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  • Vida (biografia) e pensamento (obra) de Émile Durkhéim, criador da sociologia

    Textos no ano 2008

    dom
    3
    ago
    2008

    Durkheim e a sociologia

    Durkheim e a sociologia   Jéferson Mendes[1] Émile Durkheim nasceu em Épinal, no dia 15 de abril de 1858, região da Alsácia, na França. Iniciando os estudos em Epinal posteriormente partindo para Paris, no Liceu Louis Le Grand e na École Normale Superiéure (1879). Considerado um dos pais da sociologia moderna. Durkheim formou-se em Filosofia [...]

    sáb
    2
    ago
    2008

    ANÁLISE FILOSÓFICO-POLÍTICA DE A MANDRÁGORA, DE NICOLAU MAQUIAVEL À LUZ DE O PRÍNCIPE E COMENTÁRIOS SOBRE A PRIMEIRA DÉCADA DE TITO LÍVIO

    Na reflexão filosófica é de praxe
    considerar as variadas concepções presentes no pensamento do filósofo estudado.
    Suas concepções de homem, de Deus, de História, de Mundo, são um personalizado
    instrumento metodológico para a compreensão do pensamento do autor como um
    todo. Quanto mais coesa sua cosmovisão, indubitavelmente, estará isenta de
    contradição e, noutro sentido, quanto mais desarmônica, mais prejuízo
    acarretará ao entendimento cabal do sistema filosófico do pensador.

    ter
    29
    jul
    2008

    UMA FILOSOFIA BRASILEIRA

    UMA FILOSOFIA BRASILEIRA   Hugo Allan Matos[1]   Neste último semestre concentrei minha reflexão além de meu tcc[2] em temas que versam sobre filosofia brasileira. Sobretudo, no assunto: há filosofia e filósofos brasileiros? Agora, inspirado nas aulas e reflexões geradas na disciplina de mesmo nome, tendo como objetivo comentar os 4 textos indicados em uma [...]

    sáb
    12
    jul
    2008

    Ilíada de Homero para download- Canto V

    Ílíada de Homero Resumo e apresentação da Ilíada Prefácio a Ilíada de Homero Canto I Canto II Canto III Canto IV Canto V Canto VI Canto VII Canto VIII Canto IX Canto X Canto XI Canto XII Canto III Canto XIV Canto XV Canto XVI Canto XVII Canto XVIII Canto XIX Canto XX Canto XXI [...]

    sáb
    12
    jul
    2008

    A REGÊNCIA ESPANHOLA – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima CAPÍTULO VIII A REGÊNCIA ESPANHOLA Na Península Ibérica, ou com mais propriedade no cantinho a su­doeste onde se havia refugiado, longe do fragor das armas francesas e in­glesas, a soberania nacional, agitaram-se pelas causas as mesmas influên­cias durante todo o tempo em que na América se urdiam [...]

    qui
    10
    jul
    2008

    Do sono dogmático ao sonho antropológico: Nietzsche

     Do sono dogmático ao sonho antropológico: Nietzsche James Ferreira dos Anjos [1]     Resumo: O presente artigo visa oferecer uma visão de Nietzsche acerca do homem. É apresentada a crítica nietzschiana à moral tradicional e à moral cristã, bem como, o seu perspectivismo antropológico fundado na figura do Super-homem que se contrapõe a valores [...]

    seg
    30
    jun
    2008

    A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS – Karl Popper

      A CIÊNCIA NORMAL E SEUS PERIGOS KARL POPPER London School of Economics Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965)   A crítica do Professor Kuhn às minhas opiniões sobre ciência é a mais interessante [...]

    seg
    30
    jun
    2008

    LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA? – Thomas Kuhn

    LÓGICA DA DESCOBERTA OU PSICOLOGIA DA PESQUISA?1 THOMAS S. KUHN Princeton University Tradução de Octávio Mendes Cajado. Fonte: A Crítica do Desenvolvimento do Conhecimento, Editoria Cultrix, 1979 Extraído das atas do Colóquio Internacional sobre Filosofia da Ciência (Londres, 1965) Meu objetivo nestas páginas é justapor o ponto de vista sobre o desenvolvimento científico esboçado em [...]

    dom
    22
    jun
    2008

    A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

    Na viagem de volta para o Rio, depois de ter cumpri­do satisfatoriamente sua ação
    pacificadora, recebeu de Paulo Bregaro, correio da Côrte, nas proximidades do riacho Ipiranga, na cidade de São Paulo,
    notícias alarmantes que lhe transmitiam D. Leopoldina e José Bonifácio. Soube assim D. Pedro de novos decretos das
    Côrtes: nomeava-se novo ministério para o Príncipe e responsabilizava-se tôda ad­ministração de José Bonifácio,
    mandava-se processar os membros da junta de São Paulo signatários do manifesto do Fico a D. Pedro; declarava-se
    nulo o decreto do Regente que convocara o Conselho dos procuradores gerais das pro­víncias, além de
    outras sérias medidas repressoras. D. Leopoldina e José Bonifácio recomendavam-lhe que processasse
    a independência o mais cedo possível; sanguíneo, revoltado, D. Pedro reuniu-se à guarda de
    honra que o acompanhava e, arrancando os laços de cores portuguesas, bradou:

    "Laços fora,
    soldados! Camaradas, as Côrtes de Lisboa
    querem mesmo escravizar o Brasil: cumpre, portanto, declarar a sua independência. Estamos definitivamente
    separados de Portugal".

    sáb
    21
    jun
    2008

    O SENTIMENTO NACIONAL – História do Brasil – Ary da Matta

    História do Brasil – Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico Cap. 7 – Desenvolvimento espiritual Cap. 8 [...]

    qui
    19
    jun
    2008

    O OCIDENTE: DA RELIGIOSIDADE AO ATEÍSMO NIILISTA

    O OCIDENTE: DA RELIGIOSIDADE AO ATEÍSMO NIILISTA Márcio Lima* RESUMO O presente trabalho visa mostrar, de forma resumida, como o cristianismo e a fé religiosa, que permeava toda dimensão cultural, econômica, política e religiosa da sociedade, durante a Idade Média e parte dos séculos XVI e XVII, acabou sendo substituído pelas ciências a partir do [...]

    qui
    19
    jun
    2008

    GILGAMESH E SÍSIFO: SOBRE O HOMEM E O MUNDO

    GILGAMESH E SÍSIFO: sobre o homem e sua finitude no mundo   Ednei de Genaro Aluno mestrando da UFSC (2008) The figure holding a lion cub is from the palace of Sargon in Khorsabad, and is presumed to represent Gilgamesh, fabled king of Uruk, the king who visited the Arabian island of Dilmun Illlustration Courtesy [...]

    qua
    21
    mai
    2008

    DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL – História do Brasil – Ary da Matta

    História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947)  História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    seg
    19
    mai
    2008

    DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – História do Brasil

    História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947)  História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    dom
    18
    mai
    2008

    DEFESA DO TERRITÓRIO – História do Brasil

    História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947)  História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    sáb
    17
    mai
    2008

    NIILISMO COMO CAMINHO PARA O SUPER-HOMEM EM FRIEDRICH NIETZSCHE

    Tudo não tem sentido. Este é o aspecto fundamental para a compreensão do niilismo. Do latim nihil (nada), enquanto termo, o niilismo surge na literatura russa do século XIX para designar uma espécie particular de homem: o negador de valores, o que nada respeita. Porém, com Nietzsche, a questão alarga-se, ganhando as mais variadas formas revelando sua expressão e força, sendo considerado um problema e uma marca do mundo contemporâneo. Nesse escopo, o niilismo configura-se como o responsável pela fragilidade dos princípios racionais que definem o mundo, sob a pretensão de explicitar que as bases dos valores socioculturais mostraram-se ser nada. Em Nietzsche o niilismo ganha a mais alta expressão filosófica sob seus estados psicológicos reconhecidos pelo filósofo como condição existencial. Portanto, na visão de Nietzsche o homem é existencialmente niilista. Sua posição frente ao niilismo se apresenta ainda sob o aspecto da multiplicidade de força da Vontade de Poder em vias passiva e ativa, sendo esta última privilegiada por Nietzsche por assumir-se enquanto força destrutiva dos valores.

    sáb
    17
    mai
    2008

    TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL em 1587 – Gabriel Soares de Sousa – Primeira Parte

    TRATADO DESCRITIVO DO BRASIL em 1587 Gabriel Soares de Sousa PRIMEIRA PARTE: Roteiro geral, com largas informações de toda a costa do Brasil Proêmio Como todas as coisas têm fim, convém que tenham princípio, e como o de minha pretensão é manifestar a grandeza, fertilidade e outras grandes partes que tem a Bahia de Todos [...]

    sáb
    10
    mai
    2008

    EXPANSÃO GEOGRÁFICA – História do Brasil

    História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico Cap. 7 – Desenvolvimento espiritual Cap. 8 – O sentimento nacional História do Brasil -Manual [...]

    sex
    9
    mai
    2008

    AS INTRIGAS PLATINAS – D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    D. João VI no Brasil – Oliveira Lima

    CAPITULO VII

    AS INTRIGAS PLATINAS

    É fora de dúvida que Dom João VI esteve a começo de acordo com o
    projeto que teria a dupla vantagem de livrá-lo da presença nefasta da mulher, enxotando-a com
    todas as honras para Buenos Aires e com ali entronizá-la dando aplicação à
    sua daninha atividade, e ao mesmo tempo estender com essa parceria distante a sua
    importância dinástica, pois que no futuro o império hispano-americano, arredado da
    solução da independência, a qual para mais era contagiosa e poderia propagar-se ao Brasil,
    reverteria para a sucessão de Dona Carlota, que era a sua própria. Não contaria ele com tamanha
    resistência do governo britânico, mais propenso a favorecer a emancipação das
    possessões espanholas, aos projetos de Dona Carlota Joaquina, nascidos da justa
    persuasão de que o domínio colonial da Espanha tinha entrado em franca
    desagregação e que mais valia conservá-lo para uma nova dinastia Bourbon-Bragança do
    que abandoná-lo ao vórtice
    republicano.

    qua
    7
    mai
    2008

    A FORMAÇÃO ÉTNICA – História do Brasil

    História do Brasil -Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    ter
    6
    mai
    2008

    Vôo Noturno – Antoine de Saint-Exupéry

    Vôo Noturno – Antoine de Saint-Exupéry I Na tarde dourada, já as colinas, sob o avião, iam cavando o seu rasto de sombra. Os campos tomavam-se luminosos, duma luminosidade perene: naquelas regiões, os campos não cessam de espalhar o seu ouro, assim como no inverno não findam a sua apoteose de neve. E o piloto [...]

    dom
    4
    mai
    2008

    A Fenomenologia Ontológico-Hermenêutica na perspectiva Heideggeriana

    O
    conciso estudo pretende elucidar, sobretudo, a questão do ser heideggeriana,
    juntamente com a noção de fenomenologia que, segundo Heidegger, a ontologia só
    é possível como fenomenologia e assim, como ontologia é uma hermenêutica, exatamente
    porque a analítica fenomenológica atinge o trabalho de interpretação aplicado
    ao Dasein. O trabalho visa também um esclarecimento no que diz respeito
    ao Dasein como ente (ser-no-mundo); O Dasein como
    ser para a morte (poder-ser) e, consequentemente, a questão da
    temporalidade.

    sáb
    26
    abr
    2008

    Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos – Victor Goldschmidt

    Tempo Histórico e Tempo Lógico na Interpretação dos Sistemas Filosóficos Victor Goldschmidt Parece que haveria duas maneiras distintas de interpretar um sistema; ele pode ser interrogado, seja sobre sua verdade, seja sobre sua origem; pode-se pedir-lhe que dê razões, ou buscar suas causas. Mas, nos dois casos, considera-se ele, sobretudo, como um conjunto de teses, [...]

    sáb
    26
    abr
    2008

    Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo

    Das Principais Vantagens da Deseducação para a Coletividade e para o Indivíduo
    THIAGO FELIPE SEBBEN

     

     

    Introdução

    A proposta desse texto: mostrar as
    principais vantagens da deseducação para a coletividade e para o indivíduo, de
    modo a valorizá-la como instrumento que permita a afirmação da vida em seu mais
    alto grau de importância, incentivando a implantação dessa forma assistemática
    de educação. Tal proposta justifica-se pelo entendimento de que a vida digna é
    o valor máximo do humano e que qualquer forma de organização e sistematização
    social – incluindo suas macroestruturas, como é o caso da educação – que
    subleve esse valor é sintoma da decadência humana que assola a cultura
    ocidental. Ora, esclarecido o “o quê” e o “porque”, resta saber o “como”. E
    aqui adentro no campo filosófico-artístico: o aforismo. Forma da linguagem que
    permite a interação entre o objetivo e o subjetivo, entre a filosofia e a
    psicologia, entre o racionalmente-construído e o artisticamente-fabricado; o
    aforismo tem espaço para o devaneio do autor que enseja imaginações nos
    leitores, bem como para conceitos objetivos que estabelecem critérios e
    medidas. A opção por tal forma de se fazer conhecimento se dá, certamente, em
    consonância com a proposta de experimentar o pensamento, de criar o novo, mesmo
    que, num primeiro momento, seja apenas criação teórica.

     

    O que é “vantagem”?

    Antes de prosseguir, uma pausa –
    importante pausa, que nos leva ao estabelecimento de um critério inicial do que
    pode se considerar uma “vantagem” e o que não pode. Ora, a vantagem sempre surge
    num dado momento da realidade. Isso é justamente a “situação” na qual surge a
    “vantagem”, seu plano de existência. É como se existisse um plano de fundo, um
    cenário, e dali extraíssemos uma cena na qual se manifesta a vantagem. E ela
    possui seus atributos, seus elementos de composição – variáveis especificamente
    conforme a situação: o que ela é, para quem ela opera, e mais,
    genealogicamente, qual seu sentido e valor. Pensar, então, na situação – como
    plano de fundo – e no ajuste dos elementos da “vantagem” – como composição da
    mesma – no caso específico da deseducação – ou seja, para que se evidencie as
    vantagens da deseducação -, seria criar um critério que tornasse possível a
    análise “valor da educação tradicional x valor da deseducação”. A criação dessa
    lupa – o critério de “vantagem” – através da qual olhamos para a relação das
    formas de educação é a maneira mais eficaz de se afirmar as principais
    vantagens da deseducação. Imagine a seguinte situação: a realidade dualística
    do mundo enquanto negação da vida na cultura ocidental – na medida em que
    valoriza mais a razão especulativa do que a vida como instrumento de sabedoria
    -, isso sendo considerado a decadência – pois afirma valores anti-vitais -,
    todos os elementos da cultura ocidental se derivam dessa visão de mundo
    corrompida – a moral, o cristianismo, a lógica, as ciências positivas, a
    filosofia tradicional. Nessa situação, o que seria vantajoso? A vantagem seria
    a destruição dos valores anti-vitais e a afirmação dos valores da vida – a
    vitória da atividade x reatividade, do original x imitação. Ela operaria em
    favor da deseducação que é, justamente, a macroestrutura social da educação
    regulada em favor dos valores da vida – a educação pelo e para o ócio. Seu
    sentido seria o de uma coletividade que possuísse igualdades nos campos onde
    isso fosse necessário – campos político e econômico – e diferenças nos campos
    onde isso fosse inevitável – campos filosófico e artístico. O valor dessa
    vantagem seria a criação de uma coletividade onde fosse possível e opcional o
    vir-a-ser individual, onde a vida se manifestasse como infinitas
    possibilidades, combinações e ajustes de forças possíveis; como natureza
    multicolorida impossível de ser descrita pelos símbolos conhecidos do
    inventário humano, a não ser pelos mais superiores artistas em suas obras
    magníficas. Porém, não é menos importante deixar claro que isso que foi
    descrito só é “vantagem” – ou seja, uma qualidade do que está adiante ou é
    superior – porque a vida é o que consideramos como sendo superior para buscar
    conhecimento para… a própria vida!

    qua
    23
    abr
    2008

    OS PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO – História do Brasil

    História do Brasil Manual Didático para a Terceira Série Ginasial por Ary da Matta (1947) História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico [...]

    seg
    21
    abr
    2008

    O conceito de amizade em Aristóteles

    O conceito de amizade em Aristóteles.   Autora: Maria Regina Ponte da Silva[1] “Depende de nós praticarmos atos nobres ou vis; e se é isso que se entende por ser bom ou mal, então depende de nós sermos virtuosos ou viciosos.”   Aristóteles.   Em seu livro Ética à Nicômaco, Aristóteles estabelece um tratado das [...]

    seg
    21
    abr
    2008

    O descobrimento do Brasil – História do Brasil

    História do Brasil Para a Terceira Série Ginasial – Ary da Matta, 1946 História do Brasil de Ary da Matta Cap. 1 – O descobrimento Cap. 2 – Os primórdios da colonização Cap.3 – A formação étnica Cap. 4 – Expansão geográfica Cap. 5 – Defesa do território Cap. 6 – Desenvolvimento econômico Cap. 7 [...]

    dom
    20
    abr
    2008

    Biografia de Aníbal de Cartago, por Plutarco – Vidas Paralelas

    SUMÁRIO DA VIDA DE ANÍBAL Aníbal é chamado por Asdrúbal à Espanha, depois da morte de Amílcar. II. É nomeado general do exército dos cartagineses na Espanha. III. Decide-se a empreender a guerra contra os romanos. IV. Obtém uma grande vitória sobre os carpentanianos e outros povos da Espanha. V. Sitia Sagunto. VI. Ruína de [...]

    sáb
    19
    abr
    2008

    A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADE – Paulo Setúbal

    A FÉ NA FORMAÇÃO DA NACIONALIDADEPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos” Discurso do escritor Paulo Setúbal, paraninfando em 1926 a turma de bacharéis do Ginásio do Carmo. Para mim, filho espiritual desta casa, não podia haver júbilo maior do que este: paraninfar, como hoje paraninfo, uma turma do Ginásio do Carmo. Ainda não tive, na minha [...]

    sáb
    19
    abr
    2008

    O bacharel de Cananéia – Paulo Setúbal

    O BACHAREL DE CANANÉIAPaulo Setúbal Dos “Ensaios Históricos Tenho constatado que ainda há gente que me lê. E tenho-o constatado com surpresa. Um escritor que há três anos (há três longos anos) evita, com paixão, a publicidade, e que, preconcebidamente, deliberou viver no seu modesto cantinho, isto é, viver na aconchegada e veludosa penumbra do [...]

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