Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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  • FÁBIO MÁXIMO – Plutarco – Vidas Paralelas.
  • I. Antiguidade e glória da casa de Fábio. II. Sua doçura e madureza desde a infância. IV. Seus consulados. Êle triunfa sobre os ligurianos. V. Aníbal ganha as batalhas de Tré-bia e Trasimeno. VI. Morte do cônsul Flamínio. VIII. Terror em Roma. Fábio é nomeado ditador. X. Êle promete sacrifícios e jogos. XI. Reanima a confiança pública e faz a guerra de observação. XII. Aníbal o admira, e não pode forçá-lo a combater. XIII. Audácia de Minúcio. XV. Aníbal, enganado por seus guias, é batido por Fábio. XVI. Astúcias de Aníbal. XIX. Firmeza do Senado que não quer resgatar os prisioneiros. Fábio vende suas terras para seu resgate. XX. Vai a Roma para os sacrifícios solenes. Redobra a audácia de Minúcio, que combate contra a ordem expressa de Fábio e é derrotado. XXV. Fábio voa em seu auxílio, carrega contra o inimigo, e força Aníbal a retirar-se. XXVII. Minúcio reconhece sua falta: chama Fábio seu pai e salvador. XXIX. Fábio deixa a ditadura. Consulado de Paulo Emílio e de Terêncio Varrão. XXXI. Batalha de Canas. XXXV. Quase toda a Itália se declara por Aníbal. Consternação em Roma. Intrepidez e prudência de Fábio. XXXVIII. Êle marcha com Marcelo contra Aníbal. XXXIX. Novas astúcias de Aníbal. XL. Fábio mantém por sua doçura a cidade e o exército no cumprimento do dever. XLIil. Êle engana Aníbal e surpreende Tarento. XLV. Enormidade da presa. XLVI. Segundo triunfo de Fábio. XLVIII. Seu filho é nomeado cônsul. Conduta firme e nobre do filho em relação ao pai. XLIX. Mérito brilhante do avô e bisavô de Fábio. L. Cipião é enviado à Espanha. Contra o parecer de Fábio êle leva a guerra à África. LII. Cipião justifica sua ousadia com admiráveis resultados. LIV. Morte de Fábio antes do fim da guerra. Suas exéquias a expensas

    BIOGRAFIA DE FÁBIO MÁXIMO – Plutarco de Queronéia – Vidas Paralelas.

    Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.

    Desde o ano 494 aproximadamente, até o ano 551 de Roma; 203 A. C.
    Comparação de Péricles e de Fábio Máximo.


  • Vicente de Carvalho
  • VICENTE AUGUSTO DE CARVALHO, nasceu em Santos, a 5 deabril de 1866, e aí fêz os primeiros estudos, matriculando-se, aos dezesseisanos, com licença especial, na Faculdade de Direito de São Paulo, ondese bacharelou em 1886. Espírito adiantado, inclinou-se desde a adoles-cência para a democracia, e, ainda no 4.° ano jurídico, já fazia partedo Diretório Republicano [...]


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  • COMPARAÇÃO ENTRE ALEXANDRE, O GRANDE, E JÚLIO CÉSAR
  • COMPARAÇÃO ENTRE ALEXANDRE, O GRANDE, E JÚLIO CÉSAR

    por

    De H a i ll a n sobre capítulos de Plutarco – Vidas Paralelas.

    Quando se consideram, Alexandre e César, é fácil de se dizer e mais fácil ainda de se provar, que são os dois mais valentes generais de que se faz menção na história, que suas virtudes, fora da luta, são excelentes e têm grande semelhança entre si: que ambos, foram de mui nobre descendência, doutos, eloqüentes, liberais, moderados, muito afeiçoados aos amigos e servidores; sinceramente queridos, obedecidos por seus oficiais e soldados, bondosos para com seus inimigos: que desde seus mais verdes anos deram grandes provas de sua futura grandeza e de sua coragem; que seus feitos são perfeitamente admiráveis, que são dois milagres na arte militar,

    quer se considere a brevidade do tempo de suas guerras e os países que eles percorreram, num instante, quer se lancem os olhos sobre os inimigos por eles derrotados, as cidades e províncias conquistadas, sua sabedoria, valor e bondade; jamais foram repelidos, mas sempre tiveram a vitória nas mãos, fazendo valer a vantagem com um objetivo determinado. Ambos se encontraram em gravíssimo perigo de vida, um na cidade dos malianos, e outro, na Espanha, contra os filhos de Pompeu. Ambos foram avisados mui claramente de sua morte pelos adivinhos, aos quais amavam e respeitavam: no entretanto, ambos lançaram-se como de olhos fechados no perigo do qual os queriam afastar.


  • Raimundo Correa – Antologia Poética
  • RAIMUNDO DA MOTA AZEVEDO CORREIA, nascido a bordo do vapor "São Luís", na baía de Mogúncia, litoral do Maranhão, faleceuna Europa, tendo vivido de 1860 a 1911. Passou rapidamente pela admi-nistração e pela diplomacia e era, quando morreu, magistrado no DistritoFederal. São conhecidíssimas suas belas poesias, estampadas com os títulos deSinfonias, Versos e Versões e [...]


  • Poeta ALBERTO DE OLIVEIRA, fundador da ABL (1859 – 1937)
  • ANTÔNIO MARIANO ALBERTO DE OLIVEIRA, nasceu em Sa-quarema, Estado do Rio de Janeiro, a 28 de abril de 1859 e faleceu aos19 de janeiro de 1937, em Niterói. Desde muito cedo inclinou-se àsletras e traçou, aos catorze anos, o primeiro soneto, sentimental, de certo: "Nasce em verde botão a linda rosa". Fêz o curso de [...]


  • Resumo vida e obra de Artur Azevedo
  • ARTUR AZEVEDO, nasceu em 1855, na cidade de São Luís, capital
    do Maranhão e faleceu no Rio de Janeiro em 1908. Escreveu em prosa
    e verso com admirável facilidade, colaborando ativamente na imprensa
    diária e fazendo sua especialidade na literatura dramática.

    Entre as suas mais aplaudidas composições neste gênero (e muitas
    foram elas) podem citar-se: — A Véspera de Reis, reprodução fiel de
    costumes populares, Amor por Anexins, A Pele do Lobo, O Liberato,
    A Mascote na Roça, A Almanjarra, O Dote, A Jóia, O Badejo,
    comédias
    das quais as duas últimas escritas em verso e com apuro literário, res-
    ponderam à crítica que lhe exprobrara algum desleixo e desperdício de
    talento em peças de somenos importância. São de sua lavra os dramas
    Anjo de Vingança e O Escravocrata, este de colaboração com UrbaNo
    Duarte. Das operetas e paródias algumas há muito bem traçadas e de-
    senvolvidas: A Donzela Teodora, A Princeza dos Cajueiros e A Filha de
    Madama Angu.
    Cultivou a espécie das revistas, onde, ligados por um
    gracioso entrecho, se criticavam os sucessos da atualidade. Uma dessas
    peças, O Mandarim, feita de colaboração com Moreira Sampaio, havendo
    introduzido no palco a imitação de personagens contemporâneas, suscitou
    no jornalismo acesa polêmica.

    Contos fora da Moda, Contos Possíveis, Contos Efêmeros, são os
    títulos de livros em que se reuniram algumas das livres e chistosas his-
    torietas de Artur Azevedo.

    Conhecedor, a fundo, das coisas do nosso teatro, exerceu por muitos
    anos, em várias folhas, a crítica teatral, com penetração e indulgência,
    que faziam lembrar a maneira de Sarcey.

    Foi alto funcionário na Secretaria do Ministério da Agricultura,
    repartição a que também pertenceram o jornalista Gusmão Lobo, o polí-
    grafo Luís da Veiga, o tradutor da Divina Comédia, Xavier P>iheiro, e
    Machado de Assis, o festejado romancista e poeta que presidiu a Aca-
    demia Brasileira de Letras.

    O Badejo – Peça de Teatro selecionada de Artur Azevedo

    Ato II, Cena V — Lucas, César Santos, h
    Ramos, Benjamin Ferraz, D. Angélica.


    Arte etrusca
  • Observações sobre as Vidas de Alexandre, César, Tibério e Caio Graco, AGIS E CLEÔMENES
  • OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA DE ALEXANDRE, O GRANDE CAP. V, pág. 17. No grego está a palavra hécatombeon. Nós ja dissemos que esse mês ático corresponde, para a maior parte, não ao mês de junho, mas ao de julho; pois começava na lua nova mais próxima do solsticio de verão, antes ou depois do solsticio, [...]


  • Bio-bibliografia de CASTRO ALVES com poema O Livro e a América
  • ANTÔNIO DE CASTRO ALVES (Bahia, 1847-1871) estudou o
    Direito primeiro em Pernambuco e depois em São Paulo. Exerceu grande
    influência sobre o espírito da mocidade acadêmica do seu tempo, fazendo
    sempre vibrar a nota livre e generosa em todas as questões; assim foi
    um dos mais pronunciados abolicionistas, ainda antes que do abolicionismo
    se fizesse o lema de um grupo de ação. Padecem muitos de seus versos
    da ênfase peculiar à chamada escola condoreira, que, partindo da imitaçãoi
    hugoana, decaiu em puro gongorismo; porém a muitas de suas composiI
    ções não se podem recusar sentimento e levantados voos líricos. A me
    lhor edição de suas obras, publicada em 2 vols. em 1921, e comemorativa
    do cinqüentenário da morte do poeta, devêmo-la ao ilustre acadêmico
    Afrânio Peixoto, que a prefaciou e anotou, apondo-lhe preciosa e com
    pleta bibliografia.

    O Livro e a América

    Talhado para as grandezas,
    Pra crescer, criar, subir,


    Arte etrusca
  • COMPARAÇÃO DE TIBÉRIO E CAIO GRACO COM AGIS E CLEÔMENES, por Plutarco
  • Plutarco – Vidas Paralelas

    COMPARAÇÃO DE TIBÉRIO E CAIO GRACO COM AGIS E CLEÔMENES

    Chegamos finalmente ao termo e só nos resta comparar estas vidas, pondo-as uma diante da outra. Os dois Gracos, na verdade, foram mais propensos à virtude do que todos os romanos do seu tempo e foram bem instruídos e educados tanto que nem mesmo os seus maiores inimigos, que deles disseram toda espécie de injúrias, não o podem negar; parece que a natureza foi, porém, mais forte em Agis e em Cleômenes; pois eles foram educados insuficientemente, formados em costumes e maneiras de viver que há muito tempo haviam corrompido seus antepassados; no entretanto mostraram-se mestres e guias na sobriedade, na temperança e na simplicidade. Além disso, aqueles, vivendo num tempo em que Roma estava no auge da sua glória e esplendor e quando aí reinava mais o zelo de todas as coisas belas e boas, eles tiveram, por assim dizer, vergonha de abandonar a herança da virtude, que tinham como hereditária, das mãos de seus maiores: estes, oriundos de pais que haviam tido vontade de todo contrária, tendo encontrado seu país corrompido e enfermo, nem por isso foram mais levados a procurar os meios de o favorecer: e o maior louvor que se atribui aos Gracos, abs-tendo-se de tomar dinheiro, é que em todos os seus cargos e empreendimentos do Estado, eles conservaram sempre as mãos limpas, jamais tomaram coisa alguma injustamente; Agis até ficou irritado quando o louvaram por nada tomar de outrem, porque ele pôs em comum suas mesmas riquezas e deu aos seus cidadãos todos os seus bens, os quais em dinheiro somente chegavam a (37), seiscentos talentos. Por aí se pode ver quanto ele julgava grave pecado ganhar injustamente, considerando uma espécie de avareza possuir justamente mais do que os outros.


  • LUÍS GUIMARÃES JÚNIOR
  • LUÍS GUIMARÃES JÚNIOR (Rio de Janeiro, 1845-1897) é o autorde dois livros de poesias: Corimbos e Sonetos e Rimas. Melodioso quanto os mais consumados mestres no poetar, soube àbeleza de forma reunir maviosos sentimentos. Lêem-se os seus versos e,mesmo sem o querermos, se nos fixam na memória. Em prosa colaborou como folhetinista no Diário do [...]


  • CASIMIRO DE ABREU
  • Janeiro, e daí
    foi a Lisboa, onde se demorou quatro anos.

    Ãs labutações da vida do comércio mostrava-se de todo avesso, e,
    lutando com a férrea vontade paterna, só a furto lograva dedicar-se às
    letras. A tísica pulmonar arrebatou-o na flor da idade. A primeira
    edição das poesias de Casimiro — Primaveras, estampou-se em 1859,
    quando o autor tinha 22 anos.

    Não é escritor correto, mas poeta cujos maviosos acordes sabem o
    caminho do coração.

     

    Meus Oito Anos – poema de Casimiro de Abreu


  • Junqueira Freire
  • LUIS JOSÉ DE JUNQUEIRA FREIRE (Bahia, 1832-1855) professou
    na Ordem beneditina em sua terra natal; mas, faltando-lhe vocação para
    preencher os deveres da vida monástica, impetrou e obteve Vim breve de
    secularização, em 1854, sucumbindo pouco depois aos insultos da enfer-
    midade cardíaca que desde a puerícia lhe minava o organismo.

    Escreveu: Inspirações do Claustroe Contradições Poéticas. Dos ou-
    tros escritos quase nada se pôde obter.

    Nas poesias de Junqueira Freire principalmente se nota a pugna
    incessante e dolorosa entre os ditames da consciência e as aspirações de
    uma alma sequiosa de amor e de glória mundana.

    O Hino da Cabocla (636)


  • MANUEL ANTÔNIO ÁLVARES DE AZEVEDO
  • MANUEL ANTÔNIO ÁLVARES DE AZEVEDO (São Paulo, 1831-
    1852) depois de se ter formado em letras no Colégio de Pedro II, foi
    cursar o Direito na Faculdade de sua terra natal, e aí ganhou nomeada
    por brilhantes e precoces produções literárias. Antes de terminar os
    estudos jurídicos, sucumbiu com 21 anos incompletos, deixando aos amigos
    das letras o eterno pesar do muito que se perdeu com tão lutuoso sucesso.


  • JOÃO CARDOSO DE MENESES E SOUSA – Barão de Paranapiacaba
  • JOÃO CARDOSO DE MENESES E SOUSA, Barão de Paranapiacaba,
    nasceu em Santos (Estado de São Paulo) no ano de 1827 e faleceu em
    1915 no Rio de Janeiro. Era formado em ciências jurídicas e sociais pela
    Faculdade de São Paulo. Para o magistério se volveram primeiro as
    suas preferências e foi professor no Liceu de Taubaté. Passou depois
    a trabalhar no Rio de Janeiro, em 1857, como advogado e funcionário
    público, sendo durante longos anos procurador fiscal do Tesouro. Na
    Câmara dos Deputados representou a província de Goiás, de 1873 a
    1876.

    De infatigável aplicação às letras dão prova os muitos primores do
    seu opulento espólio. Desde que, em 1846, estampou um primeiro livro
    de versos, a Harpa Gemedora, título que assaz denuncia o influxo ro-
    mântico a que obedecia o poeta, até aos últimos dias da sua longa
    existência, nos quais se ocupava de coligir e limar o que de melhor
    havia produzido, publicando em 1910 as Poesias e Prosas Seletas, nunca
    João Cardoso cessou de consagrar à Literatura uma devoção sincera, e
    que nem por despremiada admitia desânimo.

    Quando em si não achava a força das grandes concepções poéticas,
    folgava de nos outros encontrá-las, e constituía-se tradutor. Assim tra-
    duziu Lamarttne, tornando vernáculo o Jocelyn; e ao português tras-
    ladou Byron e La Fontaine, na versão de cujas fábulas excedeu pela
    fidelidade, aliada ao impecável da forma, todos quantos nesse tentame o
    haviam precedido.

    "A tradução é ao pé da letra (disse por ocasião da morte do velho
    Paranàpiacaba o Jornal do Comércio), palavra por palavra e na mesma
    ordem: mas por um milagre vemos os versos franceses transformarem-se
    à nossa vista em deliciosos versos portugueses, doce, cantante, com a
    frescura e simplicidade do meigo poeta gaulês."

    Voltando-se depois para as literaturas antigas, traduziu em verso
    uma comédia, A Marmita (Aululária), de Plauto; o Alceste, de Eurí-
    pedes; a Antígone, de Sófocles; e as Nuvens, de Aristófanes. Posto
    que não fosse propriamente um helenista, êle com admirável sagacidade,
    pelo confronto de outras versões e do texto, sempre atinava com o sen-
    tido real ou mais plausível. Sua excelente versão poética do Prometeu,
    de Ésquilo, foi composta sobre a tradução literal, em prosa, que da
    célebre tragédia fizera o imperador D. Pedro II.

    Em outro ramo da sua atividade escreveu Paranàpiacaba um alentado
    e apreciadíssimo volume: Teses sobre a Colonização do Brasil.

    Fêz parte do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; e nos "Anais"
    do nosso Parlamento figuram discursos seus, literariamente elaborados e
    que, quando êle os proferia, mais se realçavam pela varonil presença,
    voz sonora e corretíssima dição do orador.

    A Serra de Paranapiacaba

    Dorme; repousa em teu sono,
     Da força pujante emblema,


  • LAURINDO RABELO
  • LAURINDO JOSÉ DA SILVA RABELO (Rio, 1826-1864) formou-se
    em Medicina, serviu como cirurgião do Exército e foi professor de Gra-
    mática, Geografia e História na escola anexa à Militar. Lutou sempre
    com a penúria e teve grandes amarguras pela perda de parentes e amigos
    que estremecidamente amava.

    Intensa vibra essa nota melancólica em muitas das suas composições
    poéticas; mas há outra face do seu talento, a satírica, que lhe valeu não
    poucas malquerenças.

    Adeus ao Mundo


    Arte etrusca
  • Ágis e Cleomenes, por Plutarco
  • A tabula de Ixion é o símbolo dos ambiciosos. II. Perigo da ambição. III. Esta impeliu os gregos a excsssos, que eles mesmos não haviam previsto. IV. Plutarco os põe em confronto com Agis e Cleômenes. V. Genealogia de Agis. VI. Caráter virtuoso de Agis. VII. Novidade introduzida em Esparta por Epitadeu. Decadência da disciplina. VIII. Tentativas de Agis para restaurar o gosto por aquela antiga severidade. IX. Conquista sua mãe. X. Intriga de Leónidas contra o projeto de Agis. XI. Restabelecimento da antiga constituição proposta ao Senado e ao povo. XII. Controvérsia-entre Agis ¡e Leónidas. XIII. Lisandro acusa e faz depor o rei Leónidas. XIV. Agis e Cleômbroto expulsam os novos éforos, que tinham restaurado Leónidas. Este foge. XV. Agesilau evita a partilha das terras. XVI. Agis é mandado em socorro dos aqueenses contra os etólios. XVII. Leónidas torna a subir ao trono. XVIII. Admirável proceder de Quelonis, mulher de Cleômbroto. XIX. Cleômbroto vai ao exílio, sua mulher segue-o. XX. Perfídia de Anfares, que entrega Agis aos seus inimigos. XXI. É estrangulado na prisão. XXII. Sua mãe e sua avó estranguladas depois déle. XXIII. Horror que essa crueldade inspira aos lacedemônios. XXIV. Leónidas faz seu filho Cleômenes desposar a mulher de Arquidamo, irmão de Agis. XXV. Caráter de Cleômenes. XXVI. Cleômenes propõe-se executar o projeto de Agis. XXVII. Primeira campanha de Cleômenes. XXVIII. Dá combate aos aqueenses. Arato não ousa aceitá-lo. XXIX. Bate os aqueenses e toma a cidade de Mantinéia. XXX. Manda Arquidamo, irmão de Agis, voltar, mas os éforos o matam. XXXI. Obtém uma grande vitória sobre os aqueenses. XXXII. Leva a uma expedição todos os espartanos, que êle julgava mais contrários aos seus projetos. XXXIII. Manda matar os éíoros. XXXIV. Discurso de Cleômenes ao povo para induzi-lo a aceitar a restauração das leis de Licurgo. XXXVI. Êle as restabelece, de fato. XXXVII. Assola as terras dos megalo-politanos. XXXVIII. Reputação de Cleômenes entre os gregos. XXXIX. Frugalidade de sua mesa. XL. Bale os aqueenses. XLI. Negociações iniciadas entre Cleômenes e os aqueenses. XLII. Arato chama os macedônios a Acaia. XLIII. Baixeza da conduta de Arato frente a Antígono. XLIV. Arato faz interromperem-se as negociações iniciadas com Cleômenes. XLV. Éste declara guerra aos aqueenses. Toma Palene e Argos. XLVI. Grande idéia que se concebe de Cleômenes e dos lacedemònios. XLVII. Cleon, Pliunte, Corinto, aliam-se com Cleômenes. XLVIII. Prende Antígono na passagem das montanhas Onienas. XLIX. Revolta de Argos. L. Cleômenes a retoma e é forçado a se retirar pela chegada de Antígono. LI. Morte de Agiatis, mulher de Cleômenes. LII. Generosidade de Cratesicléa. mãe de Cleômenes. LIII. Surpreende a cidade de Me-galópolis. LIV. Propõe aos megalopolitanos entregar-lha, com a condição de fazerem aliança com Esparta. LV. Ante a recusa deles, entrega a cidade ao saque. LVI. Devasta o território de Argos. LVII. Entra por fanfarronice em Argos. LVIII. A falta de dinheiro arruina os negócios de Cleômenes. LIX. Batalha de Selásia. LX. Cleômenes é derrotado por traição de Demóteles. LXI. Embarca depois de ter aconselhado aos espartanos a se entregarem a Antígono. LXII. Antígono trata muito humanamente a cidade de Esparta. LXIII. Terício propõe a Cleômenes terminar seus dias por morte voluntária. LXIV. Resposta de Cleômenes que considera o suicídio uma fraqueza. LXV. Como Ptolomeu recebe e trata Cleômenes. LXVI. Mudança dos negócios de Cleômenes no Egito. LXVII. Êle pede que o deixem ir com seus amigos. LXVIII. Nicágoras acusa Cleômenes de uma conspiração. Encerram-no em uma casa. LXIX. Cleômenes toma com seus amigos a resolução de se pôr em liberdade. LXX. Como executam seu plano. LXXI. Morte voluntária de Cleômenes e de seus amigos. LXXII. Morte da mãe e dos filhos de Cleômenes. LXXIII. Morte da mulher de Panteu. LXXIV. Superstição dos egípcios ocasionada pela vista de uma serpente enrolada em torno do pescoço de Cleômenes,
    Desde a 130.” olimpíada mais ou menos, ale o secundo ano da 140.*; antes de Jesus Cristo, ano 219.
    Vidas Paralelas de Plutarco, Ágia e Cleómenes de Esparta.


  • ANTÔNIO FRANCISCO DUTRA E MELO
  • ANTÔNIO FRANCISCO DUTRA E MELO (Rio de Janeiro, 1823-1846) foi uma esperança malograda, e ceifada em flor pela morte. Na Minerva Brasiliense e em outros jornais deixou esparsas lindíssimas poesias, cuja publicação foi encetada, chegando a imprimir-se algumas folhas, mas até hoje não concluída. Dele só temos completo um Curso Prático de Língua Inglesa e dois voluminhos de versos, que não são os melhores.


    Vivia do magistério particular. Morreu no mesmo dia em que Januário de Cunha Barbosa — 22 de fevereiro de 1846.



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  • MANUEL ODORICO MENDES
  • MANUEL ODORICO MENDES (S. Luís do Maranhão, 1799-1864) foi esforçado campeão das idéias liberais na imprensa e na Câmara dos Deputados, de que fêz parte em mais de uma legislatura. Faleceu em Londres viajando por estrada de ferro.



    Como poeta original acompanhou a escola filintista, primando na correção da linguagem; e concluiu esmeradas traduções, entre as quais têm primazia as das obras de Virgílio e da Ilíada de Homero.

    Tempestade – DESCRITA POR VIRGILIO

    Disse; um revés do conto a cava serra
    Ao lado impele: os turbinosos ventos


  • GONÇALVES DIAS – Biografia e poesias selecionadas
  • ANTÔNIO GONÇALVES DIAS (Caxias; 10 de agosto de 1823 3 de novembro de 1864) bacharelou-se em Direito na Universidade de Coimbra, e, voltando ao Brasil em 1845, sumamente se distinguiu como poeta lírico, publicando, de 1846 a 1851, os seus Primeiros, Segundos e Últimos Cantos.

    Na Revista Trimensal do Instituto Histórico figuram interessantes memórias devidas à sua pena.


  • MANUEL DE ARAÚJO PORTO-ALEGRE
  • MANUEL DE ARAÚJO PORTO-ALEGRE, Barão de Santo Ângelo (Rio Pardo, do Rio Grande do Sul, 1806-1879), foi um dos grandes batalhadores do movimento romântico no Brasil, glória que comparte com Magalhães e Gonçalves Dias. Principiou a vida como relojoeiro, e, tendo sido recrutado em sua terra natal, veio para o Rio de Janeiro, onde estudou na Academia das Belas Artes. Enviado à Europa por alguns amigos, aí foi discípulo de Gros, e na Itália conviveu com Magalhães e Sales Torres Homem .Foi nomeado diretor da Academia em 1854; em 1859, cônsul geral em Berlim. Desde então viveu quase sempre na Europa.


  • GONÇALVES DE MAGALHÃES – biografia e poesias selecionadas
  • Antologia Nacional de Escritores

    Parte 2 – Poetas

    Poetas Brasileiros.



    CAPÍTULO 1






    FASE CONTEMPORÂNEA

    (Séculos XX e XIX, depois de 1820)






    POETAS BRASILEIROS






    DOMINGOS JOSÉ GONÇALVES DE MAGALHÃES, Visconde de Araguaia, (1811-1882), desempenhou no movimento romântico do Brasil o mesmo papel que em Portugal coube a Garrett.


  • GARCIA DE RESENDE
  • GARCIA DE RESENDE (Évora, 1470-1536) — Foi historiador e poeta e praticou também a arte do desenho e a música, além de servir o emprego de moço da escrivaninha junto ao rei D. João II.

    Do que EI-Rei disse a hü home, que bebia vinho mais do necessário

    (Inícios do Séc. XVI)


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  • Os Gracos – Biografia de TIBÉRIO Graco e CAIO GRACO, por Plutarco
  • Autor: Plutarco

    BIOGRAFIA TIBÉRIO E CAIO GRACO

    Parte das Vidas Paralelas de Plutarco de Queronéia.

    Desde o ano 591 até o ano 633 dc Roma, antes de J. C. ano 121.

    VII. Serve na qualidade de questor, sob o cônsul Caio Mancino, contra os numantinos.

    VIII. Paz com eles um tratado que salva o exército romano.

    IX. Juízo do povo a respeito de Mancino e Tibério, relativamente a este tratado.

    X. Do uso de se entregar aos cidadãos romanos pobres as terras dos inimigos vencidos, reunidas ao império. Como os ricos conseguiram fazê-los desistir disso.

    XI. Tibério procura entregar essas terras aos cidadãos pobres.

    XII. Sabedoria dessa lei.

    XIII. Discurso com o qual a apoia.

    XIV. O tribuno Otávio opõe-se à lei de Tibério.

    XV. Tibério propõe uma nova lei, para obrigar a todos os que possuíam mais terras do que as antigas leis permitiam, a deixá-las.

    XVI. Outra lei de Tibério que suspendia todos os magistrados de suas funções, até que a sua lei fosse aprovada ou rejeitada.

    XVII. Paz depor Otávio do tribunado.

    XVIII. A lei de Tibério para a redução das terras é aceita.

    XIX. Êle põe sua mulher e seus filhos sob a proteção do povo.

    XX. Propõe uma nova lei para ordenar a divisão entre os cidadãos pobres do dinheiro que provinha da venda da herança de Átalo.

    XXI. Questão embaraçosa que lhe move Tito Ânio.

    XXII. Discurso de Tibério para justificar a deposição de Otávio.

    XXIII. Outras leis propostas por Tibério.

    XXIV. Presságios funestos para Tibério.

    XXV. Blossio o encoraja.

    XXVI. Fúlvio Placo vem avisá-lo de que no Senado se havia tomado a deliberação de matá-lo.

    XXVII. Nasica sai do Senado para ir matar Tibério.

    XXVIII. Morte de Tibério.

    XXIX. Seu corpo é lançado no Tibre.

    XXX. Nasica é obrigado a sair de Roma: morre em Pér-gamo.

    XXXI. Ressentimento do povo contra Cipião, o Africano.

    XXXII. Vida retirada de Caio depois da morte de seu irmão.

    XXXIII. Como Caio é induzido a caminhar nas pegadas de seu irmão.

    XXXIV. Induz as cidades da Sardenha a fornecer vestuário aos soldados romanos.

    XXXV. Volta a Roma e justifica-se da acusação intentada contra èle por causa de sua volta.

    XXXVI. É nomeado tribuno.

    XXXVII. Primeiras leis propostas por Caio.

    XXXVIII. Várias outras leis propostas por Caio.

    XXXIX. Propostas sábias e úteis feitas por Caio ao Senado.

    XL. Como êle faz construir grandes estradas.

    XLI. É nomeado tribuno pela segunda vez.

    XLII. O Senado suscita Lívio Druso para destruir o prestígio de Caio, conquistando o povo por meio de concessões excessivas.

    XLIII. Reflexões sobre este proceder do Senado.

    XLIV. Caio é nomeado comissário para presidir à restauração de Cartago. Morte de Cipião.

    XLV. Presságios funestos. Caio volta a Roma.

    XLVI. Perde na opção de um terceiro tribunado.

    XLVII. Um litor do cônsul Opímio é morto pelos homens do partido de Caio.

    XLVIII. O povo indigna-se pelo interesse que o Senado mostrava tomar pela vingança dessa morte.

    XLIX. O povo monta guarda durante a noite em redor da casa de Caio.

    L. A mulher de Caio exorta-o a não ir à praça pública.

    LI. Morte de Fúlvio.

    LII. Morte de Caio Graco.

    LIII. Seus corpos são lançados ao rio.

    LIV. Opímio morre convencido de se ter vendido a Jugurta.

    LV. Honras prestadas pelo povo à memória dos Gracos.


    Fonte: Edameris. Plutarco, Vidas dos Homens Ilustres, volume VII. Tradução brasileira de Carlos Chaves com base na versão francesa de de 1616 de Amyot com notas de Brotier, Vauvilliers e Clavier.


    Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.
  • FERNÃO LOPES – criador da prosa portuguesa
  • FERNÃO LOPES (1387-1450?) — "É o maior dos mais antigos cronistas, — escreve João Ribeiro — é o criador da prosa portuguesa e o primeiro exemplar do estilo da História". Fernão Lopes, de fato, supera os que, na época, manearam a nossa língua. Como historiógrafo, mantém-se adstrito à verdade e narra singela mas convictamente os [...]


    Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.
  • Escritores portugueses medievais do ciclo bretão
  • CAPÍTULO 5

    (Princípio do século XVI ao século XIII) FASE MEDIEVAL

    ESCRITORES PORTUGUESES

    D. AFONSO II — terceiro rei da dinastia afonsina (Coimbra, 1185-1223), casado com a filha de Afonso IX de Castela, a princesa D. Urraca, de quem teve cinco filhos. Assumiu o trono em 1211 e reinou doze anos, tendo sido por êle convocadas as primeiras cortes portuguesas, que se reuniram em Coimbra em 1211.

    Transcreve-se em seguida parte do seu testamento, elaborado em 1214.

    CICLO BRETÃO — Pertencentes ao ciclo bretão, por meio de cujas movimentadas novelas assaz se ampliou a produção da Escola Provençal, transcrevem-se abaixo dois breves episódios. São trechos de uma antiga versão portuguesa do romance do Santo Graal, contida no Códice n.° 2594 da Biblioteca de Viena d’Áustria, trasladados pela erudita e ponderada pena do ilustre filólogo Padre Augusto Magne.


    Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.
  • Diogo do Couto
  • DIOGO DO COUTO (Lisboa, 1542-1616) foi guarda-mor da Torre do Tombo, na Índia, e continuou as Décadas de João de Barros. Espectador da lastimosa decadência dos Portugueses no Oriente, escreveu com ânimo o Soldado Prático, que aliás só foi impresso em 1790. Privou com o grande Camões e na década VII descreve como esse seu matalote e amigo vivia em Moçambique comendo de amigos. Escreveu também

    poesias e vários opúsculos, mas principalmente se distingue pela independência e critério com que se enunciou sobre o governo da índia, O estilo é menos pomposo que o de Barros, porém, no sentir de Rebelo Da Silva, essa inferioridade de estilista é compensada pelas qualidades de historiador.


    infante-dom-fernando
  • DUARTE NUNES DE LEÃO
  • DUARTE NUNES DE LEÃO, nasceu em, Évora e faleceu em 1608. Foi desembargador da Casa da Suplicação e compôs um repertório das ordenações e leis extravagantes, que coligira poP ordem do rei D. Sebastião.


  • FREI HEITOR PINTO
  • FR. HEITOR PINTO, natural de Covilhã, faleceu em Toledo no ano de 1584, sendo incerta a data do seu nascimento. Era religioso da Ordem de S. Jerônimo e doutor em Teologia. Chamado a Madrid por Filipe II de Espanha, quando este se impôs como rei de Portugal, nem por isso aderiu à causa do triunfador, e antes exclamou: "El-rei Filipe bem me poderá meter em Castela; mas Castela em mim é impossível".

    Sua obra mais conhecida é a Imagem da Vida Cristã, constituída de onze diálogos, e mui conceituada como excelente modelo de linguagem.


  • FRANCISCO DE MORAIS e as novelas de cavalaria
  • FRANCISCO DE MORAIS, natural de Bragança, nasceu em um dos últimos anos do século XV, ou no começo do XVI, segundo pensava Odorico Mendes, e morreu em 1572. Serviu em Paris como secretário do embaixador D. Francisco de Noronha, e aí viveu na brilhante corte de Francisco I. De volta a Portugal, em 1543, publicou a novela Palmeirim de Inglaterra, obra que, conquanto muito diversa do gosto atual, sumamente aprazia ao de então, e por isso mereceu a honra de muitas imitações.

    O Gigante Almourol e o Cavaleiro das Donzelas

    Vendo o gigante Almourol que por nenhuma via o cavaleiro das Donzelas queria batalhar com Florendos, mandou trazer de dentro da torre um cavalo baio, crescido e formoso, tal qual convinha ao peso de sua pessoa. Este mandou ao cavaleiro das Donzelas, pedindo-lhe que cavalgasse nele e quisesse que ambos fizessem alguma coisa diante da senhora Miraguarda, para lhe pagar o desgosto que houvera de se não acabar a outra contenda. E, se houvesse por bem que o vencedor ganhasse algum preço, folgaria muito, porque a batalha fosse com mais gosto.


    fernao-mendes-pinto
  • FERNÃO MENDES PINTO
  • FERNÃO MENDES PINTO (Monte Mor-o-Velho, 1509-1580) foi um grande viajante que percorreu a Índia, a China, o Japão e outras regiões asiáticas, tendo sido cativo três vezes e vendido dezessete. Todas essas aventuras são contadas na sua Peregrinação, obra em que o interesse, aliás seu tanto diluído nas prolixidades da narração, pede meças à correta singeleza do estilo.

    Muralha da China

    Já que tratei da origem e fundação deste império chim e da cerca desta grande cidade de Pequim, também me pareceu razão tratar o mais brevemente que puder de outra coisa não menos espantosa que cada uma destas.



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