzsche e Wagner em BAYREUTH / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy / 4

VIDA DE FREDERICO
NIETZSCHE

Autor: Daniel Halévy

Tradutor: Jerônimo Monteiro
Extraído da edição da Editora Assunção ltda.
Coleção Perfis Literários

 

 O livro foi dividido em 7 páginas

Cap. 1 – OS ANOS DE
INFÂNCIA
Cap. 2 – OS ANOS DA
JUVENTUDE
Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN
Cap. 4 – FREDERICO NIETZSCHE E
RICHARD WAGNER — BAYREUTH
Cap. 5 – CRISE E CONVALESCENÇA Cap. 6 – O TRABALHO DO
"ZARATUSTRA"
Cap. 7 – A   ÚLTIMA   SOLIDÃO [download id=”45″]

IV

FREDERICO 
NIETZSCHE E  RICHARD  WAGNER

BAYREUTH

Estranho é o destino
de Bayreuth. Esta pequena cidade alemã, por largo tempo ignorada, começa a
brilhar no século XVIII, até fazer-se célebre em toda a Europa; uma inteligente
margravina, irmã de Frederico, o Grande, amiga de Voltaire e da elegância
francesa, ai mora e embeleza a cidade, alegrando seus desertos arredores com
vivendas em cujas fachadas aplica as singulares curvas do "rococó". A
margravina morre, e Bayreuth recai no olvido. Assim passa um século, até que,
de repente, a glória volta à pequena cidade convertendo-a na Jerusalém de uma
arte e de um culto novos. Destino curioso, mas fictício, cujas antíteses foram
ordenadas por um poeta. A história de Bayreuth deve se contar entre as obras de
Wagner.

Nietzsche e Wagner / Vida de Friedrich Nietzsche – Daniel Halevy / 3

VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – … Ler mais

Os Anos de Juventude / Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 2

VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – … Ler mais

Vida de Frederico Nietzsche, Daniel Halévy / 1

VIDA DE FREDERICO NIETZSCHE Autor: Daniel Halévy Tradutor: Jerônimo Monteiro Extraído da edição da Editora Assunção ltda. Coleção Perfis Literários    O livro foi dividido em 7 páginas Cap. 1 – OS ANOS DE INFÂNCIA Cap. 2 – OS ANOS DA JUVENTUDE Cap. 3 – FREDERICO NIETZSCHE E RICHARD WAGNER — TRIEBSCHEN Cap. 4 – … Ler mais

Kant, Crítica da Razão Pura – Fundamentos de Filosofia de Manuel Morente

Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia MorenteLições Preliminares Lição XVIII A CRÍTICA DE KANT CRÍTICA   DA   RAZÃO   PURA:     I  ESTÉTICA TRANSCENDETAL 135. A MATEMÁTICA E SUAS CONDIÇÕES. — 136. O ESPAÇO E SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA. — 137. SUA EXPOSIÇÃO TRANSCENDENTAL APLICADA A GEOMETRIA. — 138. A ARITMÉTICA E O TEMPO. — 139. SUA EXPOSIÇÃO METAFÍSICA … Ler mais

Fundamentação da Metafísica dos Costumes – Immanuel Kant

Fundamentação da Metafísica dos Costumes Immanuel Kant Tradução de Antônio Pinto de Carvalho Companhia Editora Nacional PREFÁCIO A antiga filosofia grega repartia-se em três ciências: a Física, a Ética e a Lógica. Esta divisão está inteiramente de acordo com a natureza das coisas, nem temos que introduzir-lhe qualquer espécie de aperfeiçoamento, a não ser acrescentar … Ler mais

Nietzsche – Cartas de 1884

Versão em Ingles Tabela de conteúdo [esconder] 1 Cartas de Nietzsche – 1884 1.1 1 1.2 2 1.3 3 1.4 4 1.5 5 1.6 6 if (window.showTocToggle) { var tocShowText = “mostrar”; var tocHideText = “esconder”; showTocToggle(); } Cartas de Nietzsche – 1884 Tradução de Miguel Duclós 1 Nice, Jan/Feve de 1884 – Rascunho de … Ler mais

Algumas implicações do dois-em-um socrático na perspectiva arendtiana

maravilhas das antigas civizações

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ALGUMAS IMPLICAÇÕES DO DOIS-EM-UM SOCRÁTICO, NA PERSPECTIVA
ARENDTIANA.

Por: Pedro H. S. Pereira (graduando
em Filosofia . UFSJ / Direito no IPTAN).

Orientador: Prof. José Luiz de Oliveira
(doutorando – UFMG).

Resumo

O
presente artigo aborda o princípio moral do dois-em-um socrático, e as
implicações trazidas pela sua presença naqueles que se utilizam da faculdade do
pensar, que
exercitada de maneira incessante, é capaz de nos deixar perplexos. A abordagem estende-se também
àqueles que abrem mão dessa faculdade, demonstrando as conseqüências a que
estão sujeitos. A irreflexão é fruto da massificação, e somente o exercício do
pensar é capaz de nos livrar das implicações negativas advindas deste fenômeno.

Palavras-chave: dois-em-um / pensar /
implicações.

Introdução Geral – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet INTRODUÇÃO GERAL Art.    I.   NATUREZA   DA  FILOSOFIA – 1.    O desejo de saber, fonte das ciências. Todo homem, diz Aristóteles, está naturalmente desejoso de saber, isto é, o desejo de saber é inato; esse desejo já se manifesta na criança pelos "porquês" e os "como" que ela não cessa … Ler mais

Nietzsche – Cartas de 1888

Tabela de conteúdo [esconder] 1 Cartas de Nietzsche – 1888 1.1 Carta 1 1.2 Carta 2 1.3 Carta 3 1.4 Carta 4 1.5 Carta 5 // Tradução de Miguel Duclós Cartas de Nietzsche – 1888 Tradução do inglês Carta 1 Nice, 12 de Fevereiro de 1888: carta a Reinhart von Seydlitz Querido amigo, Se não … Ler mais

Aristóteles – A Constituição de Atenas

A Constituição de Atenas Aristóteles Tradução de A.S. Costa Fonte: Editora Casa Mandarino I Foram submetidos a julgamento perante um tribunal formado por pessoas pertencentes a nobres famílias, e que prestava juramento na cerimônia dos sacrifícios. Míron ocupava o cargo de acusador. Os réus eram acusados de sacrilégio por desenterrarem os cadáveres, expatriando a raça … Ler mais

Maquiavel: O espelho da Guerra – a virtù na visão renascentista de Maquiavel

RESUMO:

Este artigo pretende analisar o
conceito de virtù em O Príncipe de Maquiavel, tomando-a como
a capacidade do soberano no uso racional das armas próprias para a preservação
do Estado. Também se propõe a verificar a distinção entre as formulações do
conceito de virtus pelos humanistas e
segundo a radical visão maquiaveliana, ambas frutos da Renascença. Ainda
observaremos que os "espelhos de príncipes" escritos durante a
Renascença formaram-se em oposição à definição humanista de virtus, que visava à formação do homem
cívico e não do príncipe. Nesse sentido, reformulando o conceito de virtù, Maquiavel opôs o seu espelho de
príncipe tanto à concepção humanista como à idéia de virtus dos
outros autores dos espelhos, enfatizando a prática da guerra. Finalmente, buscaremos revelar a virtù associada à arte da guerra como a
própria definição de "príncipe prudente".

Heidegger: A Arte como poesia essencial em que um povo diz o Ser

maravilhas das antigas civizações

A ARTE COMO POESIA ESSENCIAL EM QUE UM POVO DIZ O SER ISABEL ROSETE «(…) Pois desde que a Poesia se libertou dos lábios Mortais, exalando a paz, e o nosso canto, Benfazejo na dor e na fortuna, alegrou O coração dos homens, também nós, Cantores do povo, gostamos de estar entre os viventes Onde … Ler mais

A morte de Deus

maravilhas das antigas civizações

A morte de Deus Por Lúcio Álvaro Marques* [email protected] Pensar é pôr-se a caminho sem um lugar determinado para chegar. Qualquer ação que fizermos pensando que ela já tem um sentido prévio, estamos simplesmente valorando os meios em vista de um fim, previamente, conhecido. Contudo, a filosofia tem o ar rarefeito do cume das montanhas, … Ler mais

O Papel da Utopia

maravilhas das antigas civizações

O Papel da Utopia Por Paulo Roberto Falcão de Araujo falcaodearaujopr @ hotmail.com Uma característica percebida dentro das sociedades plurais é a constatação de que os diversos valores, norteadores da boa vida, encontram-se em conflito – tanto interno quanto externamente. O conflito interno é o choque dos valores dentro de um mesmo indivíduo, ou seja, … Ler mais

Material Didático de Filosofia para o Quinto Ano /2

[download id=”40″] ·Bimestre 1 Material Didático para a Sexta Série – Bimestre 3Por Anderson Alves Esteves I – A LIBERDADE ENTRE A RAZÃO E OS INSTINTOS 1 – LIBERDADE E RAZÃO: SÓCRATES “Conheça-te a ti mesmo” (Sócrates) 1.1 – Das trevas à luz: Platão e a alegoria da caverna Platão (427-347 a.C.) formulou uma história … Ler mais

Material Didático de Filosofia para o Quinto Ano /1

Material Didático para a Quinta Série Ginasial – Bimestre 1Por Anderson Alves Esteves LIBERDADE: RAZÃO E AUTONOMIA FILOSOFIA: O QUE É ISSO? “Tudo é um” TALES DE MILETO 1 – A FILOSOFIA E OS MITOS Provavelmente, esta é a primeira aula de Filosofia da sua vida. Quando chegar em casa, você poderá dar a notícia … Ler mais

Vida de Díon -Plutarco – Vidas Paralelas

Arte etrusca

Díon por Plutarco Capítulo do livro Vidas Paralelas (Bioi Paralleloi) Tradução direta do grego de Gilson César Cardoso Extraído da edição da editora Paumape, 1992 Prefácio 1. Como disse Simônides, ó Sósio Senecião, os troianos não quiseram mal aos coríntios por terem estes participado da expedição dos aqueus contra eles porque Glauco, originário de Coríntio, … Ler mais

Mito de Dioniso: Interpretações psicológicas, teológicas e histórica

maravilhas das antigas civizações

Dioniso: Interpretações psicológicas, teológicas e históricas Por Gustavo Vargas de Paulo – [email protected] Trabalho originalmente apresentado para a disciplina de Cultura Grega – Filosofia UFSJ 1. Introdução Os estudos históricos possibilitados por dados arqueológicos são dificultados por vivências transpostas em palavras escritas ou peças já sem sua utilidade originária. O contexto dos dados só faz … Ler mais

Material Didático de Filosofia para o Sexto Ano / 2

Download desse documento em formato Msword (doc) ( downloads) Bimestre 1 Material Didático para a Sexta SériePor Anderson Alves Esteves LIBERDADE: RAZÃO E AUTONOMIA “Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado” Immanuel Kant 1 – O problema da escolha sem autonomia em nossa sociedade. Sabemos que a … Ler mais

Material Didático de Filosofia para o Sexto Ano

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HEMPEL E O CRITÉRIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO

maravilhas das antigas civizações

HEMPEL E O CRÍTERIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO por Josailton Fernandes de Mendonça Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN          1) O problema da significação na linguagem cientifica             Um dos fatos importantes da linguagem e mais especificamente da linguagem científica é o de que é possível construir sentenças gramaticalmente corretas mas, não … Ler mais

Paralelo entre Epicuro e Zenão

Resumo comparativo sobre o pensamento do estoicismo e epicurismo, hedonismo e virtude estóica, com base nos fundadores destas escolas de filosofia grega antiga, Epicuro e Zenão.

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