Consciênia - Filosofia e Ciências Humanas
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  • Textos no ano 2010

    dom
    19
    dez
    2010

    Filosofia Renascentista

    93. FILOSOFIA DA RENASCENÇA — Os ataques contra a filosofia das escolas alastraram-se por toda a Europa, assumindo a feição de uma verdadeira ofensiva geral. O movimento de idéias, conhecido pelo nome de Renascença (80) e caracterizado na literatura e nas artes por um esmerado cultivo da forma e por uma admiração exageradamente entusiasta da antigüidade paga, apresenta-se em filosofia como uma reação hostil, cega e violenta contra as tendências medievais. Por toda a parte, os filósofos, mediocridades, na maioria, de pequena envergadura, não fazem senão impugnar, criticar e destruir as antigas doutrinas, sem vingar construir uma síntese duradoura. A desorientação geral do pensamento é manifesta. Uns deprimem sem critério a autoridade de Aristóteles, outros sobremaneira a elevam. Estes exaltam a fé a ponto de descrerem da razão, aqueles divinizam a razão, renegando a fé; alguns, enfim, para conciliarem os desvios da inteligência com as exigências da ortodoxia recorrem à esdrúxula teoria das duas verdades (81). Em tudo há falta de unidade, exagero, excesso (82).

    sáb
    18
    dez
    2010

    A UNIVERSIDADE À LUZ DA FILOSOFIA CRISTÃ

    O objetivo deste texto é enfocar a Universidade hoje, segundo os valores evangélicos que permitam uma orientação que obvie as funestas distorções conducentes a uma neo-escravização do ser racional, as quais impedem uma ordem que favoreça o desenvolvimento integral do homem, nem propiciam condições para que ele se situe no mundo a fim de, com seu agir e operar, transformá-lo, humanizando-o.

    sáb
    18
    dez
    2010

    Liberdade e Responsabilidade moral

    … Atos propriamente morais são aqueles nos quais podemos atribuir ao agente uma responsabilidade não só pelo que se propôs a fazer, mas também pelos resultados ou conseqüências da sua ação. Mas o problema da responsabilidade moral está estreitamente relacionado, por sua vez com o de necessidade e liberdade humanas, pois somente admitindo que o agente tenha certa liberdade de opção e decisão é que se poder responsabilizá-lo pelos seus atos.

    sáb
    11
    dez
    2010

    Declínio da escolástica medieval, Ockham e Ockhamismo

    88. DECADÊNCIA DA ESCOLÁSTICA — SUAS CAUSAS — O precioso legado intelectual do grande século bem depressa se tornou estéril nas mãos de herdeiros degenerados. A começar do século XIV, a escolástica decaiu rápida e incessantemente. As correntes contrárias favorecidas pelas circunstâncias foram tomando incremento e vigor, até invadirem e ocuparem, de todo, o campo que ela outrora havia tão brilhantemente defendido.GUILHERME OCKHAM (1295-1349), por isso denominado Venerabilis inceptor. Inglês de origem e franciscano, estudou em Oxford, entre 1312 e 1318 e veio depois para Paris onde se imiscuiu em discussões políticas, advogando as pretensões regalistas de Felipe o Belo e mais tarde de Luiz de Baviera contra Bonifácio VIII. Conta-se que ao príncipe bávaro dirigiu um dia o frade as arrogantes palavras: Imperator, defendas me gladio, ego te defendam calamo.

    sex
    10
    dez
    2010

    História da Filosofia Medieval – século XIII

    Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPITULO II SEGUNDO PERÍODO DA FILOSOFIA MEDIEVAL (SÉCULO XIII) INTRODUÇÃO. 71. INTRODUÇÃO. — CARACTERES GERAIS — O século XIII foi o período mais brilhante da Idade Média, e, talvez, o mais glorioso na história do gênero humano. Em nenhuma outra época foi a influência […]

    qua
    8
    dez
    2010

    Escolástica e Grandes Filósofos Medievais

    Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE IV Quarta época – Filosofia medieval (Séc. IX – XVII) 56. INTRODUÇÃO — Depois das sérias e profundas investigações históricas acerca do pensamento medieval, iniciadas no princípio do século XIX, desvaneceram-se muitos dos inumeráveis preconceitos, acumulados pela renascença sobre a era de "obscurantismo", e […]

    qua
    8
    dez
    2010

    Início do cristianismo na Filosofia dos primeiros padres

    Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. PARTE III Terceira época – Filosofia patrística (Séc. I — Séc. IX) 48. CRISTIANISMO Ε FILOSOFIA — O advento do Cristianismo divide a história do pensamento, como a história da civilizarão, em duas partes inteiramente distintas. Jesus Cristo não se apresenta ao mundo como um […]

    seg
    6
    dez
    2010

    Resumo de Filosofia Grega – Terceiro Período

    Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPITULO III TERCEIRO PERÍODO — (300 a. C. — 529 p. C.) 36. CARÁTER GERAL — Apesar dos esforços construtivos da escola estóica e epicuréia, este período assinala a decadência e a dissolução da filosofia grega. Os discípulos dos grandes mestres do período precedente […]

    dom
    5
    dez
    2010

    Filosofia Grega – Período clássico: Sócrates, Platão e Aristóteles

    Noções de História da Filosofia (1918) Manual do Padre Leonel Franca. CAPÍTULO I I SEGUNDO PERÍODO — (450-300 α. C.) 22. CARÁTER GERAL Ε DIVISÃO — Neste período atinge a filosofia grega o apogeu do desenvolvimento. Surgem os seus maiores pensadores, que, vindicando os direitos da razão contra o ceticismo geral, constróem sobre bases mais sólidas […]

    sex
    3
    dez
    2010

    Vocabulário de termos filosóficos – Dicionário marxista de filosofia

    Disclaimer: este trabalho foi compilado com verbetes de filosofia apresentados de forma resumida — recorrendo à aos livros do " Pequeno Dicionário Filosófico" De M. Rosental e P. Iudin, e de "Fundamentos do marxismo-leninismo " de O. V. Kuncinen e mais autores marxistas soviéticos. Dessa forma, apresenta uma visão doutrinária e muitas vezes negativa acerca […]

    sex
    3
    dez
    2010

    Filosofia Grega – Noções de Filosofia

    12. A FILOSOFIA NA GRÉCIA — "O pequeno território da Hélade foi como o berço de quase todas as idéias que na filosofia, nas ciências, nas artes e em grande parte nas instituições vieram incorporar-se à civilização moderna" (13). Providencialmente situado entre o Oriente asiático e a Europa ocidental, liberalmente aquinhoado pela natureza de eminentes dotes espirituais — fantasia criadora e raro poder de generalização — dotado de instituições sociais e políticas que estimulavam a iniciativa individual, o povo grego recolheu os materiais das grandes civilizações, que al-voreceram nos impérios da Ásia, trabalhou-os com o seu espírito sintético e artístico e, com eles, elevou este grandioso e soberbo monumento de cultura, objeto de imitação e admiração dos séculos posteriores.

    A filosofia, sobretudo, medrou na Grécia como em terra nativa. Seus grandes gênios dominaram as gerações pelo vigor incontestável do pensamento. Pode mesmo afoitamente afirmar-se que não há, no campo da especulação, teoria moderna que não encontre o seu germe nas idéias de algum pensador grego.

    Este grande movimento filosófico, que abrange um período de mais de dez séculos, segue a princípio uma direção centrípeta. Parte das numerosas colônias gregas da Itália e da Ásia Menor e converge para Atenas. Neste foco de cultura atinge, no século de Péricles, o fastígio de sua perfeição, para daí dispersar-se mais tarde e irradiar pelo mundo helenizado, fundindo-se e modificando-se em contato com as idéias cristãs e com outras correntes intelectuais do pensamento.

    qui
    2
    dez
    2010

    Resumo sobre FILOSOFIA ORIENTAL – Noções de Filosofia

    4. FILOSOFIA ORIENTAL — Concordam todas as tradições em situar na Ásia o berço da humanidade. Grécia e Roma não haviam ainda despertado para a história dos povos cultos e já, à sombra do Himalaia, floresciam adiantadas civilizações.

    Aí também apareceram os primeiros vestígios da filosofia. As primitivas tradições religiosas fixadas com o tempo em livros sagrados e corrompidas pouco a pouco pelo ardor da fantasia oriental, excitaram nas inteligências a dúvida e, com a dúvida, a especulação racional.

    sex
    26
    nov
    2010

    O PLANALTO: DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CAFEEIRA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS. A ARISTOCRACIA DO CAFÉ. IMIGRAÇÃO.

    O PLANALTO (CONTINUAÇÃO): DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CAFEEIRA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS. A ARISTOCRACIA DO CAFÉ. IMIGRAÇÃO. Professor Brasil Bandecchi – 1970. Julgamos necessário, e mesmo indispensável, que antes de falarmos do café no Planalto, se diga alguma coisa sobre sua introdução no Brasil e sua cultura, no Rio de Janeiro. A maior consagração oficial que o […]

    qui
    25
    nov
    2010

    O PLANALTO: SITUAÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL. O APRESAMENTO E A MINERAÇÃO.

    O PLANALTO: SITUAÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL. O APRESAMENTO E A MINERAÇÃO. Professor Brasil Bandecchi. Estreita é a faixa litorânea da Capitania vicentina. Vencidos poucos quilômetros rumo ao interior, logo se alteia a Serra de Paranapiacaba, como um enorme contraforte se opondo à marcha do europeu. No Planalto, entretanto, já se encontrava João Ramalho, o genro do poderoso […]

    qui
    25
    nov
    2010

    OCUPAÇÃO DO LITORAL. A CONQUISTA DO NORTE E A PENETRAÇÃO DA AMAZÔNIA – História

    OCUPAÇÃO DO LITORAL. A CONQUISTA DO NORTE E A PENETRAÇÃO DA AMAZÔNIA. Professor Brasil Bandecchi. Garantidos os direitos portugueses pelo Tratado de Tordesilhas, que fixou fronteiras na América, ficou a Portugal a preocupação, inicialmente, de defender o litoral que ia da Uha de Marajó (na parte mais próxima do Estado do Maranhão) até Laguna e […]

    qui
    25
    nov
    2010

    ÉTICA E LIBERDADE NO PENSAMENTO DE KANT

    Na primeira parte da sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”,
    Kant analisa dois conceitos fundamentais da sua teoria moral, a saber: o
    conceito de vontade boa e o imperativo categórico. A partir desses dois
    conceitos surge a ética kantiana.

    ter
    23
    nov
    2010

    COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO – Vidas Paralelas

    COMPARAÇÃO DE ARISTIDES COM MARCOS CATÃO Plutarco – Vidas Paralelas Bem, agora que registramos por escrito os feitos mais notáveis e mais dignos de nota desses dois grandes personagens, queremos conferir toda a vida de um com toda a vida do outro. Não será, naturalmente, fácil discernir a diferença que existe entre eles, que se […]

    ter
    23
    nov
    2010

    Aristides, o justo – estratego grego – por Plutarco

    SUMÁRIO DA VIDA DE ARISTIDES

    • I. Origem de Aristides. Diferença de opiniões sobre sua fortuna.
    • IV. Sua amizade por Clistênio e sua consideração para com Licurgo. Início e causas de sua inimizade com Temís-tocles.
    • V. Princípios opostos de sua conduta.
    • VII. Eqüidade de Aristides.
    • X. Sua integridade no manejo das finanças.
    • XI. Sua deferência para com Milcíades.
    • XII. Seu valor e sua moderação na batalha de Maratona.
    • XIV. Tempo de seu arcontado.
    • XV. Sua justiça. Excelência do epíteto de Justo.
    • XVI. É expulso devido aos enredos de Temístocles.
    • XVII. Permanência deste uso em Atenas.
    • XIX. Sua maneira de proceder diante deste caso.
    • XXI. Aristides é chamado. Sua generosidade para com Temístocles. Sua entrevista.
    • XXIII. Batalha de Salamina.
    • XXVIII. Batalha de Platéia.
    • XLIX. Divisão do espólio.
    • LI. Aristides faz estabelecer as festas e jogos em Atenas.
    • LII. Solenidade pública instituída para honrar a memória dos que morreram pela liberdade.
    • LIII. Forma de governo em Atenas depois da batalha de Platéia.
    • LIV. Projeto de Temístocles para aumentar o poder de Atenas, o qual, submetido a Aristides, é recusado por injusto.
    • LV. A justiça de Aristides e a delicadeza de Cimon fazem perder à Lacedemônia seu principado sobre a Grécia. Altivez e orgulho de Pausânias, general dos lacedemònios.
    • LVI. Os aliados da Grécia deixam o partido da Lacedemônia para tomar o de Atenas.
    • LVII. Sentimentos nobres dos lacedemònios.
    • LVIII. Taxa imposta por Aristides a todas as cidades da Grécia, por um consentimento unânime. Tempos felizes da Grécia. Aumento da taxa sob Péricles e depois de sua morte.
    • LIX. Novas altercações entre Temístocles e Aristides.
    • LX. Juramento de aliança dos povos da Grécia. Aristides o pronuncia em nome dos atenienses.
    • LXI. Suas considerações políticas. Sua pobreza.
    • LXIV. Sua moderação na desgraça de Temístocles.
    • LXV. Morte de Aristides.
    • LXVI. Seus funerais e o casamento de suas filhas a expensas do público.
    • LXVII. Atos de humanidade da cidade de Atenas.

    Da 63." Olimpiada ate o 2. ano da 78/’ ou 467 A. C.

    ARISTIDES

    por Plutarco in Vidas Paralelas

    Aristides, filho de Lisímaco, era de linhagem antióquida (1), do bairro de Alopece, mas quanto a seus bens e suas possibilidades, foram escritas, a respeito, várias histórias. Enquanto uns dizem que êle viveu toda a sua vida numa angustiante pobreza e deixou duas filhas, as quais, depois de sua morte ficaram muito tempo sem casar por não serem ricas, com o que a maioria dos historiados antigos está de acordo, Demétrio Falereu (2), no entanto, num livro que intitulou Sócrates, escreve o contrário e diz que teve conhecimento da existência de uma possessão, no bairro de Falaréia, que ainda chamam a posse e terra de Aristides, na qual o seu corpo está enterrado. E, além disso, para provar que sua casa era opulenta e rica, alegou tais indícios: primeiramente, que êle foi, durante um ano, preboste da cidade de Atenas, cargo que era denominado arconte epônimo (3), isto é, o que dá o seu nome ao ano em que funciona (4) e diz também que foi eleito por meio das favas, segundo o antigo uso dos atenienses, em cuja eleição não eram admitidos senão aqueles que eram tidos em mais alta conta pelo valor de seus bens, os quais chamavam em Atenas pentacosiomcdimnos (5), a saber, os que tinham de renda o valor de quinhentos minots (6) de trigo, ou daí para cima. Em segundo lugar alega que ele foi relegado ou banido do partido que se chama Ostracismo, do qual não se costumava expulsar os pobres, mas somente os nobres e os ricos, os quais a plebe invejava. Como terceiro e último argumento, afirma que deixou ao templo de Baco os vasos de três pés que comumente os empreendedores estavam acostumados a oferecer (7), sendo que estes empreendedores levantavam os prêmios nos jogos de comédias, tragédias e outros divertimentos, fazendo eles as despesas, e que os ditos vasos teriam sido doados por Aristides (8), sendo que se podia ler neles a seguinte inscrição: "A linhagem antióquida levantou o prêmio, Aristides pagou as despesas e o poeta Arquestrato fêz representar suas comédias."

    ter
    23
    nov
    2010

    MARCO CLÁUDIO MARCELO – Cônsul na Roma Antiga

    SUMÁRIO DA VIDA DE MARCELO

    • I. Maneiras agradáveis e pendores guerreiros de Marcelo.
    • II. Sua bravura. Seus primeiros empregos. Virtude de seu filho.
    • III. Guerra dos gauleses.
    • IV. Os cônsules Flamínio e Fúrio são chamados.
    • V. Atenção dos romanos às cerimônias religiosas.
    • VI. Marcelo, substituindo o cônsul Flamínio, vai atacar os gauleses.
    • VIII. Combate e mata o rei gaulês. X. O senado concede-lhe as honras do triunfo.
    • XI. Marcelo, o terceiro que apresenta a Júpiter excelentes despojos por haver morto o chefe dos inimigos.
    • XII. Taça de ouro enviada a Delfos. XIII. Aníbal entra na Itália. Marcelo vai à Sicília. Depois da batalha de Canes, Fábio e Marcelo tornam-se o apoio de Roma.
    • XV. Vantagens obtidas por Marcelo sobre Aníbal.
    • XVIII. Terceiro consulado de Marcelo. Firmeza do senado com relação aos soldados que fugiram da batalha de Canes.
    • XIX. Marcelo leva de assalto a cidade dos leontinos.
    • XX. Cerco diante de Siracusa.
    • XXI. Gênio de Arquimedes.
    • XXIII. Efeito de suas máquinas.
    • XXVIII. Diversas vantagens de Marcelo na Sicília. Escala uma das torres de Siracusa e apodera-se da cidade.
    • XXIX. Morte de Arquimedes. Dor que Marcelo demonstra.
    • XXX. Sua clemência, sua humanidade.
    • XXXI. Perdoa à cidade de Êngio.
    • XXXIII. Transporta à Roma os quadros, as pinturas, as estátuas de Siracusa.
    • XXXIV. Efeitos desses monumentos de arte sobre o espírito dos romanos.
    • XXXV. Marcelo recebe as honras da aclamação.
    • XXXVI. Diferentes sentimentos de Esparta e de Roma sobre o mérito das vitórias.
    • XXXVII. Quarto consulado de Marcelo. Acusação intentada contra êle pelos habitantes de Siracusa. Sua generosidade a respeito.
    • XXXIX. Vai atacar Aníbal.
    • XL. Vantagens.
    • XLII. Enfrenta um revés perto de Canúsio.
    • XLIII. Anima suas tropas.
    • XLIV. Derrota Aníbal.
    • XLV. Nova acusação contra Marcelo. Justifica-se.
    • XLVI. Seu quinto consulado.
    • XLVII. Põe-se de novo em marcha contra Aníbal.
    • XLIX. Entra em uma emboscada onde é morto.
    • L. Honras que lhe são rendidas.
    • LI. Monumentos públicos construídos e dedicados por Marcelo. Sua posteridade até Marcelo, filho de Otávia, irmã de Augusto. A memória do jovem Marcelo honrada por Otávia.

    Desde o ano de Roma 496 até o ano 546, 208 anos A.C. Comparação de Marcelo com Pelópidas.

    PLUTARCO – VIDAS PARALELAS – BIOGRAFIA DE MARCELO

    Marcos Cláudio, aquele que foi cinco vezes cônsul em Roma, era filho de um outro Marcos, pelo que dizem, mas foi o primeiro de sua casa denominado Marcelo, o que vale dizer marcial e guerreiro, conforme escreve Possidônio, porque era destro nas armas, experimentado da guerra, forte e disposto pessoalmente, a mão sempre pronta, e amando por natureza o combate, mas não mostrava essa aspereza e esse ardor em combater senão na guerra, somente contra o inimigo pois, pensando bem, seus modos eram muito agradáveis e bastante temperados. Amava a disciplina e letras gregas a ponto de honrar e admirar somente aqueles que as conheciam, pois de resto os seus deveres o impediam de poder vagar e de se exercitar como desejava, porque pertencia àquele grupo de homens aos quais os deuses, como diz Homero, (1) fizeram:

    seg
    22
    nov
    2010

    Pelópidas, por Plutarco

    SUMÁRIO DA VIDA DE PELÓPIDAS

    • I. Reflexões sobre a temeridade e sobre o desprezo da morte.
    • VI. Nascimento e nobreza de Pelópidas. Sua liberalidade.
    • VII Seu casamento.
    • VIII. Caracteres de Pelópidas e de Epaminondas.
    • IX. Suas ligações e sua amizade.
    • X. A autoridade é usurpada em Tebas pelos nobres, apoiados pelos lace-(lemônios que se apoderam da cidadela. Pelópidas é banido.
    • XII. Sua ação em Atenas, para libertar a pátria.
    • XIII. Conspiração.
    • XIV. Sua execução.
    • XXIV. Seu sucesso. Pelópidas e os principais conjurados são nomeados capitães da tropa sagrada e governadores da Beócia.
    • XXV. Coragem desta proeza comparada com a de Trasíbulo, que libertou Atenas.
    • XXVI. Os lacedemônios levam a guerra à Beócia. Os atenienses abandonam a parte dos tebanos.
    • XXVII. Política de Pelópidas.
    • XXIX. Os tebanos alcançam vantagens sobre os lacedemônios. Batalha de Tegire. Derrota dos lacedemônios.
    • XXXIII. Origem da tropa sagrada. XXXVI. Cleômbroto, rei da Lacede-mônia, marcha contra os tebanos.
    • XXXVII. Batalha de Leuctres. XL. Vitória de Epaminondas e de Pelópidas.
    • XLI. Entram no Peloponeso, fazem revoltar a maioria dos povos contra os lacedemônios e vão atacar Esparta.
    • XLIII. Tentativa de acusação contra Epaminondas e Pelópidas por não se terem demitido do cargo de governador a tempo.
    • XLIV. Injustiça do orador Meneclides. Pelópidas o faz condenar.
    • XLVII. A Tessália pede socorro contra Alexandre, tirano de Feres. Tebas envia-lhe Pelópidas.
    • XLVIII. Passa na Macedónia para pacificar diferenças entre Ptolomeu e Alexandre, rei da Macedónia.
    • XLIX. É enviado na qualidade de embaixador na Tessália, para enfrentar novas dificuldades que se haviam levantado.
    • L. Alexandre, tirano de Feres, o faz prisioneiro. Lili. Tebas torna a pedir Pelópidas. Mau resultado e castigo dos deputados. Epaminondas marcha para libertar Pelópidas e o reconduz.
    • LIV. É enviado como embaixador a Artaxerxes, rei da Pérsia.
    • LV. Seu sucesso.
    • LVII. A Tessália o solicita de novo para o opor aos vexames de Alexandre, tirano de Feres.
    • LVIII. Chega a Farsale. LIX. Batalha onde Pelópidas é morto.
    • LXI. Luto do exército.
    • LXII. Pompa dos funerais.
    • LXIV. Os tebanos fazem marchar um exército contra o tirano de Feres, que é obrigado a receber a lei.
    • LXV. Alexandre é morto em uma conspiração formada por sua mulher.

    Do terceiro ano da nonagésima-nona Olimpíada até o primeiro da centésima-quarta, 364 anos antes de Jesus Cristo.

    PLUTARCO – VIDAS PARALELAS – PELÓPIDAS

    O antigo Catão, respondendo um dia a alguns que engrandeciam um personagem, arrojado além da medida e valente sem discreção nos perigos da guerra, disse que havia grande diferença entre estimar muito a virtude e pouco a vida. Isto foi sabiamente dito. A esse propósito, contam que o rei Antígono tinha a seu serviço um soldado, entre outros, muito temerário, mas, bem observado, via-se que era uma pessoa de aparência desagradável e com o físico bem gasto. O rei, perguntou-lhe, um dia, de onde procedia estar êle assim pálido e com aquela côr tão má. O soldado confessou-lhe que era devido a uma doença secreta que não ousava de boa vontade declarar. Ouvindo isso, o rei ordenou expressamente a seus médicos e cirurgiões que lhe avisassem do que se tratava e se havia algum meio de o curar e que empregassem toda rapidez e diligência que lhes fosse possível. Agiram eles, de tal maneira, que o soldado recuperou sua saúde, mas ficando curado não se mostrou mais tão amável companheiro nem tão ousado nos perigos da guerra como fazia antes, de maneira que Antígono mesmo, tendo percebido a mudança, chamou-o um dia, dizendo-lhe que se espantava bastante em ver uma tão grande transformação nele, a que o soldado, não tendo senão aquela ocasião, respondeu-lhe: — "Vós me tendes, senhor, vós mesmo me tornastes menos corajoso o que eu não era, fazendo curar-me e tratar-me dos males pelos quais eu não tinha em conta minha vida".

    II. A isto se relaciona também o dito de um sibaritano (1), referindo-se à maneira de viver dos lacedemônios: — "Que não era nada de mais se eles tinham grande desejo de morrer na guerra para se redimir de tanto trabalho e livrar-se de uma tão árdua e austera maneira de vida, como era a sua". Mas não é preciso admirar os sibaritanos, homens afeminados e fundidos em delícias e volúpias, se eles consideravam que aqueles que não temiam a morte pelo desejo que tinham de fazer o bem e pela afeição com que cumpriam o seu dever, mas que tivessem ódio da vida, era falso com relação aos lacedemônios, pois eles tornariam a viver e a morrer voluntariamente se isto fosse possível, no exercício da virtude, conforme o testemunho deste brasão funerário:

    Estes mortos aqui não tiveram ainda desta vez
    Que o seu morrer nem o seu viver
    Foi belo e bom, mas souberam fazer bem
    E um e o outro têm o direito em boa causa.

    seg
    22
    nov
    2010

    PLUTARCO – COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON

    PLUTARCO – VIDAS PARALELAS COMPARAÇÃO ENTRE AS VIDAS DE PAULO EMÍLIO E TIMOLEON Tais foram estes personagens, segundo o que se encontra nas suas histórias. É evidente que, conferindo um com o outro, não encontraremos muita diferença nem dissimilitude entre eles, pois as campanhas que conduziram foram contra grandes e famosos adversários, um contra os […]

    seg
    22
    nov
    2010

    TIMOLEÃO – Plutarco – Vidas Paralelas

    SUMÁRIO DA VIDA DE TIMOLEON

    • I. Situação da Sicília.
    • II. Invasão dos cartagineses.
    • A Sicília pede socorro a Corinto.
    • III. Corinto atende e Timoleon é enviado.
    • IV. Nascimento e nobreza de Timoleon. Seu valor.
    • V. Seus conselhos a Timófanes, seu irmão.
    • VI. Timoleon sacrifica o amor fraternal ao amor da pátria. Morte de Timófanes.
    • VII. Retiro de Timoleon.
    • IX. Timoleon aceita a direção da guerra na Sicília.
    • X. Sua partida.
    • XII. Aborda em Régio.
    • XIV. Timoleon engana os cartagineses e apodera-se de Tauro-mênio.
    • XVII. A cidade de Adrane abre-lhe as portas e êle recebe as homenagens de outras cidades.
    • XVIII. Dionísio, o Tirano, entrega-se a Timoleon.
    • XX. Dionísio é enviado a Corinto. Sua vida particular.
    • XXIV. Cerco do castelo de Siracusa por Icetes e pelos cartagineses.
    • XXVIII. Timoleon apodera-se de Messina.
    • XXX. Fuga de Magon, general dos cartagineses.
    • XXXI. Timoleon apodera-se da cidade de Siracusa.
    • XXXII. Destruição do castelo e de tudo o que pertenceu aos, tiranos.
    • XXXIII. Restabelecida a liberdade na Sicília.
    • XXXIV. Os cartagineses tentam nova investida.
    • XXXV. Nova vitória de Timoleon.
    • XXXIX. Despojos de guerra enviados a Corinto.
    • XLIII. Icetes é aprisionado e condenado.
    • XLIV. Submetem-se os remanescentes da tirania na Sicília.
    • XLVI. Reconhecimento da ilha a Timoleon.
    • XLVII. Timoleon passa a residir na Sicília.
    • XLIX. Timoleon perde a vista.
    • L. Honras que Siracusa lhe presta. Sua morte e seus funerais.
    • LII. O monumento denominado «Timoleontium».

    Antes da 103ª Olimpíada até o 4." ano da 110.", 337 A. C. Comparação de Timoleon e Paulo Emílio.

    Plutarco – Vidas Paralelas

    TIMOLEON – Τιμολέων),

    A situação dos siracusanos, antes de Timoleon ser enviado à Sicília, era deplorável. Tinha sido assassinado a traição o patriota Dion, que havia conseguido derrubar e expulsar o tirano Dionísio (1), seguindo-se um período de desorientação e desatinos, pois mesmo aqueles que haviam auxiliado na conquista da liberdade, agora se dividiam e se hostilizavam mutuamente. A cidade, mudando de governo continuamente, sem qualquer segurança administrativa, assistindo’ a ascensão e derrocada de novas tiranias, como que se tornou o alvo de toda a sorte de calamidades. Pouco faltou para que não ficasse inteiramente despovoada. Toda a Sicília, aliás, se encontrava em condições semelhantes, com as suas cidades destruídas pela guerra e o que restava de pé encontrava-se em poder dos bárbaros e outros estrangeiros, na maioria gente que, em virtude mesmo das diferenças de nacionalidade, não poderia formar uma coletividade unida. Isto criou justamente o clima propício a usurpações e arremetidas contra o poder constituído, que assim vacilava, sem qualquer firmeza ou estabilidade.

    dom
    21
    nov
    2010

    Lúcio Emílio Paulo Macedônico – Plutarco

    PLUTARCO – VIDAS PARALELAS

    Biografia de Lúcio Emílio Paulo, de cognome o Macedônico, em latim Lucius Aemilius Paullus Macedonicus, (c. 230 – 160 a.C.), genera e cônsul da República Romana.

    SUMÁRIO DA VIDA DE PAULO EMÍLIO

    • I. Considerações de Plutarco.
    • III. Antiguidade e nobreza da família Emiliana.
    • IV. Nascimento de Paulo Emílio.
    • V. Primeiros cargos.
    • VI. Seus talentos militares.
    • VII. Casa-mentos.
    • IX. Seu primeiro consulado. Guerra na Ligúria.
    • X. Sua inclinação pelas artes e ciências.
    • XI. Guerra contra Per-seu rei da Macedónia. Origem das guerras entre os macedônios e os romanos.
    • XIV. Segundo consulado de Paulo Emílio. É encarregado de dirigir a guerra contra Perseu.
    • XIX. Avareza de Perseu. XX. Habilidade de Paulo Emílio.
    • XXI. Fontes de água no monte Olimpo.
    • XXII. Opiniões sobre a origem das nascentes de água.
    • XXIV. Paulo Emílio faz penetrar seu exército na Macedónia através do monte Olimpo. Audácia de Cipião Nasica.
    • XXV. Altura do Olimpo.
    • XXVII. O medo de Perseu.
    • XXVIII. Paulo Emílio examina o exército inimigo.
    • XXIX. Disposições para a batalha.
    • XXX. Cipião Nasica inicia o combate.
    • XXXI. Intrepidez de Paulo Emílio.
    • XXXII. Perseu abandona o campo de batalha.
    • XXXIII. Emílio constata a ordem do exército macedônico.
    • XXXIV. Ordenada a infiltração no campo adversário.
    • XXXV. Intrepidez de Catão, filho de Catão, o Censor. Vitória de Paulo Emílio.
    • XXXVII. Fuga de Perseu.
    • XXXVIII. Preocupação de Perseu: salvar seus tesouros. Refúgio na ilha de Samotrácia.
    • XXXIX. Toda a Macedónia submetida a Paulo Emílio, em dois dias. Rapidez com que a notícia é levada a Roma.
    • XL. Exemplos antigos e recentes a respeito da rapidez das notícias.
    • XLII. Prisão de Perseu.
    • XLIII. Homenagens que lhe rende Paulo Emílio. Sua dor diante da desgraça do rei.
    • XLIV. Conduta desprezível desse rei.
    • XLV. Exortações de Paulo Emílio a seus comandados sobre a instabilidade das coisas humanas.
    • XLVI. Paulo Emílio percorre a Grécia, alivia o povo e reorganiza o govêmo.
    • XLVII. Novos regulamentos para a Macedónia. Sua liberdade.
    • XLVIII. Liberalidade e grandeza de alma de Emílio.
    • XLIX. Emílio penetra no Spiro com ordem do Senado para consentir no saque das cidades. Finanças do Épiro.
    • L. Regresso à Itália.
    • LI. Sérvio Galba intenta receber as honras do triunfo.
    • LIII. Servílio vinga essa afronta.
    • LV. Outorgam-se as honras a Emílio. Magnificência de seu triunfo. Riquezas de ouro e prata.
    • LVII. Luto em casa de Paulo Emílio.
    • LVIII. Sua constância e sua moderação.
    • LLX. Morte de Perseu. Sorte de seus filhos.
    • LX. Abolição de impostos em Roma. Diferença de conduta entre Paulo Emílio e seu filho Cipião.
    • LXI. Paulo Emílio é nomeado censor.
    • LXII. Sua morte. Honras que lhe são tributadas. Sua pequena fortuna.

    Do ano 526 ao ano 588 da fundação de Roma; 166 A. C.

    PAULO EMÍLIO (1)

    Quando comecei a escrever a história destas vidas, eu o fiz, a princípio, para proveito daqueles que viessem a conhecê-las. Em seguida, porém, perseverando, procurei também beneficiar-me a mim mesmo, olhando-as como num espelho e esforçando-me no sentido de reconstruir minha vida, tomando como modelo as qualidades de caráter desses ilustres varões. O fato é que, buscando conhecer seus costumes a fim de estar em condições de levar a bom termo a tarefa que me propus, fui como que obrigado a conviver intimamente com eles, como se os hospedasse em minha casa, um após outro, quando então pude vivamente apreciar os marcantes acontecimentos de suas vidas, considerar as virtudes que possuíam e o que havia de grande e admirável na história de cada um deles. Dessa forma fui selecionando o que era digno de nota, em suas palavras e em suas ações.

    sáb
    20
    nov
    2010

    Resumo sobre a Filosofia de Spinoza

    [caption id="attachment_11909" align="alignleft" width="279" caption="Baruch de Apinoza. Gravura de H. Lips"]Baruch de Apinoza. Gravura de H. Lips[/caption]
    Baruch (Benedito) Espinoza (também grafado por alguns como Spinoza), nasceu em Amsterdam, na Holanda, em 1632. Descendia de uma abastada família de comerciantes originários da Espanha, cujos antepassados haviam sido expulsos de Portugal. Espinoza cresceu na comunidade judaica portuguêsa de Amsterdã e, ainda pequeno, iniciou estudos da Tora e do Talmud. Jovem, passou a freqüentar a escola de Francisco van den Enden, doutor de formação católica que se tornou livre pensador -o que à época era quase equivalente a ser ateu – despertando a ira dos agrupamentos de fanáticos. Foi na escola de van den Enden que Espinoza travou contato com outros pensadores clássicos, como Cícero, Sêneca e Aristóteles; estudou a filosofia medieval e a filosofia moderna, entre os quais Descartes, Bacon e Hobbes. Neste círculo intelectual Espinoza também teve oportunidade de se aprofundar na matemática, geometria e as ciências de sua época, principalmente na obra de Galileu.

    sáb
    20
    nov
    2010

    SARTRE, O PENSADOR DA ANGÚSTIA

    SARTRE, O PENSADOR
    DA ANGÚSTIA

     

    Francisco Fernandes
    Ladeira

    Resumo: O objetivo deste
    trabalho é tecer alguns comentários sobre as ideias filosóficas de Sartre com
    relação à experiência negativa, à duvida, à experiência da náusea, ao vazio
    existencial ou o nada do ser.

    Palavras-chave: Sartre, náusea,
    existencialismo, dúvida, fenomenologia.

    Introdução

    Sartre é, talvez entre os filósofos contemporâneos, o que melhor soube
    exprimir perplexidade e os anseios do homem do nosso tempo, de uma civilização
    que, marcada por dois conflitos mundiais, vive ainda as consequências funestas
    de uma desordem e de um desastre, do qual o homem é, em grande parte, culpado.

    sex
    19
    nov
    2010

    As Regras do Método Sociológico na composição de Algumas Formas Primitivas de Classificação de Durkheim

     

    Introdução

    Auguste Comte, filósofo e
    inaugurador da Sociologia, propõe em seu livro “Curso de Filosofia Positiva”, na
    primeira metade do século XIX, que a história da humanidade é constituída por
    três estágios. O estágio teológico, o metafísico e o positivo.

    O estágio teológico tem
    como característica básica a explicação da natureza mediante seres
    sobrenaturais. Como no início dos tempos, a humanidade ainda não tinha ainda
    tempo suficiente para observar a natureza. Desta falta de observação e
    necessitando explicar os fenômenos a sua volta, o homem, entregue ao desespero
    e à acomodação, tendeu a se projetar na natureza. Isto é, todas as ocorrências
    naturais são fetiches: o Sol, a Lua, as marés, as montanhas ganham vida, estão,
    agora, animadas. Ainda no estágio teológico a transmissão do conhecimento é
    autoritária: o sacerdote é ponto de sapiência e reverência.

    O estado metafísico é o
    qual Comte tem menos apreço: este estado permuta a explicação dos seres
    sobrenaturais por forças. O conhecimento gerado pelo espírito metafísico deve
    ser argumentado e não simplesmente baseado na fé.  Etapa de transição entre o
    estado teológico e o positivo, o estado em questão, ao mesmo tempo em que
    antecipa características deste, retém outras tantas daquele.

    Por fim, o estado positivo
    é o estado final do desenvolvimento humano. Aqui não estamos mais preocupados
    com as explicações causais dos objetos naturais. O homem com espírito positivo
    é aquele que se prende às leis da natureza, ignorando suas causas imanentes. Por
    exemplo, a física aristotélica baseava seus conhecimentos no modo teológico e
    metafísico; ao passo que Newton, e posteriormente Einstein, explicam a queda
    dos corpos de maneira indubitavelmente positiva.

    qua
    17
    nov
    2010

    COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E MARCO ANTÔNIO

    Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO ENTRE DEMÉTRIO E ANTÔNIO Sendo que um e outro, isto é, Demétrio e Antônio tenham em comum isto, que ambos foram sujeitos às mesmas mudanças e grandes variedades de fortuna, consideremos agora qual foi e de onde veio o poder de um e de outro, e como eles chegaram a […]

    qua
    17
    nov
    2010

    Paralelo entre PÉRICLES E FÁBIO MÁXIMO

    PLUTARCO: VIDAS PARALELAS. A COMPARAÇÃO ENTRE PÉRICLES E FÁBIO MÁXIMO É isso o que se encontra escrito a respeito dessas duas grandes personagens. E como acontece terem ambas deixado belos exemplos de virtude, tanto em assunto de guerra como de governo, comecemos a confrontá-los. Péricles, em primeiro lugar, veio à direção dos negócios de sua […]

    qua
    17
    nov
    2010

    COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA – Vidas Paralelas de Plutarco

    COMPARAÇÃO DE FÓCION COM CATÃO DE ÚTICA por Du Haillan Adendo moderno às vidas Paralelas de Plutarco na edição de Amyot. Se alguém se desse ao trabalho de comparar Fócion e Catão com todos os ilustres gregos e romanos, eu me capacitaria de que esses dois personagens levantariam sempre o prêmio, medindo as coisas com […]

    ter
    16
    nov
    2010

    COMPARAÇÃO DE POMPEU COM AGESILAU – Plutarco

    Plutarco – Vidas Paralelas COMPARAÇÃO DE POMPEU COM AGESILAU Tendo assim exposto as vidas de Agesilau e de Pompeu, vamos agora conferi-las juntas, tocando ligeiramente nas diferenças que há entre os dois, que são as seguintes: a primeira é que Pompeu alcançou a sua glória e poder por uma via muito justa, tendo ele mesmo […]

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