Filosofia e comunicação da arte barroca

FILOSOFIA E COMUNICAÇÃO DA ARTE BARROCA por José Geraldo Vidigal de Carvalho Síntese O objetivo deste capítulo é enfocar o Barroco Mineiro numa tentativa de abordagem de sua mensagem sob ângulo ainda não visualizado pela crítica. A partir de uma realidade que existe, sob o prisma da filosofia da história, uma interpretação dentro da filosofia … Ler mais

Human subjectivity administration and labor organization

maravilhas das antigas civizações

Português: Reflexão sobre o trabalho: Apropriação da subjetividade da classe trabalhadora: burocracia e autogestão, por Felipe Luiz Gomes e Silva. Human subjectivity administration and labor organization Professor Dr.Felipe Luiz Gomes e Silva Universidade Estadual Paulista. Professor Assistente Doutor.  [email protected]   Abstract This paper intends to make a reflection on the human subjectivity administration in automobile … Ler mais

Apropriação da subjetividade da classe trabalhadora: burocracia e autogestão

maravilhas das antigas civizações

. Working class subjectivity assumption: bureaucracy and self-administration.[1] por Felipe Luiz Gomes e SILVA[2] Resumo: O objetivo deste texto é refletir sobre o processo de apropriação da subjetividade da classe trabalhadora pelo capital. Para a reprodução das relações sociais de produção capitalista, a adesão dos operários ao processo de produção é um aspecto fundamental. A … Ler mais

Kant – Da possibilidade da educação: A educação moral

Da possibilidade da educação: A educação moral:

Isabel Rosete
Setembro de 2005

As notas escritas por Kant acerca da educação não constituem, de modo
algum, um desvio meramente acidental de uma actividade filosófica perpassada
por questões metafísicas mas, ao invés, uma parte integrante e fecunda do
seu pensar, tão essencial como qualquer outra. Aliás, a metafísica kantiana
intervém no projecto pedagógico perfilhado pelo autor a todo o momento e em
todos as circunstâncias, não tanto para nos conduzir à elaboração de
abstracções, mas para nos enviar para o concreto porque, afinal, o
Pensamento e a Experiência esclarecem-se e guiam-se mutuamente.

A pedagogia fornece ao autor quadros de pensamento específicos já anunciados
em outras obras que, em aparência, ultrapassam o domínio estritamente
educacional. Existe uma disciplina da Razão Pura que é entendida num sentido
eminentemente pedagógico, tal como nos é anunciado na parte final da Crítica
da Razão Pura, sendo a Metodologia da Razão Prática, que conclui a Crítica
da Razão Prática, não mais do que a ideia de uma pedagogia moral.
Encontramos, também, na Crítica da Faculdade de Julgar, reflexões
essenciais sobre as noções pedagógicas de disciplina e de cultura.

Kant apresenta-se como um espírito profundamente interessado pelos problemas
pedagógicos, aureolado pelas noções de bom senso e de equilíbrio, tão
adversas aos programas de ensino vigentes na época (e quiçá nos nossos
dias), onde a escola se manifestava como o meio menos apropriado para a
promoção da educação da humanidade.

Píndaro – Oitava Ode Pítica

Fontes Gregas Introdução em Pdf Introdução em rtf Ebook de Píndaro – Oitava Pítica (pdf) Ebook de Píndaro – Oitava (rtf) – necessárias para a correta visualização dos documentos acima. Oitava “Ode Pítica” de Píndaro   Humberto Zanardo Petrelli Mestre em Filosofia pela USP Píndaro (P…ndaroj) foi o mais brilhante poeta do século V a.C.. … Ler mais

Sobre a Serenidade de Martin Heidegger

Sobre a "Serenidade" de Martin
Heidegger
Por Isabel Maia

A ciência moderna postula sempre
a monótona

estupidez do mundo que ela interroga

PRIGOGINE


    A "Serenidade" é um belo texto de Heidegger onde
ele reflecte sobre a essência da técnica moderna e onde
mostra a necessidade de recuperar aquilo que ele chamou de pensamento
meditativo. Não se trata de negar a técnica,
obviamente, mas de repensar a nossa relação com ela. O
apelo heideggeriano ao longo deste belo texto é, pois, o de
mantermos acordado o pensamento já que o que o homem tem de
mais próprio é, justamente, ser um ser pensante.

Resumo do Poema Ilíada de Homero

A Ilíada (do grego Iλιάς, Ilias) é um poema épico grego e narra uma série de acontecimentos ocorridos durante o décimo e último ano da Guerra de Tróia. O título da obra deriva do nome grego de Tróia, Ílion.

A Ilíada e a Odisséia são comumente atribuídas a Homero, que acredita-se ter vivido por volta do século VIII a.C. na Jônia ( lugar que hoje é uma região da Turquia), e tratam-se dos mais antigos documentos literários gregos a sobreviverem aos nossos dias. Porém, até hoje se debate a existência desse poeta e se os dois poemas foram compostos pela mesma pessoa

ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI – COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENÉ DESCARTES

ORDO COGNOSCENDI E ORDO ESSENDI: COMENTÁRIOS ACERCA DAS REFLEXÕES DE PAUL RICOEUR ÀS MEDITAÇÕES DE RENEE DESCARTES Josiane Magalhães[1] Ricoeur(1991) em seus comentários sobre as “Meditações” tece uma longa compreensão acerca das três primeiras reflexões de Descartes (1983). Isto porque localiza nessas primeiras linhas uma cisão entre duas fundamentações diferentes para a verdade primeira que … Ler mais

A MORTE DE DEUS E A IDEALIZAÇÃO DO HOMEM SEGUNDO A ÓTICA MORAL DE FRIEDRICH NIETZSCHE


RESUMO


Wilhelm Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um dos filósofos contemporâneos que mais suscita discussões na atualidade. Concentrando nosso tema na crítica de Nietzsche ao cristianismo, temos por objetivo principal apresentar o seu pensamento acerca da religião cristã – incluindo, primeiramente, a sua crítica à filosofia, à razão e à moral – e confrontá-lo com algumas produções filosóficas que questionem e discorram acerca de suas premissas e conclusões, propondo, num desafio à obra do filósofo, que a sua constatada “morte de Deus”, e o seu anúncio a um novo tipo de homem, o sobre-homem, não nos oferecem um questionamento eficaz ao teísmo e aos pressupostos filosóficos cristãos, sendo mais válidos como denúncia do que como suporte a uma nova filosofia.



Palavras-chave: razão, moral, verdade, morte de Deus.

Prefácio do Tratado Teológico-Político de Espinosa

Prefácio do Tratado Teológico-Político

Baruch de Espinosa

Tradução: Diogo Pires Aurélio

PREFÁCIO

    Se os homens pudessem, em todas as circunstâncias, decidir pelo seguro, ou se a fortuna se lhes mostrasse sempre favorável, jamais seriam vitímas da superstição. Mas, como se encontram freqüentemente perante tais dificuldades que não sabem que decisão hão de tomar, e como os incertos benefícios da fortuna que desenfreadamente cobiçam os fazem oscilar, a maioria das vezes, entre a esperança e o medo, estão sempre prontos a acreditar seja o que for:, se tem dúvidas, deixam-se levar  com a maior das facilidades para aqui ou para ali; se hesitam, sobressaltados pela esperança e pelo medo em simultâneo, ainda é pior; porém, se estão confiantes, ficam logo inchados de orgulho e presunção. Julgo que toda a gente sabe que é assim, não obstante eu estar convicto de que a maioria dos homens se ignoram a si próprios. Não há, com efeito, ninguém que tenha vivido entre os homens que não se tenha dado conta de que a maior parte deles, se estão em maré de prosperidade, por mais ignorantes que sejam, ostentam uma tal sabedoria que até se sentem ofendidos se alguém lhes quer dar um conselho. Todavia, se estão na adversidade, já não sabem para onde se virar, suplicam o conselho de quem quer que seja e não há nada que se lhes diga, por mais frívolo, absurdo ou inútil, que eles não sigam. Depois, sempre por motivos insignificantes, voltam de novo a esperar melhores dias ou a temer desgraças ainda piores. Se acontece, quando estão com medo, qualquer coisa que lhes faz lembrar um bem ou um mal por que já passaram, julgam que é o prenúncio da felicidade ou da infelicidade e chamam-lhe, por isso, um presságio favorável ou funesto, apesar de já terem se enganado centenas de vezes. Se vêem, pasmados, algo de insólito, crêem que se trata de um prodígio que lhes revela a cólera dos deuses ou do Númem sagrado, pelo que não aplacar com sacríficios e promessas tais prodígios constitui um crime aos olhos desses homens submergidos na superstição e adversários da religião, que inventam mil e uma coisas e interpretam a natureza da maneira mais extravagante, como se toda ela delirasse ao mesmo tempo que eles. Tanto assim é, que quem nós vemos ser escravo de todas as superstições são sobretudo os que desejam sem moderação os bens incertos. Todos eles, designadamente quando correm perigo e não conseguem por si próprios salvar-se, imploram o auxílio divino com promessas e lágrimas de mulher, dizem que a razão é cega porque não pode indicar-lhes um caminho seguro em direção às coisas vãs que desejam, ou que é inútil a sabedoria humana; em contrapartida, os devaneios da imaginação, os sonhos e as extravagâncias infantis, parecem-lhes respostas divinas. Até julgam que Deus sente aversão pelos sábios e que os seus decretos não estão inscritos na mente, mas sim nas entranhas dos animais, ou que são os loucos, os insensatos, as aves, quem por instinto ou sopro divino os revela.

Imaginação Material Segundo Gaston Bachelard

RESUMO

O tema central da nossa dissertação é o conceito de imaginação material, proposto por Gaston Bachelard, filósofo da descoberta científica e da criação artística. Escolhemos a obra de Bachelard por sua novidade e por suas críticas que ultrapassam a tradição filosófica, o fundamento ocularista do conhecimento e a imaginação formal, prisioneira da abstração e do formalismo. Nossa intenção é demonstrar através do conceito de imaginação material, a singular contribuição de Gaston Bachelard para os estudos acerca do imaginário e para a estética filosófica contemporânea.

RÉSUMÉ

Le thème principal de nôtre dissertation c’est le concept de imagination matérielle, proposé par Gaston Bachelard, philosophe de la découverte scientifique e de la création artistique. Nous avons choisi l’oeuvre de Bachelard pour sa nouveauté et pour sa critiques que dépassent la tradition philosophique, le fondement oculairiste du connaissance et l’imagination formelle, captive de l’abstraction e du formalisme. Nôtre intention c’est démontrer la singulière contribution de Gaston Bachelard pour les études au sujet d’imaginaire et pour l’esthétique philosophique de nôtre époque.

Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno

  Relação entre filosofia e literatura: um diálogo fundamentado na teoria de Adorno Cheila Mara Battistella Monografia apresentada ao curso de Filosofia, da Faculdade de Filosofia de Passo Fundo, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciada em Filosofia, sob a orientação do Ms. Gerson Luís Trombetta. Passo Fundo, dezembro de 2004 De … Ler mais

PERCURSOS DE HEIDEGGER PELO HUMANISMO

PERCURSOS DE HEIDEGGER PELO HUMANISMO  Isabel Rosete A extensa obra de  Heidegger  é marcada por uma obscuridade proposital. Sua insistência em apelar para uma radicalização do pensamento metafísico tornou-o um dos filósofos mais enigmáticos do século XX. A dificuldade do estudo de sua doutrina só tem paralelo com o exame das peças que sobraram dos textos … Ler mais

INTRODUÇÃO AO ENSAIO «UMA POÉTICA DA MÚSICA EM MARTIN HEIDEGGER: OS DOMÍNIOS DA POESIA E O CANTO DOS POETAS

INTRODUÇÃO AO ENSAIO UMA POÉTICA DA MÚSICA EM MARTIN HEIDEGGER: OS DOMÍNIOS DA POESIA E O CANTO DOS POETAS, Isabel Rosete Artista de ontem e de hoje, que é a arte? Não me respondeis. Dissimulai-vos, adormeceis, bem vejo. Mas gritai, acordai, por Júpiter, pai dos deuses! Ensinai-me de uma vez o que é a arte. … Ler mais

O FENÔMENO DO ATEÍSMO NO MUNDO DE HOJE

O FENÔMENO DO ATEÍSMO NO MUNDO DE HOJE Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho, Professor no Seminário de Mariana – MG – vidigal @ homenet. com.br O objetivo deste texto é fazer uma análise dos argumentos mais ponderáveis até hoje apresentados por aqueles que não admitem a existência de um Ser Supremo e diagnosticar a … Ler mais

Sobre o ensaio Do Pedantismo de Michel de Montaigne

Sobre o ensaio “Pedantismo”, de Montaigne (*) por Marcelo Penna Kagaya [email protected] Merleau-Ponty define um clássico como sendo “aquele que ainda nos dá o que pensar”. Montaigne, talvez, seja um desses clássicos que nos fazem refletir sobre muitas coisas, dentre as quais, os fundamentos de nossa pedagogia contemporânea. Em “Pedantismo” (texto integrante de Ensaios, de … Ler mais

Santo Tomás de Aquino: um Filósofo Admirável

filosofia tomista

Tomás de Aquino que foi chamado o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios. Nasceu em março de 1225 no castelo de Roca-Sica, perto da cidade de Aquino, no reino de Nápoles, na Itália. Com apenas cinco anos seu pai, conde de Landulfo d’Aquino, o internou no mosteiro de Monte Cassino. Aí iria ser educado pelos sábios monges beneditinos, ordem religiosa fundada por Bento de Núrsia exatamente naquele local.

Nietzsche – Cartas de 1886

Traduzido da versão em inglês Tabela de conteúdo [esconder] 1 Carta 1 2 Carta 2 3 Carta 3 4 Carta 4 if (window.showTocToggle) { var tocShowText = “mostrar”; var tocHideText = “esconder”; showTocToggle(); } Tradução de Miguel Duclós Carta 1 Sils Maria, 14 de julho, carta a Franz Overbeck Querido amigo, Também teria gostado muito … Ler mais

Ética a Nicômaco de Aristóteles – Resumo e Análise

maravilhas das antigas civizações

Sumário INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA 1.1  Autor e Obras 1.2  A classificação das ciências de Aristóteles 1.3  A ética Aristotélica RESENHA:  A ÉTICA À NICÔMACO 2.1 O objeto do agir humano 2.2  As virtudes 2.3  A estrutura do ato moral 2.4  As  Virtudes  Morais 01. A coragem 02. A Temperança 3.  A Liberalidade 04.  A Magnificência … Ler mais

Mimeses e o advento do estado no Leviatã de Thomas Hobbes

thomas hobbes filósofo inglês

Mimeses e o advento do estado no Leviatã. por Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes Costa Bacharel em Direito e Especialista em Ciências Política E-mail: danilocostaadv (arroba) hotmail.com RESUMO: O presente artigo objetiva lançar as bases e fomentar a discussão acerca de uma possível relação conceitual existente entre o processo de mimeses tal como descrito … Ler mais

NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ

NIETZSCHE, O IMORALISTA, E A FÉ CRISTÃ por Antonio Lucieudo Lourenço da Silva Para começarmos a falar sobre Nietzsche, há que se fazer algumas considerações relevantes a seu respeito. Em momento algum, o filósofo quis que seu pensamento ou suas idéias fossem profanadas, ou que tivessem adeptos. Ainda assim, sua filosofia é para o porvir, … Ler mais

A FILOSOFIA POLÍTICA DE ORTEGA Y GASSET

A FILOSOFIA POLÍTICA DE ORTEGA Y GASSET* Danilo Santos Dornas** Resumo Neste trabalho indicaremos como o filósofo José Ortega y Gasset analisou os problemas de seu tempo e a partir deles consolidou suas teses sociais e políticas. A partir dos textos sobre política do filósofo podemos verificar que sua preocupação fundamental era incentivar o homem … Ler mais

Jean-Jacques Rousseau – resumo, fichamento, contrato social

JEAN-JACQUES ROUSSEAU por June Müller I. Contextualização 1 Iluminismo: iniciou-se na Inglaterra no fim do século XVII e atingiu o apogeu no continente (especialmente na França) no século XVIII 2 Concepções centrais do Iluminismo 2.1 Racionalismo cartesiano (Descartes) 2.1.1 Primazia da razão: é o único guia infalível da sabedoria 2.1.2 Razão: torna o homem livre … Ler mais

JOHN LOCKE – Contextualização e Pensamento

JOHN LOCKE por June Müller   I. Contextualização     1 Contexto sócio-político da obra: final do século XVII na Europa 1.1      Inglaterra, 1688: Revolução Gloriosa: Rei é entronizado pelo Parlamento e jura respeitar a Carta Magna 1.2      Movimentos políticos 1.2.1        Igualitários: “Levellers” (igualdade civil, participação política, garantia da propriedade para artífices e pequenos proprietários) … Ler mais

O PROBLEMA DA EDUCAÇÃO NA FILOSOFIA DA RAZÃO VITAL DE ORTEGA Y GASSET

O PROBLEMA DA EDUCAÇÃO NA FILOSOFIA DA RAZÃO VITAL DE ORTEGA Y GASSET*

Danilo Santos Dornas**

Resumo: Neste trabalho, examinamos quais são os aspectos da Filosofia da Educação segundo o pensador espanhol José Ortega y Gasset (1883-1955). Adicionalmente, procuramos compreender qual a postura do educador e do educando nesse modelo teórico.

Palavras-chave: Filosofia, Educação, Raciovitalismo.

Considerações iniciais

O LUGAR DE SPINOZA NA HISTÓRIA DA FILOSOFIA, O MODELO INTERPRETATIVO DE JOAQUIM DE CARVALHO

O LUGAR DE SPINOZA NA HISTÓRIA DA FILOSOFIA, O MODELO INTERPRETATIVO DE JOAQUIM DE CARVALHO José Mauricio de Carvalho** Danilo Santos Dornas*** RESUMO Joaquim de Carvalho desenvolveu uma abordagem crítica da História da Filosofia e do seu papel no desenvolvimento da própria filosofia. Além disso, introduziu a discussão de uma História da Filosofia Portuguesa apontando … Ler mais

Nietzsche, o último filósofo

NIETZSCHE – "O ÚLTIMO FILÓSOFO" por Vera Lúcia Vassouras    Gênio (propositadamente) incompreendido pela humanidade.    Provavelmente poucos estudantes de filosofia e até mesmo as "autoridades" denominadas filósofos conheçam sua obra. O pensador, vulgarmente conhecido como o "Anticristo" apenas por ter escrito uma obra com tal nome, aliás, desconhecida pelos seus críticos mais vorazes, traz, em seu … Ler mais

O comum necessário de Heráclito

maravilhas das antigas civizações

O ‘COMUM’ NECESSÁRIO DE HERÁCLITO       Humberto Zanardo Petrelli Mestre em Filosofia Antiga UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Apresentado na ANPOF em 03.10.2002 [download id=”2″]              Será feito nesta apresentação o comentário de alguns poucos fragmentos, ou se preferirem, aforismos atribuídos ao livro ‘Sobre a Natureza’ de Heráclito, notadamente os que ocorre a palavra , … Ler mais

Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade

Jean-Jacques Rousseau

Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade por Rafael Teixeira – ÍNDICE: 1. Introdução 2. A questão da piedade 3. O interesse pelo bem-estar e a vontade-de-potência 4. A propriedade e a vontade-de-verdade 5. O entregar-se unicamente ao sentimento da existência atual e o eterno retorno 6. Jean-Jacques Rousseau e Friedrich Nietzsche em defesa da liberdade 7. Bibliografia 1. … Ler mais

Em memória de Giordano Bruno, por Vera Vassouras

EM MEMÓRIA DE GIORDANO BRUNO



Vera Lúcia Vassouras

"Para o verdadeiro filósofo, todos os países são sua pátria"

Aos 17 de fevereiro de 1600, após uma tortuosa e longa prisão, Giordano Bruno é levado à fogueira pelo Santo Oficio, sob as acusações de "apóstata", "herético impertinente, pertinaz e obstinado". A acusação foi sancionada pelo Papa Clemente VIII e posteriormente renovada por Leão XIII, declarando sua filosofia como um "materialismo degenerado". A época ficou conhecida como o período das reformas político-religiosas: o Renascimento. O filósofo foi condenado pelas três correntes: catolicismo, calvinismo o luteranismo (protestantismo).

This website uses a Hackadelic PlugIn, Hackadelic SEO Table Of Contents 1.7.3.