Consciênia - Filosofia e Ciências Humanas
Platão, biografia e pensamentos aristoteles Descartes Rousseau Nietzsche Marx

  • 2015 (3)
  • 2014 (130)
  • 2013 (25)
  • 2012 (104)
  • 2011 (515)
  • 2010 (415)
  • 2009 (158)
  • 2008 (244)
  • 2007 (91)
  • 2006 (102)
  • 2005 (15)
  • 2004 (17)
  • 2003 (3)
  • 2002 (8)
  • 2001 (10)
  • 2000 (4)
  • 1999 (6)
  • 1998 (9)
  • 1997 (22)

  • agosto 2015 (1)
  • julho 2015 (1)
  • janeiro 2015 (1)
  • novembro 2014 (28)
  • outubro 2014 (3)
  • setembro 2014 (24)
  • agosto 2014 (1)
  • julho 2014 (1)
  • junho 2014 (51)
  • maio 2014 (2)
  • abril 2014 (2)
  • março 2014 (11)
  • fevereiro 2014 (2)
  • janeiro 2014 (5)
  • dezembro 2013 (8)
  • novembro 2013 (2)
  • outubro 2013 (1)
  • setembro 2013 (6)
  • agosto 2013 (7)
  • abril 2013 (1)
  • setembro 2012 (2)
  • agosto 2012 (2)
  • julho 2012 (23)
  • junho 2012 (1)
  • abril 2012 (3)
  • março 2012 (2)
  • fevereiro 2012 (1)
  • janeiro 2012 (70)
  • dezembro 2011 (47)
  • novembro 2011 (17)
  • outubro 2011 (72)
  • setembro 2011 (43)
  • agosto 2011 (76)
  • julho 2011 (121)
  • junho 2011 (31)
  • maio 2011 (33)
  • abril 2011 (31)
  • março 2011 (15)
  • fevereiro 2011 (17)
  • janeiro 2011 (12)
  • dezembro 2010 (12)
  • novembro 2010 (36)
  • outubro 2010 (9)
  • setembro 2010 (120)
  • agosto 2010 (66)
  • julho 2010 (48)
  • junho 2010 (40)
  • maio 2010 (60)
  • abril 2010 (9)
  • março 2010 (2)
  • fevereiro 2010 (3)
  • janeiro 2010 (10)
  • dezembro 2009 (3)
  • novembro 2009 (8)
  • outubro 2009 (15)
  • setembro 2009 (2)
  • agosto 2009 (15)
  • julho 2009 (10)
  • junho 2009 (21)
  • maio 2009 (46)
  • abril 2009 (7)
  • março 2009 (4)
  • fevereiro 2009 (9)
  • janeiro 2009 (18)
  • dezembro 2008 (21)
  • novembro 2008 (5)
  • outubro 2008 (11)
  • setembro 2008 (44)
  • agosto 2008 (41)
  • julho 2008 (4)
  • junho 2008 (6)
  • maio 2008 (10)
  • abril 2008 (29)
  • março 2008 (28)
  • fevereiro 2008 (20)
  • janeiro 2008 (25)
  • novembro 2007 (5)
  • outubro 2007 (12)
  • setembro 2007 (1)
  • agosto 2007 (11)
  • julho 2007 (1)
  • junho 2007 (11)
  • maio 2007 (32)
  • março 2007 (3)
  • fevereiro 2007 (6)
  • janeiro 2007 (9)
  • dezembro 2006 (31)
  • novembro 2006 (58)
  • julho 2006 (3)
  • maio 2006 (2)
  • abril 2006 (3)
  • fevereiro 2006 (1)
  • janeiro 2006 (4)
  • novembro 2005 (4)
  • setembro 2005 (3)
  • julho 2005 (1)
  • junho 2005 (2)
  • maio 2005 (2)
  • abril 2005 (3)
  • novembro 2004 (1)
  • outubro 2004 (3)
  • setembro 2004 (2)
  • julho 2004 (1)
  • junho 2004 (5)
  • maio 2004 (2)
  • abril 2004 (3)
  • julho 2003 (1)
  • fevereiro 2003 (2)
  • dezembro 2002 (1)
  • agosto 2002 (2)
  • julho 2002 (1)
  • maio 2002 (1)
  • março 2002 (1)
  • fevereiro 2002 (2)
  • dezembro 2001 (2)
  • julho 2001 (3)
  • abril 2001 (1)
  • fevereiro 2001 (1)
  • janeiro 2001 (3)
  • agosto 2000 (1)
  • julho 2000 (1)
  • fevereiro 2000 (2)
  • dezembro 1999 (2)
  • maio 1999 (1)
  • fevereiro 1999 (3)
  • julho 1998 (2)
  • junho 1998 (1)
  • maio 1998 (4)
  • fevereiro 1998 (2)
  • dezembro 1997 (1)
  • setembro 1997 (3)
  • agosto 1997 (10)
  • julho 1997 (8)
  • Textos no ano 2009

    sex
    25
    dez
    2009

    São Francisco de Assis – Cântico das Criaturas

    Ao discorrer sobre o “Cântico das Criaturas”, este trabalho não procura relatar fatos históricos e muitos menos fatos da vida de São Francisco, mas procura mostrar alguns apontamentos da experiência de Deus, que São Francisco viveu em si mesmo e na natureza que o rodeava.

    qua
    9
    dez
    2009

    NUDEZ E VERGONHA

    ALBERTO SIUFI
    JUNIOR

    Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro
    Universitário Claretiano para obtenção do título de graduado em Licenciatura em
    Filosofia. Orientador: Prof. Adriano Volpini.

    Que vergonha, estou nu! Nudez não é coisa simples, ela
    aparece logo nas primeiras páginas da Biblia e de outros textos fundadores da
    civilização, afirma Marcelo Bortoloti em sua reportagem para a revista Veja em
    dezembro de 20081. A verdade é que se Ulisses, personagem de Homero,
    naufragasse hoje e aparecesse nu diante de sua princesa Nausícaa assim como foi
    relatado na Odisséia, ainda sentiria uma vergonha e um desconforto enorme. O
    fato de ter passado mais de 2500 anos não mudaria a sensação de desconforto do
    herói e, pelo contrário, sentiria uma culpa religiosa que não existia naqueles
    tempos. O resultado de morder o fruto proibido é o sentimento da vergonha,
    fraqueza e derrota diante de si mesmos e de Deus. Percebemos como é imoral
    estar nu. Todos nós já sentimos vergonha por alguma coisa. E isso parece ser
    normal. Quantas vezes não nos sentimos “nus” diante dos olhos dos outros? Este
    sentimento de vergonha e pudor, é o que Dietrich Bonhoeffer identifica como a
    indestrutível lembrança do ser humano da sua separação da origem, é a dor
    decorrente desta separação e o desejo impotente de desfazê-la2. Perdemos
    nossa essência original.

    seg
    7
    dez
    2009

    A RELIGIÃO E O RISO

    Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ricardo Rose para o curso de Licenciatura Plena em Filosofia no Centro Universitário Claretiano.

    A idéia de escrever este ensaio sobre o tema da religião e do riso
    me ocorreu há cerca de um ano, quando assisti no Youtube a um vídeo do
    humorista americano George Carlin, falecido por aquela época. No filme, Carlin
    faz uma engraça crítica à religião (Religion is bullshit -Religião é
    besteira
    ), que arrancou muitas gargalhadas da audiência em Nova York. Ator,
    humorista e comediante, George Carlin (1937­2008) sempre foi um grande crítico
    do “American way of living” (o jeito americano de viver). Ridicularizava
    o excessivo patriotismo dos americanos, seu impulso consumista e até o
    exagerado engajamento ambiental. O maior alvo de Carlin, no entanto, sempre
    foram as religiões; em tudo o que elas têm de autoritário, obscurantista e
    fanático. O comediante era um ardoroso defensor da democracia, da liberdade
    individual e dos valores seculares.

    […]
    O trabalho A religião e o riso, abordará o tema
    inicialmente em sua dimensão propriamente dita, descrevendo o significado do
    riso e sua relação com a religião ao longo do tempo. O período considerado
    neste estudo vai aproximadamente da Pré-História ao Renascimento, já que é
    neste espaço de tempo que a influência da religião sobre as sociedades é mais
    acentuada. O texto, entretanto, não esgota o assunto; apresenta apenas alguns
    fatos e análises que caracterizaram a relação do riso com a religião durante
    este período histórico.

    Em seguida, serão descritos
    alguns aspectos da relação entre a religião e o riso, sob ponto de vista
    filosófico e cultural. É fato que pouquíssimos filósofos se ocuparam
    especificamente do fenômeno do riso, menos ainda do riso em relação à religião,
    o que fez com que as fontes de pesquisa para este trabalho fossem bastante
    reduzidas e tivessem que ser encontrados subsídios em um universo bibliográfico
    mais amplo e não dirigido exclusivamente para este tema. Assim, o estudo se
    vale das contribuições de filósofos e escritores que abordaram o assunto da
    religião sob um aspecto crítico, mas que também olharam além do simples
    fenômeno religioso, tentando apontar-lhe outros significados. A análise
    filosófica e cultural, todavia, não coincidirá necessariamente com os períodos
    históricos focados, já que as informações disponíveis sobre a história da
    religião e da filosofia, no que se refere ao riso, não são necessariamente de
    períodos históricos coincidentes.

    Ao
    final o estudo apresenta uma conclusão, na qual se pretende demonstrar que a
    crítica da religião, seja através do riso ou da argumentação, longe de ter como
    alvo principal a divindade e sua instituição é, na realidade, um estudo crítico
    da sociedade e do homem. Examinar o fenômeno religioso, seja sob que aspecto
    for – inclusive o riso – é analisar o homem e sua cultura, tentando entendê-los
    através de uma abordagem diferente.

    seg
    30
    nov
    2009

    TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.

    TRABALHO, CAPITALISMO HISTÓRICO E PAUPERISMO NO SÉCULO XXI.
    Felipe Luiz Gomes e Silva

    Resumo

    O
    objetivo deste texto é refletir sobre novos desafios e velhos dilemas presentes
    na esfera do trabalho no século XXI: desemprego estrutural, precarização
    laboral e apropriação da subjetividade humana pelo capital. Na década de 1970,
    alguns pesquisadores brasileiros entendiam que a chamada "marginalidade
    social" constituía, na realidade um enorme exército de reserva de força de
    trabalho funcional ao processo de acumulação de capital; a “ocupação informal”
    era entendida como uma forma peculiar de inclusão na divisão social do
    trabalho. Mas, atualmente, para M. Davis (2006), os trabalhadores desempregados
    da América Latina, por exemplo, compõem um vasto “proletariado informal”, o
    qual não pode ser chamado de lumpesinato e muito menos de exército de reserva,
    pois já não são reservas de nada. Para Robert. Castel (1998), os desempregados
    são na realidade “desfiliados”, “supranumerários” e inúteis para o mundo
    capitalista. A ideologia do progresso e da modernidade justificou que muitas
    lutas de oposição à mercantilização das atividades humanas fossem destruídas
    pelo avanço das forças produtivas do capital. Mas mesmo com a destruição das
    lutas de resistência o que surpreende é que o desenvolvimento capitalista,
    depois de pelo menos quatrocentos anos, não tenha assalariado a totalidade da
    força de trabalho na economia-mundo. Dados atuais indicam que trabalhadores
    tipicamente assalariados incorporados às cadeias mercantis mundiais abrangem
    uma pequena parte da força de trabalho. A metade da população do mundo vive na
    pobreza, com menos de US$ 2 por dia, são 3 bilhões de seres humanos. E segundo
    a Organização Internacional do Trabalho, diante da atual crise do capitalismo,
    serão adicionados mais de 50 milhões de desempregados no mundo; o acelerado
    crescimento da indigência é a grande novidade do século XXI. Quem são os
    miseráveis de ontem e os de hoje? O que fazer?
    Palavras-chave: trabalho,
    exclusão, pauperismo, proletariado, indigência.

    Professor Doutor
    UNESP, campus de Araraquara, membro do Grupo de Pesquisa em História Econômica
    e Social Contemporânea.
    Endereço:
    felipeluizgomes@terra.com.br

    seg
    30
    nov
    2009

    ATUALIDADE DA FILOSOFIA ANTIGA

    Uma questão se levanta: Uma filosofia antiga pode ser atual?

    Poder-se-ia também formular este tema desta maneira: Como uma filosofia antiga pode ser ela atual?

    Cumpre de plano esclarecer os conceitos.

    Uma filosofia antiga é uma doutrina pertecendo a um passado longínquo, a uma época pretérita.

    seg
    30
    nov
    2009

    Crer para quê? Crer em quê? Feuerbach anuncia a morte de Deus.

    Este artigo é uma tentativa pessoal para um aprofundamento de Feuerbach, e principalmente em sua obra “Essência do Cristianismo”, onde está a religião como antropologia, isto é, ele faz uma redução da religião a antropologia, que os atributos divinos, são qualidades que o sujeito projeta nesse ser transcendental. Percebemos o homem como perfeito, pois a própria consciência é perfeita e ilimitada. E o homem percebendo compreende o ser absoluto chega a seu próprio conhecimento, sendo a religião encontro consigo mesmo. Assim a morte de Deus é anunciada, então Crer para quê? E Crer em quê? Mas chegando a conclusão que seu pensamento trouxe grandes contribuições, mas que a própria religião continua um mistério, e que não podemos justificar Deus, e que a modernidade teve foi um crescimento de grande fervor religioso, e que, portanto Deus continua vivo, e que a modernidade se percebeu mais ainda como uma dualidade de razão e fé, ou seja razão e desejo.
    Palavras- Chaves: Feuerbach, Deus, Redução, Antropologia, Essência do Cristianismo, Filosofia, sujeito, transcendental, humano, animal, alienação e religião.

    sáb
    28
    nov
    2009

    O MÉTODO DE ANÁLISE EM DESCARTES – DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS À CONSTITUIÇÃO DO SISTEMA DO CONHECIMENTO

    Ebook de livro universitário de filosofia em versão digital enviada pelo autor.
    Este livro discute a velha questão do método cartesiano a partir de uma perspectiva pouco explorada: a da tradição dos praticantes do méto-do de análise, solucionadores de pro-blemas matemáticos.
    Após aproximar o modo de produção dos geômetras antigos e algebristas modernos ao de Descartes, o texto percorre a obra car-tesiana para mostrar como o filósofo se filia a essa tradição e de que forma constrói sua concepção metodológica.
    Contrabalançando reflexões sobre o método e ilustrações de sua atu-ação, ganha sentido também a tese sobre a sua abrangência univer-sal.
    Não há como negar uma visão diferente sobre a filosofia de Descartes.

    César Augusto Bat-tisti é Doutor em Filosofia pela Uni-versidade de São Paulo (USP), tendo realizado parte de seus estudos na Université Paris VII, França (Doutorado-Sanduíche). Professor do Curso de Filosofia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Toledo, possui trabalhos publicados e em fase de publicação sobre Descartes e sobre a história do método de a-nálise. Atualmente, está traduzindo o Monde de Descartes.

    ter
    24
    nov
    2009

    A filosofia a partir da visão do aluno de escola pública

    Esse trabalho tem uma pretensão de dizer os sentimentos dos alunos diante da filosofia na sala de aula. Ele acontece através de uma pesquisa na escola com os próprios alunos. Pois é uma preocupação de vários estudantes de filosofia o encontro com a sala de aula e como é um trabalho exigente, sacrificante, devido às grandes dificuldades, sejam elas políticas, educacionais, e culturais. Pode chegar ao absurdo em falar que não existe filosofia na escola pública e sair enumerando os problemas, mas não se apresenta propostas, e às vezes culpam os alunos dizendo que “eles não querem nada com a vida”. Esse trabalho realizado com os alunos mostra as dificuldades da filosofia na escola publica, mas fica perceptível que a filosofia é real, portanto viva na escola pública, e existe o desejo de aprofundamento por parte dos alunos.

    seg
    23
    nov
    2009

    Resumo de teorias epistemológicas

    A
    inferência pode ser dedutiva, a posteriori, em que suas conclusões se
    baseiam ou em algo que ou é certeza ou probabilidade. Ela não assume um caráter
    de meio termo.

    Enquanto
    que a inferência indutiva, não está baseada em extremos, ou 100% ou 0,0%. A
    indutiva pode haver graus de probabilidade de 1,0% a 99%. Podendo ser justiçada
    com o meio termo. Na Inferência Indutiva, temos conclusões com verdades
    contingentes. Enquanto na dedutiva, necessárias.

    dom
    8
    nov
    2009

    Aristóteles: Saber e Ciência – História da Filosofia na Antiguidade

    a) Lógíca
    α) Caráter geral da lógica, aristotélica. — Sobre o saber e a verdade, já muito tinha ensinado a Filosofia anterior a Aristóteles. Mas, é com êle que nasce uma Filosofia formal do saber, a lógica. Não se trata apenas do nascimento da lógica. Ela é, desde logo, estruturada de um modo tão classicamente perfeito, que, ainda hoje, os caminhos trilhados nessa matéria são os mesmos traçados por Aristóteles. É marcante, a este propósito, a palavra de Kant, de que a lógica, depois de Aristóteles, não podia, em nada, retroceder, mas também não podia dar mais nenhum passo para a frente. A Idéia fundamental da lógica está nos Analíticos. O simples título do livro já manifesta o caráter desta lógica: é uma análise do espírito. Como a anatomia decompõe o corpo humano nas suas partes integrantes, assim a lógica aristotélica, o pensamento e a linguagem do homem. Aristóteles foi o primeiro a ver que também o espírito tem a sua estrutura própria, consta de elementos e funções fundamentais e, a esta luz, pode ser estudado e descrito. Como últimos elementos se consideram — o conceito, o juízo e o raciocínio. Ainda hoje constituem os três mais importantes capítulas da lógica. E Aristóteles procura sempre, em seu estudo, descrever e dividir. Já na lógica se manifesta uma tal tendência. — examinar o mundo experimental nos seus variados aspectos, e ordenar e classificar o concreto. Mas Aristóteles determina as formas elementares do espírito por interesses não só teóricos, mas também práticos. Quer, ao mesmo tempo, fornecer o meio seguro e científico de pensar, provar e refutar. Isto se dá principalmente nos Tópicos e nos Elencos Sofísticos. Sua lógica é, assim, não somente teórica, mas também prática. E, .simultaneamente, também o preocupa a questão de saber até que ponto os nossos meios de pensamento não somente como instrumentos, formalmente considerados, estão bem ordenados, mas, também, se eles realmente captam o material do saber, que devem captar; i.é, a sua lógica não é somente formal, mas ainda material, sendo, também, uma teoria do conhecimento, como hoje se diz.

    ter
    3
    nov
    2009

    Vida e escritos de Aristóteles – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

    Aristóteles
    não é ateniense de nascimento, mas é originário de Estagira, na Trácia,
    onde nasceu em 384. O pai era médico particular do rei macedônio Amintas, e o
    próprio Aristóteles vinculou o destino externo da sua vida aos desígnios
    macedônicos, com os quais também cairá. Aos 18 anos vem à Academia, onde permanece durante vinte anos, até
    a morte de Platão. No decurso da
    vida do mestre, altamente o honrou. Na Eegia que lhe dedicou, refere-se á
    amizade que os ligou a ambos, dizendo ser Platão
    um homem tão excelso que digno de o louvar não será qualquer um, mas
    somente quem se digno de tal. O fato de Aristóteles
    ter, pelo seu modo próprio de pensar, se afastado dele mais tarde,
    nenhum detrimento trouxe a essa veneração e amizade. "Se ambos são meus
    amigos” (Platão e a verdade),
    diz êle na Ética; a Nicômaco (1096a l6), "pio dever é estimar ainda
    mais altamente s verdade". Tem-se, contudo, a impressão de nem sempre ser sina
    ira et studio
    a crítica contra Platão.
    De propósito, freqüentemente a suscita, nem sempre com necessidade, e, às
    vezes, sendo até mesquinho. Depois da morte
    de Platão, Aristóteles retira-se para. Assos no país da
    Tróade, junto do príncipe. Hermias
    de Arames, fundando aí, junto com outros membros da Academia, uma espécie de sucursal da escola.

    seg
    26
    out
    2009

    A concepção de Deus no Platonismo – História da Filosofia Antiga

    Se lermos as palavras cheias de vida que o velho Platão dirige, nas Leis (887 c ss.) a uma juventude que manifesta as maiores dúvidas sobre a existência de Deus, teremos, imediatamente, a impressão de que, para este filósofo, a religião toda depende do coração. Contudo, Deus não é, para Platão, apenas objeto da fé! Tal concepção é ainda estranha ao homem antigo. A existência de Deus é para êle,
    antes, objeto da ciência. Platão não nos deixou nenhuma prova formal da existência de Deus. Mas há, nas suas obras, dois processos de pensamento indicativas de uma via clara para Deus, e que foi aproveitada na Filosofia posterior, como uma prova real dessa existência. Podemos denominar a uma dessas vias, a física e, à outra, a dialética.

    dom
    25
    out
    2009

    A criação do mundo pelo Demiurgo no Timeu de Platão

    A obra essencial de Platão, para a sua cosmologia, é o Timeu.
    Este diálogo influiu, como nenhuma outra obra, sobre as idéias cosmológicas
    do Ocidente. Foi também lido na Idade-Média, na tradução latina de Cícero e de Calcímo, junto com o comentário deste. Nele se inspira
    particularmente a cosmografia e a enciclopédia medieval, como, por exemplo, a
    de Guilherme de Conches ou a de Honório de Autun. Mesmo Galileu buscou nela decisivas
    motivações para o esboço matemático do seu sistema cosmológico. E, em particular,
    segue a concepção teleológica da natureza toda, até hoje, na suas pegadas, e
    vem, como em Platão, dar numa
    psico-teologia. Como na sua psicologia, também aqui recorre Ale,
    freqüentemente, ao mito. Primeiro, por não haver ciência exata no domínio do
    mundo espácio-temporal, como êle diz; e, depois, porque a imagem e o símbolo,
    pelo menos, deixam pressentir o que o conceito puro não é capaz de apreender.

    Platão
    contrapõe claramente o nosso mundo físico ao mundo das Idéias. Designa-o
    como o mundo visível (λοτοζ δρατοζ),
    em oposição ao mundo pensável das Idéias, pois não encerra nenhuma realidade,
    estando sempre em mudanças, sendo, por isso, algo de múltiplo, divisível,
    indeterminado, ilimitado, sem medidas, grande e pequeno. Antes de tudo. porém,
    o inundo físico está encerrado no tempo e no espaço, é apenas aparência das
    Idéia.s, no sentido de cópia delas. Platão
    diz, por isso, que êle é participante das Idéias (μεθτεξιζ),
    e, só assim, pode conservar uma existência aparente. É uma como cera informe,
    moldada pela Idéia; ou como a ama, que recebe
    e cria o menino, cujo pai verdadeiro é a Idéia. Assim como a
    percepção sensível só pode existir e ser lida pela idéia, assim
    também o mundo dos sentidos, somente pela idéia.

    sáb
    24
    out
    2009

    A FILOSOFIA DO HELENISMO E DO IMPÉRIO ROMANO – História da Filosofia Antiga

    Na
    época helenística, consuma-se um processo histórico espiritual, cujo resultado
    ainda é importante para a nossa moderna concepção da Filosofia: a evolução da
    Filosofia no sentido de uma ciência especial. No período pré-socrático, o
    filósofo era tudo: cientista, médico, técnico, político e sábio. A Academia e o
    Perípato abrangem, como organizações científicas, a totalidade do saber. Mas já
    no antigo Perípato. vemos que as ciências particulares absorviam a atividade
    total de todo um homem, e lhe davam a sua fisionomia espiritual, embora êle
    ainda filosofasse no sentido da antiga sabedoria. No período helenístico as
    ciências particulares se desmembram em disciplinas independentes. Nascem
    centros próprios de investigação, onde essas ciências são cultivadas ex
    professo:
    Alexandria, Antioquia, Pérgamo, Rodes. Mas a Filosofia se
    pronuncia apenas sobre as grandes questões que Platão e Aristóteles tinham
    indicado como propriamente filosóficas: a lógica, a ética e a metafísica. Exatamente
    por isso essas questões são aprofundadas e se transformam em mundividências. Ocupa-se a Filosofia com o homem como tal e, nesses tempos tão incertos,
    revoltos pelas guerras de Alexandre e dos Diadocos, busca ela a salvação e a
    felicidade no homem interior, o que já não podem proporcionar as relações
    externas, a sonharem sempre novas grandezas, para criarem, apenas, em lugar
    delas, ruínas sobre ruínas. Por isso prepondera nessa época o papel da ética.
    Ela deve, ao mesmo tempo, exercer a função outrora desempenhada pelo mito
    religioso. Êste se dissipa cada vez mais, sendo substituído pelo pensamento
    racional. O estoicismo e o empirismo despertam novas preocupações psíquicas e
    atuam sobre círculos mais vastos, muito mais do que o puderam a Academia e o
    Perípato. As "mundividências", uma vez constituídas,
    funcionam como centros de cristalizagão, formando–se nos tempos do helenismo
    marcantes centros escolásticos, típicos desta época: o Pórtico e o Jardim de
    Epicuro; ao lado das já existentes escolas da Academia e do Perípato.

    ter
    20
    out
    2009

    EPICURO E O EPICURISMO: ANTIGA FILOSOFIA DA VIDA – História da Filosofia Antiga

    Os epicuristas são os inimigos hereditários dos estóicos. Não tem fim a polêmica entre as dois campos.
    Fundador da. escola é Epicuro de Samos (314-270). Foi seu mestre o discípulo de Demócrito,
    Nausífanes. A ascendência atomista foi decisiva para toda a escola, que Epicuro dirigiu no seu Jardim. em Atenas, desde 306. E foi devido a esses Jardins que os epicuristas
    receberam a denominação — os do Jardim.

    seg
    19
    out
    2009

    Com o progresso surgem as desigualdades

    RESUMO

    O estudo realizado aponta que a questão histórica da saída do homem do estado de natureza aconteceu a partir da própria evolução da espécie no tempo e no espaço geográfico e, não da necessidade em si de aperfeiçoar. Evolução adquirida através do progresso, da capacidade de perfectibilidade e da consciência ingênua do homem no estado de natureza. O marco definitivo para o pacto de desigualdade foi à propriedade privada.
    Marcado pela efervescência de um movimento conhecido como iluminismo (época das luzes e evolução das ciências e das artes). Deste fato à grande importância da filosofia política e pedagógica escrita por Rousseau e sua grande repercussão em todo campo filosófico, principalmente dentre os contratualistas. Trás a tona o pensamento filosófico político do autor sobre “O Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens”. Para reparar a situação de desigualdade é importantíssima a educação de qualidade, à ação do educador frente ao progresso, deve ser a ação natural, que leva em considerações as peculiaridades da infância, a “ingenuidade e a inconsciência” que marcam a falta da razão adulta.

    Palavras-chave: sociedade, desigualdade, estado de natureza, contrato social, educação.

    dom
    18
    out
    2009

    Os neoplatônicos e o Neoplatonismo – História da Filosofia Antiga

    A força vital do neoplatonismo já
    é percebida pelo simples fato de os seus representantes se encontrarem em
    todos os centros da cultura helenística — Alexandria, Roma, Atenas, Antioquia e
    Pérgarao. B ao mesmo tempo percebemos a grandeza espiritual de que se revestiu
    o platonismo ao findar do mundo antigo, para ter tão vasto ressurgimento. Foi
    um como mito que se apoderou dos espíritos.

    dom
    18
    out
    2009

    Emil Cioran e a crítica ao pensamento utópico

    A explanação do pensamento do filósofo Emil Cioran (1911-1995), apresentando a sua relevância para a intelectualidade contemporânea, é o fim a que se propõe este artigo. Tendo como ponto de partida as obras História e Utopia (1960) e Breviário de Decomposição (1949), sem deixar no esquecimento as demais obras do autor e entrevistas, se verá, nas linhas que se seguem, a idéia de que é na negação que o ser humano encontra a lucidez e que toda forma de utopia, toda crença no progresso, é vã. Desse modo, sendo Cioran, pensador romeno radicado na França, investigado no presente tratado, as inevitáveis críticas às instituições e ao pensamento sistemático e, inclusive, ou até principalmente, à tradição filosófica terão grande ênfase, na medida em que a própria subjetividade, o Nada, a Lucidez, o Tempo e a História vão sendo também estudados. Portanto, o lúcido Cioran, ao mesmo tempo um ser que passa pela experiência da insônia, sentindo a realidade que lhe fora revelada, a saber, a inércia, o anonimato, a negação e a Queda, emite crítica ao progressismo, ao utopismo, afirmando o mundo interior e não o exterior como fonte de lucidez. Se buscará aqui exprimir fielmente o pensar deste autor de suma importância não só para a contemporaneidade, porém para todas as eras.

    Palavras-Chave: Insônia, Negação, Utopia, Progresso, Queda

    sáb
    17
    out
    2009

    O PERÍPATO – FILOSOFIA ENCICLOPÉDICA – História da Filosofia na Antiguidade

      História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger 4 — O  PERÍPATO – FILOSOFIA   ENCICLOPÉDICA O Perípato, fiel ao exemplo do aristotelismo posterior, já desde os seus inícios se entregara a uma minuciosa investigação científica (cf. pág. 253). Posteriormente, ainda, se deu ao estudo das ciências experimentais, distinguindo-se assim tipicamente do estoicismo e do epicurismo, […]

    sáb
    17
    out
    2009

    A RELAÇÃO ENTRE O HUMANO E O DIVINO EM BLAISE PASCAL

    Este artigo investiga a relevância do pensamento de Blaise Pascal (1623-1662), em especial ao seu conceito de superação do humano mediante a negação do mesmo, para o mundo pós-moderno. Traçando um paralelo entre a idéia de progresso de seu tempo e o conceito cristão de depravação da natureza humana pelo pecado, apresentou-se as implicações práticas do pensamento pascaliano para o mundo globalizado, que fomenta o abandono da religião e é otimista para com o saber científico.

    Palavras-chave: Fé. Ciência. Humilhação. Superação. Milagres. Glória.

    sáb
    17
    out
    2009

    Ceticismo Acadêmico e ceticismo pirrônico – História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

    História da Filosofia na Antiguidade – Hirschberger

    A. A Média e Nova Academia

    Os h o m e n s da Academia

    Distinguimos, ao lado da antiga Academia (v. pág. 174), ainda uma média, cujos principais representantes são Arcesilau (315 até 241 a. C.) e Carnéades (214-129 a.C); e uma nova Academia, com Filo de Larissa, que veio para Roma em 87. a.C. e aliciou ali Cícero para a sua escola, e Antíoco de Ascalão, a quem Cícero ouviu em Atenas em 79 a.C.

    qua
    14
    out
    2009

    João Sortudo – História Infantil dos Irmãos Grimm

    Conheça a clássica historinha dos Irmãos Grimm em versão ilustrada.

    Essa é a estória de João,
    um
    rapaz afortunado
    que,
    perdendo ou não,

    vivia despreocupado.

    Contente com o que fazia

    João de Sorte apelidado
    ganhava quando perdia
    ,
    Julgando-se um felizardo.

    sáb
    10
    out
    2009

    DEMÉTRIO da Macedônia – Plutarco – Vida Paralelas

    SUMÁRIO DA VIDA DE DEMÉTRIO

    Relações
    e diferenças entre as operações dos sentidos e as da inteligência. II. Porque
    Plutarco escreveu a história de homens viciosos. III. Perfil de
    Demétrio. IV. Sua ternura para com seu pai. V. Sua dedicação
    para com os amigos. VI. Perde uma batalha contra Ptolomeu. VII. Desforra-se.
    VIII. Outros êxitos de Demétrio em diversas guerras. IX. Seu
    pai e êle determinam dar liberdade à Grécia. X. Vai a Atenas
    para daí expulsar as tropas de Ptolomeu. XI. Sai-lhe mal o
    empreendimento. XII. Restabelece a democracia em Atenas. XIII. Bajulação exagerada dos atenienses para com Demétrio. XIV. Caráter
    de Estratocles. XV. Sinais da cólera divina contra as honras extravagantes
    decretadas a Demétrio. XVI. Versos de Felipides contra Estratocles. XVII. A
    loucura dos atenienses levada ao auge, em um decreto que Democlides os faz
    aceitar. XVIII. Mulheres de Demétrio. XIX. Vai a Chipre
    fazer guerra a Ptolomeu. XX. Obtém contra êle uma grande vitória. XXI. Como
    Aristodemo comunica a notícia a Antígono. XXII. O nome de
    rei dado pela primeira vez a Antígono e a Demétrio. XXIII. Nova
    expedição de Antígono e de seu filho Demétrio. contra Ptolomeu; sem resultado,
    porém. XXIV. Libertinagem de Demétrio. XXV. Descrição da
    sua grande máquina de guerra, denominada Elépolis. XXVI. Porque se
    obstinou êle no cerco de Rodes. XXVII.
    Paz a paz com os rodianos. XXVIII. Põe
    em liberdade todos os gregos que habitam aquém das termópilas. XXIX. Infame
    libertinagem cie Demétrio. XXX.
    Democles lança-se numa caldeira fer-vente
    para fugir à sua brutalidade. XXXI.
    Demétrio eleito comandante geral de toda
    a Grécia. XXXII. Inicia-se nos mistérios de Céres. XXXIII. Enorme
    contribuição que êle exige dos atenienses. XXXIV. Digressão
    sobre uma concubma de Demétrio, chamada Lâmia. XXXV.
    O mesmo sobre uma cortesã egípcia chamada
    Tonís. XXXVI. Liga de vários sucessores de Alexandre contra Antígono
    e Demétrio. XXXVII. Presságios desagradáveis para ambos. XXXVIII. São
    vencidos; Antígono é morto. XXXIX.
    Os atenienses negam a Demétrio a entrada
    em sua cidade. XL. Como se deve desconfiar da adulação do povo. XLI. Saqueia as
    terras de Lisímaco. XLII. Casa süa filha Estratonice com Selêuco. XLIII.
    Separação entre Selêuco e Demétrio. XLIV. Demétrio cerca Atenas. XLV.
    Apodera-se da cidade. XLVI. Vence os lacedemònios. XLVII. Funesta
    revolução na sorte de Demétrio. XLVIII. Alexandre chama-o cm seu auxílio.
    XLIX. Conjuração de Alexandre para assassinar a Demétrio. L. Demétrio fá-lo
    matar. LI. É nomeado rei da Macedônia. LII. Como o médico Erasístrato descobre
    a paixão de Antíoco por Estratonice. LIII. Como êle induz a Selêuco a dá-la por
    esposa. LIV. Demétrio apodera-se da cidade de Tebas. LV. Revolta de Tebas.
    Demétrio cerca-a e a toma novamente. LVI. Guerra entre Demétrio e Pirro. LVII.
    Luxo de Demétrio. LVIII. Orgulhosa dureza de Demétrio. LIX. A justiça é a
    virtude própria dos reis. LX. Grandes preparativos de guerra e vastos projetos
    de Demétrio. LXI. Ptolomeu, Selêuco e Lisímaco unem-se contra êle. T.XII. O
    exército de Demétrio; se amotina contra êle. LXIII. Êle foge. LXIV. Reflexões
    sobre as vicissitudes da fortuna de Demétrio. IiXV. Dispõe o cerco diante da
    cidade de Atenas e o levanta. TiXVI. Extremos a que o reduz Agátocles. LXVII.
    Tentativas inúteis de Demétrio para conseguir o auxílio de Selêuco. LXVIII.
    Selêuco marcha contra êle. LXIX. Doença de Demétrio. LXX. O exército de
    Demétrio passa para o lado de Selêuco. LXXI. Demétrio entrega-se a Selêuco.
    LXXII. Selêuco o desterra para Quersoneso da Síria. LXXIII. Como Antígono
    recebe a notícia do cativeiro de seu pai. LXXIV. Morte de Demétrio. LXXV.
    Exéquias fúnebres que lhe presta seu filho Antígono.

    Desde o primeiro ano da 110.ª olimpíada
    aproximadamente, até O segundo ano da 123», antes de Cristo, ano 287.

    qua
    7
    out
    2009

    Biografia do romano MARCO ANTÔNIO por Plutarco – Vidas Paralelas

    Ebook completo contendo a Vida de Marco Antônio, célebre militar e político romano, contada por Plutarco em mais um episódio das Vidas Paralelas.
    SUMÁRIO DA VIDA DE MARCO ANTÔNIO
    Nascimento e educação de Antônio. II. Suas relações com Clóclio e Cúrio. III. Serve sob Gabínio contra os judeus. IV. Incita Gabínio a restaurar Ptolomeu no trono. V. Costumes de Antônio. VI. Sua liberalidade. VII. Toma o partido de César. VIII. Foge com Quinto Cássio para César. IX. Insolências e de-vassidão de Antônio,, durante a ausência de César. X, Leva auxílio a César. XI. Comanda a ala esquerda do exército de César na batalha cie Farsalia. XII. Resiste abertamente a Dolabela que propunha a abolição universal das .dívidas. XIII. Indecências e licenciosidades da vida de Antônio. XIV. Casa-se com Fúlvia. XV. Honras que César lhe confere, desprezando-o. XVI. Oferece o diadema a César na festa das Lupercais. XVII. Procedimento de Antônio depois da morte de César. XVIII. Profere a oração fú­nebre de César. XIX. Otávio pede-lhe a sucessão de César. XX. Otávio, ajudado por Cícero faz declarar Antônio inimigo da pátria. XXI. Corajosa paciência de Antônio na sua adversidade. XXII. O exército de Lépido entrega-se a êle. XXIII. Triunvirato. XXIV. A ira principal cai sobre Antônio. XXV. Vai com Otávio fazer guerra a Bruto e a Cássio. XXVI. Viagem de Antônio à Grécia. XXVII. Insolència de seu proceder na Ásia. XXVIII. Considera­ções que lhe faz Hibreas sobre a imposição exorbitante que dlfl exigia da Ásia. XXIX. Gosto de Antônio pela zombaria; a liberdade com que êle permite os gracejos contra êle mesmo, ajudava a OU gana-Io. XXX. Manda ordem a Cleópatra de lhe vir prestar con tas de seu procedimento. XXXI. Comitiva na qual Cleópatra chega a Antônio. XXXII. Entrevista de Antônio e Cleópatra XXXIII. Maneira de viver de Antônio e Cleópatra. XXXIV Presentes magníficos feitos pelo filho de Antônio ao médico Pilotai XXXV. Habilidade de Cleopatra para cativar Antônio. XXXVI. Gracejo que ela lhe faz em uma pescaria. XXXVII. Antônio parte para a Itália. XXXVIII. Sua reconciliação com Otávio. XXXIX. Congraçamento de Otávio e Antônio com Sexto Pompeu. XL. Antônio parte para a Grécia. XLI. Vitória? de Ventídio, lugar -tenente de Antônio, contra os partos. XLII. Antônio volta a Atenas. XLIII. Antônio desavém-se com Otávio. Otávia os faz reconciliarem-se. XLIV. Antônio prende-se novamente nas cadeias de Cleopatra. XLV. Empreende a guerra contra Fraortes. rei dos partos. XLVI. Imprudente precipitação de Antônio. XLVII. Seu lugar-tenente Taciano é cortado em pedaços com dez mil homens. XLVIII. Inútil vitória de Antônio sobre os partos. XLIX. Levanta-se o cerco de Fraortes. L. Estratagema de Fraortes para surpreender Antônio, inspirando-lhe confiança. LI. Antônio prepara-se para voltar pelo caminho pelo qual tinha vindo. LII. Um mareio vem avisá-lo das emboscadas que os partos lhe preparavam. LIII. Aparecem os partos. Escaramuças de parte a parte. LIV. Vantagem considerável qus os partos levam por causa da temeridade de Flávio Gallo. LV. Elogio do proceder de Antônio depois deste fato. LVI. Tornam a aparecer os partos. LVII. São repelidos. LVIII. -A fome penetra no exército de Antônio. LIX. Novo estratagema dos partos para enganar Antônio. LX, Mitrídates o adverte sobre isso. LXI. Os partos perseguem o exército romano. LXH. Tumulto no exército de Antônio. LXIII, o exército passa um rio e os partos se retiram. LXIV. Como Antônio perdeu o mundo nessa expedição. LXV. Leva Artabase em triunfo a Alexandria. LXVI. Impaciência de Antônio, para se unir a Cleopatra. LXVII. Novos projetos de Antônio para levar a guerra, contra os partos. LXVIII. Otávio embarca para ir se encontrar com Antônio. LXIX. Manejos de Cleopatra para prender ainda mais a Antônio. LXX. O proceder de Antônio para com Otávio torna-o odioso. LXXI, Reinos divididos por Antônio e Cleopatra e a seus filhos. LXXII. Começo do rompimento entre Otávio e Antônio. LXXIII. Antônio parte para a guerra com Cleopatra. LXXIV. Seu proceder a caminho. LXXV. Falta que Antônio comete dando a Otávio o tempo de se preparar para a guerra. LXXVI. Queixas espalhadas contra Antônio. Seus amigos o deixam. LXXVII. Presságios funestos para Antônio. LXXVIII. Forças de Antônio e Otávio, respectivamente. LXXIX. Desafios de Antônio e de Otávio. LXXX. Domício deixa Antônio, para passar para o lado de Otávio. LXXXI. Canídio aconselha Antônio a combater por terra. LXXXII. Cleópatra o move a preferir uma batalha naval. LXXXIII. Enfrentam-se os exércitos. LXXXIV. Trava-se o combate. LXXXV. Cleópatra foge. Antônio segue-a. LXXXVI. Ceia com ela. LXXXVII. Ordena a Canidio de voltar à Ásia, pela Macedônia. LXXXVIII. Bela resistência de seu exército por mar e por terra. LXXXIX. Esgotamento a que Antônio tinha reduzido a Grécia. XC. Desespero de Antônio. XCI. Digressão sobre Timon, o Misantropo. XCII. Encontro de Antônio com Cleópatra. Luxo e delícias de sua vida. XCIII. Experiência que Cleópatra faz com diversos venenos. XCIV. Negociações entre Antônio e Cleópatra na presença de Otávio. XCV. Suspeitas de Antônio contra Cleópatra. XCVI. Cleópatra manda levar todas as suas riquezas a um túmulo. XCVII. Otávio sitia Alexandria. XCVIII. Antônio vencido e traído. XCIX. Atravessa-se com sua espada. C. Paz que o levem ao túmulo onde Cleópatra estava encerrada. Sua morte. Cl. Otávio envia Proculeio para se apoderar da pessoa de Cleópatra. CII. Entra no túmulo, agarra-a e a desarma. CHI. Honra que Otávio presta ao filósofo Arrio. CIV. Sepultamento de Antônio. CV. Cleópatra propõe ao seu médico ajudá-la a se livrar da vida. CVI. Visita de Otávio a Cleópatra. CVII. Ofertas fúnebres de Cleópatra sobre o túmulo de Antônio. CVIII. Sua morte. CIX. Divergências na narração da sua morte. CX. O que foram os filhos de Antônio depois dele

    dom
    4
    out
    2009

    O Estado Ideal na República de Platão

    Ebook com capítulo de História da Filosofia Antiga sobre o Platão, contendo resumo dos principais tópicos da teoria e dos fundamentos do Estado Ideal de Platão na República.
    Platão não escreveu somente sobre o homem como indivíduo, mas também como
    fazendo parte de uma comunidade; e os seus pensamentos sobre o Estado pertencem
    às mais valiosas e célebres idéias da sua. Filosofia, tão verdadeira­mente rica
    em grandes idéias. Vemos aqui, de novo, como a filosofia, nos tempos clássicos,
    tende sempre a uma direção prática do homem.

    sáb
    3
    out
    2009

    Aladim e a Lâmpada Maravilhosa – Fábula oriental das 1001 noites

    Ebook com clássica fábula infantil ilustrada
    Esta é a estória famosa de Aladim. e
    do gênio aprisionado na lâmpada maravilhosa. Um pobre órfão ignorado ganha
    fortuna e amor, mas só após muito ter lutado consegue ficar senhor do que por
    magia lhe foi dado.

    sáb
    19
    set
    2009

    A primazia do uso consciente da tecnologia

    Ao declararmos a primazia do uso consciente da tecnologia, é comum perceber entre a maioria das pessoas, a ausência de um despertar do sentido real intrínseco em tal declaração; e quando surge qualquer sinal de despertamento, manifesta-se um sentido equívoco de conceitos, ou seja, um sentido eivado de concepção mitológica do que seja “consciência” e “tecnologia”.

    sáb
    12
    set
    2009

    RAPUNZEL – fábula, contos infantis dos Irmãos Grimm

    Longa e macia é
    prisioneira da bruxa numa torre alta e sombria.
    Rapunzel das longas trancas
    espera ser livre um dia.
    Virá alguém libertá-la?
    A estória aqui
    principia.

    seg
    24
    ago
    2009

    REFORMA RELIGIOSA: UMA RUPTURA NO SEIO DO CRISTIANISMO

    Este trabalho tem a finalidade de apresentar um resumo geral daquilo que ficou conhecido como
    a Reforma Protestante e a Contra-Reforma Católica. Serão abordados de forma clara e sucinta os eventos que marcaram a ruptura da Igreja no início da Idade Moderna, tais como: a reforma luterana, calvinista e anglicana e a contra-ofensiva da Igreja Católica. Pretendemos mostrar que a Reforma não foi apenas uma consequência de rebeldia por parte de Martinho Lutero, que estava desconformado com os exageros praticados pela Igreja. Outros pensadores já teriam manifestado seus desejos por mudanças. Havia situações religiosas, políticas, sociais e econômicas que propiciaram um terreno fértil para a propagação das reformas religiosas através de Lutero, Calvino e Henrique VIII.

    seg
    24
    ago
    2009

    DAVID HUME E O ENTENDIMENTO HUMANO EM RELAÇÃO À MORAL

    David Hume
    apresentou uma nova abordagem da moral diferente daquela apresentada pelos
    filósofos racionalistas, sobretudo Kant. Baseado no empirismo britânico, Hume
    mostrou que as ações morais são determinadas pelas paixões e não pela razão.
    Segundo o filósofo, a razão deve servir e obedecer às paixões sem que haja
    divergência entre ambas.

    61 23456

    Início