Consciência - Filosofia e Ciências Humanas

Textos na categoria abril, 2008


26
abr

Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos – Victor Goldschmidt

Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos

Victor Goldschmidt

Parece que haveria duas maneiras distintas de interpretar um sistema; ele pode ser interrogado, seja sobre sua verdade, seja sobre sua origem; pode-se pedir-lhe que dê razões, [...]


26
abr

Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo

Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo
THIAGO FELIPE SEBBEN

 

 

Introdução
A proposta desse texto: mostrar as
principais vantagens da deseducação para a coletividade e para o indivíduo, de
modo a valorizá-la como instrumento que permita a afirmação da vida em seu mais
alto grau de importância, incentivando a implantação dessa forma assistemática
de educação. Tal [...]


23
abr

OS PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO – História do Brasil – Ary da Matta

História do Brasil
Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947)

História do Brasil de Ary da Matta
Cap. 1 – O descobrimento
Cap. 2 – Os primórdios da colonização
Cap.3 – A formação étnica
Cap. 4 – Expansão geográfica
Cap. 5 – Defesa do território
Cap. 6 – Desenvolvimento econômico
Cap. 7 – Desenvolvimento espiritual
Cap. 8 – O [...]


21
abr

O conceito de amizade em Aristóteles

O
conceito de amizade em Aristóteles.

 

Autora: Maria Regina
Ponte da Silva[1]

“Depende de nós
praticarmos atos nobres ou vis; e se é isso que se entende por ser bom ou mal,
então depende de nós sermos virtuosos ou viciosos.”  

[...]


21
abr

O descobrimento – História do Brasil – Ary da Matta

História do Brasil Para a Terceira Série Ginasial – Ary da Matta, 1946

História do Brasil de Ary da Matta
Cap. 1 – O descobrimento
Cap. 2 – Os primórdios da colonização
Cap.3 – A formação étnica
Cap. 4 – Expansão geográfica
Cap. 5 – Defesa do território
Cap. 6 – Desenvolvimento econômico
Cap. 7 – Desenvolvimento espiritual
Cap. 8 – O sentimento nacional

UNIDADE [...]


20
abr

Biografia de Aníbal de Cartago, por Plutarco – Vidas Paralelas

SUMÁRIO DA VIDA DE ANÍBAL

Aníbal é chamado por Asdrúbal à Espanha, depois da morte de Amílcar. II. É nomeado general do exército dos cartagineses na Espanha. III. Decide-se a empreender a guerra contra os romanos. IV. Obtém uma grande vitória sobre os carpentanianos e outros povos da Espanha. V. Sitia Sagunto. VI. Ruína [...]


19
abr

A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE – Paulo Setúbal

A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADEPaulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos”

Discurso
do escritor Paulo Setúbal,
paraninfando em 1926 a turma de bacharéis do Ginásio do Carmo.

Para mim, filho espiritual desta casa, não podia haver júbilo maior do
que este: paraninfar, como hoje paraninfo, uma turma do Ginásio do Carmo. Ainda
não tive, na minha [...]


19
abr

O bacharel de Cananéia – Paulo Setúbal

O BACHAREL DE CANANÉIAPaulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos

Tenho constatado que ainda há gente que me lê. E tenho-o constatado com
surpresa. Um escritor que há três anos (há três longos anos) evita, com paixão,
a publicidade, e que, preconcebidamente, deliberou viver no seu modesto
cantinho, isto é, viver na aconchegada e veludosa penumbra [...]


18
abr

UM RETRATO DO IMPERADOR – Paulo Setúbal

UM RETRATO DO IMPERADOR Paulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos”
Tema do mais vivo interesse, que ainda
não tentou a análise da psiquiatria brasileira, mas tema altamente fascinante,
e, ao mesmo tempo, valiosíssima contribuição histórica, seria o estudo, através
de determinantes genealógicos, da individualidade complexa e sedutora desse
irregular D. Pedro I, fundador do império do Brasil. [...]


18
abr

ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL – Paulo Setúbal

ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL Paulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos”

 

ONFROY DE
THORON

Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que
esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente?
De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por [...]


17
abr

PAULISTAS DO SÉCULO XVII – Paulo Setúbal

PAULISTAS DO SÉCULO XVII Paulo Setúbal
Dos “Ensaios Históricos”
A
"História Geral das Bandeiras Paulistas", do preclaro Dr: Afonso-
Taunay, representa um dos esforços maiores, e dos mais ilustres, para a
reconstrução do período épico do bandeirismo, esse fenómeno altíssimo na
formação da nacionalidade. A obra, porém, tão erudita e tão intensa, não é,
infelizmente, obra de popularização. O feitio dela, [...]


17
abr

A RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O NADA E ANGÚSTIA, SEGUNDO JEAN PAUL SARTRE.

A RELAÇÃO
EXISTENTE ENTRE O NADA E ANGÚSTIA, SEGUNDO JEAN PAUL SARTRE.
Autora: Maria Regina Ponte da Silva[1]

Este artigo faz
parte de um dos capítulos da dissertação do mestrado Acadêmico em Filosofia da
Universidade Estadual do Ceará apresentado para obtenção do título de mestre em
Filosofia.

Universidade
Estadual do Ceará -Centro de Humanidades – Departamento de
Filosofia

Orientador:
Prof. Dr. Regenaldo da Costa

RESUMO [...]


17
abr

NAPOLEÃO E MARIA LUÍSA – Paulo Setúbal

NAPOLEÃO E MARIA LUÍSA…Paulo Setúbal
“Dos Ensaios Históricos”

Depois de fundado o seu Império, no pináculo da glória, uma só ideia
martelava o cérebro de Bonaparte: deixar um herdeiro ao trono. Fixar num filho,
no sangue do seu sangue, aquela opulenta casa reinante que ele criara com a sua
espada. Josefina, porém, era estéril. [...]


16
abr

AS JANELAS ESTÃO ABERTAS, MARQUÊS – Paulo Setúbal

AS JANELAS ESTÃO ABERTAS, MARQUÊS…Paulo Setúbal
Ensaios Históricos

São cinco horas da tarde. Maria Angélica, que é a retreta mais graciosa
de S. Cristóvão, abre, como de costume, as amplas janelas do Paço que dão sobre
o parque. Depois, sem ruído, penetra cautelosamente na galeria de quadros. Aí,
solitário e cismático, está um homem de cabelos [...]


16
abr

D. MARIANA CARLOTA – Paulo Setúbal

D. MARIANA CARLOTA Paulo Setúbal

Fonte: Companhia Editora Nacional, Ensaios Históricos

 

D. Mariana Carlota
foi a primeira dama da meninice de D. Pedro II. A
existência dessa proeminente senhora tem incidentes bastante curiosos. E como,
na História do Brasil, são raros extremamente raros, os nomes de mulher que vêm
à tona, vale sempre relembrar umas páginas da vida palaciana [...]


14
abr

Sobre o trabalho

Sobre o mundo do trabalho Flávio Sposto Pompêo (UnB) 
Ao
recontar o mito de Sísifo, Camus disse que os deuses pensaram que não havia
punição mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança12 .
Subjazem à discussão do ensaio [...]


13
abr

Sobre a ideologia

Sobre
a ideologia Flávio Sposto Pompêo (UnB)
A escolha da ideologia para este
debate coloca grandes dificuldades, já que poucas categorias têm trajetórias
tão conturbadas quanto esta. Se o envolvimento em polêmicos debates teóricos
fosse sinônimo de grande capacidade explicativa, o conceito de ideologia
seria fundamental para a compreensão da sociedade. [...]


13
abr

DA ARTE DE CONVERSAR – Montaigne

Michel de Montaigne
DA ARTE DE CONVERSAR
(Liv. III, cap.
VIII)
Trad. de J. M. de Toledo Malta
Fonte: Livraria José Olympio Editora.
É um
costume da nossa justiça condenar alguns para escarmento dos outros.
Condená-los porque delinqüiram, seria asneira, como diz Platão, pois o que está
feito não pôde ser desfeito; condenam-se, porém, a fim de não delinqüirem mais
do mesmo jeito, [...]


12
abr

Capítulo VI – A RAINHA DONA CARLOTA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

CAPÍTULO VI

A RAINHA DONA CARLOTA

A simples menção deste nome traz à imaginação um
cortejo de caprichos
dissolutos e de intrigas políticas. Um dos maiores, senão o maior estorvo da
vida de Dom João VI foi
certamente a rainha que os interesses dinásticos, então mais identificados com os
políticos, lhe tinham dado por esposa e que não só lhe enodoou o [...]


11
abr

INÉDITOS E DISPERSOS – Farias Brito

INÉDITOS E DISPERSOS

Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito – Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)
PÁGINAS
BIBLIOGRÁFICAS EXTRAÍDAS DO ÁLBUM DE FAMÍLIA
Dos inéditos e dispersos escolhemos algumas páginas do
"Álbum de Família", que é um precioso diário do autor.

Fixamos nossa atenção no momento doloroso em que Farias Brito perde o amado pai.

Em
seguida [...]


11
abr

O MUNDO INTERIOR – Farias Brito

O MUNDO INTERIOR (antologia)Raimundo de Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)

ENSAIO SOBRE OS DADOS
GERAIS
DA
FILOSOFIA DO ESPÍRITO
 

Este livro, publicado no Rio em
1914, é a última obra de Farias Brito, que faleceu em começo de 1917.

Em A Base Física do Espírito ele tinha examinado as
várias escolas psicológicas chegando à [...]


11
abr

A VERDADE COMO REGRA DAS AÇÕES – Farias Brito

A VERDADE COMO REGRA DAS
AÇÕESFarias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito -
Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)

ENSAIO DE FILOSOFIA MORAL COMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
Esta obra publicada em 1905 em Belém do Pará é considerada pelo próprio
autor "um ensaio de filosofia moral como introdução ao estudo do
direito" e "complemento prático" de sua maia [...]


11
abr

Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 3 (antologia)

A FINALIDADE DO MUNDO
Raimundo de Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)

3.° Volume
ESTUDOS DE FILOSOFIA E TELEOLOGIA NATURALISTA
 

Esta
terceira parte da Finalidade do Mundo intitulada
"Evolução e Relatividade" é uma preciosa resenha da consciência
filosófica contemporânea e viu a luz em Belém do Pará, para onde Farias Brito
se transferira em 1902, [...]


10
abr

Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 2 (antologia)

A FINALIDADE DO MUNDO
Raimundo de Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)
2.° Volume

ESTUDOS DE FILOSOFIA E TELEOLOGIA NATURALISTA
O segundo volume,
que corresponde à 2.a parte da Finalidade do Mundo, foi publicado
no Ceará em 1899, isto é, quatro anos depois do primeiro, e tem como subtítulo
"A Filosofia Moderna". Nele se [...]


10
abr

Finalidade do Mundo – Farias Brito – vol. 1 (antologia)

A FINALIDADE DO MUNDO
Raimundo de Farias Brito (1862-1917)
Fonte: Farias Brito Uma antologia organizada por Gina Magnavita Galeffi. GRD-INL/MEC (1979)
1.° Volume

PREFÁCIO
Publicando o
primeiro volume da Finalidade do mundo, devo observar que por tal modo
me absorve o pensamento desta obra que com razão posso dizer: tudo em minha
vida está subordinado a esse pensamento. É assim que, tendo em [...]


04
abr

A INTERSUBJETIVIDADE EM MARTIN BUBER

A INTERSUBJETIVIDADE EM MARTIN BUBER
Tiago Luís Teixeira de Oliveira
 

Trabalho monográfico apresentado ao Departamento de
Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito
parcial para a obtenção do título de Bacharel e Licenciado em Filosofia.

 

Orientador: Amauri Carlos Ferreira 

 

 

Belo Horizonte

2005

Tiago Luís Teixeira de Oliveira

A intersubjetividade em Martin Buber
 

Trabalho monográfico apresentado ao Departamento de
Filosofia da Pontifícia Universidade [...]


01
abr

Intencionalidade e Naturalismo

Intencionalidade e Naturalismo

por André Joffily Abath

João Pessoa, 2000
Monografia de Conclusão do curso apresentada para
Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Humanas Letras e Artes
Departamento de Filosofia
PIBIC/CNPq

Intencionalidade e Naturalismo Autor: André Joffily Abath
Orientador: Prof. Dr. André Leclerc

Sumário

Introdução
Capítulo
I
[...]


01
abr

A LEITURA GRAMSCIANA DO FORDISMO E DO AMERICANISMO: A HEGEMONIA NASCE NA (E DA) FÁBRICA

A LEITURA GRAMSCIANA DO FORDISMO E DO AMERICANISMO: A HEGEMONIA NASCE NA (E DA)
FÁBRICA

por ANDERSON ALVES ESTEVES

ÍNDICE:

Introdução

O objeto do texto e as suas problemáticas

Estudo dos problemas 1 e 4: a introdução do fordismo na Europa e o problema demográfico

Estudo do problema 9: uma questão de superestrutura

Estudo do problema 2: o instinto sexual regulado pela [...]


01
abr

Sentido e Referência dos nomes próprios e das sentenças declarativas: uma proposta de Gottlob Frege

Sentido e Referência dos nomes próprios e das
sentenças declarativas: uma proposta de Gottlob Frege
Alexandre
Fernandes B. Costa Leite
1. Introdução

       
O objetivo do presente texto é tentar mostrar o que Frege (1848-1925)
entende por sentido e referência dos nomes próprios e das
sentenças assertivas completas, isto é, das sentenças
declarativas 1.
Tal tentativa ocorre visto que essas questões são de extrema
relevância [...]


01
abr

Comentário acerca da Estética Transcendental de Immanuel Kant

Comentários acerca da “Estética Transcendental” de Immanuel
Kant (1724-1808)

Alexandre Fernandes Batista Costa
Leite
 
 

1. Introdução

                   
Devido a enorme influência de Kant na composição do
pensamento filosófico, optei por fazer o trabalho no âmbito
de sua Crítica da Razão Pura (CrP-1787-B); poderíamos
dizer que esta influencia, ou mesmo, marca o nascimento da chamada Epistemologia,
ou seja, Teoria do Conhecimento. Não estou a [...]


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