Resumo sobre o DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA
Resumo de História sobre as grandes navegações européias com Colombo e Vasco da Gama, o descobrimento da América por parte da civilização européia e a colonização.
Resumo de História sobre as grandes navegações européias com Colombo e Vasco da Gama, o descobrimento da América por parte da civilização européia e a colonização.
Capítulo de material didático escolar de história de 1963 sobre a origem e formação do povo brasileiro, abordando o elemento branco como uma das partes que ajudaram a fincar nova população em descomunal território.
Pequeno resumo escolar sobre a escravidão negra no Brasil. Acompanha questionário.
capítulos dos tratados de Fernão Cardim sobre as ervas e plantas nativas brasileiras e o uso e costumes que dela tinham os índios.
Capítulo do Tratado de Fernão Cardim . (Tratado da Terra e Gente do Brasil) .
Entrevista do escritor José Saramago publicada na revista Pau Brasil
Os caminhos antigos e o povoamento do Brasil – Capistrano de Abreu SOLÍS E PRIMEIRAS EXPLORAÇÕES* Desmarquets evocou há mais de século a memória de Jean Cousín, navegante afortunado que, saindo de Dieppe, cerca de 1 480, rumo de S.O. descobriu um grande rio, e depois em rumo de S.E. um cabo: o rio era [...]
D. João VI no BRASIL – Olivera Lima CAPITULO XXVI AS SOLENIDADES DA CORTE Aos poucos fora a corte emigrada refazendo seu ambiente de etiquetas. O desembarque em 1808 tinha sido jubiloso e cordial na sua feição antes popular do que nobre, mas relativamente modesto nas suas galas. Em 1817, porém, já a arquiduquesa Leopoldina [...]
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XIX O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS Neste ponto pode dizer-se que foi deficiente o governo de Dom João VI, se com isto se quer exprimir que não teve resultados permanentes o que ele fez ou tentou fazer pelos índios brasileiros. Cumpre todavia notar logo que lhe não [...]
D. João VI no Brasil – Oliveira LimaCAPÍTULO XIII – ELEVAÇÃO DO BRASIL A REINO Refere Mello Moraes, sem documentos aliás que comprovem sua asserção, que a idéia de elevação do Brasil a reino foi sugerida pelo príncipe de Talleyrand ao conde de Palmela, o qual transmitindo-a sem demora para o Rio de Janeiro, determinou [...]
D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XII- NO CONGRESSO DE VIENA Apesar de ter como principal representante no Congresso de Viena um diplomata do tino de Palmela e da gestão dos seus negócios estrangeiros somente sair das mãos experimentadas de Aguiar para cair nas mãos hábeis de Barca, Portugal, conquanto recebesse todas [...]
Ortega y Gasset e o raciovitalismo A vida como realidade radical José Ortega y Gasset (1883-1955), filósofo espanhol, iniciou sua intelectualidade entre os idealistas neokantianos da escola de Marburgo, na Alemanha. Foi então que ele se descontentou com a configuração do idealismo que propunha uma consciência vazia, sem nenhuma vivência ou experiência para almejar algo [...]
Na viagem de volta para o Rio, depois de ter cumprido satisfatoriamente sua ação
pacificadora, recebeu de Paulo Bregaro, correio da Côrte, nas proximidades do riacho Ipiranga, na cidade de São Paulo,
notícias alarmantes que lhe transmitiam D. Leopoldina e José Bonifácio. Soube assim D. Pedro de novos decretos das
Côrtes: nomeava-se novo ministério para o Príncipe e responsabilizava-se tôda administração de José Bonifácio,
mandava-se processar os membros da junta de São Paulo signatários do manifesto do Fico a D. Pedro; declarava-se
nulo o decreto do Regente que convocara o Conselho dos procuradores gerais das províncias, além de
outras sérias medidas repressoras. D. Leopoldina e José Bonifácio recomendavam-lhe que processasse
a independência o mais cedo possível; sanguíneo, revoltado, D. Pedro reuniu-se à guarda de
honra que o acompanhava e, arrancando os laços de cores portuguesas, bradou:
"Laços fora,
soldados! Camaradas, as Côrtes de Lisboa
querem mesmo escravizar o Brasil: cumpre, portanto, declarar a sua independência. Estamos definitivamente
separados de Portugal".
UM RETRATO DO IMPERADOR
Paulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos”
Tema do mais vivo interesse, que ainda
não tentou a análise da psiquiatria brasileira, mas tema altamente fascinante,
e, ao mesmo tempo, valiosíssima contribuição histórica, seria o estudo, através
de determinantes genealógicos, da individualidade complexa e sedutora desse
irregular D. Pedro I, fundador do império do Brasil. Um psiquiatra de talento,
modernizado, sabendo escrever com agilidade e cor, faria, sem dúvida, dessa
tese, ainda virgem, uma encantadora página de literatura e ciência. Trabalho
penoso, trabalho de esforço e paciência, é certo. Mas que precioso trabalho,
precioso e belo, não seria o de se fixar, através das heranças mentais e dos
atavismos acumulados, a estrutura psicológica desse monarca ardente. Descarnar,
através das taras, dos estigmas, dos legados mórbidos dos avós, os componentes
da alma bravia, da alma desordenada, desse iletrado e desse iluminado, desse
vulgar e desse genial, desse aristocrata e desse plebeu, desse absolutista e
desse liberal, desse piedoso e desse erótico, que foi, ao mesmo tempo, em
contrastes chocantes, aquele galhardo imperador do Brasil.
O PRIMEIRO MINISTÉRIO E AS PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS Capítulo IV de D. João VI no Brasil, de Manuel de Oliveira Lima. É axiomático que, tendo acabado por francamente repudiar a tutela francesa que lhe andara imposta pelos acontecimentos, e proclamar sem rebuço suas sinceras predileções britânicas, o príncipe regente, ao organizar o seu primeiro ministério brasileiro, [...]
Parte 1 Parte 2 Parte 3 Parte 4 Parte 5