SKEPTICISM – The Encyclopedia of Philosophy

ordem dórica (segundo Augusto Choisy)

SKEPTICISM, as a critical philosophical attitude, questions the reliability of the knowledge claims raised by philosophers and others. Originally the Creek term skeptikos meant “inquirers.” Philosophical skeptics have been engaged in inquiry into alleged human achievements in different fields lo see if any knowledge has been or could be gained by them

REALISM – The Encylopedia of Philosophy

REALISM. K. J. Hirst Verbete da "The Encyclopedia of Philosophy" – Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London.   In the early history of philosophy, particulary in medieval thought, the term "realism" was used, in opposition to nominalism, for the doctrine that universals have a real, objective existence. In modern philosophy, … Ler mais

A Historícidade da Razão e a Origem do Conhecimento Metódico

A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
atitude metódica. As fases da evolução do método, até a fase final
racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.

Refletindo a construção da docência baseada numa justiça curricular

maravilhas das antigas civizações

Diante de um complexo processo de ressignifcação de valores, idéias e atitudes no que se referem às relações pessoais e culturais, num mundo em que a idéia de globalização do capital e da produção determinam novas posturas e maneiras de ser, pensar e agir, propomos uma discussão sobre a construção da docência e dos currículos escolares como instâncias que refletem esse processo de quebra de paradigmas. Buscamos confirmar a centralidade da cultura na construção de uma educação emancipatória calcada no respeito e na convivência com a alteridade, de modo que se possa refletir acerca da educação e da escola que queremos, numa sociedade em que os valores de justiça e autonomia de pensamento andam profundamente relativizados.

GIL BLAS, por Paul de Saint-Victor

GIL  BLAS Paul de Saint-Victor Gil Blas é um desses livros que relemos quatro ou cinco vezes na vida: a impressão muda com as leituras. O encantamento não enfraquece, mas o julgamento se modifica. Quiseram ver no herói de Le Sage o tipo da espécie humana. Demasiado entusiasmo e pouco amor-próprio. Estudai de perto esta … Ler mais

CARLOS XII – Paul de Saint-Victor

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

CARLOS XII Paul de Saint-Victor Trad. de Mário   Ferreira dos Santos) Há. na história, ressurreições de tipos e caracteres que fariam acreditar nos Avatares da fábula hindu. Há mil e quinhentos anos de distância, Átila reapareceu, no Norte, sob uma nova forma, reduzido em sua ação, restringido num menor círculo, mas animado de igual furor … Ler mais

Átila o Huno, por Paul de Saint-Victor

guerreiro-huno

ÁTILA Paul de Saint-Victor (Trad. de Mário Ferreira dos Santos) Não uma história, mas uma epopéia em língua bárbara é que Átila mereceria. Pasmou até o século quinto, tão acostumado aos assombros. Acreditar-se-ia que se precipitara sobre a terra o quarto Cavaleiro do Apocalipse. "E eis o corcel branco; e chamavam Morte àquele que o … Ler mais

BENVENUTO CELLINI – por Paul de Saint-Victor

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

BENVENUTO   CELLINI Paul de Saint-Victor (Trad. de Mário Ferreira dos Santos) Benvenuto Cellini tinha cinco anos, quando, numa tarde de inverno, seu pai, que tocava viola ao canto do fogão, acreditou ver um animal semelhante a um lagarto que dançava vivo na chama. Ordenou à criança que se aproximasse, e deu-lhe uma bofetada que fez … Ler mais

SOBRE UMA HISTÓRIA DO CEARÁ – Capistrano de Abreu

Ignora-se o ano exato do estabelecimento de Martim Soares
Moreno; o de 1 610, que em geral se dá, é aproximadamente certo. Em 1 613 o
fundador do -Ceará é mandado ao Maranhão a colher informações sobre o estado da
terra e os estrangeiros que a estão ocupando; em 1 615 Jerônimo de Albuquerque
e Alexandre de Moura assentam o poder português no Maranhão em bases sólidas,
expulsando de uma vez os franceses; começa-se Belém do Pará em 1 616.

OS PRIMEIROS DESCOBRIDORES DE MINAS – Capistrano de Abreu

  OS PRIMEIROS  DESCOBRIDORES DE MINAS*Capistrano de Abreu ADVERTÊNCIA ** A ilustrada Redação da Revista, do Arquivo Mineiro desencavou da saudosa Semana estes artigos, escritos ainda no século passado. Seu fim único era chamar a atenção para fatos geralmente descurados, insistir sobre documentos inéditos uns, outros quase ignorados, mostrar que eram passíveis de interpretação, apresentar … Ler mais

OS CAMINHOS ANTIGOS E O POVOAMENTO DO BRASIL – Capistrano de Abreu

  OS   CAMINHOS   ANTIGOS E   O   POVOAMENTO   DO   BRASIL* Capistrano de Abreu Na era de 1 530 o território entre o Maranhão e Santa Catarina foi dividido em 12 capitanias hereditárias, desiguais em superfície, limitadas toda a Este pelo Atlântico, o Oeste pela linha fantástica de Tordesilhas. Até então o Brasil estivera entregue a degredados, … Ler mais

ATRIBULAÇÕES DE UM DONATÁRIO – Capistrano de Abreu

Os caminhos Antigos e o Povoamento do Brasil – Capistrano de Abreu ATRIBULAÇÕES    DE    UM    DONATÁRIO * Com a exaltação de D. João III ao trono de Portugal se tornou claro o decréscimo nos rendimentos provindos do Brasil. Os primeiros contratos para o aproveitamento exclusivo de certos gêneros, depois a navegação facultada a quem satisfizesse … Ler mais

OS GUAIANASES DE PIRATININGA – Capistrano de Abreu

Os Caminhos Antigos e o Povoamento do Brasil Capistrano de Abreu OS GUAIANASES DE PIRATININGA* Os índios encontrados pelos colonos europeus que primeiro transpuseram a serra de onde se avista o mar e se estabeleceram nos campos corridos pelo Tietê, são geralmente conhecidos pelo nome de Guaianases, na fé de Pedro Taques, Gaspar da Madre … Ler mais

SOLÍS E PRIMEIRAS EXPLORAÇÕES – Os caminhos antigos e o povoamento do Brasil – Capistrano de Abreu

Os caminhos antigos e o povoamento do Brasil – Capistrano de Abreu SOLÍS   E   PRIMEIRAS   EXPLORAÇÕES* Desmarquets evocou há mais de século a memória de Jean Cousín, navegante afortunado que, saindo de Dieppe, cerca de 1 480, rumo de S.O. descobriu um grande rio, e depois em rumo de S.E. um cabo: o rio era … Ler mais

SOBRE A FORMA DE ESTADO E A REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NA CONSTITUIÇÃO ITALIANA

maravilhas das antigas civizações

Para que se dê início a explanação quanto à forma de Estado e natureza política dos países recomendados, deve-se observar que procurou-se o foco no caráter concreto e político não só da formação do texto constitucional, mas também das perspectivas de mudanças e origens sociais (em especial massificadas, dada a relevância) destas. Destarte, evitar-se-ia a dita “Teoria do não-Estado”, pelo foco normativista-idealista, visto que, como afirmado por, entre outros, Heller, jurista alemão, a dita “unidade” estatal estaria necessariamente inserta nas condições “naturais e culturais da vida social”.

CRÍTICA A ROXIN

maravilhas das antigas civizações

     CRÍTICA A ROXIN Ernani Fernandes Bolsista do PRP-Institucional/USP e articulista do Blog Escola Filosófica RFC http:// blog.escolafilosoficarfc.org/  1 PREFÁCIO      Deve-se assercionar, antes que se inicie a crítica, que a superficialidade, decorrente não só da limitação de páginas, como também do objetivo designado, pode dar margem a dúvidas quanto a conceitos apresentados, em … Ler mais

A FILOSOFIA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

Capítulo Primeiro Tradução de Alexandre Correia. Fonte: Editora Herder, 1965. A FILOSOFIA DOS PRÉ-SOCRÁTICOS O pensamento filosófico hodierno se interessa particularmente pelos pré-socráticos, antes de tudo, em virtude dos originais problemas que suscitam e da sua posição ontológica em geral. Antigamente, eram tidos apenas como os filósofos da natureza, entendendo-se, então, por natureza o mundo … Ler mais

Reflexões, citações, pensamentos dos Pré-Socráticos

Os egípcios dizem que os deuses tem nariz chato e são negros, os trácios, que eles tem olhos verdes e cabelos ruivos. — Xenófanes, Fragmentos Pré-Socráticos Tivessem os bois, os cavalos e os leões mãos, e pudessem, com elas pintar e produzir obras como os homens, os cavalos pintariam figuras de deuses semelhantes a cavalos, e … Ler mais

Frases, pensamentos e citações da Escola de Frankfurt

Só são verdadeiros os pensamentos que não entendem a si mesmos — Adorno A filosofia, que outrora se tornara obsoleta, permanece atual, pois perdeu o momento de sua realização — Adorno, Dialética Negativa As obras de arte são copias do vivente empírico, na medida em que a este fornecem o que lhes é recusado no exterior e … Ler mais

Aristóteles – frases, pensamentos, citações

Há muito me convenci de que a capacidade que um homem tem de suportar ruído está na razão inversa da sua inteligência. | A. SchopenhauerTodos os homens, por natureza, desejam conhecer. — Aristóteles, Metafísica O bem do homem nos aparece como uma atividade da alma em consonância com a virtude, e, se há mais de uma … Ler mais

Platão – Frases, citações, pensamentos

Aqueles dentre vós, ó homens, são sapientíssimos os que, como Sócrates, tenham reconhecido que em realidade não tem nenhum mérito quanto a sabedoria. — Platão, Apologia de Sócrates O corpo é o túmulo da alma — Platão E possivelmente, de acordo com o velho provérbio, o belo é que é amigo. Ele assemelha-se a algo doce e … Ler mais

Frases, pensamentos e citações de Nietzsche

O que é grande no homem, é que ele é uma ponte e não um fim: o que pode ser amado no homem, é que ele é um passar e um sucumbir. — Nietzsche, Assim Falou Zaratustra O que é a verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, … Ler mais

Prolegômenos – História da Filosofia na Antiguidade – Johannes Hirschberger

ordem dórica (segundo Augusto Choisy)

História da Filosofia Antiga – Johannes Hirschberger PROLEGÔMENOS   a) Importância da Filosofia Antiga Pergunta que se pode fazer é a de saber-se por que ainda hoje se estuda a Filosofia Antiga. A esta questão sobre a significação da Filosofia Antiga pode-se dar a seguinte resposta: A Filosofia Antiga nos fornece o patrimônio espiritual do … Ler mais

A DESILUSÃO DO REGRESSO – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XXX A DESILUSÃO DO REGRESSO   Dom João VI, quando mesmo não possuísse inteligência política, tinha sobrada experiência de governo para deixar de reconhecer que, na história da monarquia portuguesa, o momento não podia ser mais de resistência, antes era de concessões. Quando muito lhe seria … Ler mais

O MOVIMENTO CONSTITUCIONAL NO BRASIL. O ÚLTIMO MINISTÉRIO – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima   CAPITULO XXIX O MOVIMENTO CONSTITUCIONAL NO BRASIL. O ÚLTIMO MINISTÉRIO A corrente constitucional, em comunicação com os dínamos de Lisboa, seguiu no Brasil a direção norte-sul. A primeira descarga deu-se no Pará, onde o pronunciamento militar ocorreu no dia 1? de janeiro de 1821. O governador … Ler mais

REI OU PRÍNCIPE? THOMAZ ANTÔNIO E PALMELA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXVIII REI OU PRÍNCIPE? THOMAZ ANTÔNIO E PALMELA Os acontecimentos de Portugal, uma vez divulgados, produziram no Brasil, juntamente com a efervescência liberal, conseqüência daquele movimento constitucional, um alastramento da tendência emancipadora e separatista. Como é natural, deu este conflito de idéias origem a uma quantidade … Ler mais

A REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XXVII A REVOLUÇÃO PORTUGUESA DE 1820 O autor das Notas dominicais andou por Lisboa em 1816 e das suas observações, pontualmente exaradas cada semana, ressumbra uma vez mais que a questão do dia em Portugal era a situação de dependência do velho reino com relação ao … Ler mais

AS SOLENIDADES DA CORTE – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no BRASIL – Olivera Lima CAPITULO XXVI AS SOLENIDADES DA CORTE Aos poucos fora a corte emigrada refazendo seu ambiente de etiquetas. O desembarque em 1808 tinha sido jubiloso e cordial na sua feição antes popular do que nobre, mas relativamente modesto nas suas galas. Em 1817, porém, já a arquiduquesa Leopoldina … Ler mais

O ESPETÁCULO DAS RUAS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

Dom João VI no Brasil de Oliveira Lima

D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XXV O ESPETÁCULO DAS RUAS   Nunca, como em tempo de Dom João VI, foi a corte do Rio de Janeiro tão animada, nem as suas ruas tão pitorescas. Formigavam nelas tipos hoje desaparecidos e que eram representativos de outros costumes e de outras idéias, os … Ler mais

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