ARCÁDIO AVERTCHENKO – Biografia e Obras

ARCÁDIO TIMOFEEVITCH AVERTCHENKO nascido em 1881 e falecido em 1925, foi editor da revista “Satyricon”, na qual colaborolou também a poetisa Teffi e teve como seu poeta Sacha Tcherngi (pseudônimo de A. Gluckberg) autor de poesias para crianças. “Satyricon” foi uma revista satirico-humoristica (não a única em seu tempo) que publicava contos e folhetins satíricos, e cômicos, tendo mesmo aberto suas portas a Vias Mikháilovitch Borosevitch 186-‘¡-1921) autor muito querido de Tolstói.

A verve de Avertchenko pode ser apreciada neste pequenino conto que aqui vai inserto, o qual tem a qualidade de trazer para esta, coleção de contos célebres da literatura russa, o traço de humorismo que, muitas vezes, reponta entre os autores eslavos. Neste mesmo gênero’ conhecemos as histórias que com os títulos de “Sob as nuvens”, “Confissão inútil”, “Os dias negros”, “O velho alegre”, “Como foi salvo o jornal” e tantos outros apareceram na imprensa sob a responsabilidade do nome de Avertchenko. Tchékhov não menosprezava os contos humorísticos que cultivou também com êxito. “Sim ou não?”, “A obra de arte”, “O drama”, “A cirurgia” entre outros são conhecidos como dos melhores do famoso autor.

Os contos de Avertchenko, embora ligeiros de espírito, levam sempre uma dose de amargura constante e quase secreta.

IVÁNOV – Biografia e excerto de “O trem blindado 1469”

VSEVOLOD VIAGESLAVOVITCH IVÁNOV era filho de camponeses, tendo nascido em 1895 nas estepes quirgizas. Sua mãe descendia de uma familia de deportados, seu pai era filho natural de um governador do Turquestão. Após o assassinato de seu pai por um dos próprios filhos, fugiu da escola e acompanhou, por muito tempo, um bispo ambulante. Teve depois as atividades mais diversas: aluno de um instituto de agricultura, palhaço, impressor, conferencista, acrobata.

Em 1917 entrou ao mesmo tempo no partido bolchevista e no social-revolucionário, que, apesar do nome, era adversário do bolchevista.

Gorki notou o seu talento de escritor num jornal de provincia e o introduziu nos círculos literários.

“O trem blindado 1469” è a sua obra de maior importância. Ivánov tem também contos, mais ou menos divulgados entre nós. Para esta coleção, demos preferência, entretanto, a um excerto do seu famoso livro. Não é, propriamente um conto, mas, extraído do relato geral, tem as características do gênero e põe o leitor em presença de um trecho seleto do escritor.

O trem blindado U/69 está em mãos dos brancos e percorre a Sibéria dispersando os destacamentos de revolucionários vermelhos. A revolução explodiu, em Vladivostok, o trem blindado é enviado para esmagar os bolchevistas que a dirigem. Estes encarregam o destacamento de camponeses vermelhos de Nikita Vers-chinine de fazer parar o trem. Está previsto que uma ponte sobre a qual passa a estrada de ferro saltará, antes da sua passagem, e que os revolucionários se apoderarão dele, então. Ê o que se lerá, em seguida.

Leonid Andréyev – Biografia e obra O GRANDE “SLAM”

Poucos anos depois do aparecimento de Gorki, entre 1895 e 1900, apareceu nos meios literários russos um contista, que logo chamou a atenção do público. Era LEÔNIDAS NIKHOLAIEVITCH ANDRÉIEV, nascido^ em Orei em 1871, de família burguesa, formado em Direito pela Universidade de São Petersburgo e mesmo tendo exercido a profissão de advogado, acabou abandonando essa carreira pela literatura. Viveu parte da sua existência na Alemanha e na Finlândia, onde faleceu.

Personagem bastante complexo sob o ponto-de-vista psicológico e artístico, Andrêiev foi um fiel intérprete da própria época em que viveu e dotado de bastante originalidade.

Escreveu: “O abismo”, seu primeiro e retumbante êxito (1902) seguido de “O pensamento”, “O governador”, “O riso vermelho”, etc. “O rei fome”, que escreveu mais tarde, obteve tal êxito que, num só dia, vendeu os 18.000 exemplares impressos dessa obra. Sua obra é vasta, tendo se espraiado pelo teatro, onde é considerado um artista de valor pela sua produção. O escritor é mesmo apontado como um dos renovadores modernos da cena. Seu “Diário de Satanaz” foi publicado apôs a morte.

Exilado voluntário na Finlândia depois da revolução russa com a qual não concordou, aí faleceu, vítima de um envenenamento, intencional ou talvez acidental (o escritor já havia tentado contra a vida em outros tempos) deixando uma obra digna de estudo e reconhecimento, filiada à corrente realístico-simbolista que no-seu tempo dominou a ficção russa.

Aleksandr KUPRIN – Biografia e conto UM MÁRTIR DA MODA

Entre os chamados escritores realistas e simbolistas, seguidores da escola de Gorki, devemos citar a ALEXANDRE IVANÓVITCH KUPRIN, moscovita nascido em 1870, a quem a família destinava à carreira das armas, mas que cedo optou pela das letras. “Gente de Kiev” é a sua primeira obra importante, publicada em 1896, tendo se revelado bom folclorista e agudo observador. A melhor e mais conhecida das suas novelas é “O duelo”, resultado de suas observações de uma pequena cidade de guarnição. Escreveu ainda “Gambrinus”, em que estuda um grande porto e “A Fossa”, relato da vida. das mulheres perdidas. A curta novela “O bracelete de rubis” é dos seus trabalhos o mais divulgado.

No romance, Kuprin é conhecido pelo seu discutido livro “Yàlma”, crítica à sociedade contemporânea.

Depois da grande guerra e da revolução russa, Kuprin abandonou a pátria, estabelecenão-se em Paris.

O escritor é também conhecido por ter escrito, entre outros trabalhos: “Olessia”, “Moloch”, “No circo”, <CA judia", "A boda", etc. De "Yalma", Kuprin fêz uma adaptação teatral para a cena francesa.

Lo Gatto registra a sua morte como ocorrida em 1938, sendo que outros historiadores da literatura russa dão-na como tendo sido em 1912.

ÉTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

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A ética, no entanto, é bastante difícil de ser definida. O filósofo G.E. Moore escreveu que “ética é a investigação geral sobre aquilo que é bom”. O Dicionário Oxford de Filosofia apresenta a ética como “o estudo dos conceitos envolvidos no raciocínio prático: o bem, a ação correta, o dever, a obrigação, a virtude, a liberdade, a racionalidade, a escolha”. O Pequeno Vocabulário da Língua Filosófica não faz diferenciação nenhuma entre ética e moral, remetendo o leitor diretamente para o verbete “moral”. O filósofo contemporâneo Peter Singer escreve: “A ética existe em todas as sociedades humanas, e, talvez, mesmo entre nossos parentes não-humanos mais próximos. Nós abandonamos o pressuposto de que a ética é unicamente humana.”.

A MÃE DE BRANCO – Conto de Fyodor Sologub

” FIÓDOR KUSMJTCH TETÈRNIKOV é o verdadeiro nome do escritor russo Fiódor Sologub, geralmente conhecido como narrador e, principalmente, autor do romance “O demônio mesquinho”, embora pela história literária russa considerado mais como poeta, conhecido entre os modernos autores pelo seu “satanismo” e pelo classicis7)io de sua linguagem muito vizinha da dos parnasianos. Embora simbolista, Sologub se mantém fiel a certo purismo lingüístico da escola anterior, sendo um grande mestre da palavra. O poeta é geralmente apreciado, tendo publicado seu primeiro volume de “Poesias” em 1896, sendo ãe resto muito 2>essoal na sua inspiração tôãa voltada para um mundo sem Deus, reflexo do próprio mundo interior.

O primeiro romance de Sologub chamou-se “Sonhos maus” e é francamente autobiográfico. O objetivo realista é indicado pelo próprio autor que escreveu: “Não tive necessidade de imaginar nada. Tudo aquilo que aparece como anedótico e psicológico em meu romance está fundado em observações muito precisas”. Sologub escreveu outros trabo.lhos em que a lenda se mistura à realidade e, por vezes mesmo, aos contos de fadas. “O triunfo da morte” é um deles. Em 1921 foi publicado o seu romance “A encantadora de serpentes” em que entra em cena o elemento social. Nesse livro, Sologub se mostra um sonhador, mas com tendência a certo sentimento de consolação, que o redime de todo o pessimismo de sua obra anterior.

Angústia – Conto de Antón TCHEKHOV

Filho de um pequeno merceeiro ãe Taganrog, ANTON PAOLOVITCH TCHEKHOV nasceu nessa cidade no ano de 1860, tendo aí iniciado seus estudos, que continuou em Moscou em cuja Faculdade de Medicina formou-se. Para ganhar a vida, escrevia contos, que conheceram êxito rápido, senão publicados em volume a que o autor deu o nome de “Contos ãe todas as Cores”, assinados “Tchekonte”. Graças ao êxito de suas narrativas, algumas ãe fino humorismo, o escritor abandonou a medicina, dedicando-se, exclusivamente ò, verdadeira vocação, o que permitiu à Rússia ter assim o melhor dos seus contistas.

Tchékhov escreveu: “Contos e narrativas”, “Discursos inocentes”, “Na penumbra”, “Um duelo”, “Gente triste”, “O pesadelo”, “A Bruxa”, “A estepe”, “Os inimigos”, “A sala número seis”, etc. Também escreveu para o teatro, cultivando a farsa, o sainete e o drama, tendo obtido êxito e permanência, pois continua sendo representado.

Doente de tuberculose da qual veio a falecer, o grande contista revela, em geral, fundo pessimismo em quase tôda a sua obra que reflete, não obstante, uma grande sobriedade, agudo dom de observação, uma lúcida objetividade, sem grandes lances de ilusão, senão escritor que merece destaque na literatura mundial.

Vsevolod Gárshin – Biografia e conto O SINAL

GÁRSHIN

(1855 — 1888)

O “mal do século” atingiu de forma definitiva, levando-o ao suicídio a VSEVOLOD MIKHAILOVITCH GÁRSHIN, fruto de uma sociedade agonizante e último produto de uma nobreza em decadência, que não soube reagir aos insultos das enfermidades e aos golpes das transformações sociais e espirituais de seu tempo. Os personagens deste escritor atormentado são todos vítimas de uma “consciência doente”, homens torturados pelo problema do mal.

Discíptilo de Gógol e de Dostoievski, o infeliz escritor nasceu em Bachmut, tendo estudado em São Petersburgo e tomado parte na guerra russo-turca.

Entre seus diversos contos mais conhecidos, é notável o que se chamou “Quatro Dias”, inspirado nos horrores da guerra. “A flor vermelha” é outro relato seu de grande intensidade emotiva.

Gárshin viveu atormentado por uma doença nervosa, que o levaria a um trágico fim aos 88 anos de idade.

ISAAC BABEL – O BEIJO

ISAAC EMMANUELOVITCH BABEL nasceu em 1894 num stibúrbio de Odessa, de família israelita. Foi educado até os 16 anos numa escola judia, depois, feitos os estudos de Comércio, foi para São Petersburgo onde o preconceito racial lhe fêz a vida dura. Escreveu seus primeiros trabalhos, novelas redigidas em francês, em 1909. Gorki aconselhou-o em 1916 a abandonar por instantes a literatura e ir viver entre os homens. Babel seguiu o conselho e se fêz cavalariano do Exército Vermelho de Buãieny e só começou a publicar em l92Jf. Seus “Contos de Odessa” e sua “Cavalaria Vermelha” colocaram-no. rapidamente, entre os primeiros escritores de sua pátria.

Babel se iniciou como um narrador da pequena burguesia hebraica. Depois contou sua experiência militar de cavalariano de Budieny, mas também narrou fatos da revolução nos campos (“Húmus”, “Virineia”) e episódios da vida dos menores abandonados, os chamados “bezprizòrnyie”, durante os anos da guerra civil (“Os transgressores da lei”, “Três amigos”, etc.). “Artista de agudíssima intuição, Babel soube dar em pequetios quadros, justamente chamados por Voroskij de minia-tuaras, um complexo épico e lírico ao mesmo tempo, de um dos momentos mais vivos da guerra civil, ora fazendo falar simples soldados, ora descrevendo em fundos de natureza quase elementares, mas precisos, cenas cotidianas, que, superando o cronológico, se afirmam como significados universais de dolorosa humanidade”, escreve Lo Gatto.

O BEIJO

EHRENBURG – O CACHIMBO DO DR. PETERSON

ILYA GRIGORIEV EHRENBURG nasceu em Kiev em 1891. Oriundo de uma familia hebraica. Mocidade difícil, encargos penosos levaram-no à revolta contra o regime vigente em sua pátria. Negaram-lhe, inclusive, a matrícula no curso secundário.

Encarcerado em 1908. Um ano depois, abandonava a Rússia indo viver na França. Durante oito anos percorreu, a Europa, tendo voltado à pátria, em 1917, onde exerceu diversas funções. Seu romance “Júlio Jurenito” conta essa peregrinação européia.

Correspondente durante a guerra civil espanhola e no correr da última conflagração mundial.

Obras principais: “Treze cachimbos”, “Miguel Likov”, “Júlio Jurenito”, “O beco de Moscou”, “O amor de Joana Ney”, “Espanha”, “O supervisor do tempo”, “A queda de Paris”, etc.

Panfletário de inteligência, rápida e viva, satírico impiedoso, desempenhou, grande papel na imprensa e na literatura soviética. Condecorado com a ordem de Lênin.

Conto do Escritor Russo ZOCHTCHENKO

ZOCHTCHENKO (1895-1958)

Nasceu MICKHAIL MIKHÁIL O VITCH ZOSCHTCHENKO no ano de 1895. Seu pai era pintor. Quando a guerra explodiu, em 1914, ele era estudante, mas se apresentou ao Exército voluntariamente e foi ferido e gaseado. Em 1918 e 1919 foi soldado do Exército Vermelho.

Sua atividade literária começou em 1921.

Zóschtchenko escreveu, então, numerosos contos humorísticos e satíricos, em que se compraz em rela­tar a vida da gente humilde e dos simples.

Este autor é considerado o mais corajoso e o mais original dos humoristas que a Rússia soviética produziu neste últimos tempos

Ética de Aristóteles – O Bem e a Comunidade – História da Filosofia Antiga

C. O Bem e a Comunidade

A ética é uma ciência, a que está para sempre ligado, como na lógica e na metafísica, o nome de Aristóteles. Referimo-nos, é claro, à doutrina moral do Aristóteles amadurecido, tal como se encontra na Ética a Nicômaco. A ética da mocidade, em que o seu pensamento, no estilo de Platão, é ainda fortemente teonómico e metafísico, é pouco conhecida. Também nesta matéria. Aristóteles evoluiu, como veremos.

UMA RAPARIGA ESTRANHA – Conto de Korolenko

VLADIMIR GALAKTIÕNOVITCH KOROLENKO nasceu na Ucrânia em 1858. Filho de um juiz com uma grande dama pertencente à nobreza polaca. Morto o pai muito cedo, Korolenlco improvisou-se professor para sustentar a família. Estudou depois no Instituto Tecnológico de São Petersburgo, mais tarde em Moscou, sempre vencendo grandes dificuldades de vida, acontecendo ser exilado para Kronstad por ter-se metido em politica. Trabalhou na imprensa como revisor de provas. Preso e deportado, novamente, em 1879 seguiu para a Sibéria. Nessa região escreveu várias de suas novelas, que lhe deram notoriedade na sita volta ao mundo civilizado. Em 1885, tendo voltado à Rússia, foi obrigado a residir em Nijni-Novgoroã. Foi amigo de Gorki.

Dentre as suas melhores produções contam-se: “O músico cego”, “O sonho de Makar”, “Os murmúrios da selva”, geralmente conhecidos entre nós. “História de um contemporâneo meu” é autobiográfico.

Korolenko morreu em Poltava em 1921.

Tolstói – mestre da Literatura Russa

NASCEU TOLSTÓI (Leão Nikolaievitch Tolstói) em Iasnaia Poliana, distrito de Tula, no ano de 1828. Sua família gozava de excelente situação economico-financeira. Fêz seus estudos na Universidade de Kazan. Pouco se dedicou aos estudos, ocupando-se mais numa vida livre de campo, em que exercitava suas qualidades físicas. Serviço militar no Cáucaso em 1851. Sua estada caucasiana lhe forneceu material para muitos dos seus trabalhos literários. Fêz a guerra da Criméia. Viaja pela França e pela Suécia. Experiências de fundo pedagógico o entusiasmaram em Iasnaia Poliana.

A HERANÇA – Conto de DOSTOIÉVSKI

DOSTOIEVSKI – (1821 — 1881) Biografia e Obras Grande figura da ficção mundial, não apenas da russa, em todos os tempos, FIODOR MIKHÁILOVITCH DOSTOIEVSKI nasceu em Moscou em 1821, filho de um médico militar. Em virtude das dificuldades de um lar pobre a que se juntava a grande avareza paterna, a infância do escritor decorreu … Ler mais

IVAN TURGUÊNIEV – Conto Russo

TURGUÊNIEV (1818 — 1883) IVAN SERGUÊIEVITCH TURGUÊNIEV, descendente de uma família nobre em decadência, nasceu em Orei no ano de 1818. Fêz seus estudos em Moscou e S. Petersburgo, onde teve ocasião de entrar em contato com os escritores renomados do sete tempo. A fim de completar sexis estudos universitários, Turguêniev seguiu para Berlim, tendo … Ler mais

Aleksandr PÚCHKIN – O FABRICANTE DE ATAÚDES

Literatura – Contos Russos   Alexandre PÚSHKIN (1799 — 1837) – Biografia   Uma das maiores figuras da literatura russa de todos os tempos — Alexandre Serguêievitch Púchkin — foi poeta renomado, diplomata, dono de uma das existências mais aventurosas e românticas de sua época, escritor cheio de recursos. Nasceu Púchkin em Moscou no ano … Ler mais

BÓLOTOV – A EXECUÇÃO CAPITAL DE PUGACHEV

Yafouba, o mágico da trilso, com uma das meninas que foram jogadas em cima de pontas de espadas.

Episódio das Memórias de Bolótov, um dos precursores da literatura russa moderna, contando a história de Pugachev, um dos líderes da insurreição cossaca contra o czar, baseado em fatos reais.

Metafísica de Aristóteles: Essência e Existência – História da Filosofia na Antigüidade

História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger B.   A Essência e a Existência a)    Conceito   de   metafísíca α) O termo metafísica. — A lógica aristotélica foi sempre realista: o conceito é um desvendar do ser; o juízo, uma exposição do conteúdo do real; o silogismo, uma fundamentação do ser. !É por isso compreensível seja. o … Ler mais

INDIVÍDUO, LIBERDADE, IGUALDADE E ECONOMIA: COMO AJUSTAR ESSAS NOÇÕES EM PROL DA CULTURA DA VIDA?

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INDIVÍDUO, LIBERDADE, IGUALDADE E ECONOMIA: COMO AJUSTAR ESSAS NOÇÕES EM PROL DA CULTURA DA VIDA? Thiago Felipe Sebben           A proposta desse texto é, a partir da análise das ideias contidas no texto O indivíduo e a liberdade, do autor Georg Simmel, trazer apontamentos para a superação do problema ético/moral/econômico que floresceu juntamente com … Ler mais

Marco Junio Bruto – Plutarco

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Clássico Vidas Paralelas de Plutarco. Marco Júnio Bruto (em latim: Marcus Junius Brutus), (85 – 42 a.C.), foi um patrício, líder político e militar romano e um dos assassinos de Júlio César.

SUMÁRIO DA VIDA DE BRUTO
Nascimento de Bruto. II. Seus estudos filosóficos. III. Vai a Chipre com seu tio Catão. IV. Toma o partido de Pompeu. V. César ordena aos seus soldados que poupem a vida de Bruto. Por que. VI. Vai ter com César. Com que distinção César o trata. VII. César lhe dá o governo da Gália Cisalpina. VIII. Éle lhe dá a pretoria urbana. IX. O que César pensava de Bruto e de Cássio. X. O que levou Bruto a conspirar contra César: XI. Cássio propõe-lhe ficar à testa da conjuração. XII. Como ela se organiza. XIII. Inquietação de Bruto. XIV. Como sua mulher lhe mostra que ela era assaz corajosa para ser digna de ter parte no seu segredo. XV. Os conjurados marcam o dia da execução. XVI. Tranqüilidade de espírito de Bruto. XVII. Diversos acidentes próprios para desnortear e assustar os conjurados; Pórcia desaparece. XIX. Circunstância inquietante. Como Bruto a julga. XX. Morte de César. XXI. Bruto se opõe ao assassínio de Antônio. XXII. Discurso de Bruto ao povo. Como o povo o recebe. XXIII. Decreto do senado em honra de Bruto e de seus conjurados. XXIV. Elogio de César, feito por Antônio. XXV. Furor do povo contra os seus assassinos. XXVI. Bruto sai de Roma. XXVII. Bruto censura as manobras de Cícero em favor de Otávio. XXVIII. Despedida de Bruto e de Pórcia. XXIX. Bruto vai a Atenas. XXX. Apodera-se de alguns navios que levavam dinheiro a Roma. XXXI. Acidente que acontece a Bruto. XXXII. Caio Antônio entrega-se a êle com suas tropas. XXXIII. Otávio faz condenar Bruto e seus companhei ros. XXXIV. Bruto faz matar Caio Antônio. XXXV. Reunião dai tropas de Bruto e de Cássio. XXXVI. Elogio de Bruto. XXXVII Bruto e Cássio separam-se. XXXVIII. Bruto cerca a cidade i\t\ Xante. XXXIX. É destruída por um incêndio. XL. A cidade de Pátaro entrega-se a êle. XLI. Paz morrer a Teódoto. XLII. Questão entre Bruto e Cássio. XLIII. Julgamento de Bruto que desagrada a Cássio. XLIV. Fantasma que aparece a Bruto. XLV. Êle conta a sua visão a Cássio que o tranqüiliza. XLVI. Bruto e Cássio acampados frente a frente com Otávio e Antônio. XLVII. Maus presságios que assustam a Cássio. XLVIII. O desejo de Bruto para tentar a batalha, prevalece. XLIX. Bruto e Cássio prometem matar-se se forem vencidos. L. Seu exército se põe em movimento. LI. Grande vantagem do lado de Bruto. LII.- A ala de Cássio é inteiramente derrotada. LIII. Espanto de Bruto à sua volta. LIV. Morte de Cássio. LV. Bruto presta-lhe honras fúnebres. LVI. Perturbação no acampamento de Bruto. LVII. Promessa de Bruto a suas tropas, se cumprirem bem seu dever no combate. LVIII. Batalha ganha pela frota de Bruto. Êle não é avisado em tempo. LIX. Nova aparição do fantasma. LX. Bruto é derrotado. LXI. Lucilio se faz levar a Antônio sob o nome de Bruto. LXII. Bruto manda visitar seu acampamento. LXIII. Morte de Bruto. LXIV. Konra que Antônio presta a seu corpo. Morte de Pôrcia.
Desde o ano 675 até o ano 712 de Roma, antes de Jesus Cristo, ano 42.

Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt

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Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt.[1]

Cristian Abreu de Quevedo[2]

Resumo

A sociedade e o indivíduo tendem a esquecer de suas responsabilidades para com os acontecimentos políticos. Como se as decisões dissessem respeito somente aos seus representantes e as responsabilidades pessoais e coletivas fossem inexistentes, sendo incapazes de julgar as ações realizadas. Este artigo pretende abordar estes temas a partir de Hannah Arendt, possibilitando uma reflexão atual sobre a política.

Palavras-chaves: responsabilidade pessoal e coletiva, julgamento humano, sistema e totalitarismo.

O tempo, os deuses e nós

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Por Lúcio Marques.
Analisamos aqui algumas relações que podemos estabelecer na sociedade pós-moderna ou que talvez relegamos ao segundo lugar em nossa existência. No tempo da vida relacionamos com os deuses, os outros e conosco ou com o si mesmo, enquanto alguém. Porém, que espécie de relação identifica o sujeito na sociedade pós-moderna? Que tempo dedicamos aos relacionamentos em nossa existência?

Breve Reflexão Sobre a Trajetória Intelectual de Johannes Kepler E AS FUNDAÇÕES DA ASTRONOMIA MODERNA

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Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O astrônomo e matemático alemão Johannes Kepler é notoriamente conhecido por elaborar as três leis dos movimentos planetários que revolucionaram toda uma cosmologia que vigorou desde aproximadamente o século II aos Seiscentos. Kepler, num período envolto em conflitos religiosos entre católicos e protestantes, lançou as bases da astronomia moderna interpretando os fenômenos celestes a partir de causas físicas. Advogou ao longo de sua vida a favor do heliocentrismo de Nicolau Copérnico em oposição ao geocentrismo aristotélico-ptolomaico. Partindo destes pressupostos, este trabalho pretende fazer uma breve reflexão sobre a trajetória intelectual de Johannes Kepler e as fundações da astronomia moderna. 

Palavras-Chave: Cosmologia. Geocentrismo. Heliocentrismo. Astronomia. Física. Conflitos Religiosos. Católicos. Protestantes. Kepler.

Conquista do México e do Peru – Montaigne

Trecho de ensaio de Montaigne.
Nosso mundo acaba de descobrir outro (e quem nos diz que seja o último, se os demônios, as sibilas e nós mesmos ignoramos esse até agora?) não menos grande, vasto e sólido do que o nosso. Mas tão novo e jovem que lüe ensinam ainda o abe. Há menos de cinqüenta anos não conhecia nem letras, nem pesos, nem medidas, nem roupas, nem trigo, e vinha; estava ainda nu no seio da mãe nu-triz… era um mundo criança.

Habermas e a Virada Linguística

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Habermas e a Virada Linguística Miguel Duclós Originalmente apresentado para o CFH/UFSC (2007) O livro Verdade e Justificação (1999), do filósofo alemão Jürgen Habermas, traz discussões que retomam e repensam, de certa forma, pontos de vista desenvolvidos em trabalhos anteriores. O Habermas de Mudanças estruturais da esfera pública (1962) e de Conhecimento e Interesse (1968) … Ler mais

JOHANN WOLFGANG VON GOETHE – TRÊS TRECHOS SOBRE TRADUÇÃO

JOHANN WOLFGANG VON GOETHE TRÊS TRECHOS SOBRE TRADUÇÃO Goethe, que também foi um tradutor apaixonado, manifestou-se repetidas vezes sobre o assunto ao longo de sua obra. Os três fragmentos aqui selecionados são originários de: I. Dichtungund Wàhrhelt (Art. Ged. Ausg. vol. 10, p. 540); II. Zu brüderlichemAndenken Wielands (Art. Ged. Ausg. vol. 12, p. 705); … Ler mais

A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

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A COMPARAÇÃO DE SÓLON COM PUBLÍCOLA – Plutarco – Vidas dos homens Ilustres

Baseado na versão francesa de Amyot. Tradução de Aristides Lobo. Fonte: Edameris.

PÚBLIO VALÉRIO PUBLÍCOLA | Plutarco – Vidas dos Homens Ilustres

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SUMARIO DA VIDA DE PUBLÍCOLA

I. Origem de Valério Publícola. Tarquínio o Soberbo é expulso do trono. II. Eleição dos dois primeiros cônsules, Bruto e Colatino. III Esforços de Tarquínio para reascender ao trono. VI. Conspiração contra os cônsules. VII- Ela é descoberta por Publícola. VIII. Bruto condena à morte seus dois filhos. IX Fraqueza de Colatino. Abdica o consulado. Publícola o substitui. Xi.II. Campo de Marte. Ilha sagrada em Roma. XV. Batalha sangrenta. O filho primogênito de Tarquínio e Bruto perdem aí a vrda. Triunfa Publícola. XVII- Pronuncia o elogio de Bruto. Origem das arengas fúnebres. XVIII. Conduta generosa de Publícola. XIX. Seu respeito pela majestade soberana do povo. XX. Uso que faz do poder para o bem do Estado. Preenche os lugares vacantes do Senado. Leis populares. XXI. Ordenança contra a tirania. XXII Pelas finanças. XXIII. Criação de dois questores- XXV. Trabalhos e doação do templo de Júpiter Ca-pitolino. XXVIII. Doação do segundo templo: seu incêndio sob o império de Vitélio. Terceiro templo, construído por Vespa-siano e queimado pouco tempo depois de sua morte. Quarto templo, construído por Domiciano. XXIX. Despesas feitas com sua douração. XXX. Magnificência do palácio de Domiciano. XXXI. Tarquínio dirige-se ao rei Porsena, que vem sitiar Roma. XXXII. Segundo consulado de Publícola. E’ ferido em combate. Bela defesa de Horácio Codes. XXXIII. Terceiro consulado de Publícola. Coragem de Múcio Cévola. XXXIV. Publícola negoceia a paz com Porsena. XXXV. Ousadia de Clélia. XXXVII. Vitória alcançada sôbre Sabinos por Valério, irmão de Publícola. XXXVIII. Quarto consulado de Publícola. Alarmas em Roma. Consultam-se Os livros da Sibila. Ápio Clauso deixa o país dos Sabinos: e vem estabelecer-se em Roma. Origem da família Claudia. Derrota dos Sabinos. XL. Triunfa Publícola. Sua morte. Funerais a expensas do público. Luto geral.

Desde o ano 245 até ao ano 251 depois da fundação de Roma, 503 anos antes de Jesus Cristo.

A COMPARAÇÃO DE LICURGO COM NUMA – Plutarco – Vidas Paralelas

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  A COMPARAÇÃO DE LICURGO COM NUMA – Plutarco – Vidas Paralelas Tradução de Aristides Lobo Mas, tendo acabado de escrever as vidas de Licurgo e de Numa, é tempo doravante de colocá-los um diante do outro e de tratarmos, ainda que seja isso coisa bem difícil, de encontrar as diferenças entre ambos; pois, quanto … Ler mais

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