Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

Textos no tema 'Lógica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem'


06
fev

Breve Reflexão Sobre a Trajetória Intelectual de Johannes Kepler E AS FUNDAÇÕES DA ASTRONOMIA MODERNA

Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O astrônomo e matemático alemão Johannes Kepler é notoriamente conhecido por elaborar as três leis dos movimentos planetários que revolucionaram toda uma cosmologia que vigorou desde aproximadamente o século II aos Seiscentos. Kepler, num período envolto em conflitos religiosos entre católicos e protestantes, lançou as bases da astronomia moderna interpretando os fenômenos celestes a partir de causas físicas. Advogou ao longo de sua vida a favor do heliocentrismo de Nicolau Copérnico em oposição ao geocentrismo aristotélico-ptolomaico. Partindo destes pressupostos, este trabalho pretende fazer uma breve reflexão sobre a trajetória intelectual de Johannes Kepler e as fundações da astronomia moderna. 

Palavras-Chave: Cosmologia. Geocentrismo. Heliocentrismo. Astronomia. Física. Conflitos Religiosos. Católicos. Protestantes. Kepler.


28
nov

O MÉTODO DE ANÁLISE EM DESCARTES – DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS À CONSTITUIÇÃO DO SISTEMA DO CONHECIMENTO

Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos.
Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica.
Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.

César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.


23
nov

Resumo de teorias epistemológicas

A
inferência pode ser dedutiva, a posteriori, em que suas conclusões se
baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
de meio termo.

Enquanto
que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.


17
out

Ceticismo Acadêmico e ceticismo pirrônico – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

A. A Média e Nova Academia

Os h o m e n s da Academia

Distinguimos, ao lado da antiga Academia (v. pág. 174), ainda uma média, cujos principais representantes são Arcesilau (315 até 241 a. C.) e Carnéades (214-129 a.C); e uma nova Academia, com Filo de Larissa, que veio para Roma em 87. a.C. e aliciou ali Cícero para a sua escola, e Antíoco de Ascalão, a quem Cícero ouviu em Atenas em 79 a.C.


19
set

A primazia do uso consciente da tecnologia

Ao declararmos a primazia do uso consciente da tecnologia, é comum perceber entre a maioria das pessoas, a ausência de um despertar do sentido real intrínseco em tal declaração; e quando surge qualquer sinal de despertamento, manifesta-se um sentido equívoco de conceitos, ou seja, um sentido eivado de concepção mitológica do que seja “consciência” e “tecnologia”.


30
mai

O Conhecimento Abstrativo em Duns Escoto

A procura pelo conhecimento necessário em um mundo dominado pela
contingência é o que caracteriza a filosofia de Duns Escoto. A ciência tal como
a conhecemos vulgarmente toma a probabilidade pelo todo, e é a desconstrução
desse tipo de conhecimento e o alcance de uma ciência verdadeira o intuito
deste filósofo medieval.


17
abr

ARGUMENTOS POPPERIANOS EM FAVOR DO INDETERMINISMO CIENTÍFICO

ARGUMENTOS POPPERIANOS EM FAVOR DO INDETERMINISMO CIENTÍFICO

Ronaldo Pimentel* e Tiago Luis T. Oliveira**

 

Introdução

               A
discussão determinismo versus indeterminismo sempre foi debatida na
história da filosofia. E muitos dos argumentos em favor do determinismo
partiram da eficácia da ciência na previsão de eventos.  O sucesso da mecânica
newtoniana e das leis de Kepler para a explicação do funcionamento da natureza
e [...]


16
jan

Análise do sentido e do significado do uso no domínio da linguagem nas “Investigações Filosóficas” de Wittgenstein

A análise das “Investigações
Filosóficas” de Wittgenstein, pressupõe à partida, um retrocesso à obra que se
apresenta anteriormente a esta, “O Tratado Lógico-Filosófico” e que tem no
sentido das soluções preconizadas pelo autor, a maior importância


13
jan

SKEPTICISM – The Encyclopedia of Philosophy

SKEPTICISM, as a critical philosophical attitude, questions the reliability of the knowledge claims raised by philosophers and others. Originally the Creek term skeptikos meant “inquirers.” Philosophical skeptics have been engaged in inquiry into alleged human achievements in different fields lo see if any knowledge has been or could be gained by them


13
jan

REALISM – The Encylopedia of Philosophy

REALISM.
K. J. Hirst
Verbete da "The Encyclopedia of Philosophy" – Paul Edward, Editor in Chief. vol VII. Collier Macmillan Publishers, London.
 
In the early history of philosophy, particulary in
medieval thought, the term "realism" was
used, in opposition to nominalism, for the doctrine that universals have a
real, objective existence. In modern philosophy, [...]


12
jan

A Historícidade da Razão e a Origem do Conhecimento Metódico

A historícidade da razão. Gênese e essência da razão. A origem da
atitude metódica. As fases da evolução do método, até a fase final
racional, consciente. Características da atitude metódica formal. Passagem do
modo formal ao dialético de interpretar o surgimento do método, e a questão da
origem das idéias. A origem da teoria do conhecimento e sua compendiação com
caráter metódico. Ingenuidade das concepções metafísicas e valor crítico da
teoria dialética. A função da sociedade na teoria do conhecimento.


28
out

Resenha do livro “a história entre a filosofia e a ciência” de José Carlos Reis

Resenha do livro “a história entre a
filosofia e a ciência” de José Carlos Reis. Por Diego José Fernandes
aluno do 4º período de história da UFRN 

Introdução

     José
Carlos Reis inicia seu livro tecendo comentários sobre o século XIX, o qual foi
marcado, na atmosfera intelectual, pelo Cientificismo[1].
As ciências estavam embebedadas pelas idéias de Darwin e pela herança científica
do passado. Razão, [...]


06
set

CONSOLANDO O ESPECIALISTA – PAUL FEYERABEND

CONSOLANDO
O ESPECIALISTA1

PAUL FEYERABEND

University
of California, Berkeley
Tradução de Octavio Mendes Cajado. Fonte: Atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência, Londres 1965
"Há anos venho enforcando gente,
mas nunca vi tamanho estardalhaço."
(Observação feita por Edward "Lofty" Milton, carrasco em meio-expediente, na Rodésia, por ocasião das
demonstrações contra a pena de morte.) "Ele era — diz a revista Time
(15 de março [...]


30
jun

A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS – Karl Popper

 

A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS

KARL POPPER
London School of Economics

Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)
 
A crítica do
Professor Kuhn às minhas opiniões sobre ciência é a mais interessante que já encontrei até agora. Há, [...]


30
jun

LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA? – Thomas Kuhn

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LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?1
THOMAS S. KUHN
Princeton University
Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)

Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre [...]


10
fev

UMA ANÁLISE DA CONCEPÇÃO DE INTENCIONALIDADE DA MENTE DE JOHN R. SEARLE,

Veja mais

A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução (2)
Ortega y Gasset e o raciovitalismo (2)
Heidegger: Kant e o Problema da Metafísica – Aula 6 (0)
A fenomenologia de Edmund HUSSERL, por Bochenski (22)
Sócrates, por Émile Bréhier (1)
Sêneca – Biografia e Pensamentos (2)
Resumo do Mito da Caverna de Platão – História [...]


25
jan

Karl Popper – Lógica da Pesquisa Científica – Fichamento do cap. 1

Fichamento do Capítulo I do
livro A lógica da pesquisa científica – Karl Popper
Miguel DuclósOriginalmente apresentado na FFLCH/USP

Biografia
Karl
Popper nasceu em 1902 em Viena. Seu pai era doutor em direito e se interessava por
filosofia. Ele e o amigo de Karl o influenciaram na curiosidade filosófica. No ano de 1918, Karl Popper ingressou na
Universidade de Viena. [...]


07
ago

A mudança de Paradigma

A mudança de Paradigma
    Manoelito Antonio Soares Filho  

São
Paulo 2007
[...]


26
dez

A estrutura dos estados intencionais na teoria da intencionalidade de Searle: breve introdução

A ESTRUTURA DOS ESTADOS INTENCIONAIS
NA TEORIA DA INTENCIONALIDADE DE SEARLE: BREVE INTRODUÇÃO*

POR:
Ac. Rodrigo Canal (COFIL-UFSJ)

ORIENTADOR:
Prof. Dr. Florêncio de Souza Paz (DFIME-UFSJ)

CO-ORIENTADOR:
Prof. Dr. Paulo César de Oliveira (DFIME-UFSJ)

Resumo:

J. R. Searle (1932) é professor
da Universidade de Berkeley (Califórnia), e hoje um dos principais
representantes da Filosofia da Mente, e vem estudando afundo, nas últimas
décadas, os resultados das Neurociências. [...]


27
nov

A CIÊNCIA E AS CIÊNCIAS – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

Capítulo Terceiro
A  CIÊNCIA E AS  CIÊNCIAS

Art. I.    NOÇÃO DA  CIÊNCIA

46       
1.    Definição. — Devemos aqui precisar  a noção da ciência dada no início
deste livro  (1). O termo ciência é encarado de [...]


27
nov

DO MÉTODO EM GERAL – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

Capítulo Segundo
DO MÉTODO EM GERAL
ART.    I.    NOÇÃO
DO MÉTODO
I.    Definição. — No   seu  sentido   mais  geral,  
o   método e a
ordem que se deve impor aos diferentes processos
necessários para atingir um [...]


27
nov

LÓGICA MATERIAL – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

SEGUNDA PARTE
LÓGICA MATERIAL

1. Definição. —
Após ter estudado as leis que asseguram a retidão do raciocínio, quer dizer, a
conformidade do pensamento consigo mesmo, temos de nos perguntar a que
condições o pensamento [...]


27
nov

O RACIOCÍNIO E O ARGUMENTO – Curso de Filosofia de Jolivet

Curso de Filosofia – Régis Jolivet

Capítulo Terceiro
O RACIOCÍNIO E O ARGUMENTO
ART.   I.   DEFINIÇÕES
1.     O raciocínio, em geral, é a operação pela qual o espírito, de duas ou mais relações conhecidas, concluí uma outra relação que desta decorre logicamente. Como, por outro [...]


23
jan

HEMPEL E O CRITÉRIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO

HEMPEL E O CRÍTERIO EMPIRISTA DE SIGNIFICADO
por Josailton Fernandes de Mendonça
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte –
UERN         
1) O problema da significação na
linguagem cientifica
            Um
dos fatos importantes da linguagem e mais especificamente da [...]


25
jul

Essência do mundo e essência da proposição

Essência do mundo e essência
da proposição.
por
Gilberto Tadeu Garcia Junior
Trabalho feito originalmente para a cadeira de Filosofia dA Lógica – FFLCH
- USP, professor Luiz Henrique Lopes dos Santos.
 
     O que é o mundo?

     O mundo é a totalidade dos fatos e não
das [...]


08
fev

O desenvolvimento da ciência em Thomas Kuhn

O
desenvolvimento da Ciência em Thomas Kuhn
por Isabel
Mª Magalhães R.L. Santos Maia

1-
Introdução
2-
Paradigmas e ciência normal
3- Crise e revolução
4- Conclusão
5- Notas
6- Bibliografia

1-
Introdução

T. Kuhn constitui um marco importante na perspectiva do desenvolvimento
científico na medida em que se opõe a uma concepção
de ciência explicativa. Neste sentido, Kuhn vai tentar
desenvolver as suas teorias epistemológicas num contacto mais
estreito com a [...]


10
fev

As teorias da significação segundo Alsting e a crítica de Hacking

As teorias da significação
segundo Alston e a crítica de Hacking.
                                                                           
por Miguel Duclós

Trabalho feito originalmente para a cadeira de Filosofia da Linguagem, professor
Armando Manoel de Mora.
 
 
     A semântica
é a parte da linguística que trata da relação
entre os signos e o real, e do estudo histórico do sentido das palavras.
Os [...]


10
fev

Auto-referência do conceito e solilóquio da filosofia

Auto-referência
do Conceito e Solilóquio da Filosofia

Alexandre Fernandes B. Costa Leite 1

1. Introdução
       
O atual artigo carrega em si o ímpeto de delinear as linhas que
efetuam o labor realizado por dois pensadores franceses contemporâneos,
Gilles Deleuze e Félix Guattari, e mostrar em sentido geral a concepção
que têm da filosofia. A primeira parte centra-se na maneira que a 
filosofia [...]


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