Consciência - Filosofia e Ciências Humanas
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    maravilhas das antigas civizações
  • ORIGEM, REVOLUÇÃO CHINESA E O ESTABELECIMENTO DA REPÚBLICA POPULAR DA CHINA: INTERFACES SÓCIO-IDEOLOGICAS MARXISTAS-LENINISTAS EM MAO TSÉ-TUNG.
  • Resumo República Popular da China: O que foi a Revolução Chinesa? Muitas perguntas,
    muitas respostas…Como era a China antes da revolução? Como foi a
    Revolução Chinesa? Como ficou a China depois da Revolução? Em que consistiam as
    maiores personalidades da Revolução Chinesa, em Mao tse-tung, (1893-1976)? 
    O
    que foi a Revolução Cultural Chinesa? Percebe-se que a revolução chinesa foi
    uma luta nacionalista, que iniciou-se no século XX,  a fim de que os
    chineses ordenassem a China sem intervenção de nenhum outro país, tendo uma
    vitória Socialista. Ainda ficam algumas indagações: O que foi a Guerra
    do Ópio? Quem liderou a Guerra do Ópio? Qual os principais acontecimentos da
    Guerra do Òpio? Quais foram as conseqüências da guerra do ópio?

    Palavras-Chave: Origem – Imperialismo
    – República Popular da China – Mão Tse-Tung.


    maravilhas das antigas civizações
  • A GUERRA DO VIETNÃ: FOI UMA INCURSÃO NORTE-AMERICANA NO VIETNÃ DO NORTE OU UMA DECLARAÇÃO DE GUERRA DOS NORTE-VIETNAMITAS AOS EUA?
  • O que foi a guerra do Vietnã?[2]Guerra do Vietnã do Norte ou Guerra Norte-Americana? Meu objetivo ao pesquisar sobre A Guerra do Vietnã e de tentar expor o conhecimento em suas origens, pois, apesar de ser um acontecimento de nossa era, pouco se sabe sobre o mesmo, a não ser através de filmes e noticiários que na maioria das vezes são um tanto superficiais no relato dos fatos. A Guerra do Vietnã foi muito além destes filmes a noticiários, suas seqüelas são sentidas até hoje, pelo que dela tomaram parte direta ou indiretamente. Em linhas gerais, tentarei mostrar desde os aspectos geográficos, até renascimento do país depois do término da guerra. Analiso neste artigo as características filosóficas, geográficas, históricas da Indochina e assim sucessivamente, que a priori, muito favoreceram os asiáticos nos conflitos contra os invasores franceses. Tento expor também, a política de exploração, ocorrida a partir do século XIX, nesta região. Bem como, a resistência, por parte dos indochineses a política imperialista das grandes potências. Por fim, tento expor um pouco do Vietnã atualmente, que, apesar das divisões, das perdas humanas e materiais, conseguiu impor-se frente a grande potência de nossa era: os Estados Unidos.


    Representation of a university class in the 1350s (wiki)
  • A UNIVERSIDADE À LUZ DA FILOSOFIA CRISTÃ
  • O objetivo deste texto é enfocar a Universidade hoje, segundo os valores evangélicos que permitam uma orientação que obvie as funestas distorções conducentes a uma neo-escravização do ser racional, as quais impedem uma ordem que favoreça o desenvolvimento integral do homem, nem propiciam condições para que ele se situe no mundo a fim de, com seu agir e operar, transformá-lo, humanizando-o.


  • Liberdade e Responsabilidade moral
  • … Atos propriamente morais são aqueles nos quais podemos atribuir ao agente uma responsabilidade não só pelo que se propôs a fazer, mas também pelos resultados ou conseqüências da sua ação. Mas o problema da responsabilidade moral está estreitamente relacionado, por sua vez com o de necessidade e liberdade humanas, pois somente admitindo que o agente tenha certa liberdade de opção e decisão é que se poder responsabilizá-lo pelos seus atos.


    kant4-149x150
  • ÉTICA E LIBERDADE NO PENSAMENTO DE KANT
  • Na primeira parte da sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”,
    Kant analisa dois conceitos fundamentais da sua teoria moral, a saber: o
    conceito de vontade boa e o imperativo categórico. A partir desses dois
    conceitos surge a ética kantiana.


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  • SARTRE, O PENSADOR DA ANGÚSTIA
  • SARTRE, O PENSADOR
    DA ANGÚSTIA

     

    Francisco Fernandes
    Ladeira

    Resumo: O objetivo deste
    trabalho é tecer alguns comentários sobre as ideias filosóficas de Sartre com
    relação à experiência negativa, à duvida, à experiência da náusea, ao vazio
    existencial ou o nada do ser.

    Palavras-chave: Sartre, náusea,
    existencialismo, dúvida, fenomenologia.

    Introdução

    Sartre é, talvez entre os filósofos contemporâneos, o que melhor soube
    exprimir perplexidade e os anseios do homem do nosso tempo, de uma civilização
    que, marcada por dois conflitos mundiais, vive ainda as consequências funestas
    de uma desordem e de um desastre, do qual o homem é, em grande parte, culpado.


    émile durkheim, pai da sociologia
  • As Regras do Método Sociológico na composição de Algumas Formas Primitivas de Classificação de Durkheim
  •  

    Introdução

    Auguste Comte, filósofo e
    inaugurador da Sociologia, propõe em seu livro “Curso de Filosofia Positiva”, na
    primeira metade do século XIX, que a história da humanidade é constituída por
    três estágios. O estágio teológico, o metafísico e o positivo.

    O estágio teológico tem
    como característica básica a explicação da natureza mediante seres
    sobrenaturais. Como no início dos tempos, a humanidade ainda não tinha ainda
    tempo suficiente para observar a natureza. Desta falta de observação e
    necessitando explicar os fenômenos a sua volta, o homem, entregue ao desespero
    e à acomodação, tendeu a se projetar na natureza. Isto é, todas as ocorrências
    naturais são fetiches: o Sol, a Lua, as marés, as montanhas ganham vida, estão,
    agora, animadas. Ainda no estágio teológico a transmissão do conhecimento é
    autoritária: o sacerdote é ponto de sapiência e reverência.

    O estado metafísico é o
    qual Comte tem menos apreço: este estado permuta a explicação dos seres
    sobrenaturais por forças. O conhecimento gerado pelo espírito metafísico deve
    ser argumentado e não simplesmente baseado na fé.  Etapa de transição entre o
    estado teológico e o positivo, o estado em questão, ao mesmo tempo em que
    antecipa características deste, retém outras tantas daquele.

    Por fim, o estado positivo
    é o estado final do desenvolvimento humano. Aqui não estamos mais preocupados
    com as explicações causais dos objetos naturais. O homem com espírito positivo
    é aquele que se prende às leis da natureza, ignorando suas causas imanentes. Por
    exemplo, a física aristotélica baseava seus conhecimentos no modo teológico e
    metafísico; ao passo que Newton, e posteriormente Einstein, explicam a queda
    dos corpos de maneira indubitavelmente positiva.


    Sócrates afastando Alcebíades do Vício by Pedro Américo
  • A PEDERASTIA EM ATENAS NO PERÍODO CLÁSSICO: RELENDO AS OBRAS DE PLATÃO E ARISTÓFANES.

  • Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás como requisito para obtenção do grau de Mestre em História.



    Área de Concentração: Culturas, Fronteiras e
    Identidades Linha de Pesquisa: História, Memória e Imaginários Sociais.


    RESUMO
    A PEDERASTIA EM ATENAS NO PERÍODO CLÁSSICO: RELENDO AS OBRAS DE PLATÃO E ARISTÓFANES.



    Bastante conhecida no mundo acadêmico, a pederastia em Atenas praticada durante o período clássico, ainda se trata de um objeto mal interpretado, não recebendo seu caráter pedagógico e de formação social dos futuros eupátridas a devida atenção. O objetivo geral desta pesquisa encontra-se na análise da pederastia praticada em Atenas durante o século V a.C e início do século IV a.C. Para tanto, utilizamos como fontes os diálogos Lísis, O Banquete e Fedro do filósofo Platão e a comédia As Nuvens de Aristófanes, a fim de compararmos o modo como a relação entre erastas e erômenos figurava no imaginário social ateniense neste período.



    Utilizamos os conceitos de imaginário e identidades que têm sido amplamente discutidos pela historiografia a partir das últimas duas décadas do século XX, buscando apresentar parte desta discussão e aplicá-la no estudo das relações pederásticas no recorte de nossa pesquisa. Além de demonstrar a importância desta relação para a formação do futuro cidadão ateniense, salientamos as principais características da pederastia a partir da leitura das obras de Platão e Aristófanes.


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  • CRISE AMBIENTAL E MUDANÇA DE PARADIGMA: UMA POSSÍVEL SOLUÇÃO
  • A crise ambiental que
    vivemos, na contemporaneidade da existência humana, extremou-se tanto nas
    últimas décadas que acabou por tornar-se um assunto de suma importância para
    aqueles preocupados com os destinos da humanidade. Ora, essa crise ambiental
    está comprovada pelo aquecimento global e por outros efeitos – ou seria melhor
    dizer sintomas? – que o próprio planeta vem apresentando. Sua causa também já é
    conhecida: a atividade humana, que vem sendo muito mais predatória e virulenta
    do que harmoniosa e equilibrada com relação à natureza. Mas e a solução para
    esse cenário?


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  • FRANZ BOAS – críticas aos métodos da antropologia evolucionista, reação às teorias racialistas e objetivos da pesquisa antropológica
  •  

    Resumo

     

    A antropologia evolucionista que
    propunha uma única linha de desenvolvimento para a humanidade em geral e o
    racialismo, teoria que faz julgamentos de valor dos indivíduos a partir de
    características fenotípicas, eram dominantes até a primeira metade do século
    XX, quando Franz Boas, através de artigos e conferências analisados no presente
    texto, surge com críticas a essas teorias, propondo uma nova antropologia
    fundamentada no conceito de cultura como o mais importante para a diversidade
    humana, o relativismo metodológico, o método histórico e a necessidade de
    estudar cada cultura como uma cultura em si.

     

    Palavras-chave:
    Franz
    Boas, antropologia evolucionista, teorias racialistas


    maravilhas das antigas civizações
  • A FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO NA MODERNIDADE:
  • O
    escopo desse artigo é desenvolver uma análise sobre a formação do indivíduo na
    sociedade moderna tal como esta é concebida pelo sociólogo alemão Norbert
    Elias. Este autor fundamenta sua teoria na relação indissociável entre o
    indivíduo e a sociedade e nos processos interacionais e históricos resultantes
    da civilização que configuram a personalidade e as ações do indivíduo ao mesmo
    tempo em que moldam a sociedade.

     

    Palavras-chave: Norbert
    Elias; Indivíduo; Sociedade; Civilização


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  • LITERATURA E HISTÓRIA
  • Um aspecto fundamental no que tange o texto literário é a relação
    que há entre o escritor e o leitor.  Este deseja sempre penetrar o pensamento
    do autor. Sem leis estritas no que tange à crítica histórica o romance permite
    ao escritor escolher, ordenar e se expressar com certa independência. Isto é
    tolerável no que diz respeito à ficção.

    Quando se trata de um texto histórico as normas rígidas da análise
    interna e externa dos documentos e a realidade dos fatos necessitam ser
    respeitadas. Entra em jogo a literatura para oferecer ao historiador todos os
    recursos atinentes à comunicação objetiva e à beleza de uma redação escorreita.
    Aí se une o útil das lições dos atos humanos do passado e o prazer da leitura
    referta de dons estéticos. É preciso, de fato,  guardar sempre o culto pela
    forma com que se escreve, mas sem jamais obliterar a importância fundamental do
    conteúdo e seu significado.


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  • O Pensamento Cartesiano
  • Resumo

     

    A conotação
    teórica e referencial filosófica da disciplina História da Filosofia Moderna
    permitiu a construção do presente trabalho. O objetivo deste artigo é delinear
    sucintamente as bases, idéias e conseqüências do pensamento cartesiano. E
    dentre o que será esmiuçado, enfatizar os elementos apresentados por Descartes
    para a eclosão do novo pensamento filosófico. Sobressair-se-ão nesse sentido, a
    formulação e caracteres do método, a dúvida metódica, as bases do “cogito ergo
    sum”, as provas da existência de Deus, as regras da moral interina, bem como
    seus pressupostos fundamentais: o Renascimento e o Humanismo. A fundamentação
    do referente será abstraída de todo o pensamento cartesiano, especialmente da
    obra Discurso do Método, dos estudos de Geovanni Reale e Dario Antiseri e de
    Nicola Abbgnano. O pensamento cartesiano culmina entre os mais expressivos da
    modernidade, justamente porque constrói de forma autêntica os argumentos que
    provam à existência do homem enquanto ser pensante e consequentemente seu poder
    cognoscível, após duvidar radicalmente de tudo que existe. Descartes parte da
    construção de um método preciso constituído por regras metódicas para dele
    justificar não só a substância pensante mas todos os ramos do saber; Deus, o
    mundo, a moral etc. O referencial destas regras pauta-se nos conceito de
    clareza, distinção e no conhecimento matemático. Em tese, Descartes
    proporcionou através desses elementos uma reviravolta em todo o pensamento
    filosófico. Tratou-se de uma mudança que fez ascender à centralidade do mundo
    no homem, concretizando seu domínio na natureza e tão logo a revolução de maior
    seqüela dos últimos tempos: a revolução científica.

     

    Palavras –
    chaves:
    Método, Ser Pensante, Dúvida.


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  • A RELIGIÃO – ORIGEM, CRÍTICA E FUNÇÃO
  • A RELIGIÃO – ORIGEM, CRÍTICA E FUNÇÃO Ricardo Ernesto Rose – Jornalista e Licenciado em Filosofia Origem e desenvolvimento A religião é uma das mais antigas práticas culturais da humanidade, tendo aparecido no período do Paleolítico Superior, há aproximadamente 50.000 anos. Todavia, nossa espécie, homo sapiens, não foi a única a se dedicar a práticas [...]


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  • Nietzsche: Metafísica e Linguagem Subjetiva
  • RESUMO: O artigo visa abordar a metafísica a partir de um encadeamento de seu processo histórico, apontando a necessidade de ressaltar o papel da subjetividade ao longo desse projeto metafísico. Tendo como inspiração e ponto de partida de nossa análise o Prólogo do Assim Falou Zaratustra procuramos acompanhar a crítica que Nietzsche empreende ao modelo metafísico de pensamento, mostrando a necessidade de percorrer o caminho da Metafísica no ocidente, tendo como base os textos de maturidade do filósofo, onde fica evidente a orientação dada por Heidegger para a condução do problema.

    Palavras-chave: Metafísica, Nietzsche, Subjetividade.

    ABSTRACT: This essay aims to approach metaphysics coming from an enchainment of its historical process, indicating the necessity of making noteworthy the role of subjetivity along this metaphyisical project. Taking as inspiration and starting point of our analysis the Prologue of Thus said Zaratustra we try to follow the critics that Nietzsche undertakes the metaphysics model of thought, showing the necessity of covering the metaphysics way in the West, where the orientation given by Heidegger to the conduction of the problem is evident.

    Keywords: Metaphysics, Nietzsche, Subjectivity.


    filosofia ambiental
  • Do conceito de “meioambiente”: Um esforço por pensar uma filosofia ambiental a partir de Heidegger
  • RESUMO

    A proposta do texto é
    delimitar o conceito de meioambiente tal qual abordado no discurso de
    conservação ambiental. Temos o objetivo de distinguir, em seus significados
    derivados, o significado romântico de natureza; evitando o uso ambíguo e,
    mesmo, equívoco desta noção. Esta tarefa justifica-se por ser um exercício de
    compreensão, desenvolvido por meio de uma breve contextualização dos termos
    atuais da chamada questão ambiental, na medida em que comentaremos, criticamente,
    a ideia de “exploração sustentável”. Pretendemos assinalar que mesmo as novas
    propostas de conservação ambiental, operam em um registro antropocêntrico, na
    medida em que entendem a relação entre homem e meioambiente desde a dicotomia
    sujeito-objeto, presente na filosofia e ciência cartesianas. Em seguida,
    apresentaremos a exigência de uma definição do que vem a ser meioambiente, no
    pensamento do filosófo alemão Martin Heidegger, contrapondo estas ideias a
    elementos da filosofia da natureza de F.W.J. Schelling. O texto traz,
    ainda, a discussão acerca de uma postura ética e conservacionista frente ao
    meio ambiente, e seus vínculos com as noções de habitar, cons­truir e
    responsabilizar-se.

    Palavras chave: Heidegger;
    meioambiente; natureza; preservação ambiental, filosofia ambiental


    filosofia da mente
  • Sobre o conceito de Consciência em Filosofia da Mente 
  • Dentre as discussões abordadas na Filosofia da Mente contemporânea, nota-se, nas últimas décadas, um interesse crescente pelo debates concernentes à noção de consciência. Discute-se, sobretudo, com o avanço dos programas de pesquisa advindos da Neurociência e da Inteligência Artificial, a possibilidade de inserção dos estudos sobre a mente consciente no campo do saber científico. No entanto, as teorias que habitam a área da Filosofia da Mente parecem estar longe de chegar a um consenso quanto ao tema em questão. Afinal de contas, até que ponto poderia fornecer uma explicação científica para o domínio consciente dos estados mentais?Em termos mais precisos, estaríamos confinados a conceber a consciência como uma propriedade irredutivelmente subjetiva, não-analisável, indecomponível (não relacional), que faz com que os estados de consciência sejam, de maneira privilegiada, acessíveis apenas para o próprio sujeito, do ponto de vista da primeira pessoa? Ou estaríamos diante de um fenômeno que pode ser objetivado, passível de receber uma definição e uma explicação causal, necessariamente formulada na terceira pessoa?


    maravilhas das antigas civizações
  • O agir moral à luz da liberdade e da responsabilidade
  • Introdução

                Paulo
    já lançara as bases de uma ética para a vida title=""> style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[1]
    .
    No alvorecer do cristianismo, a originalidade da proposta desenvolvida por
    Paulo consistiu em aliar a liberdade à responsabilidade: "tudo me é
    permitido, mas nem tudo convém" class=MsoFootnoteReference> style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[2].
    Todos os seres humanos prezam a liberdade, tendo sido criados para ela. Para
    não diminuí-la ou até destruí-la, no entanto, requer-se que se viva com
    responsabilidade.

                Em
    tempos mais recentes, o Vaticano II resgatou essa intuição, sobretudo,
    com a Gaudium et Spes, atribuindo grande valor à consciência: "a
    consciência é o sacrário das pessoas" title=""> style='font-size:11.5pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[3]
    .
    Vê-se aí a enorme importância dada às decisões individuais. Até então, o que
    trazia tranqüilidade moral às pessoas de fé era o seguimento às normas. O
    importante era "enquadrar-se" nas leis. O que vigorava era a
    heteronomia moral. De agora em diante, as leis passam a funcionar como
    importantes subsídios, mas nunca como elementos decisórios às pessoas. A última
    palavra é sempre dada pela pessoa, em consonância com seu contexto vital (Sitz
    im Leben), seu desenvolvimento psíquico e sua situação particular. O que passa
    a vigorar é a defesa da autonomia moral.

                Por
    conseguinte, permeando o horizonte da ética, é possível encontrar um grande
    desafio lançado a todo ser humano: saber discernir quais são os melhores
    caminhos a serem percorridos no dia-a-dia. "O sentido da responsabilidade
    é uma atitude do homem total que o impele a colocar-se em situação de radical
    disponibilidade quanto aos imperativos morais" name="_ftnref4" title=""> class=MsoFootnoteReference>[4]

    assim que a pessoa se realiza e edifica o mundo à sua volta.

                A
    liberdade se exerce no relacionamento entre os seres humanos. Dessa forma, toda
    pessoa tem o direito natural de ser reconhecida como ser livre e responsável href="#_ftn5" name="_ftnref5" title=""> class=MsoFootnoteReference>[5]
    .
    "Quanto mais pratica o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há
    verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha da
    desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à ‘escravidão’" href="#_ftn6" name="_ftnref6" title=""> class=MsoFootnoteReference>[6].

                Em
    tempos de pensamento fraco e de relativismo, nesse contexto do século XXI, onde
    até o amor é tido como líquido, é mais do que oportuno revisitar as intuições
    éticas que nos foram legadas na Tradição.


    filosofia da mente
  • O pensamento na era da liberdade e da criatividade
  •             Em grande parte dos balanços que se fazem do
    pensamento pós-moderno, ressalta-se, compensando a ruína das "grandes
    narrativas", dos "mega-relatos" filosóficos, teológicos,
    sociológicos e outros, percebe-se o surgimento de um "canteiro de
    obras" entregue à liberdade e à criatividade das pessoas. Se por um lado
    amarga-se a falta de segurança e dos pontos de referência,  por outro, aumentam
    os espaços limpos para novas construções.

                Sendo assim, o filósofo é solicitado a deixar
    os jargões fáceis, os sistemas decorados, para ir construindo seu próprio
    pensamento com abundância de elementos acessíveis. Se o risco de errar cresce,
    o fascínio da aventura entusiasma.


    maravilhas das antigas civizações
  • A psicologia evolutiva

  • >Uma das grandes dificuldades apontada por diversos autores na psicologia é a construção de uma história desta ciência. A maneira mais simples consiste em descrevê-la em uma seqüência cronologicamente ordenada – porém não logicamente correta – no que se refere à análise dos problemas e tentativas de soluções. A perspectiva mais coerente focaria as questões isoladas, seguida das análises lógica e cronologicamente ordenadas das soluções que lhe foram propostas. >


    maravilhas das antigas civizações
  • A compreensão das ações econômicas na modernidade
  • A
    obra História Geral da Economia foi uma tentativa de Weber ajudar seus alunos a
    compreenderem os seus conceitos em Economia e Sociedade. O objetivo era mostrar
    a maneira que a sociologia por meio das ciências sociais analisa fenômenos
    socioeconômicos, introduzindo uma dimensão social numa análise voltada para os
    interesses (Swedberg, Max Weber e a idéia de sociologia econômica, p. 45).


    maravilhas das antigas civizações
  • A crítica à metafísica aristotélica clássica e o despontar da subjetividade cognoscente-autônoma em Immanuel Kant 
  •  

    Francisco Nunes de Carvalho

    Licenciado em Filosofia – fnunescarv@hotmail.com

     

    O presente trabalho objetiva apresentar o processo
    histórico-filosófico de decadência da metafísica enquanto ciência sobre o mundo
    objetivo em sua totalidade – ciência do ser – na vertente de Aristóteles,
    relacionando-o à afirmação do sujeito cognoscente que se volta para si mesmo e
    estabelece a própria autonomia racional, o que ocorre na chamada Modernidade e
    atinge momento privilegiado em Immanuel Kant. Analisaremos assim a transição de
    uma racionalidade ontológica, típica da metafísica aristotélica do ser, a um
    pensamento centrado no problema gnosiológico como pressuposto para ulteriores
    desenvolvimentos filosóficos, inclusive na ética.


    maravilhas das antigas civizações
  • EDUCAÇÃO E MERCANTILIZAÇÃO NO CAPITALISMO TARDIO: UMA ABORDAGEM HERMENÊUTICA
  • EDUCAÇÃO E MERCANTILIZAÇÃO NO CAPITALISMO TARDIO: UMA ABORDAGEM
    HERMENÊUTICA class=MsoFootnoteReference> style='font-size:12.0pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[1]

    Mauricio Cristiano de
    Azevedo class=MsoFootnoteReference> style='font-size:12.0pt;font-family:"Times New Roman","serif"'>[2]

    Resumo

    Estudo de
    análise bibliográfica que discute as relações entre a educação e seu possível
    estatuto de mercadoria, dentro do paradigma produtivista em colapso na fase
    tardia do capitalismo, problematizando pontos da teoria marxista da produção.
    Os objetivos elencados visam expor ao fim a contraditoriedade da consideração
    dos saberes como bens mercantis. Para tanto, o percurso argumentativo expõe a
    questão da própria produção de sentido como consenso obtido pela linguagem, o
    que desloca o conceito de conhecimento da posição de materialidade propalada
    pela abordagem epistemológica moderna, abrindo o horizonte de sua consideração
    como construção intersubjetiva. O contraponto à abordagem epistemológica é
    feito pela abordagem hermenêutica especificamente nas obras de Gadamer e
    Habermas, que fornecem suporte e base para a crítica do produtivismo
    materialista. Com isso, mais do que uma disputa de posições teóricas, o
    resultado das análises aponta para a falta de alcance das visões ortodoxas da
    filosofia da consciência e do sujeito no trato com fênomenos do capitalismo
    tardio e da cultura pós-moderna, o que convida a pensar o processo educativo, a
    cultura escolar e os saberes da formação cultural como elementos posicionados
    para além da lógica empresarial e dos objetivos e da educação como mera
    preparação à competitividade do mundo do trabalho.

    Palavras-chave: Educação. Marxismo. Hermenêutica.


    maravilhas das antigas civizações
  • O ROMANCE DA LITERATURA INGLESA
  • Quem escreveu as peças de Shakespeare?

    TEM havido grande controvérsia entre os estudiosos para saber se as chamadas peças de Shakespeare foram escritas por Shakespeare ou por Bacon.

    Os baconianos sustentam que Shakespeare foi um inculto ‘empregado de açougue, crescido num meio ignorante e totalmente jejuno do vasto cabedal de cultura, que entra na criação das peças, vindas a lume com seu nome.

    A este argumento respondem os shakespearianos que, em primeiro lugar, Shakespeare não era totalmente inculto, e, em segundo lugar, que há muitos casos na literatura de homens de pouco cultivo haverem produzido obras geniais. A inspiração, dizem eles, é muito mais importante do que a educação. Além disso, apontam eles o fato de cometer sempre Shakespeare enganos tais que Bacon jamais poderia cometer. Porque Shakespeare é um poeta c Bacon um erudito. Shakespeare, cuja inspiração é maior do que seus conhecimentos, atribue um litoral à Boêmia, que não passa de um país interno; faz Heitor citar Aristóteles, que viveu cerca de 700 anos depois de Heitor; e dá o nome de Lupercais, que eram uma festa romana, a uma colina de Roma. Além disso, declaram os shakespearianos, Bacon jamais poderia alçar-se às culmi-nâncias poéticas de Shakespeare. Todo o vigor de Bacon como filósofo acentua sua fraqueza como poeta. Um homem, cujo pensamento é todo precisão, nunca pode elevar-se nas asas loucas da fantasia.


    barbacena-mgG6
  • AS RELAÇÕES POLÍTICAS ENTRE AS FAMÍLIAS BIAS FORTES E ANDRADA NA CIDADE DE BARBACENA: DA FORMAÇAO DA PODEROSA ALIANÇA À CRIAÇÃO DO MITO DA ACIRRADA RIVALIDADE
  • Resumo



    Neste artigo abordam-se as relações políticas entre as famílias Bias Fortes e Andrada no município de Barbacena, Minas Gerais. O recorte histórico aferido abrange desde a formação da poderosa aliança entre os clãs em questão, na última década do século XIX, até a ruptura desse arranjo político, fruto das próprias modificações do Estado Brasileiro após a Revolução de 1930, quando foi criado o mito da ferrenha rivalidade entre Bias Fortes e Andrada. O fato marcaria de forma peremptória a história política barbacenense. A partir do confronto de ideias entre autores locais e grandes nomes do pensamento brasileiro, busca-se apresentar como determinados fatos históricos relativos às políticas local, estadual e nacional são distorcidos pela literatura histórica barbacenense.

    Palavras-Chave: Barbacena; política; Bias Fortes; Andradas.


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  • ALTERNATIVAS PARA UMA NOVA ESQUERDA
  • Resumo:
    O
    artigo em questão apresenta algumas colocações sobre a esquerda política. O
    conteúdo exposto abrange a origem histórica do termo esquerda, no final do
    século XVIII, e suas posteriores acepções ao longo dos anos. Durante um período
    considerável as ideias marxistas foram predominantes no pensamento de esquerda.
    Esta postura ideológica, de certa forma, prejudicou as ações de seus
    militantes, limitando o discurso esquerdista à luta de classes e à revolução
    socialista. As profundas transformações político-econômicas ocorridas nas
    últimas décadas, como o colapso do comunismo soviético e a crise financeira
    capitalista, colocam novas questões para a esquerda global. Deste modo, a
    partir do confronto de ideias presentes nas obras de importantes intelectuais,
    buscam-se apresentar possíveis alternativas para os movimentos esquerdistas neste
    início de século.  

    style='font-family:"Times New Roman","serif"'>           

    style='font-family:"Times New Roman","serif"'>Palavras-chave: style='font-family:"Times New Roman","serif";font-weight:normal'>esquerda; socialismo;
    Marx; marxismo; União Soviética.


    maravilhas das antigas civizações
  • ÉTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
  • A ética, no entanto, é bastante difícil de ser definida. O filósofo G.E. Moore escreveu que “ética é a investigação geral sobre aquilo que é bom”. O Dicionário Oxford de Filosofia apresenta a ética como “o estudo dos conceitos envolvidos no raciocínio prático: o bem, a ação correta, o dever, a obrigação, a virtude, a liberdade, a racionalidade, a escolha”. O Pequeno Vocabulário da Língua Filosófica não faz diferenciação nenhuma entre ética e moral, remetendo o leitor diretamente para o verbete “moral”. O filósofo contemporâneo Peter Singer escreve: “A ética existe em todas as sociedades humanas, e, talvez, mesmo entre nossos parentes não-humanos mais próximos. Nós abandonamos o pressuposto de que a ética é unicamente humana.”.


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  • Relações Sociais e Alternativas de Renda na Economia Popular
  • Neste texto procuramos analisar algumas formas de relações sociais, mediações presentes na economia solidária e determinados tipos de organizações que permitem o direcionamento na busca de renda individual ou familiar à margem das relações assalariadas e protegidas do grande capital. Para tanto foi elaborada revisão bibliográfica de autores da nova sociologia econômica, como Bourdieu e Polanyi, além de outros, pós-modernistas e clássicos.

    Essa configuração, presente no mercado de trabalho ou em fontes de renda alternativas, dá origem a práticas econômicas e sociais que garantem a sobrevivência e a respectiva melhoria da qualidade de vida de famílias e indivíduos.

    Diante do índice considerável de desemprego no segmento da sociedade mercantil – onde a regulação do grande capital prevalce – a economia baseada na solidariedade apresenta-se como um significativo instrumento de combate à exclusão social, com uma proposta alternativa de geração de trabalho, renda e satisfação de necessidades essenciais do ser humano. Repleta de criatividade para a solução de necessidades surge a economia solidária ou popular, ocupando um espaço que nem a economia de mercado e nem a solidariedade estatal conseguem atender na condição sócio-econômica pós-moderna. 

    Essa configuração presente no mercado de trabalho ou alternativas de fonte de renda, dá origem a práticas econômicas e sociais que garantem a sobrevivência e a respectiva melhoria da qualidade de vida de famílias e indivíduos.

    Diante do quadro de desemprego com índice considerável no segmento da sociedade mercantil, onde prevalece à regulação do grande capital, a economia com base na solidariedade apresenta-se como um significativo instrumento de combate à exclusão social pela proposta alternativa de geração de trabalho, renda e satisfação de necessidades essenciais do ser humano, e permeado pela criatividade, além do atendimento de interesses, surge à economia solidária ou popular, ocupando um espaço que nem a economia de mercado, nem a solidariedade estatal conseguem atender na condição sócio-econômica pós-moderna. 


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  • INDIVÍDUO, LIBERDADE, IGUALDADE E ECONOMIA: COMO AJUSTAR ESSAS NOÇÕES EM PROL DA CULTURA DA VIDA?
  • INDIVÍDUO, LIBERDADE, IGUALDADE E ECONOMIA: COMO AJUSTAR ESSAS NOÇÕES EM PROL DA CULTURA DA VIDA? Thiago Felipe Sebben           A proposta desse texto é, a partir da análise das ideias contidas no texto O indivíduo e a liberdade, do autor Georg Simmel, trazer apontamentos para a superação do problema ético/moral/econômico que floresceu juntamente com [...]


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  • Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt
  • Responsabilidade Pessoal e Coletiva em Hannah Arendt.[1]

    Cristian Abreu de Quevedo[2]

    Resumo

    A sociedade e o indivíduo tendem a esquecer de suas responsabilidades para com os acontecimentos políticos. Como se as decisões dissessem respeito somente aos seus representantes e as responsabilidades pessoais e coletivas fossem inexistentes, sendo incapazes de julgar as ações realizadas. Este artigo pretende abordar estes temas a partir de Hannah Arendt, possibilitando uma reflexão atual sobre a política.

    Palavras-chaves: responsabilidade pessoal e coletiva, julgamento humano, sistema e totalitarismo.



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