Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
Consciência.ORG



twitter do site
TWITTER
Assine nosso feed
FEED/RSS
Posts no email:

Somente na clara noite do nada da angústia surge a originária abertura do ente enquanto tal: o fato de que é ente – e não nada. Mas este “e não nada”, acrescentado em nosso discurso, não é uma clarificação tardia e secundária, mas a possibilidade prévia da revelação do ente em geral. — Heidegger, O que é metafísica?

Parceiros
  1. Blog do Miguel
  2. Conexões Epistemológicas
  3. Diário da fonte
  4. Estudando Letras
  5. Filosofia em Quadrinhos
  6. Filosofonet
  7. Ricardo Rose – Da Natureza & Da Cultura
  8. Umas reflexões
  9. Veritas


  • 2012 (70)
  • 2011 (517)
  • 2010 (414)
  • 2009 (157)
  • 2008 (245)
  • 2007 (92)
  • 2006 (105)
  • 2005 (15)
  • 2004 (17)
  • 2003 (3)
  • 2002 (8)
  • 2001 (10)
  • 2000 (4)
  • 1999 (6)
  • 1998 (9)
  • 1997 (22)

  • janeiro 2012 (70)
  • dezembro 2011 (47)
  • novembro 2011 (17)
  • outubro 2011 (72)
  • setembro 2011 (44)
  • agosto 2011 (77)
  • julho 2011 (121)
  • junho 2011 (31)
  • maio 2011 (33)
  • abril 2011 (31)
  • março 2011 (15)
  • fevereiro 2011 (17)
  • janeiro 2011 (12)
  • dezembro 2010 (12)
  • novembro 2010 (36)
  • outubro 2010 (9)
  • setembro 2010 (120)
  • agosto 2010 (65)
  • julho 2010 (48)
  • junho 2010 (40)
  • maio 2010 (60)
  • abril 2010 (9)
  • março 2010 (2)
  • fevereiro 2010 (3)
  • janeiro 2010 (10)
  • dezembro 2009 (3)
  • novembro 2009 (7)
  • outubro 2009 (15)
  • setembro 2009 (2)
  • agosto 2009 (15)
  • julho 2009 (10)
  • junho 2009 (21)
  • maio 2009 (46)
  • abril 2009 (7)
  • março 2009 (4)
  • fevereiro 2009 (9)
  • janeiro 2009 (18)
  • dezembro 2008 (21)
  • novembro 2008 (5)
  • outubro 2008 (11)
  • setembro 2008 (44)
  • agosto 2008 (41)
  • julho 2008 (4)
  • junho 2008 (6)
  • maio 2008 (10)
  • abril 2008 (29)
  • março 2008 (29)
  • fevereiro 2008 (20)
  • janeiro 2008 (25)
  • novembro 2007 (5)
  • outubro 2007 (12)
  • setembro 2007 (1)
  • agosto 2007 (11)
  • julho 2007 (1)
  • junho 2007 (11)
  • maio 2007 (32)
  • março 2007 (4)
  • fevereiro 2007 (6)
  • janeiro 2007 (9)
  • dezembro 2006 (31)
  • novembro 2006 (59)
  • outubro 2006 (2)
  • julho 2006 (3)
  • maio 2006 (2)
  • abril 2006 (3)
  • fevereiro 2006 (1)
  • janeiro 2006 (4)
  • novembro 2005 (4)
  • setembro 2005 (3)
  • julho 2005 (1)
  • junho 2005 (2)
  • maio 2005 (2)
  • abril 2005 (3)
  • novembro 2004 (1)
  • outubro 2004 (3)
  • setembro 2004 (2)
  • julho 2004 (1)
  • junho 2004 (5)
  • maio 2004 (2)
  • abril 2004 (3)
  • julho 2003 (1)
  • fevereiro 2003 (2)
  • dezembro 2002 (1)
  • agosto 2002 (2)
  • julho 2002 (1)
  • maio 2002 (1)
  • março 2002 (1)
  • fevereiro 2002 (2)
  • dezembro 2001 (2)
  • julho 2001 (3)
  • abril 2001 (1)
  • fevereiro 2001 (1)
  • janeiro 2001 (3)
  • agosto 2000 (1)
  • julho 2000 (1)
  • fevereiro 2000 (2)
  • dezembro 1999 (2)
  • maio 1999 (1)
  • fevereiro 1999 (3)
  • julho 1998 (2)
  • junho 1998 (1)
  • maio 1998 (4)
  • fevereiro 1998 (2)
  • dezembro 1997 (1)
  • setembro 1997 (3)
  • agosto 1997 (10)
  • julho 1997 (8)
  • Conto Infantil do Gato de Botas do Perrault, às vezes confundido com Irmãos Grimm, mas é francês, com imagens e ilustrações

    Textos por mês setembro, 2008

    dom
    28
    set
    2008

    Gato de Botas – Fábula Encantada de Perrault

      O Gato de Botas Conto infantil de CHARLES PERRAULT Com desenhos infantis – Ilustrado por PIKKA   [download id="12"] Um gato travesso como toda a gataria calçou botas e foi ao rei levar presentes certo dia. Seu dono era bem pobre. Só tinha um belo olhar e um belo porte Mas o gato de [...]

    sáb
    27
    set
    2008

    Gustave Flaubert – Crônica de Olavo Bilac

    Flaubert Leio hoje nos jornais este telegrama, que me vem a evo­car saudades velhas: "Paris, 21 — Telegrafàm de Rouen que se inaugurou ali o monumento a Gustavo Flaubert,1 com a assistência de vários membros da Associa­ção dos Homens de Letras desta capital e de vários repre­sentantes da literatura e do jornalismo". E o primeiro [...]

    sáb
    27
    set
    2008

    Guerra dos Boêres – Crônica de Olavo Bilac

    Um dia, não
    há muito tempo, um pobre lavrador, sob a fulguração
    causticante do sol, ia impelindo sua charrua pela terra selvagem do Sul da
    África. Era um descendente dessa forte raça holandesa, que,
    em luta constante com o mar, foi a criadora da sua terra, conquistando-a palmo
    a palmo à voracidade das águas. Ia impelindo o arado, e
    levava às costas a espingarda embalada, para se defender dos zulus
    ferozes que rodavam perto… De repente, alguma cousa rebrilhou no
    chão, com um mágico esplendor. Seria um raio de sol, brincando
    nas arestas de um calhau?

    sáb
    27
    set
    2008

    Trabalho feminino – Crônica de Olavo Bilac

    m dia o livro do protocolo de uma repartição pública ou para saber somar quatro colunas de algarismos? Entretanto, que bela experiência a tentar! O espírito da mulher tem sobre o nosso uma incontestável superioridade: não é feito, como o nosso, de imaginação, de poder criador, de invenção; é feito de bom senso, de prudência de [...]

    sáb
    27
    set
    2008

    Prostituição infantil – Crônica de Olavo Bilac

     

    Prostituição infantil

    Não sei que jornal, há
    algum tempo, noticiou que a polícia ia tomar sob a sua proteção as crianças que
    aí vivem, às dezenas, exploradas por meia dúzia de bandidos. Quando li a
    notícia, rejubilei. Porque, há longo tempo, desde que comecei a escrever, venho
    repisando este assun­to, pedindo piedade para essas crianças e cadeia para
    esses patifes.

    Mas os dias
    correram. As providências anunciadas não vieram. Parece que a piedade policial
    não se estende às crianças, e que a cadeia não foi feita para dar agasalho aos
    que prostituem corpos de sete a oito anos… E a cidade, à noite, continua a
    encher-se de bandos de meninas, que vagam de teatro em teatro e de hotel em
    hotel, vendendo flores e aprendendo a vender beijos.

    sex
    26
    set
    2008

    Artur Azevedo – Crônica de Olavo Bilac

    Artur Azevedo Que outro assunto, hoje, senão a morte de Artur Aze­vedo?’ A Crônica está de luto: perdeu um dos seus melhores servidores — talvez o melhor, porque foi de todos o que mais soube tratá-la, como ela quer ser tratada, com um espírito onímodo, dando a todos os assuntos uma leve graça fugitiva, e [...]

    sex
    26
    set
    2008

    O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXII O CASAMENTO DO PRÍNCIPE REAL Entre as negociações diplomáticas do reinado americano de Dom João VI figura, e avulta entre os seus sucessos notáveis, o casamento do príncipe herdeiro Dom Pedro. Não, entretanto, que fosse difícil nessa parte matrimonial a missão do marquês de Marialva [...]

    sex
    26
    set
    2008

    A DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XXI A DIPLOMACIA ESTRANGEIRA NO RIO. CALEPPI E BALK-POLEFF A mudança da corte portuguesa para o Rio de Janeiro implicara naturalmente a mudança do corpo diplomático acreditado junto à mesma em Lisboa, e quando viessem mais tarde agentes para junto da regência, como esteve algum tempo [...]

    sex
    26
    set
    2008

    Sobre a análise blochiana de Fausto e Devoto

    Sobre a análise blochiana de Fausto e Devoto Ernani Fernandes * Prefácio     O texto explanará a análise blochiana, realizada por Boris Fausto e Fernando Devoto, dos casos brasileiro e argentino, segundo a obra recomendada. Como sugerido pelo propositor, a  abordagem dos autores foi comentada de modo sucinto, privilegiando-se, dada a substancial variedade temática de [...]

    sex
    26
    set
    2008

    Seminário sobre o conceito de liberdade e aplicações jurídicas

    Seminário sobre o conceito de liberdade e aplicações jurídicas Ernani Fernandes * Prefácio      Para que se dê início a explanação, deve ser feita a observação de que, apesar de focar a argumentação dos autores recomendados, tomou-se a liberdade de, mesmo que de forma efêmera e mesmo superficial, dado o caráter de resenha, comentar o [...]

    sex
    26
    set
    2008

    Crítica a Maquiavel

    Crítica a Maquiavel Ernani Fernandes * Prefácio      Para que se dê início a explanação quanto a divergências do pensamento maquiaveliano, deve ser feita a ressalva de que, para uma crítica com mais propriedade e livre de posições que podem aparentar irreflexão, dado o foco crítico restrito a capítulos recomendados, seria necessária a releitura da [...]

    qui
    25
    set
    2008

    A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XX A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 As primeiras notícias da revolução pernambucana de 1817, em Pernambuco, alcançaram Londres por via das Antilhas, a uma das quais chegara um navio inglês, Rowena, que pode conseguir autorização para escapar ao rigoroso embargo posto pelos rebeldes sobre todos os [...]

    qua
    24
    set
    2008

    Carlos Gomes – Crônica de Olavo Bilac

    Carlos Gomes – Olavo Bilac Inaugura-se hoje, em Campinas, a estátua de Carlos Gomes. Haverá, decerto, muitas flores, muita música, muitos discursos. De todos os pontos do Brasil, chegarão telegramas, em que palpitará o entusiasmo nacional. Os noticiaristas rebuscarão, para descrever a festa, os seus mais belos adjetivos; os poetas, com as tiorbas engrinaldadas de [...]

    qua
    24
    set
    2008

    O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XIX O TRATAMENTO DOS ÍNDIOS Neste ponto pode dizer-se que foi deficiente o governo de Dom João VI, se com isto se quer exprimir que não teve resultados permanentes o que ele fez ou tentou fazer pelos índios brasileiros. Cumpre todavia notar logo que lhe não [...]

    qua
    24
    set
    2008

    ADMINISTRAÇÃO E JUSTIÇA. OS INTERESSES AGRÍCOLAS E INDUSTRIAIS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XVIII – ADMINISTRAÇÃO E JUSTIÇA. OS INTERESSES AGRÍCOLAS E INDUSTRIAIS Mercê de uma crítica sentimental mais do que de um discernimento, exercido como é o critério à distância dos acontecimentos históricos analisados e, no geral, sem exame judicioso dos fatos e menos ainda dos documentos, tem-se [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Entrevista com Paulo Freire

      PAULO FREIRE — O político que não busque a eficiência está fadado a não fazer nada. Como qualquer um de nós. O problema é saber que eficiência é essa. Eficiência em torno de quê? Em favor de quem? E como, como ser eficiente? Para mim, a eficiência política de um homem ou uma mulher [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XXIV

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XXIII

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XXII

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XXI

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XX

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Ilíada de Homero – Canto XIX

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    ter
    23
    set
    2008

    Eça de Queiroz – Crônica de Olavo Bilac

    Eça de Queirós Foi numa fria noite de dezembro de 1890 que o escritor desta "Crônica" teve pela primeira vez a ventura de apertar a mão de Eça de Queirós. Deram-lhe essa ventura Domício da Gama1 e Eduardo Prado,- levando-o à pequena casa do bairro dos Campos Elísios, em Paris, onde Eça, casado e feliz, [...]

    seg
    22
    set
    2008

    A DIPLOMACIA DE PALMELA NA QUESTÃO DE MONTEVIDÉU – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XVII A DIPLOMACIA DE PALMELA NA QUESTÃO DE MONTEVIDÉU A melhor parte da primeira missão diplomática de Palmela em Londres foi dedicada à questão de Montevidéu, da qual entretanto tratava em Madrid o seu antigo companheiro do Congresso de Viena Saldanha da Gama554, ali acreditado a [...]

    seg
    22
    set
    2008

    Charles Darwin, resumo, biografia, seleção natural e evolucionismo

    A Família Darwin

    Charles Darwin (1809 – 1882) nasceu em 12 de fevereiro de 1809, o
    quinto de seis irmãos, na família de um bem sucedido médico de interior. Seu avô paterno,
    Erasmus, uma figura muito respeitada embora algo controvertida, desfrutava da
    amizade de outra personalidade de grande destaque no século XVIII, Josiah
    Wedgwood I, fundador da Cerâmica Wedgwood. Esta amizade viu-se coroada com o
    casamento da filha mais velha de Wedgwood, Susannah, com Robert, filho de
    Erasmus Darwin.

    dom
    21
    set
    2008

    A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO XVI A CORTE DO RIO, O GABINETE DE MADRI E AS POTÊNCIAS MEDIANEIRAS DA EUROPA É um problema a resolver até que ponto a Espanha e Portugal, mesmo independente da pressão contrária das grandes potências, ansiosas pela manutenção da legitimidade mais avessas à reabertura dos conflitos [...]

    sáb
    20
    set
    2008

    A CONQUISTA DA BANDA ORIENTAL E OS INSURGENTES DE BUENOS AIRES – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    Dom João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPITULO XV A CONQUISTA DA BANDA ORIENTAL E OS INSURGENTES DE BUENOS AIRES A ocupação da Banda Oriental foi o maior desforço, e desforço tomado pelo príncipe regente e seus conselheiros em oposição a toda a Europa, mesmo contra o aliado inglês, do que Portugal deixara de [...]

    sáb
    20
    set
    2008

    Revolução Russa – Crônica de Olavo Bilac

      Revolução Russa – Crônica de Olavo Bilac Não houve, durante a semana, assunto de interesse local que cativasse as almas. O que as cativou, agitando-as em alternativas de cólera, de piedade, de furor e de dó, foi um assunto de interesse "humano": a tragédia da Revolução Russa, concentrando nas ruas de Petersburgo a atenção [...]

    sex
    19
    set
    2008

    Antônio Conselheiro – Crônica de Olavo Bilac

    Antônio Conselheiro – Olavo Bilac Confesso que nunca entendo bem as cousas que se pas­sam aqui. Tenho viajado tanto, que já não há canto da terra que os meus pés de cabra não tenham calcado, nem recanto de horizonte em que não tenham pousado os meus olhos satânicos: e tenho, em todas as terras, entendido [...]

    qui
    18
    set
    2008

    HAXIXE – Crônica de Olavo Bilac

    Haxixe – Olavo Bilac Como a conversação, depois de haver borboleteado de assunto em assunto, durante esse jantar de refinados, tivesse caído afinal em Baudelaire e nos seus Paraísos artificiais, Jacques, que aos trinta anos de idade já tem experimentado todos os prazeres e provado todos os desgostos, disse acendendo o charuto e enchendo o [...]

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
    21 2