Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
Consciência.ORG



twitter do site
TWITTER
Assine nosso feed
FEED/RSS
Posts no email:

(…) É muito mais que isso, é uma relação(entre deuses e homens) de necessidade e semelhança, pois na verdade o bom apenas quanto ao tempo de vida difere de um deus, sendo seu discípulo, imitador e verdadeiro descendente, a quem aquele magnífico pai, exigentíssimo fiscal das virtudes, como fazem os pais severos, educa com rigor. — Sêneca, Sobre a Providência Divina

Parceiros
  1. Blog do Miguel
  2. Conexões Epistemológicas
  3. Diário da fonte
  4. Estudando Letras
  5. Filosofia em Quadrinhos
  6. Filosofonet
  7. Ricardo Rose – Da Natureza & Da Cultura
  8. Umas reflexões
  9. Veritas


  • 2012 (70)
  • 2011 (517)
  • 2010 (414)
  • 2009 (157)
  • 2008 (245)
  • 2007 (92)
  • 2006 (105)
  • 2005 (15)
  • 2004 (17)
  • 2003 (3)
  • 2002 (8)
  • 2001 (10)
  • 2000 (4)
  • 1999 (6)
  • 1998 (9)
  • 1997 (22)

  • janeiro 2012 (70)
  • dezembro 2011 (47)
  • novembro 2011 (17)
  • outubro 2011 (72)
  • setembro 2011 (44)
  • agosto 2011 (77)
  • julho 2011 (121)
  • junho 2011 (31)
  • maio 2011 (33)
  • abril 2011 (31)
  • março 2011 (15)
  • fevereiro 2011 (17)
  • janeiro 2011 (12)
  • dezembro 2010 (12)
  • novembro 2010 (36)
  • outubro 2010 (9)
  • setembro 2010 (120)
  • agosto 2010 (65)
  • julho 2010 (48)
  • junho 2010 (40)
  • maio 2010 (60)
  • abril 2010 (9)
  • março 2010 (2)
  • fevereiro 2010 (3)
  • janeiro 2010 (10)
  • dezembro 2009 (3)
  • novembro 2009 (7)
  • outubro 2009 (15)
  • setembro 2009 (2)
  • agosto 2009 (15)
  • julho 2009 (10)
  • junho 2009 (21)
  • maio 2009 (46)
  • abril 2009 (7)
  • março 2009 (4)
  • fevereiro 2009 (9)
  • janeiro 2009 (18)
  • dezembro 2008 (21)
  • novembro 2008 (5)
  • outubro 2008 (11)
  • setembro 2008 (44)
  • agosto 2008 (41)
  • julho 2008 (4)
  • junho 2008 (6)
  • maio 2008 (10)
  • abril 2008 (29)
  • março 2008 (29)
  • fevereiro 2008 (20)
  • janeiro 2008 (25)
  • novembro 2007 (5)
  • outubro 2007 (12)
  • setembro 2007 (1)
  • agosto 2007 (11)
  • julho 2007 (1)
  • junho 2007 (11)
  • maio 2007 (32)
  • março 2007 (4)
  • fevereiro 2007 (6)
  • janeiro 2007 (9)
  • dezembro 2006 (31)
  • novembro 2006 (59)
  • outubro 2006 (2)
  • julho 2006 (3)
  • maio 2006 (2)
  • abril 2006 (3)
  • fevereiro 2006 (1)
  • janeiro 2006 (4)
  • novembro 2005 (4)
  • setembro 2005 (3)
  • julho 2005 (1)
  • junho 2005 (2)
  • maio 2005 (2)
  • abril 2005 (3)
  • novembro 2004 (1)
  • outubro 2004 (3)
  • setembro 2004 (2)
  • julho 2004 (1)
  • junho 2004 (5)
  • maio 2004 (2)
  • abril 2004 (3)
  • julho 2003 (1)
  • fevereiro 2003 (2)
  • dezembro 2002 (1)
  • agosto 2002 (2)
  • julho 2002 (1)
  • maio 2002 (1)
  • março 2002 (1)
  • fevereiro 2002 (2)
  • dezembro 2001 (2)
  • julho 2001 (3)
  • abril 2001 (1)
  • fevereiro 2001 (1)
  • janeiro 2001 (3)
  • agosto 2000 (1)
  • julho 2000 (1)
  • fevereiro 2000 (2)
  • dezembro 1999 (2)
  • maio 1999 (1)
  • fevereiro 1999 (3)
  • julho 1998 (2)
  • junho 1998 (1)
  • maio 1998 (4)
  • fevereiro 1998 (2)
  • dezembro 1997 (1)
  • setembro 1997 (3)
  • agosto 1997 (10)
  • julho 1997 (8)
  • Texto do filósofo estruturalista francês Victor Goldschmidt

    Textos por mês abril, 2008

    sáb
    26
    abr
    2008

    Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos – Victor Goldschmidt

    Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos Victor Goldschmidt Parece que haveria duas maneiras distintas de interpretar um sistema; ele pode ser interrogado, seja sobre sua verdade, seja sobre sua origem; pode-se pedir-lhe que dê razões, ou buscar suas causas. Mas, nos dois casos, considera-se ele, sobretudo, como um conjunto de teses, [...]

    sáb
    26
    abr
    2008

    Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo

    Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo
    THIAGO FELIPE SEBBEN

     

     

    Introdução

    A proposta desse texto: mostrar as
    principais vantagens da deseducação para a coletividade e para o indivíduo, de
    modo a valorizá-la como instrumento que permita a afirmação da vida em seu mais
    alto grau de importância, incentivando a implantação dessa forma assistemática
    de educação. Tal proposta justifica-se pelo entendimento de que a vida digna é
    o valor máximo do humano e que qualquer forma de organização e sistematização
    social – incluindo suas macroestruturas, como é o caso da educação – que
    subleve esse valor é sintoma da decadência humana que assola a cultura
    ocidental. Ora, esclarecido o “o quê” e o “porque”, resta saber o “como”. E
    aqui adentro no campo filosófico-artístico: o aforismo. Forma da linguagem que
    permite a interação entre o objetivo e o subjetivo, entre a filosofia e a
    psicologia, entre o racionalmente-construído e o artisticamente-fabricado; o
    aforismo tem espaço para o devaneio do autor que enseja imaginações nos
    leitores, bem como para conceitos objetivos que estabelecem critérios e
    medidas. A opção por tal forma de se fazer conhecimento se dá, certamente, em
    consonância com a proposta de experimentar o pensamento, de criar o novo, mesmo
    que, num primeiro momento, seja apenas criação teórica.

     

    O que é “vantagem”?

    Antes de prosseguir, uma pausa –
    importante pausa, que nos leva ao estabelecimento de um critério inicial do que
    pode se considerar uma “vantagem” e o que não pode. Ora, a vantagem sempre surge
    num dado momento da realidade. Isso é justamente a “situação” na qual surge a
    “vantagem”, seu plano de existência. É como se existisse um plano de fundo, um
    cenário, e dali extraíssemos uma cena na qual se manifesta a vantagem. E ela
    possui seus atributos, seus elementos de composição – variáveis especificamente
    conforme a situação: o que ela é, para quem ela opera, e mais,
    genealogicamente, qual seu sentido e valor. Pensar, então, na situação – como
    plano de fundo – e no ajuste dos elementos da “vantagem” – como composição da
    mesma – no caso específico da deseducação – ou seja, para que se evidencie as
    vantagens da deseducação -, seria criar um critério que tornasse possível a
    análise “valor da educação tradicional x valor da deseducação”. A criação dessa
    lupa – o critério de “vantagem” – através da qual olhamos para a relação das
    formas de educação é a maneira mais eficaz de se afirmar as principais
    vantagens da deseducação. Imagine a seguinte situação: a realidade dualística
    do mundo enquanto negação da vida na cultura ocidental – na medida em que
    valoriza mais a razão especulativa do que a vida como instrumento de sabedoria
    -, isso sendo considerado a decadência – pois afirma valores anti-vitais -,
    todos os elementos da cultura ocidental se derivam dessa visão de mundo
    corrompida – a moral, o cristianismo, a lógica, as ciências positivas, a
    filosofia tradicional. Nessa situação, o que seria vantajoso? A vantagem seria
    a destruição dos valores anti-vitais e a afirmação dos valores da vida – a
    vitória da atividade x reatividade, do original x imitação. Ela operaria em
    favor da deseducação que é, justamente, a macroestrutura social da educação
    regulada em favor dos valores da vida – a educação pelo e para o ócio. Seu
    sentido seria o de uma coletividade que possuísse igualdades nos campos onde
    isso fosse necessário – campos político e econômico – e diferenças nos campos
    onde isso fosse inevitável – campos filosófico e artístico. O valor dessa
    vantagem seria a criação de uma coletividade onde fosse possível e opcional o
    vir-a-ser individual, onde a vida se manifestasse como infinitas
    possibilidades, combinações e ajustes de forças possíveis; como natureza
    multicolorida impossível de ser descrita pelos símbolos conhecidos do
    inventário humano, a não ser pelos mais superiores artistas em suas obras
    magníficas. Porém, não é menos importante deixar claro que isso que foi
    descrito só é “vantagem” – ou seja, uma qualidade do que está adiante ou é
    superior – porque a vida é o que consideramos como sendo superior para buscar
    conhecimento para… a própria vida!

    qua
    23
    abr
    2008

    OS PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO – História do Brasil

    História do Brasil Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    seg
    21
    abr
    2008

    O conceito de amizade em Aristóteles

    O conceito de amizade em Aristóteles.   Autora: Maria Regina Ponte da Silva[1] “Depende de nós praticarmos atos nobres ou vis; e se é isso que se entende por ser bom ou mal, então depende de nós sermos virtuosos ou viciosos.”   Aristóteles.   Em seu livro Ética à Nicômaco, Aristóteles estabelece um tratado das [...]

    seg
    21
    abr
    2008

    O descobrimento do Brasil – História do Brasil

    História do Brasil Para a Terceira Série Ginasial – Ary da Matta, 1946 História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico Cap. 7 [...]

    dom
    20
    abr
    2008

    Biografia de Aníbal de Cartago, por Plutarco – Vidas Paralelas

    SUMÁRIO DA VIDA DE ANÍBAL Aníbal é chamado por Asdrúbal à Espanha, depois da morte de Amílcar. II. É nomeado general do exército dos cartagineses na Espanha. III. Decide-se a empreender a guerra contra os romanos. IV. Obtém uma grande vitória sobre os carpentanianos e outros povos da Espanha. V. Sitia Sagunto. VI. Ruína de [...]

    sáb
    19
    abr
    2008

    A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE – Paulo Setúbal

    A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADEPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos” Discurso do escritor Paulo Setúbal, paraninfando em 1926 a turma de bacharéis do Ginásio do Carmo. Para mim, filho espiritual desta casa, não podia haver júbilo maior do que este: paraninfar, como hoje paraninfo, uma turma do Ginásio do Carmo. Ainda não tive, na minha [...]

    sáb
    19
    abr
    2008

    O bacharel de Cananéia – Paulo Setúbal

    O BACHAREL DE CANANÉIAPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos Tenho constatado que ainda há gente que me lê. E tenho-o constatado com surpresa. Um escritor que há três anos (há três longos anos) evita, com paixão, a publicidade, e que, preconcebidamente, deliberou viver no seu modesto cantinho, isto é, viver na aconchegada e veludosa penumbra do [...]

    sex
    18
    abr
    2008

    UM RETRATO DO IMPERADOR (Dom Pedro I)

    UM RETRATO DO IMPERADOR
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

    Tema do mais vivo interesse, que ainda
    não tentou a análise da psiquiatria brasileira, mas tema altamente fascinante,
    e, ao mesmo tempo, valiosíssima contribuição histórica, seria o estudo, através
    de determinantes genealógicos, da individualidade complexa e sedutora desse
    irregular D. Pedro I, fundador do império do Brasil. Um psiquiatra de talento,
    modernizado, sabendo escrever com agilidade e cor, faria, sem dúvida, dessa
    tese, ainda virgem, uma encantadora página de literatura e ciência. Trabalho
    penoso, trabalho de esforço e paciência, é certo. Mas que precioso trabalho,
    precioso e belo, não seria o de se fixar, através das heranças mentais e dos
    atavismos acumulados, a estrutura psicológica desse monarca ardente. Descarnar,
    através das taras, dos estigmas, dos legados mórbidos dos avós, os componentes
    da alma bravia, da alma desordenada, desse iletrado e desse iluminado, desse
    vulgar e desse genial, desse aristocrata e desse plebeu, desse absolutista e
    desse liberal, desse piedoso e desse erótico, que foi, ao mesmo tempo, em
    contrastes chocantes, aquele galhardo imperador do Brasil.

    sex
    18
    abr
    2008

    ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL

    ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

     

    ONFROY DE
    THORON

    Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que
    esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente?
    De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui
    esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com
    o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade
    ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente
    anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos,
    maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu
    a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da
    Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se
    apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal
    desnorteante.

    qui
    17
    abr
    2008

    PAULISTAS DO SÉCULO XVII – Paulo Setúbal

    PAULISTAS DO SÉCULO XVII
    Paulo Setúbal

    Dos “Ensaios Históricos”

    A
    "História Geral das Bandeiras Paulistas", do preclaro Dr: Afonso-
    Taunay, representa um dos esforços maiores, e dos mais ilustres, para a
    reconstrução do período épico do bandeirismo, esse fenómeno altíssimo na
    formação da nacionalidade. A obra, porém, tão erudita e tão intensa, não é,
    infelizmente, obra de popularização. O feitio dela, aquele recheio de nomes e
    datas, as transcrições, aqueles muitos alvarás e atas-de-câmara, tudo aquilo,
    enfim, que torna o trabalho fortemente fidedigno, é exatamente o que afugenta o
    leitor comum, o leitor do século prático, o leitor que lê no bonde, esse homem
    rápido, utilitário, que não tem folgas sobejas para correr olhos pacientes
    sobre a papelada maçante das coisas velhas. O próprio autor confessa no pórtico
    do seu doutíssimo trabalho: "Não é uma obra de síntese a que o leitor tem
    sob os olhos. Nem poderia ou deveria sê-lo, pois a história sistemática e
    pormenorizada das bandeiras paulistas jamais se fez até hoje".

    qui
    17
    abr
    2008

    A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O NADA E ANGÚSTIA, SEGUNDO JEAN PAUL SARTRE.

    A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O NADA E ANGÚSTIA, SEGUNDO JEAN PAUL SARTRE. Autora: Maria Regina Ponte da Silva[1] Este artigo faz parte de um dos capítulos da dissertação do mestrado Acadêmico em Filosofia da Universidade Estadual do Ceará apresentado para obtenção do título de mestre em Filosofia. Universidade Estadual do Ceará -Centro de Humanidades – [...]

    qui
    17
    abr
    2008

    NAPOLEÃO E MARIA LUÍSA

    Depois de fundado o seu Império, no pináculo da glória, uma só ideia
    martelava o cérebro de Bonaparte: deixar um herdeiro ao trono. Fixar num filho,
    no sangue do seu sangue, aquela opulenta casa reinante que ele criara com a sua
    espada. Josefina, porém, era estéril. Daí, dessa razão política, nasceu a idéia
    do divórcio. Verdade que já tempos antes, ao voltar da Itália, depois das
    facilidades românticas de Josefina com o pequenino Hipolite Charles, o galante
    oficial dos hussardos, Napoleão pensou carrancudamente em separar-se da mulher.
    Mas a ideia não passou de ímpeto de momento, sem consequência. Napoleão
    perdoou… E começaram, ambos, o corso e a
    "créole", a viver uma vida conjugal remansada, sem arrepios. No
    entanto, ao voltar do Egito, de novo encontrou Bonaparte rumores venenosos em
    torno das saias da Beauharnais. Verdadeiros? Mentirosos? Ninguém o diz com
    exatidão. Mas a partir desse instante, diz Miot de Melíto,
    "on commença a parler clairement du divorce et àmarier Bonaparte à
    diverses princesses". O próprio Luciano Bonaparte, nas suas
    "Memórias" conta as "demarches" que fez nessa época, em
    Espanha, para casar o irmão com a
    infanta Isabel. Mas tudo isso
    não passou de palavras.

    qua
    16
    abr
    2008

    AS JANELAS ESTÃO ABERTAS, MARQUÊS – Paulo Setúbal

    José
    Bonifácio fora destituído do cargo mais ilustre do País: tutor do príncipe e
    das princesas imperiais.

    A Regência nomeou, para substituí-lo, o Marquês de Itanhaém. Quem é
    esse personagem? Quem é, na Corte de então, esse homem que o governo escolheu
    para posto tão eminente?

    qua
    16
    abr
    2008

    D. MARIANA CARLOTA – Paulo Setúbal

    D. MARIANA CARLOTA Paulo Setúbal Fonte: Companhia Editora Nacional, Ensaios Históricos   D. Mariana Carlota foi a primeira dama da meninice de D. Pedro II. A existência dessa proeminente senhora tem incidentes bastante curiosos. E como, na História do Brasil, são raros extremamente raros, os nomes de mulher que vêm à tona, vale sempre relembrar [...]

    seg
    14
    abr
    2008

    Sobre o trabalho

    Sobre o mundo do trabalho Flávio Sposto Pompêo (UnB)  Ao recontar o mito de Sísifo, Camus disse que os deuses pensaram que não havia punição mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança12 . Subjazem à discussão do ensaio de Camus questões sobre o sentido da vida, mas é inequívoca a menção à [...]

    dom
    13
    abr
    2008

    Sobre a ideologia

    Sobre a ideologia Flávio Sposto Pompêo (UnB) A escolha da ideologia para este debate coloca grandes dificuldades, já que poucas categorias têm trajetórias tão conturbadas quanto esta. Se o envolvimento em polêmicos debates teóricos fosse sinônimo de grande capacidade explicativa, o conceito de ideologia seria fundamental para a compreensão da sociedade. A palavra ideologia foi [...]

    dom
    13
    abr
    2008

    DA ARTE DE CONVERSAR – Montaigne

    Michel de Montaigne DA ARTE DE CONVERSAR (Liv. III, cap. VIII) Trad. de J. M. de Toledo Malta Fonte: Livraria José Olympio Editora. É um costume da nossa justiça condenar alguns para escarmento dos outros. Condená-los porque delinqüiram, seria asneira, como diz Platão, pois o que está feito não pôde ser desfeito; condenam-se, porém, a [...]

    sáb
    12
    abr
    2008

    A RAINHA DONA CARLOTA – Capítulo VI – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    CAPÍTULO VI A RAINHA DONA CARLOTA A simples menção deste nome traz à imaginação um cortejo de caprichos dissolutos e de intrigas políticas. Um dos maiores, senão o maior estorvo da vida de Dom João VI foi certamente a rainha que os interesses dinásticos, então mais identificados com os políticos, lhe tinham dado por esposa [...]

    sex
    11
    abr
    2008

    Raimundo de Farias Brito – textos inéditos e dispersos (antologia)

    INÉDITOS E DISPERSOS Farias Brito (1862-1917) Fonte: Farias Brito – Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979) PÁGINAS BIBLIOGRÁFICAS EXTRAÍDAS DO ÁLBUM DE FAMÍLIA Dos inéditos e dispersos escolhemos algumas páginas do "Álbum de Família", que é um precioso diário do autor. Fixamos nossa atenção no momento doloroso em que Farias Brito perde [...]

    sex
    11
    abr
    2008

    O MUNDO INTERIOR – Farias Brito

    O MUNDO INTERIOR (antologia)Raimundo de Farias Brito (1862-1917) Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979) ENSAIO SOBRE OS DADOS GERAIS DA FILOSOFIA DO ESPÍRITO   Este livro, publicado no Rio em 1914, é a última obra de Farias Brito, que faleceu em começo de 1917. Em A Base Física do [...]

    sex
    11
    abr
    2008

    A VERDADE COMO REGRA DAS AÇÕES – Farias Brito

    A VERDADE COMO REGRA DAS
    AÇÕES

    Farias Brito (1862-1917)

    Fonte: Farias Brito -
    Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)

    ENSAIO DE FILOSOFIA MORAL COMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO

    Esta obra publicada em 1905 em Belém do Pará é considerada pelo próprio
    autor "um ensaio de filosofia moral como introdução ao estudo do
    direito" e "complemento prático" de sua maia ampla obra, a
    Finalidade do Mundo.

    Nela notamos a
    preocupação do professor e do bacharel em Direito que quer apresentar a seus
    alunos os assuntos que irá desenvolver ao longo do curso. Durante alguns anos
    Farias Brito foi de fato professor contratado da Faculdade de Direito para
    ensinar como lente substituto.

    sex
    11
    abr
    2008

    Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 3 (antologia)

    A FINALIDADE DO MUNDO Raimundo de Farias Brito (1862-1917) Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979) 3.° Volume ESTUDOS DE FILOSOFIA E TELEOLOGIA NATURALISTA   Esta terceira parte da Finalidade do Mundo intitulada "Evolução e Relatividade" é uma preciosa resenha da consciência filosófica contemporânea e viu a luz em Belém [...]

    qui
    10
    abr
    2008

    Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 2 (antologia)

    A FINALIDADE DO MUNDO Raimundo de Farias Brito (1862-1917) Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979) 2.° Volume ESTUDOS DE FILOSOFIA E TELEOLOGIA NATURALISTA O segundo volume, que corresponde à 2.a parte da Finalidade do Mundo, foi publicado no Ceará em 1899, isto é, quatro anos depois do primeiro, e [...]

    qui
    10
    abr
    2008

    Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 1 (antologia)

    A FINALIDADE DO MUNDO Raimundo de Farias Brito (1862-1917) Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979) 1.° Volume PREFÁCIO Publicando o primeiro volume da Finalidade do mundo, devo observar que por tal modo me absorve o pensamento desta obra que com razão posso dizer: tudo em minha vida está subordinado [...]

    sex
    4
    abr
    2008

    A INTERSUBJETIVIDADE EM MARTIN BUBER

    [download id="14"] A INTERSUBJETIVIDADE EM MARTIN BUBER Tiago Luís Teixeira de Oliveira   Trabalho monográfico apresentado ao Departamento de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel e Licenciado em Filosofia.   Orientador: Amauri Carlos Ferreira      Belo Horizonte 2005 Tiago Luís Teixeira de [...]

    ter
    1
    abr
    2008

    Kim vs Davidson quanto à Causalidade Mental

    Kim vs .
    Davidson quanto à Causalidade Mental
    André Joffily
    Abath

    And the movement in your brain
     sends you out into the rain 
    Nick Drake

    Jaegwon Kim tem se
    revelado, com o passar do tempo, o maior inimigo da filosofia da mente produzida
    por Davidson e, acima de tudo, de seu monismo anómalo. Suas críticas são
    inúmeras. Kim acha que é preciso uma teoria positiva sobre a relação
    mente-corpo, e não uma teoria negativa, como é a de Davidson. Acha, também, que
    Davidson adopta uma posição ingénua em relação ao reducionismo. Outras formas
    de redução deveriam ser consideradas, e não apenas a que seria realizada por
    meio de leis-ponte estritas, que é o centro das atenções de Davidson. E Kim
    acha, principalmente, que o monismo anómalo torna o mental causalmente inerte,
    i.e,se aceitarmos o monismo anómalo,
    teremos um sério problema em relação à causalidade mental.

    Neste ensaio, concentrar-me-ei unicamente na
    terceira desta críticas, que foi o ponto alto de um longo debate sobre o papel
    causal da mente, e que teve o monismo anómalo de Davidson como principal alvo.
    Em relação à primeira e à segunda, farei apenas breves comentários. Após
    percorrer as críticas de Kim, tentarei mostrar como Davidson respondeu ou
    poderia responder-lhes. Antes, porém, devo deter-me, por alguns instantes, no
    monismo anómalo; desta forma, as críticas a ele dirigidas, e as possíveis
    respostas a estas críticas, surgirão de maneira mais clara.

    Monismo Anómalo 

    Exposto pela primeira
    vez em 1970, em Mental Events, o monismo anómalo é a tese que defende a
    identidade entre eventos mentais e eventos físicos, e, portanto, a redução
    ontológica ( daímonismo), mas que
    nega a existência de leis estritas ligando tais eventos (daíanómalo), e, por conseguinte, nega a
    redução conceptual <

    Esta tese
    segue-se de três princípios, que podem ser assim resumidos: a) Princípio da
    Interacção Causal: todos os eventos mentais relacionam-se causalmente com
    eventos físicos; b) Princípio do Carácter Nomológico da Causalidade: eventos
    relacionados como causa e efeito recaem sob leis estritas; c) Anomalismo do
    Mental: Não há leis psicofísicas estritas.

    ter
    1
    abr
    2008

    Intencionalidade e Naturalismo

    Jamais
    pensou a mente tanto sobre si própria. Em fins do século XX, ciência e
    filosofia trilham uma cruzada em busca de compreender a consciência e suas
    capacidades. Três séculos e meio após Descartes, respostas dualistas não mais
    são suficientes; quer-se compreender a mente enquanto um fenômeno fisicamente
    gerado, que toma parte no mundo físico. Em filosofia, esta postura denomina-se
    naturalismo.

    Não
    obstante as exceções, algumas renomadas, como Karl Popper (1962), há muito a
    forma naturalista de compreender a consciência domina a filosofia. Na tradição
    que aqui abordaremos, a analítica, anglo-americana, as bases deste estudo
    remontam a autores como Sellars e seu Empiricism and Philosophy of the Mind (1956),
    Quine, em Palavra e Objeto (1960) e Putnam com Minds and Machines (1960).

    ter
    1
    abr
    2008

    A LEITURA GRAMSCIANA DO FORDISMO E DO AMERICANISMO: A HEGEMONIA NASCE NA (E DA) FÁBRICA


        Procuramos, neste trabalho, analisar as questões que
    estão mais no âmago do texto de Gramsci Americanismo e Fordismo. Enveredamo-nos
    pela leitura do próprio texto, de um modo imanente, procurando entender suas
    questões para, só posteriormente, contextualizá-lo com sua época. Assim, não
    nos preocupamos em dominar uma vasta bibliografia acerca do assunto, este é um
    trabalho posterior e que exige um maior fôlego.



        Nosso trabalho teve a pretensão de ser,
    apenas, introdutório às questões concernentes ao texto de Gramsci, ser um
    primeiro esforço para a compreensão deste autor e dos objetos de estudo de que
    trata.



         Nossa metodologia foi um estabelecimento de
    divisões no texto – possibilitadas pelo próprio Gramsci – que abordam as
    questões apresentadas pelo autor; porém, as questões só fazem sentido se
    consideradas dentro do todo do trabalho.

    O OBJETO DO TEXTO E AS SUAS PROBLEMÁTICAS


         O objeto do texto de Gramsci em discussão é o
    fordismo e, conjuntamente, o americanismo. Veremos adiante como e porquê ambos
    não se separam para Gramsci. Além do objeto do texto, há duas problemáticas
    que decorrem dele e que o permeiam até o epílogo: há a problemática da
    resistência ao fordismo e, concomitantemente, os problemas decorrentes dela.



         Acerca das palavras americanismo e fordismo,
    Gramsci já de início, e na primeira parte do texto, as aponta como uma “rubrica
    geral e convencional”
    1
    : elas
    abarcam um conjunto de fenômenos sociais que emanam da sociedade moderna.
    Americanismo e fordismo com o séquito de fenômenos que os acompanham, decorrem
    da necessidade da economia moderna em potencializar sua organização para a
    produção e reprodução de capital de modo mais veemente.

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
    11

    Início